Globalização: As Consequências Humanas - BAUMAN

Fabio Roberto Pillatt
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LIVROS LIVROS Mind Map on Globalização: As Consequências Humanas - BAUMAN, created by Fabio Roberto Pillatt on 08/21/2015.

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Globalização: As Consequências Humanas - BAUMAN
1 Introdução
1.1 Globalização
1.1.1 Para alguns, é o que devemos fazer se quizermos ser felizes
1.1.2 Para outros, é a causa da nossa infelicidade
1.1.3 Para todos, é o destino irremediável do mundo.
1.1.4 A globalização tanto divide como une.
1.1.4.1 O que para alguns parece globalização, para outros significa localização; o que para alguns é sinalização de liberdade, para outros é um destino indesejado e cruel.
1.1.5 A imobilidade não é uma opção realista num mundo em permanente mudança.
1.1.5.1 Alguns tornam-se globais
1.1.5.2 Outros se fixam na sua "localidade"
1.1.5.2.1 Ser local é sinal de privação e degradação social.
1.1.5.2.1.1 Espaços públicos removidos para além do alcance da vida localizada
1.1.6 Progressiva segregação espacial, separação e exclusão
1.1.6.1 Polarização entre ricos X pobres, "normais" X anormais, nômades X sedentários
2 1. Tempo e Classe
2.1 Considera a ligação entre a natureza historicamente mutável do tempo e do espaço e o padrão e a escala de organização social
2.2 "A companhia pertence às pessoas que nela investem, não aos seus empregados, fornecedores ou à localidade em que se situa" Albert J. Dunlap
2.3 Último quarto do século XX: Independência em relação ao espaço (local)
2.3.1 Mudança de local da Companhia: Empregados terão dificuldade de acompanhá-la, da mesma forma fornecedores e a comunidade. Por outro lado, para os acionistas, está questão é indiferente.
2.3.1.1 A companhia é livre para se mudar, mas as consequências da mudança estão fadadas a permanecerem. Quem for livre para fugir da localidade é livre para escapar das consequências.
2.4 A mobilidade tornou-se o fator de estratificação mais poderoso e mais cobiçado
2.4.1 Topo da cadeia de mobilidade pode ser comparado ao "Proprietário ausente"
2.4.1.1 Porém, o "Proprietário Ausente" de terras não tinha tanta mobilidade (preso às áreas de terra)
2.5 II) Liberdade de movimento e autoconstituição das sociedades
2.5.1 Fim da Geografia: as distâncias já não importam
2.5.2 A distância é um produto social
2.5.2.1 Próximo: é um espaço dentro do qual a pessoa sente-se a vontade.
2.5.2.1.1 O que não é problemático
2.5.2.2 Longe: é um espaço onde se penetra apenas ocasionalmente
2.5.2.2.1 Estar longe significa estar com problemas
2.5.2.3 Longe-Perto = Certeza X Incerteza; Autoconfiança X Hesitação
2.5.2.4 Quem isola-se (está longe), necessita de um grande esforço para comunicar-se. Isto gera o conceito de comunidade local.
2.5.2.4.1 Facilidade na comunicação interna (wetware) e dificuldade na comunicação externa (intercâmbio entre comunidades)
2.5.2.5 A distância é mais impiedosa e tem efeitos psicológicos mais profundos do que nunca.
2.5.3 Informação viaja de forma independente ao seu portador físico
2.5.3.1 A Internet pôs fim à própria noção de viagem, tornando a informação instantaneamente disponível em todo o planeta
2.6 III) Nova Velocidade, Nova Polarização
2.6.1 Em vez de homogeneizar a condição humana, a anulação das distâncias temporais/espaciais tende a polarizá-la
2.6.2 Para algumas pessoas ela (facilidade de mobilidade)possibilita uma liberdade sem precedentes, para outras, a impossibilidade de libertar-se de sua localidade.
2.6.3 Informação flui independente da mobilidade de seus portadores (trem, navio, avião)
2.6.4 Ágoras cada vez mais raros em virtude da virtualização de espaços e do direcionamento ao invidual
2.6.4.1 Ágora: praça principal das cidades gregas
2.6.4.2 Áreas públicas tornam-se restritas a quem podem pagar por elas.
2.6.4.2.1 A nova fragmentação do espaço da cidade, o encolhimento e desaparecimento do espaço público, a separação e segregação. Acima de tudo, a extraterritorialidade da nova elite e a territorialidade forçada do resto.
