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MAQUINAS VIRTUAIS

Guilherme Moraes Projeto sistemas operacionais - Portuguese 5.0Average rating 5.0 out of 5 (1 rating)

MAQUINAS VIRTUAIS

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MAQUINAS VIRTUAIS

  1. INTRODUÇÃO

    • PRIMEIRAS MVs DÉCADA DE 50 E 60, EM MAINFRAMES IBM
    • VISÃO TRADICIONAL
      • SIST. COMP = APP+SO+HW
      • PLATAFORMA DISTINTAS E INCOMPATÍVEIS
      • SOLUÇÃO
        • MAQUINAS VIRTUAIS
  2. DEFINIÇÃO

    • VIRTUALIZAÇÃO
      • simular partes do hardware do computador de forma que um SO convidado possa ser executado integralmente
    • MV
      • DUPLICATA EFICIENTE E ISOLADA DE UMA MAQUIA REAL
      • ABSTRAÇÃO DE SOFTWARE PERMITE SIMULAR UMA MAQUINA FÍSICA
  3. TECNICAS

    • VIRTUALIZAÇÃO
      • USO DO HW PARA EXECUTAR A MV
      • A MV E A REAL DEVEM SER A MESMA ARQUITETURA
      • É A MAIS EFICIENTE
      • FORMAS
        • FORMAS
          • DO HW
            • apresenta para o SO convidado uma abstração de hardware (VMware em x86)
          • DO SW
            • apresenta para as aplicações convidadas uma abstração do SO (UserMode Linux)
          • DE LP
            • apresenta uma MV fictícia, com finalidade específica, para as aplicações (Java)
          • VIRTUALIZAÇÃO COMPLETA
            • conversão binária e execução direta
            • Sequências não virtualizáveis do núcleo são convertidas para sequências que têm o mesmo efeito na máquina virtual
            • Código no nível de usuário roda direto sobre o hw
            • ● O SO convidado não sabe que está sendo virtualizado
            • Oferece a melhor isolação e segurança
          • PARAVIRTUALIZAÇÃO
            • O SO convidado é modificado para rodar de forma virtual
            • SO convidado se comunica com o hypervisor (VMM)
            • Instruções não virtualizáveis são substituídas por hypercalls
            • O principal objetivo é o ganho de desempenho
          • VIRTUALIZAÇÃO ASSISTIDA POR HW
            • O VMM roda em um nível privilegiado que permite capturar (trap) automaticamente as instruções especiais (sem conversão nem paravirtualização)
              • Exemplos: Intel Virtualization Technology (VT-x) e AMD-V
    • EMULAÇÃO
      • EXECUTA TODAS AS OPERAÇÕES POR SW
      • INDEPENDE DA ARQUITETURA
      • MAIS LENTO
      • TIPOS
        • CLASSIFICAÇÃO ANTIGA
          • FIRMWARE
          • SW
          • COMBINAÇÃO
        • CLASSIFICAÇÃO MODERNA
          • TOTALMENTE BASEADA EM HW (IA64)
          • PARCIALMENTE BASEADA EM HW (MAINFRAMES)
          • PARCIALMENTE BASEADA EM SW (emuladores na plataforma Macintosh)
          • TOTALMENTE BASEADA EM SW (emuladores na plataforma Macintosh)
        • QUANTO A NATUREZA
          • do processador, do SO, de uma plataforma de hw específica ou de consoles de videogames
        • TIPO 1
        • TIPO 2
        • ABORDAGENS HÍBRIDAS
          • em sistemas do tipo I, permitir que o convidado acesse o hw (GM do Xen)
          • em sistemas do tipo II
            • o convidado acesse o anfitrião (SA do VMware)
            • o convidado acesse o hw (acesso a CDROMs no WMware)
            • o monitor acesse o hw (VMware)
  4. CONSIDERAÇÕES

    • a funcionalidade e o nível de abstração de uma MV encontram-se numa posição intermediária entre a máquina real e os emuladores
    • Também é comum dizer que MV é o ambiente criado por um VMM (Virtual Machine Monitor)
    • VMMs também são definidos como sistemas operacionais de sistemas operacionais
  5. VANTAGENS

    • execução de um SO e suas aplicações sobre outro SO (execução de aplicações legadas)
    • execução de múltiplos SOs sobre a mesma plataforma
    • desenvolvimento de aplicações para várias plataformas
    • auxiliar no ensino de SOs
    • desenvolvimento, aperfeiçoamento e teste de novos SOs
    • simulação de novas configurações (teste de comportamento)
    • Simulação de alterações, falhas e reconfigura- ções em um sistema (melhoria de confiabilidade)
    • diminuição de custos de hw
    • economizar energia
    • facilitar o gerenciamento, a migração e a replicação de computadores, aplicações ou SOs
    • facilitar o gerenciamento, a migração e a replicação de computadores, aplicações ou SOs
  6. DESVANTAGENS

    • desempenho mais lento se comparado à máquina real
    • alguns processadores não permitem a virtualização de forma natural
    • grande diversidade de equipamentos
  7. APLICAÇÕES

    • APLICAÇÕES
      • ensino
      • consolidação de servidores
      • plano de contingência
      • computação em nuvem
      • serviços de hospedagem web

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- Projeto sistemas operacionais Mind Map on MAQUINAS VIRTUAIS, created by Guilherme Moraes on 19/04/2017.
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