Recursos Naturais

Catarina Walter
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Catarina Walter
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Recursos Naturais
1 Hidrosfera: H2O
1.1 geleiras
1.2 mares
1.2.1 salinas
1.2.1.1 Ao ser retirada do mar ou de lagoas litorâneas, a água salgada vai para enormes tanques de evaporação. Conforme o líquido seca, a concentração dos elementos sólidos aumenta. Quando eles ocupam 17% do volume da água, os compostos de cálcio presentes no caldo oceânico concentram-se no fundo e separam-se da mistura
1.2.1.1.1 A água densa passa a ser chamada de salmoura e cai nos quadros de cristalização. A evaporação segue até que o nível de elementos sólidos chegue a 25%. Aí, a concentração de cloreto de sódio - o sal de cozinha - atinge seu valor máximo, e pode seguir caminho
1.2.1.1.1.1 A salmoura é retirada dos quadros de cristalização um pouco antes da formação dos cristais e passa por filtros para eliminar impurezas. Depois, é bombeada para aquecedores, onde a mistura chega a 120 ºC, e segue evaporando em câmaras a vácuo. Nesses aparelhos, a salmoura é submetida a uma pressão controlada para gerar cristais minúsculos
1.2.1.1.1.1.1 Os cristais de sal refinado já estão prontos, mas ainda contêm água. A parte sólida continua a se separar do líquido em centrífugas, que lembram máquinas de lavar: dentro de um cilindro que gira em alta velocidade, a água escorre para o fundo, enquanto o sal se deposita nas laterais. Mesmo após a centrifugação, o sal ainda carrega uma leve umidade. Por isso, a mistura é posta em fornos especiais, aquecidos a 200 ºC, que secam e esterilizam o produto antes de ele ser embalado
1.2.1.1.1.1.1.1 Cloreto de Sódio (sal de cozinha)
1.3 rios e lagos
1.3.1 areia
1.3.1.1 70% de areia, 14% de sódio, 14% de cálcio e outros 2% de componentes químicos
1.3.1.1.1 Os ingredientes são misturados e seguem para um forno industrial, que atinge temperaturas de até 1 500 ºC! A mistura passa algumas horas no forno até se fundir, virando um material meio líquido
1.3.1.1.1.1 Ao sair do forno, a mistura que dá origem ao vidro escorre por canaletas em direção a um conjunto de moldes.
1.3.1.1.1.1.1 O objeto segue então para um molde final e uma espécie de canudo é inserido na bolha. Pelo canudo, uma máquina injeta ar, moldando o líquido até ele ganhar o contorno definitivo - como o de uma garrafa de vidro
1.3.1.1.1.1.1.1 Só resta agora o chamado recozimento: o vidro é deixado para resfriar
1.3.1.1.1.1.1.1.1 vidro
1.4 lençol freático
1.4.1 CAPTAÇÃO - A água é captada do subsolo através de uma bomba e tubulações, especialmente feitas em aço inoxidável, que a levam até os dois grandes tanques de armazenamento.
1.4.1.1 ARMAZENAMENTO - Nos tanques de armazenamento, 120.000 litros de água natural são armazenados, e lá permanecem até destinarem-se ao envase, passando por dois filtros polidores.
1.4.1.1.1 FILTRAGEM - Os filtros retêm qualquer impureza que possa existir na água, para que então ela possa seguir ao envase.
1.4.1.1.1.1 ENVASE - Feito em galões de 20 litros, 10 litros e 5 litros previamente higienizados através de um sistema de assepsia totalmente automatizado, o envase constitui a última etapa de nosso processo de produção.
1.4.1.1.1.1.1 H2O (água potável)
2 Litosfera: camada sólida (rochas e mineirais)
2.1 jazidas
2.1.1 reservas minerais: contém os elementos químicos que formam os metais
2.1.1.1 prata
2.1.1.2 ouro
2.1.1.3 níquel
2.1.1.4 ferro
2.1.1.4.1 A carga é levada por caçambas e introduzida na parte superior do alto-forno e é formanda fundamentalmente por: minério de ferro, carvão coque (queima produzindo o calor necessário ao funcionamento do forno, e produz também o CO que é o principal redutor do minério de ferro), fundente (considerando que as impurezas do minério de ferro são, em geral, sílica (SiO2) e silicatos de difícil fusão, usa-se como fundente o calcário (CaCO3). O produto da reação, o CaSiO3, irá formar a escória, que será retirada na parte inferior do forno.
2.1.1.4.1.1 ALTO-FORNO: As impurezas presentes no minério de ferro são removidas com seu aquecimento -juntamente com carvão mineral e outras substâncias – em altoforno. O alto-forno é um forno especial com revestimento para resistir a altas temperaturas – a mais de 1200 °C Desse processo de aquecimento resulta o ferro-gusa – usado na produção do aço – e a escória, constituída de impurezas que são removidas (podendo ser usadas na fabricação de cimento).