2.6.4.2.1.1 Para as elites os espaços ricos em cultura, para o resto, os guetos
2.6.4.3 Locais de encontros onde se construíam as normas. Hoje os shoppings são os locais de encontro, mas não são projetados para o diálogo e sim para o consumismo
2.6.4.3.1 Uma sociedade despojada de espaços públicos dá pouca chance para que as normas e valores sejam debatidas
3 2. Guerras Especiais: Informe de Carreira
3.1 Trata dos estágios sucessivos das guerras modernas pelo direito de definir e impor o significado do espaço comum
3.2 I. A batalha dos mapas
3.2.1 Necessidade do Estado de estabelecer métricas padronizadas de medida
3.2.2 Panóptico: prisão circular, onde um observador central poderia ver todos os locais onde houvesse presos
3.3 II. Do mapeamento do espaço à especialização dos mapas
3.3.1 Regras urbanísticas: cada tribo irá ocupar um distrito separado e cada família um apartamento separado
3.3.2 A cidade perfeita: Morelly (1755)
3.3.2.1 Admirável mundo novo?
3.3.3 Sévariade (Baczko). A mais bela cidade do mundo.
3.3.3.1 Cidade literária utopista
3.3.3.1.1 implica uma total rejeição da história e uma demolição de todos os seus vestígios palpáveis
3.3.3.1.1.1 Ex.: Oscar Neimeyer e a construção de Brasília
3.3.3.1.1.1.1 Síndrome de "brasilite"
3.3.3.1.1.1.1.1 Ausência de multidões
3.3.3.1.1.1.1.2 Esquinas vazias
3.3.3.1.1.1.1.3 Anonimato dos lugares e das pessoas
3.3.3.1.1.1.1.4 Brasília era um espaço perfeitamente estruturado para a instalação de homúnculos nascidos e alimentados em tubos de ensaio
3.3.4 Do ponto de vista da administração espacial, modernização significa monopolização dos direitos cartográficos
3.3.4.1 O monopólio é muito mais fácil de alcançar se o mapa antecede o território mapeado
3.3.4.1.1 O mapa torna-se uma moldura nas quais as realidades urbanas ainda a surgir devem ser traçadas.
3.4 III. Agorafobia e o Renascimento da Localidade
3.4.1 Declínio do homem público
3.4.1.1 Sempre que foi empreendida a tentativa de homogeneização do espaço urbano, de torná-lo lógico, funcional, redundaram na desintegração das redes protetoras tecidas pelos laços humanos, na experiência fisicamente devastadora do abandono e da solidão.
3.4.2 O segredo primordial de uma boa cidade é a oportunidade que ela dá às pessoas de assumir responsabilidade por seus atos, numa sociedade imprevisível
3.4.2.1 Os homens jamais podem se tornar bons simplesmente seguindo as boas ordens ou os bons planos dos outros
3.4.2.2 As pessoas moralmente maduras são aquelas que cresceram a ponto de precisar do desconhecido, que aprenderam a amar a alteridade (relações de contraste).
3.4.2.3 Cidades americanas: comunidades locais uniformes, segregadas dos pontos de vista racial, étnico e de classe.
3.4.2.3.1 similaridade visual e de comportamento.
3.4.2.3.1.1 Conformidade X Intolerãncia
3.4.3 fobia por segurança. Isolamento. Casas muradas e isoladas das demais
3.4.3.1 Não há preocupação com a segurança da cidade, mas com a segurança pessoal.
3.4.3.1.1 Os muros construídos outrora em volta das cidades, são construídos agora em volta das casas
3.4.3.1.1.1 Ao invés da união, o evitamento e a separaçã
3.5 IV. Existe vida depois do Panóptico???
3.5.1 centro penitenciário ideal desenhado pelo filósofo Jeremy Bentham em 1785. O conceito do desenho permite a um vigilante observar todos os prisioneiros sem que estes possam saber se estão ou não sendo observados.
3.5.2 Disciplinar mantendo-se uma ameaça constante, real e palpável de punição
3.5.3 Fazer os súditos acreditarem do olhar onipresente de seus superiores, impedindo desvios de comportamentos.
3.5.4 Panóptico não permite espaços privados opacos
3.5.4.1 Cidade de Zamiatin: as casas eram de vidro
3.5.4.2 Cidade de Orwell (1984): toda casa tem uma tv que não pode ser desligada e que não se sabe quando ela é usada como câmera pela emissora.
3.5.5 As técnicas panópticas desempenharam importante papel na passagem dos mecanismos de integração de base local (capacidades naturais dos olhos e ouvidos), para a integração supralocal (administradas pelo estado fora do alcance das capacidades naturais)
3.5.6 A virtualização da identidade é uma versão ciberespacial do Panóptico. (SINÓPTICO)
3.5.6.1 Somos constantemente vigiados
3.5.6.2 Com uma diferença: os vigiados, fornecendo os dados a armazenar, são fatores primordiais da vigilância
3.5.6.3 Banco de Dados X Panóptico
3.5.6.3.1 O banco de dados é um instrumento de seleção, separação e exclusão. Ele segura na peneira os globais e deixa passar os locais
4 3. Depois da Nação-Estado, o quê?
