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Mapa Mental Tutoria V - Prof. Cristiane Pimentel

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SIMULADO - Casos Clínicos
Rodrigo Gouvea
Projeto Med 2015: História e Geografia
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Anatomia membro inferior - Ossos, acidentes e movimentos
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English Literature and Language A2 Key Words
Luke Davies
Repaso de Revalida Enfermeria 2015
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Sistema Cardiovascular: Artérias, Veias e Capilares
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Anatomia: sistema esquelético I
Natália Abitbol
Anatomia Artérias
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Regras NBRs
Maria Clara Oliveira
Processo de Cicatrização
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CORTICOIDES
1 USOS TERAPÊUTICOS
1.1 Doenças do colágeno
1.1.1 Artrite reumatoide
1.1.2 Osteoartrites e síndromes dolorosas regionais
1.1.2.1 Injeções intra-articulares
1.1.3 Cardite reumática
1.1.4 Lúpus Eritematoso Sistêmico
1.1.4.1 Quando envolve SNC, podem ser indicadas altas doses
1.1.5 Esclerodermia
1.1.5.1 Miosite e Pericardite
1.1.6 Fenômeno de Raynaud
1.1.6.1 Doença mista do tecido conjuntivo
1.1.7 Poliartrite Nodosa
1.1.7.1 Vasculite necrosante sistêmica
1.1.8 Polimiosite e Dermatomiosite
1.1.9 Granulomatose de Wegener
1.1.10 Arterite das células gigantes
1.1.11 Síndrome de Chyrg-Strauss
1.2 Doenças endocrinológicas
1.2.1 Insuficiência suprarrenal crônica
1.2.2 Hiperplasia adrenal congênita (síndrome adrenogenital)
1.2.2.1 Cortisol diminuido
1.2.3 Insuficiência suprarrenal aguda
1.2.4 Hipercalcemia - secundário a síndrome neoplásica
1.2.4.1 Segundo PENILDON
1.3 Doenças alérgicas
1.3.1 Pode ser usado para prevenção de doenças alérgicas graves ou de duração limitada; em doenças alérgicas leves os anti-histamínicos são a primeira escolha; em casos agudos graves não são indicados (ação lenta).
1.4 Doenças do aparelho digestivo
1.4.1 Colite ulcerativa
1.4.1.1 Graves e que não melhoram com outros tratamentos
1.4.2 Doença celíaca
1.4.3 Enterite regional de Crohn
1.4.3.1 O uso pode mascarar sepese (devido a fístulas e abscessos)
1.4.4 Encefalopatia alcoolica grave
1.4.4.1 Parece melhorar a sobrevida
1.4.5 Hepatite com necrose aguda ou subaguda grave
1.4.6 Hepatite crônica ativa autoimune ou idiopática
1.5 Doenças hematopoiéticas
1.5.1 Anemias hemolíticas autoimunes adquiridas
1.5.2 Púrpura trombocitopênica idiopática
1.5.3 Neoplasias - linfomas
1.5.3.1 Associado a quimioterápicos
1.5.4 Anemia aplásica
1.5.5 Mieloma múltiplo
1.5.6 Transplantes - prevenção de reações
1.6 Doenças Pulmonares
1.6.1 Tuberculosepulmonar e Viroses
1.6.2 Asma brônquica
1.6.2.1 Em casos graves, quando o broncodilatador falha, ou para profilaxia
1.6.3 Síndrome de Hamman n-Rich
1.6.3.1 Fibrose intersticial difusa
1.6.4 Pneumonia por aspiração
1.6.5 Pneumonite ou Hipersenssibilidade
1.6.6 Sarcoidose
1.7 Doenças do SN
1.7.1 Edema cerebral
1.7.2 HIC
1.7.3 Miastenia Grave
1.7.4 Esclerose Múltipla
1.7.5 Trauma Raquimedular
1.7.5.1 Alta dose em até 8h
1.8 Doenças psiquiátricas
1.8.1 Depressão maior
1.9 Doenças infecciosas
1.9.1 Tuberculose (outras formas)
1.9.2 Febre Tifoide
1.9.2.1 Prednisona 60mg 6/6h no primeiro dia, 40mg no segundo e 20 no terceiro
1.9.3 Meningococcemia / Meningite bacteriana
1.9.3.1 Metilprednisolona
1.9.4 Mononucleose
1.9.4.1 Prednisona
1.9.5 Laringite estridulosa; Laringotraqueobronquite grave; pneumonia (todos virais)
1.9.5.1 Prednisona
1.9.6 Orquite por caxumba
1.9.6.1 Hidrocortisona 10mg 3 a 4 dias
1.9.7 HIV - pneumocistose
1.9.7.1 E, em hipoxemia moderada a grave
1.10 Doenças renais
1.10.1 Síndrome nefrótica
1.10.1.1 Prednisona 60-100mg (criança 1mg/kg/dia) por 3-4 semanas, reduzindo dose por 3-4 meses
1.10.2 Comprometimento Renal
1.10.2.1 Em doenças imunológicas sistêmicas
1.10.3 Transplante renal
1.11 Choque
1.11.1 Choque por insuficiência adrenal
1.11.2 Choque séptico
1.11.2.1 Refratário, por no máximo sete dias
1.11.3 Choque por doença de addison
2 POSOLOGIA
2.1 Dexametasona Comprimidos
2.1.1 Posologia: Dose inicial usual varia de 0,75 a 15 mg por dia, dependendo da doença que está sendo tratada. Recomendações posológicas específicas: nas doenças crônicas, usualmente não fatais- Dose baixa (0,5 a 1 mg/dia) com aumento gradual da posologia até a menor dose capaz de promover o desejado grau de alívio sintomático. As doses podem ser administradas 2, 3 ou 4 X/dia. Na hiperplasia suprarrenal congênita, a dose usual diária é de 0,5 a 1,5 mg. Nas doenças agudas não fatais, incluindo estados alérgicos, doenças oftálmicas e afecções reumáticas agudas e subagudas, a posologia varia entre 2 e 3 mg/dia.
