Gestão Educacional

Rafael Balbi
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Mapa Mental da Disciplina de Gestão Educacional

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Gestão Educacional
1 FILME: MEU MESTRE MINHA VIDA
1.1 Autoritarismo na Gestão Escolar
1.2 Centralização do poder nas mãos de uma pessoa: o diretor.
1.3 Corrupção e drogas na escola: como impedir?
1.4 Medidas extremadas para situações extremadas.
1.5 Abuso de poder.
1.6 Decisões questionadas pela comunidade e inobservância de Leis. Em muitos casos, humilhação pública de autoridades, professores, alunos e até pais.
2 HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA E TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS
2.1 Período Jesuítico: escolas pioneiras no Brasil, com fundamentos religiosos, que ensinavam principalmente a ler, escrever e contar. Em alguns casos, chegaram ao nível superior de ensino. Primavam pela qualidade. Sua tendência pedagógica era a Tradicional, pois tinham no professor uma figura centralizada e o aluno, um simples receptor passivo dos conhecimentos.
2.2 Período Pombalino (introduzido por Marquês do Pombal): caracteriza-se pela expulsão dos jesuítas e pela destruição dos modelos criados e mantidos durantes mais de dois séculos pelos pioneiros da educação no Brasil, sem que a consequência fosse um modelo inovador para substituí-lo. Embora este período se caracterize pela baixa qualidade de ensino, por professores despreparados e por aulas desconexas, ainda se enquadra numa tendência pedagógica tradicional e durou mais de meio século.
2.3 Período Joanino: não durou mais do que 15 anos, mas causou uma revolução no ensino brasileiro, com a inauguração de diversas estruturas entre academias, escolas de direito e medicina, a Biblioteca Real e a Imprensa Régia. Porém, a educação não recebeu a mesma importância. A tendência pedagógica segue sendo a tradicional e centralizadora.
2.4 Período Imperial: durou mais de meio século e se caracterizou primeiramente pelos replicadores do ensino, onde o aluno formado transmitia seu conhecimento para outros alunos. Criação de quatro graus de instrução: pedagógicas, liceus, ginásios e academias. O imperador desejava que houvessem pedagogias em todas as cidades do país. Previsão de exame de seleção de professores e abertura das escolas para as meninas. Neste momento a tendência tradicionalista lentamente passa ser progressista, um modelo que realiza análises críticas da realidade da sociedade e se distancia dos modelos capitalistas.
2.5 República Velha: período conturbado de 40 anos da história brasileira. Utilizou-se de modelos americanos consagrados como liberdade e laicidade do ensino, bem como a gratuidade da escola primária, princípios da Constituição do Brasil. Este período se caracteriza por uma organização do Ensino Superior, com a abertura de Universidades, criação do Ministério da Educação. A educação, aos poucos, torna-se um direito de todos. A tendência pedagógica não diretiva é a característica deste período que tem, no aluno, o seu método. A escola tem, em seu objetivo, a formação do senso crítico e a percepção do mundo que o rodeia.
2.6 Estado Novo: período de 15 anos, cuja tendência pedagógica foi a tecnicista (formadora de mão de obra, o aluno era visto como um mero "carregador de piano" para futuramente ser um especialista para o mercado de trabalho). A Nova Constituição enfatiza o ensino pré-vocacional e profissional. Por esta razão, constitui-se o SENAI para formação de mão de obra especializada (profissional). Em todas as esferas educacionais se percebe claramente a tendência de formar pessoas para o trabalho, para cobrir a vacância do mercado.
2.7 República Nova: de tendências progressistas, com características libertadoras (o professor coordena atividades e atua juntamente com os alunos, que são oprimidos pela sociedade) e libertárias (baseado no conhecimento empírico do aluno e em como isto será aproveitado. Somente o que é ensinado e tem aplicação prática tem importância. Neste caso o professor é mais consultor do aluno, do que um condutor de classe), este período de pouco mais de 15 anos caracteriza-se pela reforma geral da educação nacional, centralizada na União e não mais nos estados. Surge o SENAC, o MEC e aparece uma maior preocupação com a alfabetização de adultos. Aparentemente há uma preocupação maior em organizar a educação a nível nacional.
2.8 Regime Militar: período de pouco mais de 20 anos, a educação vê todos os preceitos formados anteriormente serem implodidos. A padronização do ensino é instituído objetivando derrubar qualquer chance de movimento ideológico contrário ao regime. Porém, não se restringiu o acesso às universidades, que tiveram seu número expandido. A característica mais marcante deste período foi a formação profissionalizante, o que fez a tendência pedagógica passar de libertária a tecnicista.