4.1 Trata das perspectivas da soberania política
4.2 Antes a nação e as cidades controlavam suas riquezas, agora abre-se uma divisão entre Estado e economia.
4.2.1 A economia move-se mais rápido que o Estado
4.2.2 Com a velocidade, emancipa-se em relação ao espaço (localização)
4.2.3 Empresas Supranacionais - Multinacionais
4.2.4 As forças transnacionais são anônimas. Não forma um sistema ou ordem unificados. São um aglomerado de sistemas manipulados por atores muitas vezes invisíveis
4.2.5 Definhamento das nações-estado. A nova "desordem mundial"
4.2.5.1 Especialmente após o fim dos grandes blocos políticos (socialismo X capitalismo)
4.2.5.1.1 O mundo era dividido em dois. Sua totalidade era composta pelas duas partes
4.2.5.1.1.1 Com o fim dos blocos políticos o mundo não parece mais uma totalidade, e sim, um campo de forças dispersas.
4.2.5.1.1.1.1 Ninguém parece estar no controle
4.2.6 O Estado estabelecia as normas e regras que ditavam os rumos dos negócios e da nação
4.3 I) Universalizando ou sendo globalizado?
4.3.1 A globalização não diz respeito ao que todos nós esperamos fazer ou desejamos; diz respeito ao que está acontecendo com todos nós.
4.3.2 Antes o Estado era soberano e normatizador. As políticas globais preocupavam-se com as poucas questões supraestatais
4.3.2.1 Base no TRIPÉ
4.3.2.1.1 Soberania Militar
4.3.2.1.2 Soberania Econômica
4.3.2.1.3 Soberania Cultural
4.3.3 Agora o Estado perde cada vez mais sua soberania em prol de formações supraestatais.
4.4 II) A Nova Expropriação: Desta vez do Estado
4.4.1 Foi retirada do Estado a função de manter um equilíbrio dinâmico entre consumo e produtividade
4.4.1.1 Limites de importação e exportação
4.4.2 Difícil manter a distinção até de "interior e exterior" do Estado (fora do sentido geográfico).
4.4.3 O tripé da soberania foi abalado nos 3 pés
4.4.3.1 A perna econômica foi a mais afetada
4.4.4 Estados fracos podem ser facilmente reduzidos ao papel de distritos policiais locais que garantem um nível médio de ordem necessária para a realização de negócios pelas empresas globais
4.4.5 O padrão dominante pode ser descrito como "afrouxamento" dos freios.
4.4.6 É cada vez mais difícil reunir questões sociais numa efetiva ação coletiva
4.5 III)A Hierarquia Global da Modernidade
4.5.1 Estratégia de dominação: Deixar a máxima liberdade de manobra ao dominante e impor as restrições mais estritas possíveis de decisão ao dominado
4.5.2 Presenciamos hoje um processo de reestratificação mundial, com uma nova hierarquia sociocultural em escala planetária
4.5.3 A globalização é muito benéfica para poucos e marginaliza 2/3 da população mundial
4.5.3.1 A globalização deu mais oportunidades aos ricos de ganhar dinheiro mais rápído.
4.5.3.1.1 Em virtude da capacidade de mobilidade.
4.5.3.2 Isto é camuflado de 3 maneiras:
4.5.3.2.1 A pobreza é culta da falta de iniciativa do pobre. Maiores locais de fome são também os de maiores oportunidades (Tigres asiáticos)
4.5.3.2.2 Reduzir a probreza apenas a FOME.
4.5.3.2.2.1 Ignorar condições de moradia, analfabetismo, etc.
4.5.3.2.3 Associar a habitantes locais distantes as cenas de barbárie, guerras e fome.
4.5.3.2.3.1 Negação da possibilidade de migração dos famintos para onde há comida. Fatos acontecidos atualmente na EUROPA.
5 4. Turistas e Vagabundos
5.1 Avalia as consequências culturais das transformações anteriormente citadas
5.2 Cultura do consumismo.
5.2.1 Objetos de desejo que logo são substituídos por outros
5.3 I) Ser Consumidor numa Sociedade do Consumo
5.3.1 Sociedade Moderna (Produtores) X Sociedade Pós-Moderna (Consumidores)
5.3.2 O cidadão tem o dever de assumir o papel de consumidor, na atual sociedade
5.3.3 Questionamento da Sociedade Moderna: Se trabalha para viver ou se vive para trabalhar??? Questionamento da sociedade pós-moderna: Se consome para viver ou se vive para consumir?
