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conjunção
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Tempo (frequência, duração, ordem, sucessão, anterioridade, posterioridade): então, enfim, logo que, logo depois, logo após, imediatamente, a princípio, pouco antes, pouco depois, anteriormente, posteriormente, em seguida, afinal, por fim, finalmente, agora, atualmente, hoje, frequentemente, constantemente, às vezes, eventualmente, por vezes, ocasionalmente, sempre, raramente, não raro, ao mesmo tempo, simultaneamente, nesse ínterim, nesse meio tempo, quando, enquanto, antes que, depois que, sempre que, assim que, desde que, todas as vezes que, cada vez que, apenas, já, mal.
Condição (hipótese): se, caso, salvo se, contanto que, desde que, a menos que.
Comparação: tal qual, como, assim como, bem como, como se, quanto (mais) do que, (menos) do que, (tanto) quanto, de maneira idêntica, que nem, feito.
Conformidade: conforme, de conformidade com, de acordo com, segundo, consoante, sob o mesmo ponto de vista.
Finalidade (propósito, intenção): com o fim de, a fim de, com o propósito de, para, para que, a fim de que, que (= para que), porque (= para que).
Consequência: tão... que, tanto...que, tal... que, tamanho... que.
Proporção: à proporção que, à medida que, ao passo que, quanto mais, quanto menos.
Adição: além disso, ademais, também, senão (= também não), e, nem, e as construções paralelísticas não só... mas também, não apenas (só).... como também, não apenas (só).... bem como e tanto... quanto (como).
Oposição (contraste): e (= mas), pelo contrário, em contraste com, salvo, exceto, menos, mas, porém, contudo, todavia, entretanto, no entanto, não obstante.
Concessão (ressalva): embora, apesar de, ainda que, mesmo que, posto que, conquanto, por mais que, por menos que, se bem que.
Alternância: ou... ou, ora...ora, quer...quer, seja...seja, já...já, nem...nem.
Explicação: porque, que (= porque), pois (antes do verbo), porquanto.
Causa: porque, porquanto, pois, que, já que, uma vez que, visto que, como (= porque).
Conclusão: logo, portanto, por conseguinte, por isso, de modo que, então, pois (depois do verbo).
Todas as proparoxítonas são acentuadas.
se não tem acento a e silaba tonica é sempre na paroxitona
ditongo é vogal com vogal
Iracema: protagonista da história e índia da tribo dos tabajaras.
Caubi: índio tabajara e irmão de Iracema.
Araquém: pajé da tribo tabajara e pai de Iracema e Caubi.
Andira: Irmão de Araquém e velho guerreiro da tribo tabajara.
Moacir: filho de Iracema e Martim, o primeiro brasileiro miscigenado.
Irapuã: apaixonado por Iracema, é o chefe dos guerreiros tabajaras.
Martim: português encarregado de colonizar a região. Ficou amigo dos índios potiguaras e depois de batizado recebeu o nome indígena “Coatibo”.
Japi: cão de Martim.
Poti: amigo de Martim, herói dos índios potiguaras.
Jacaúna: chefe dos guerreiros potiguaras, irmão de Poti.
Batuirité: avô de Poti e Jacaúna. Teve a visão sobre a destruição de seu povo pelos portugueses.
Iracema" é uma obra de José de Alencar que se passa durante a colonização do Brasil, mais especificamente no século XVII, no território do Ceará. A história narra o amor proibido entre Martim, um colonizador português, e Iracema, uma bela indígena tabajara, e explora temas de conflito cultural, miscigenação e a formação da identidade brasileira.
A trama começa com a chegada de Martim à terra dos tabajaras, onde ele é capturado, mas logo libertado por Poti, um guerreiro indígena. Martim se estabelece na tribo tabajara e, ao longo do tempo, acaba se apaixonando por Iracema, a "virgem dos lábios de mel". No entanto, esse amor é proibido, uma vez que Martim representa os colonizadores que ameaçam a cultura e o modo de vida dos tabajaras.
Iracema, em sua tentativa de unir as culturas indígena e europeia, desempenha um papel fundamental como intérprete e mediadora entre seu povo e os colonizadores. Ela dá à luz a um filho mestiço, Moacir, simbolizando a miscigenação que é uma parte essencial da identidade brasileira.
A história avança com conflitos entre os tabajaras e os colonizadores portugueses, enquanto Martim luta por seu amor por Iracema e sua lealdade a ambos os mundos. No entanto, a trama culmina na morte de Martim e na decisão de Iracema de se tornar uma lenda, desaparecendo nas florestas do Brasil.
"Iracema" é uma narrativa rica em simbolismo, poesia e metáforas, retratando não apenas um romance proibido, mas também as complexas relações entre colonizadores e indígenas, além de abordar a formação da identidade brasileira através da miscigenação. É uma obra clássica da literatura brasileira que explora a essência da cultura e da história do país.
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O Romantismo, que prevaleceu na literatura e nas artes plásticas do Ocidente na primeira metade do século XIX, possuía, entre outras características, um viés nacionalista que, nos recém-emancipados Estados latino-americanos, se destacou na preferência por temas locais.
corresponde a uma das convenções com que o Indianismo construía suas representações do indígenacorresponde a uma das convenções com que o Indianismo construía suas representações do indígena o emprego de sugestões de cunho mitológico compatíveis com o contexto.o emprego de sugestões de cunho mitológico compatíveis com o contexto.
Iracema é uma típica heroína romântica, idealizada tanto em seus traços físicos quanto psicológicos. Correspondem a preceitos românticos, portanto, sua beleza extraordinária e, ao mesmo tempo, simples e natural, assim como seu comportamento audaz, amoroso e compassivo, como se percebe já nos primeiros momentos de sua relação com o estrangeiro Martim.Iracema é uma típica heroína romântica, idealizada tanto em seus traços físicos quanto psicológicos. Correspondem a preceitos românticos, portanto, sua beleza extraordinária e, ao mesmo tempo, simples e natural, assim como seu comportamento audaz, amoroso e compassivo, como se percebe já nos primeiros momentos de sua relação com o estrangeiro Martim.
Que papel desempenha Iracema no romance de José de Alencar? E na canção de Chico Buarque?Que papel desempenha Iracema no romance de José de Alencar? E na canção de Chico Buarque?No romance, Iracema desempenha o papel de heroína romântica, mártir do amor. Na canção de Chico Buarque, Iracema desempenha o papel da brasileira exilada que, com astúcia “malandra”, consegue “se virar”, procurando “se dar bem” na América do Norte e preferindo viver lá, apesar das dificuldades e da saudade da terra natal.No romance, Iracema desempenha o papel de heroína romântica, mártir do amor. Na canção de Chico Buarque, Iracema desempenha o papel da brasileira exilada que, com astúcia “malandra”, consegue “se virar”, procurando “se dar bem” na América do Norte e preferindo viver lá, apesar das dificuldades e da saudade da terra natal.
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- Note on conjunção, created by Jeh Helena on 15/10/2023.
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