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Milena Parizotto English 1 page

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Donald Winnicott nasceu na Inglaterra. Iniciou sua carreira profissional como pediatra. Em Londres (1923) começou a se psicanalisar com James Strachey.

SUSTENTAÇÃO OU HOLDING

SELF VERDADEIRO E SELF FALSO

FENÔMENO O OBJETOS TRANSICIONAIS

DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL PRIMITIVO

COMUNICAÇÃO

ORIGEM DAS DOENÇAS MENTAIS

A SUSTENTAÇÃO NO SETTING ANALÍTICO E A REGRESSÃO

Complexo de Édipo, demostrava que as crianças afetadas por algum trastorno psiconeurótico, psicótico, psicossomático ou anti-social já davam sinais de sofrer de alguma anomalia de seu desenvolvimento emocional durante a primeira infância .

1936, publica seu primeiro trabalho, dedicado a analisar a relação entre transtornos da alimentação e os conflitos emocionais: o bebe possui fantasias e emoções complexas. O mundo interno é construído a partir dos aspectos da teoria oral: CONSERVAR e ELIMINAR.

O desenvolvimento emocional devia ser considerado como uma linha de progressão, na qual o arcaico definia as características do porvir.

Winnicott, foi fundamental a ponto de considerar as falhas ambientais como etimologia para os diferentes quadros de psicopatologias.

Descrever uma conduta emocional da mãe a respeito do filho.

Durante os últimos meses de gestação e primeiras semanas apos o nascimento- PREOCUPAÇÃO MÃE MATERNA- a mãe adquire graças a esta sensibilidade uma capacidade particular de para se identificar com as necessidades do bebê, isso diminui pouco a pouco durante o crescimento da criança.

Sustentação deficiente- quando o ego auxiliar, provido pela mãe, é insuficiente, a criança pode recorrer à construção de um ego auxiliar falso do qual ele próprio se encarrega. O que Winnicott batizou de "falso self "

La Teoria de La Relación Peterno-filial

Há uma função fisiológica e física.

É necessário sentir amor, a criança conseguirá integrar os estímulos como representação de si mesmo e dos demais, adquirindo um ego sadio.

A criança nasce indefesa. É um ser desintegrado, que percebe de maneira desorganizada os diferentes estímulos provenientes dos exterior. O bebê nasce provido de uma tendencia para o desenvolvimento.

"Ego autônomo"- funções perceptivas, de grande e importância no inicio da vida e também as funções de motilidade e as pulsões, a tarefa da mãe é oferecer um suporte adequado para as condições inatas alcançarem um desenvolvimento.

Afronta fisiológica-sensibilidade epidérmica da criança, a criança desconhece a existência de tudo o que não seja ela própria.

A rotina o modo de viver nunca é o mesmo para duas crianças. As mudanças quase imperceptíveis que, vão tendo lugar no crescimento e desenvolvimento da criança, mudanças tanto físicas como psicológicas.

A mãe funciona como um ego auxiliar, ate que a criança consiga desenvolver suas capacidade de integração.

Suas falhas são traduzidas em uma subjetiva de ameaça, que dificultam o desenvolvimento normal.

O ser humano nasce como um conjunto desorganizado de pulsões, instintos, capacidades perceptivas e motoras que, conforme progride o desenvolvimento, vão se integrando, ate alcançar uma imagem unificada de si e do mundo externo.

O papel da mãe é prover ao bebê de um ego auxiliar que lhe permita integrar suas sensações corporais, os estímulos ambientais e suas capacidades motoras nascem.

Núcleo do Self verdadeiro- emana da vida da qual estão dotados os tecidos do corpo e da ação das funções corporais, inclusive a do coração e da respiração.

Incluem elementos fisiológicos, que correspondem a um alto nível de inferência metapsicológica.

O Self não é no começo da vida, reativo e estímulos externos, chamado de NARCISISMO PRIMÁRIO.

Quando a mãe não da a devida proteção a criança percebera a falha ambiental como uma ameaça à sua continuidade existencial.

Todas as suas percepções e atividades motoras são apenas uma resposta diante do perigo que se vê exposta, substitui a proteção que falta por uma "fabricada".

O self verdadeiro começa a adquirir vida, através da força que a mãe, ao cumprir as expressões da onipotência infantil, dá ao ego débil da criança.