5.3.4 Nada deve exigir um compromisso por um consumidor: "até que a morte nos separe"
5.3.5 Presentismo: Satisfação imediata sem a necessidade de aprendizado
5.3.6 Consumidores devem ser impacientes, impetuosos, indóceis e facilmente instigáveis
5.3.7 A cultura da sociedade do consumo envolve o ESQUECIMENTO, não o aprendizado
5.3.8 Consumidores são, acima de tudo, acumuladores de sensações.
5.3.8.1 O desejo não deseja a satisfação. O desejo deseja o desejo.
5.3.9 Consumidor está sempre em movimento. Viajar é melhor do que chegar.
5.4 II) Movemo-nos Divididos
5.4.1 Todo mundo pode desejar ser um consumidor, mas nem todos têm o recurso para sê-lo.
5.4.2 O que determina a estratificação na sociedade do consumo é o grau de mobilidade do consumidor
5.4.2.1 Ex.: Recursos para sair do subúrbio e mudar-se para o centro.
5.4.3 Primeira Classe: a mobilidade oferece o global (real ou virtual). Segunda Classe: restrita a um cenário cada vez mais local
5.5 III) Movendo-se no mundo 'X', o Mundo que se Move
5.5.1 Primeira Classe - TURISTAS: movem-se em busca de oportunidades, seja a trabalho ou por lazer (mobilidade)
5.5.2 Segunda Classe - VAGABUNDOS: movem-se por serem empurrados, rejeitados. Movem-se por não ter outra opção suportável
5.5.3 Sinal verde para os turistas, sinal vermelho para os vagabundos
5.6 IV) Unidos para o Melhor ou para o Pior
5.6.1 Tanto turistas quanto vagabundo são consumidores
5.6.1.1 Mas o vagabundo é um consumidor frustrado.
5.6.1.1.1 Indesejado pela atual sociedade
5.6.2 Para a sociedade atual, nada pior do que a sensação de se estar satisfeito com o que tem
5.6.3 A instabilidade do cenário pode fazer o turista virar vagabundo e vice-versa de uma hora para outra.
5.6.4 O turista deseja um mundo sem vagabundo. Mas o prazer do turista está na negação do vagabundo e, portanto, na sua existência
5.6.5 O mundo dos viajantes precisa de Turistas e Vagabundo para existir.
6 5. Lei Global, Ordens Locais
6.1 Explora as expressões extremas da polarização Global X Local.
6.2 I) Fábricas de Imobilidade
6.2.1 As Casas Panópticas (prisões) eram fábricas de trabalho disciplinado.
6.2.1.1 Buscavam produzir homens saudáveis, moderados no comer, acostumados ao trabalho, com vontade de ter um bom emprego, capazes do próprio sustento e tementes a Deus
6.2.2 Desde do início foi e continua sendo altamente discutível se as casas de correção conseguiram reabilitar os internos ao convívio social
6.2.3 Busca da classe neoliberal pela extinção de direitos trabalhistas
6.2.4 A marca do excluído na era da compreensão espaço-temporal é a imobilidade
6.2.5 A prisão de Pelican Bay (Califórnia) é um laboratório da sociedade globalizada no qual são testadas as técnicas de confinamento espacial do refugo da globalização e explorados seus limites
6.3 II) Prisões na idade da pós-correção
6.3.1 As prisões são logicamente falhas e empiricamente sem sustentabilidade
6.3.2 Há amplos setores da população visados como uma ameaça à ordem social e sua expulsão forçada através da prisão é tida como um meio eficiente de neutralizar a ameaça.
6.3.3 Nos EUA 2% da população está na prisão
6.3.3.1 Crescimento em praticamente todos os países
6.3.4 Crescimento universal, causas universais
6.3.4.1 causa: preocupação com a lei e a ordem
6.3.5 Não estaria o autor influenciado por sua realidade local?
6.4 III) Segurança: Meio Papável, fim ilusório
6.4.1 Combater o crime traz mais mídia que combater sua causa.
6.4.2 A atenção localizada sobre um "ambiente seguro" é exatamente o que as "forças do mercado" querem dos governos
6.4.2.1 Governos assumem o papel de pouco mais do que distritos policiais superdimensionados
6.4.2.1.1 Segurança representa confiança para os investidores
6.4.3 A mobilidade é fator primordial para a sociedade do consumo
6.4.4 As pessoas que cresceram numa cultura de alarmes contra ladrões tendem a ser entusiastas das sentenças de prisão
6.5 IV) O Fora de Ordem
6.5.1 O sistema penal ataca a base e não o topo da sociedade
6.5.2 Os crimes de colarinho branco são difíceis de detectar
6.5.3 As ordens são locais e a nova elite é global, portanto,fora da ordem
6.5.3.1 A mobilidade permite a fuga.
6.5.4 Nâo quer dizer que não existam verdadeiros criminosos; significa que a rejeição/exclusão praticadas através do sistema penal é parte integrante da produção social do crime e que sua influência não pode ser claramente separada das estatísticas gerais de incidência criminal
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