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Ana Matos Portuguese 3 pages

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Ego (em alemão ich, "eu"), lugar em que se reconhece, eu de cada um[1] designa na teoria psicanalítica uma das três estruturas do modelo triádico do aparelho psíquico: Id, Ego e Superego[2]. O ego desenvolve-se a partir do Id, na medida que o bebê vai tomando consciência de sua própria identidade, com o objetivo de permitir que seus impulsos sejam eficientes, ou seja, levando em conta o mundo externo: é o chamado princípio da realidade. É esse princípio que introduz a razão, o planejamento e a espera no comportamento humano. A satisfação das pulsões é retardada até o momento em que a realidade permita satisfazê-las com um máximo de prazer e um mínimo de consequências negativas. [3]

O Ego é lógico e racional. Sempre cumpre a função de lidar com a realidade externa (faz um meio campo entre o mundo interno e externo), lidando com a estimulação que vem tanto da própria mente como do mundo exterior.. Assim, o ego atua como mediador entre o id e o mundo exterior, tendo que lidar também com o superego, com as memórias de todo tipo e com as necessidades físicas do corpo. A sua energia é extraída do Id.

O EGO (outra denominação estrutural psíquica), tem como base o princípio da realidade. Essa realidade é adquirida através do meio sócio-cultural, onde o ego, ao assimilar esse meio, começa a se esforçar para satisfazer os desejos do ID de forma realista e socialmente adequadas.

Ego, o que pode-se chamar como o princípio de realidade, pondera sobre os custos e benefícios de uma ação, antes de decidir agir sobre desistir ou ceder aos impulsos. Os impulsos do ID podem ser satisfeitos através de um processo de gratificação atrasada.

Conforme o apelo do ID, o ego acabará por permitir o comportamento, apenas no momento e lugar apropriados. Assim, evitará que situações constrangedoras ou inadequadas ocorram. Ou seja, mesmo que haja uma vontade absurda de agir por impulso, o ego vem e maneja essa vontade, adequando a ação para o meio social inserido.

Conforme os estudos, o ego também descarrega a tensão criada por impulsos não satisfeitos através do processo secundário, no qual o ego tenta encontrar um objeto no mundo real que corresponda a imagem mental criada pelo processo principal do ID.

O SUPEREGO

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Note on Untitled, created by Ana Matos on 22/10/2019.
Created by
Ana Matos · Oct 2019
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Oct 22, 2019
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