2.1.1.4.1.1.1 REFINO: FERRO GUSA: Pela parte inferior, são escoados, a cada 4 ou 5 horas, em primeiro lugar a escória (que é utilizada para pavimentação ou fabricação de cimento) e, em segundo lugar o ferro-gusa. O ferro-gusa é aquecido em um forno chamado conversor. A injeção de oxigênio ajuda a eliminar as impurezas restantes. Outras substâncias são acrescentadas para conferir propriedades. Ao fim do processo é produzido o aço na forma líquida.
2.1.1.4.1.1.1.1 LINGOTE O aço refinado é transportado à unidade de lingotamento contínuo e ali vazado em um distribuidor com diversos veios. Em cada veio, o aço líquido passa por moldes de resfriamento para solidificar-se no formato conveniente para a laminação.
2.1.1.4.1.1.1.1.1 Na laminação o lingote de aço passa por entre dois cilindros que o comprimem para reduzira espessura da peça de modo semelhante ao que ocorre nas máquinas de preparo de massa para pastéis.
2.1.1.4.1.1.1.1.1.1 Metal (Aço)
2.1.1.5 bauxita
2.2 Decomposição orgânica animal e vegetal depositada há milhões de anos nas bacias sedimentares. Composto basicamente por um mistura de hidrocarbonetos (combinação dos elementos carbono e hidrogênio)
2.2.1 Petróleo
2.2.1.1 O petróleo é aquecido até se transformar totalmente em vapor. Essa fumaça vai então para a chamada torre de destilação. Lá o vapor é resfriado a temperaturas diferentes e vira líquido. No final, um conjunto de tubulações retira cada um dos derivados
2.2.1.1.1 O derivado mais leve - que justamente por isso é retirado da parte mais alta da torre - é o GLP, o gás liquefeito de petróleo. Esse produto de apenas três ou quatro átomos de carbono é usado como gás de cozinha e propelente de Aerossóis
2.2.1.1.1.1 além de servir de base para a fabricação de diversos tipos de plásticos
2.2.1.2 Gasolina
2.2.1.2.1 A gasolina propriamente dita é derivada das chamadas naftas pesadas, substâncias com cadeias de cinco a 12 átomos de carbono, obtidas a cerca de 100ºC. Mas apenas 20% do combustível dos postos tem essa origem. O resto é formado por naftas leves, com cinco a nove átomos de carbono, destiladas diretamente ou a partir de resíduos
2.2.1.3 Óleo Disel
2.2.1.3.1 A 260ºC e a 340ºC saem, respectivamente, o diesel leve e o diesel pesado. Os dois são usados na fabricação do diesel comercial, que tem de 12 a 22 átomos de carbono.
2.2.1.4 produzido por meio da fermentação de polissacarídeos (como amido e celulose) e de dissacarídeos (como sacarose e maltose).
2.2.1.4.1 Etanol( álcool combustível)
3 Atmosfera: camada de gases
3.1 79% de nitrogênio
3.2 20% de oxigênio
3.3 1% outros gases: carbono e gases nobres
4 Biosfera: camada que oderece condições favoráveis para o desenvolvimento dos seres vivos
4.1 Árvores
4.1.1 Toras de madeira
4.1.1.1 Nas fábricas, após serem cortadas, elas passam por um descascador e picador, de onde saem na forma de pequenos cavacos (lascas)
4.1.1.1.1 Num tanque chamado digestor, os cavacos são cozidos dentro de um líquido composto por água e alguns agentes químicos, como sulfitos. O resultado desse cozimento é chamado de polpa
4.1.1.1.1.1 A polpa passa por um processo de lavagem, em tanques e centrífugas, onde são extraídos os cavacos que não se dissolveram e outras impurezas. Depois, ela é deixada em repouso em outros tanques, numa etapa chamada de branqueamento, para separar a celulose de outros resíduos
4.1.1.1.1.1.1 A polpa de celulose, ainda com alto teor de água, passa por uma máquina chamada mesa plana, que transforma essa massa úmida em uma grande folha contínua e lisa, pousada sobre uma esteira rolante de feltro
4.1.1.1.1.1.1.1 A grande folha, movida pela esteira rolante, passa por rolos de prensagem e secagem com ar quente, que retiram o excesso de água, compactam o papel e alisam a folha.
4.1.1.1.1.1.1.1.1 Finalmente, a folha passa por um aparelho chamado enroladeira e por rolos de rebobinagem, onde o papel se descola da esteira rolante e forma enormes rolos - ou bobinas -, estando pronto para o corte e o empacotamento
5 Catarina Walter 1ºD
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