INVESTIGAÇÃO QUALITATIVA: FUNDAMENTOS E PRÁTICAS

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Mapa Conceitual para a Disciplina "Metodologia da Pesquisa" do Mestrado em Educação da UFMA

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INVESTIGAÇÃO QUALITATIVA: FUNDAMENTOS E PRÁTICAS
1 CAPÍTULO II - O PÓLO EPISTEMOLÓGICO DAS METODOLOGIAS QUALITATIVAS
1.1 2. QUESTÕES DE CRITÉRIOS
1.1.1 2.1. A OBJECTIVIDADE
1.1.1.1 2.2. VALIDADE E VALIDAÇÃO
1.1.1.1.1 2.3. A FIDELIDADE
1.1.1.1.1.1 2.4. CRITÉRIOS DE ORDEM SOCIAL
1.1.1.1.1.1.1 Maneiras de estabelecer e manter uma relação de confiança com os indivíduos durante a investigação
1.1.1.1.1.1.1.1 A clareza
1.1.1.1.1.1.1.2 O envolvimento
1.1.1.1.1.1.1.3 A confidencialidade
1.1.1.1.1.1.1.4 A neutralidade de juízos
1.1.1.1.1.1.2 A validade vai também depender da colaboração e da relação de confiança estabelecida entre investigador e indivíduos, particularmente com os informadores-chave.
1.1.1.1.1.2 TIPOS
1.1.1.1.1.2.1 Fidelidade sincrónica: refere-se à similitude das observações processadas num mesmo período de tempo.
1.1.1.1.1.2.2 Fidelidade Diacrônica: reporta-se a estabilidade de uma observação no tempo. É dificilmente aplicável em ciências humanas.
1.1.1.1.1.2.3 Fidelidade Quixotescca: implica observações idênticas
1.1.1.1.1.3 Baseia-se essencialmente na explicitação dos procedimentos de observação. As notas tomadas no trabalho de campo constituem um instrumento útil de verificação da fidelidade.
1.1.1.1.1.4 Não incide sobre os dados, mas sobre as técnicas e instrumentos.
1.1.1.1.2 Os meios de reforçar a validade de uma investigação
1.1.1.1.2.1 4-Documentação dos procedimentos
1.1.1.1.2.2 3-Triangulação
1.1.1.1.2.2.1 das inferências ou conclusões entre
1.1.1.1.2.2.1.1 investigador e indivíduo observado
1.1.1.1.2.2.1.2 vários investigadores
1.1.1.1.2.2.2 das técnicas
1.1.1.1.2.3 2-Duração prolongada da estadia no meio
1.1.1.1.2.4 1-Interação entre o investigador e o grupo-indivíduos
1.1.1.1.3 As manifestações de ausência da Validade
1.1.1.1.3.1 Insuficiência de análise de casos divergentes ou contraditórios
1.1.1.1.3.2 Ausência de pesquisa de dados divergentes ou contraditórios
1.1.1.1.3.3 Interpretação errônea
1.1.1.1.3.4 Diversidade insuficiente de provas
1.1.1.1.3.5 Quantidade insuficiente de provas
1.1.1.1.4 está ligado também ao processo de codificação/seleção da informação.
1.1.1.1.4.1 é este código, e não os dados, que será posteriormente analisado e tratado.
1.1.1.1.5 O investigador procura que os seus dados correspondam estritamente àquilo que pretendem representar, de um modo verdadeiro e autêntico.
1.1.1.1.5.1 validade teórica
1.1.1.1.5.2 validade instrumental
1.1.1.1.5.3 validade aparente
1.1.1.2 Refere-se a uma causalidade externa, ligada á própria natureza e a uma verdade do mundo ainda por desvendar.
1.1.1.2.1 Kirk e Miller (1986, 0. 13) consideram a objetividade de uma investigção qualitativa em função da fidelidade e da validade das suas observações.
1.1.2 Miles e Huberman (1984) preocupam-se com três aspectos na investigação qualitativa
1.1.2.1 a explicitação da operacionalização dos critérios nos relatórios da investigação, isto é, a documentação sistemática dos procedimentos utilizados pelo investigador.
1.1.2.2 a operacionalização desses critérios no processo de investigação através de procedimentos específicos.
1.1.2.3 a clarificação dos critérios utilizados.
1.1.3 A formulação dos critérios corresponde à explicação de um conjunto de regras metodológicas
1.2 1. QUESTÕES DE PARADIGMAS E DE LINGUAGENS
1.2.1 1.3. DO PARADIGMA ÀS LINGUAGENS
1.2.1.1 HISTORIAL E LINGUAGENS DAS METODOLOGIAS
1.2.1.1.1 Fontes metodológicas da investigação nas ciências da educação
1.2.1.2 Erickson utiliza a denominação paradigma interpretativo. Outros autores dão preferência à expressão "paradigma compreensivo".
1.2.2 1.2. OS PARADIGMAS POSITIVISTA E INTERPRETATIVO
1.2.2.1 INTERPRETATIVO
1.2.2.1.1 Campos de interesse no campo da educação
1.2.2.1.1.1 A natureza (e o conteúdo) do docente e do discente como componentes intrínsecos do processo educativo
1.2.2.1.1.2 A natureza do ensino
1.2.2.1.1.3 a natureza da sala de aula
1.2.2.1.2 Baseia-se num postulado dualista
1.2.2.1.3 O trabalho do investigador centra-se na variabilidade das relações comportamento/significado e visa a descoberta de esquemas específicos da identidade social de um dado grupo.
1.2.2.1.4 O objeto da investigação social interpretativa é a ação e não o comportamento.
1.2.2.2 POSITIVISTA
1.2.2.2.1 Nomotética
1.2.2.2.2 O sinal de um conhecimento verdadeiro é a sua capacidade de predizer acontecimentos que pertencem à esfera da pertinência das leis que ele estabeleceu.
1.2.2.2.3 A observação exterior, o teste empírico objetivo, é o único guia das teorias científicas.
1.2.2.2.4 O mundo social é inacessível na sua essência; só o mundo dos factos é cientificamente analisável.
1.2.3 1.1. QUALITATIVO-QUANTITATIVO: DICOTOMIA OU CONTINUUM
1.2.3.1 Miles e Huberman (1984, p. 20) defendem igualmente a tese de um continuum metodológico entre qualitativo e quantitativo e não uma dicotomia.
1.2.3.2 Enquanto vários autores consideram infundadas as pretensões de complementaridade entre abordagens quantitativas e interpretativas, na prática, são poucos que não recorrem à combinação das duas.
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