O self falso é a própria da incapacidade materna para interpretar as necessidades da criança, o falso self estaria sempre presente, embora com diferentes níveis de implicação patológica.

Os objetos constituem a "primeira posse não-ego" da criança, é uma ponte entre seu mundo interno e externo.

O conceito ou fenômeno emocional recebe três usos diferentes:

Importante no processo de maturação da criança.

O objeto transicional ocupa um ligar da ilusão. Diferente do seio, que não está disponível constantemente. o objeto transicional é conservado pela criança.

O objeto tem o papel na elaboração dos sentimentos de perda, diante da separação da mãe.

O objeto transicional é sucetível de ter uma evolução patológica:

ADIÇÃO, em termos de regressão à fase precoce, fenômenos transicionais não estão em questão.

FETICHISMO, persistência de um objeto específico. Ilusão de um falo materno.

ROUBO, necessidade inconsciente e urgente que o indivíduo sente de estender uma ponte sobre a lagoa da continuidade da experiência,a respeito do objeto transicional.

Evolutivo, etapa do desenvolvimento

Defensivo: vinculado às angústias de separação e às defesas contra elas.

Um espaço dentro da mente do indivíduo.

A integração e a personalidade: bebê nasce me um estado de não integração. Os núcleos do ego estão dispersos e, para o bebê, estes núcleos estão incluídos em uma unidade que ele forma com o meio ambiente. É um período de dependência absoluta.

Adaptação à realidade: À medida que a criança progride, temos um ser humano com um ego relativamente integrado, e com a sensação de que o núcleo de si-próprio habita seu corpo. Ele e o mundo são duas coisas particulares.

A crueldade primitiva (fase de pré-inquietude): integrar em um todo as diferentes imagens que tem de sua mãe e do mundo. A criança pequena tem uma quota inata de agressividade, que se exprime em determinadas condutas autodestrutivas. O bebê volta seu ódio sobre si mesmo, para preservar o objeto externo.

A meta dessa etapa é a integração dos núcleos do ego e a personalização, adquirir a sensação de que o corpo aloja o verdadeiro self.

A quebra psicótica constituiria uma regressão a esta fase precoce do desenvolvimento.

Personalização, sentimento de que a pessoa de alguém encontra-se no próprio corpo.

A mãe tem um importante papel: prover a criança com os elementos da realidade com que irá construir a imagem psíquica do mundo externo.

A agressão da criança não corresponde unicamente a uma vocação destrutiva inata, exprime uma esperança, a de ser amada e compreendida. Esta é a ponte estendida pela criança ao mundo externo.

O sujeito que não se comunica momentaniamente com um mundo externo, provalmente esteja se comunicando com seus objetos internos ou subjetivos.

Esta comunicação lhe dá um sentimento de realidade que nem sempre é obtido pela comunicação com objetos externos.

Duas formas de comunicação: siples e a ativa. A pessoa estaria momentaneamente relacionada com seus objetos internos. O recolhimento do indivíduo para seus objetos subjetivos poderia significar uma necessidade exacerbada de contato como self verdadeiro.

Psicose e a tendência anti-social ou psicopatia.

Neurose típica. Complexo de Édipo, elementos patógenos, as falhas ambientais e suas consequências sobre a estruturação do self verdadeiro ou falso.

Psicose, está enfermidade está ligada à falha ambiental, a falha do meio ambiente, em sua missão de possibilitar os processos de maturação, na fase de dupla dependência.

Anti-social, longe de expressar pulsões agressivas e vingativas para com o meio ambiente frustrante, é uma manifestação de esperança de que este note a falha e corrija. A psicopatia seria um estado mais avançado do trastorno no qual se produz um endurecimento das defesas diante de "desengano total".

A regressão é um retorno a etapas muito primárias do desenvolvimento emocional do ser humano.

A análise, ao reunir as condições de um holding, promove a regressão a uma situação de fracasso ambiental, vivida na primeira infância . O processo analítico, que inaugura esta situação, retoma o desenvolvimento do sujeito, do ponto em que ficou congelado, em consequência da falha no meio ambiente.

Regressão como uma volta ao estado de dependência da criança, no qual as pulsões estão desorganizadas.

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Note on WINNICOTT - created from Mind Map, created by Milena Parizotto on 11/06/2020.
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  • Created by Milena Parizotto · Jun 11, 2020
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