2.2 Dexametasona Injetável
2.2.1 Posologia: As doses podem ser adm 2,3,ou 4 X/dia. Nas doenças agudas não fatais a posologia varia entre 2 e 3 mg /dia. Nas doenças crônicas a posologia inicial recomendada é de 2 a 4,5 mg/ dia, em alguns pacientes são necessárias doses mais altas. Nas doenças agudas, envolvendo risco de vida, a posologia inicial varia de 4 a 10 mg por dia, em 4 doses fracionadas.
2.3 Dexametasona e Neomicina
2.3.1 Posologia: Aplicação tópica 2 a 4X/dia; se necessário cobrir o Iocal com um curativo poroso (gaze).
2.4 Triancinolona
2.4.1 Posologia: Aplicado à noite, antes de dormir. Dependendo da gravidade dos sintomas pode ser necessária a aplicação de 2 a 3X ao dia, de preferência após as refeições. Se não ocorrer melhora em 7 dias, é aconselhável outros exames.
2.5 Metilpredinisolona Injetável
2.5.1 Posologia: Succinato sódico de Metilprednisolona pode ser adm por injeção ou infusão IV ou por injeção IM. O método de primeira escolha para uso inicial em emergências é a injeção IV. Adultos: Iniciar com 10 a 40 mg, VI, lentamente (acima de 1 minuto). Dar doses subsequentes, aplicadas por via IM ou IV. Crianças: 0,5 a 1,7 mg/kg de peso corporal a cada 24 horas.
2.6 Beclometasona Spray
2.6.1 Posologia: Cada dose ( jato ) fornece 250 mcg de dipropionato de beclometasona. Adultos: Em geral 2 doses (jatos), 2 X ao dia. Nos casos de necessidade pode-se aumentar a dose para 2 doses ( jatos) 3 a 4 X ao dia. Crianças: Em crianças menores de 5 anos de idade que podem manusear o spray e com asma moderada ou severa, recomenda-se iniciar com 200 a 500 mcg/dia.
2.7 Prednisona
2.7.1 Posologia: Dose inicial de Prednisona para adultos: varia de 5 a 60 mg/dia , dependendo da doença em tratamento. Em situações de menor gravidade, doses mais baixas deverão ser suficientes. A dose inicial deverá ser mantida ou ajustada até que se observe resposta clínica favorável.// Dose pediátrica: varia de 0,14 mg a 2 mg/kg dia. A Prednisona pode ser adm, em regime de dias alternados, a pacientes que necessitem de terapia prolongada. Caso ocorra um período de remissão espontânea em uma afecção crônica, o tratamento deverá ser descontinuado.
2.8 Predinisolona Colírio
2.8.1 Posologia: Instilar 1 a 2 gotas no saco conjuntival, 2 a 4/dia. Durante as 24 a 48 horas iniciais, a dosagem pode ser aumentada em 2 gotas a cada hora. Deve ser tomado cuidado a fim de não descontinuar prematuramente o tratamento.
2.9 Hidrocortisona Tópica
2.9.1 Posologia: Aplicar sobre as áreas afetadas, após a limpeza das mesmas, três a quatro vezes ao dia. Quando se obtiver resposta favorável à terapia, reduzir gradualmente a dosagem e, eventualmente, descontinuar a terapia.
2.10 Hidrocortina Injetável
2.10.1 Posologia: Adm succinato sódico de hidrocortisona por via EV em um período de 30 s para dose de 100 mg e em 10 minutos para a dose 500 mg ou mais conforme critério médico. O tratamento com corticóides deve ultrapassar 48 a 72 horas.
2.11 Prednosolona Comprimido
2.11.1 Posologia: 5 a 60 mg/dia, dependendo da doença específica que está sendo tratada.
2.12 Prednosolona 1mg/ml suspesão
2.12.1 Posologia: Dose inicial por VO poderá variar de 5 a 60 mL.
2.13 Betametasona Injetável
2.13.1 Adm sistêmica: 1 a 2 mL IM profunda na região glútea. A dosagem e freqüência das administrações dependem da condição do paciente e da resposta terapêutica. Usualmente 1 ml IM, repetido a cada 7 dias.
2.14 Betametasona Comprimido
2.14.1 Posologia: Varia de 0,25 mg a 8 mg/dia, dependendo da doença específica em tratamento. Dose pediátrica varia de 0,017mg a 0,25mg/ kg de peso corporal.
2.15 Betametasona Creme
2.15.1 Posologia: Aplicar dipropionato de betametasona em quantidade suficiente para encobrir toda a área afetada, uma ou duas vezes ao dia (de manhã e à noite).
2.16 Deflazacorte
2.16.1 Posologia: Adultosà6 a 90 mg/ dia como dose inicial, até que haja uma resposta clínica favorável. A seguir, diminuir a dose gradativamente até alcançar a menor dose eficaz.
2.17 Cuidados durante o uso
2.17.1 Qual a dose certa? Tentativa e erro. Reavaliar periodicamente, e encontrar a menor dose eficaz
2.17.2 Dose única - isenta de efeitos prejudiciais
2.17.3 Em poucos dias de uso dificilmente será prejudicial
2.17.4 Em uso prolongado aumenta a chance de efeitos colaterais
2.17.5 Em reposição hormonal o uso é paliativo e dificilmente causa efeito adverso
2.17.6 Retirada súbita causa insuficiência adrenal. Reduzir 25%, uso em dias alternados e após retirar.