2.9 Nova República: período de quase 20 anos foi marcado pelo acesso universal à educação e busca pela erradicação do analfabetismo. Foram buscadas as raízes do tradicional, com o poder de ensinar centralizado no professor, que é o transmissor do conhecimento. Esta característica é um dos pontos ainda oriundos do Regime Militar, que centralizava o poder no professor, porém de forma mais suave e com temas podendo ser discutidos pelos alunos.
2.10 De 2004 em diante: a tendência crítico-social começa a aflorar a partir deste período, com a desvinculação definitiva do Regime Militar. Este período caracteriza-se pelo estudo das realidades sociais (socialização). O conhecimento empírico do aluno é cruzado com a aprendizagem formal, visando o aprimoramento. A tendência interacionista do estudo da história e da sociedade são amplamente difundidas.
3 GESTÃO ESCOLAR
3.1 GESTÃO PEDAGÓGICA – PAPEL DO GESTOR
3.1.1 Trata do formato do ensino, de acordo com a comunidade a que a instituição está inserida e as suas formas de atuação.
3.2 GESTÃO ADMINISTRATIVA – PAPEL DO ADMINISTRADOR
3.2.1 Trata da parte física em que está inserido o ensino. São os prédios e os equipamentos e a parte institucional.
3.3 PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO
3.3.1 O projeto político pedagógico é toda a documentação que engloba a gestão da infraestrutura relacionada a gestão escolar.
3.4 “A formação do aluno deve ter como alvo principal a aquisição de conhecimentos básicos, a preparação científica e a capacidade de utilizar as diferentes tecnologias relativas às áreas de atuação”. (Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio, 1999)
3.5 GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS
3.5.1 Relaciona-se às pessoas, não se limitando a professores e alunos, mas sim a toda a comunidade.
3.6 PLANO DE ESTUDO - PLANO DE TRABALHO
3.6.1 Será a face da instituição. A forma como ela irá tratar de todos os pontos da gestão e os objetivos a serem alcançados por ela.
4 PIÈRRE LEVY – INTELIGÊNCIA COLETIVA
4.1 A inteligência coletiva de Pièrre Levy trata da falta de fronteiras para o conhecimento, diante das várias formas de difundi-lo.
4.2 Ressalta que não temos mais condições de fornecer a apenas um autor os direitos pela autoria das invenções.
4.3 O conhecimento está cada vez mais acessível a todos.
4.4 O conhecimento está em constante otimização.
4.5 Todo mundo pode ser um agente de formação e ser um aprendiz.
5 DEFINIÇÃO DE VALORES DO PROFESSOR
5.1 O objetivo das atividades desenvolvidas nesta tarefa foi o de que, após a leitura de um pequeno texto, por grupos formados em aula, formulassem uma "frase-lição" e buscasse imagens que corroborassem com esta frase e com a história.
5.2 A história distribuída para nosso grupo foi "O elefante e a estaca" e tratava da curiosidade de uma menina perante a cena de um elefante imenso que permanecia preso à uma frágil estaca que poderia ser facilmente arrancada pelo enorme animal.
5.3 Para nosso grupo, a moral da história foi de que não devemos deixar que os obstáculos sejam maiores que os nossos sonhos. As dificuldades ultrapassadas nos trazem aprendizado e nos tornarmos estanques nos fazem escravos destas dificuldades.
6 GESTÃO ESCOLAR E QUALIDADE NO ENSINO: UMA RELAÇÃO INSEPARÁVEL
6.1 Existe uma relação de consequência entre qualidade de ensino e gestão escolar.
6.2 Todos os agentes escolares são responsáveis pela qualidade: professores, diretores, colaboradores e alunos,
6.3 Papel transformador das instituições de ensino com relação ao cidadão, impactando em toda a sociedade
6.4 No Brasil as leis atuais disciplinam um novo paradigma baseado numa gestão escolar democrática, autônoma e participativa.
6.5 Afastamento do modelo de gestão autoritário e centralizador.
6.6 O educador como agente da construção da personalidade critica do educando e da sua autossuficiência.
6.7 Para uma escola ser verdadeiramente de qualidade deve despertar o aluno para o desenvolvimento de todas suas habilidades tornando-se um sujeito de sua história, ser analítico e construtor de sua realidade.
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