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Módulo 6 de 8 · Texto

Atividade 03 - Fundamentos da Economia

Helen Fernandes Bruno

PERGUNTA 1
 
Quando a moeda perde seu valor, toda a economia degringola. Sendo a moeda a metade de toda e qualquer transação econômica, se ela deixa de funcionar, você retorna a um estado de escambo.  Ninguém aceita abrir mão de bens — principalmente alimentos e outros produtos essenciais — em troca de uma moeda sem poder de compra nenhum.  Escassez e desabastecimentos se tornam rotineiros. Uma moeda fraca destrói o aspecto econômico mais básico da economia de mercado, que é o sistema de preços. Consequentemente, sem uma formação de preços minimamente racional, todo o cálculo econômico permitido pelo sistema de preços — o cálculo de lucros e prejuízos, que é o que irá estimular investimentos — se torna praticamente impossível. Esta é exatamente a atual situação da Venezuela. [...] O gráfico a seguir, elaborado pelo site Dolar Today , que mantém um histórico do valor do dólar no mercado paralelo da Venezuela, mostra a evolução da taxa de câmbio do bolívar em relação ao dólar americano. 
 
Como mostra o gráfico, em meados de 2014, um dólar custava 200 bolívares no mercado paralelo.  Atualmente, o bolívar já desabou acentuadamente, com um dólar valendo mais de 1.000 bolívares.  Isso implica uma desvalorização da moeda nacional de 80% em apenas um ano. O país está hiperinflação.  Organismos internacionais, em uma projeção conservadora, estimam uma inflação de preços de 720% para este ano. Uma das causas desta hiperinflação está na acelerada criação de dinheiro. O gráfico abaixo mostra a evolução da quantidade de cédulas de papel e de depósitos em conta-corrente na economia venezuelana (agregado M1) de acordo com as estatísticas do próprio Banco Central venezuelano.  Em apenas dois anos, essa variável praticamente quadruplicou.

 A partir do texto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
 
I. As constantes emissões levaram a uma inflação fora do comum, o que demonstra que a expansão da base monetária dessa forma não deve ser observada como meio de buscar equilibrar a economia.
 
PORQUE 
 
II. Para que uma economia possa crescer, se faz necessária a produção efetiva de bens e serviços, para que a riqueza produzida nesse processo possa ser distribuída entre os membros de uma sociedade.
 
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.

As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.

A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.

As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.

A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.

As asserções I e II são proposições falsas.

II. O PIB em termos reais é calculado descontando-se a inflação medida no período em que foi analisa

PERGUNTA 2

  1. Conforme nos ensinam Vasconcellos e Garcia, moeda é “um instrumento ou objeto aceito pela coletividade para intermediar as transações econômicas, para pagamento de bens e serviços. Essa aceitação é garantida por lei, ou seja, a moeda tem “curso forcado [...] Com a evolução da sociedade, certas mercadorias passaram a ser aceitas por todos, por suas características peculiares ou pelo próprio fato de serem escassas. Por exemplo, o sal, que por ser escasso era aceito na Roma Antiga como moeda. Em diversas épocas e locais diferentes, outros bens assumiram idêntica função” .
    VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de; GARCIA, Manuel Enriquez. Fundamentos de Economia. 4º ed. São Paulo: Saraiva, 2008, p. 198.
    Sabemos que a moeda é o meio pelo qual famílias e empresas estabelecem as trocas de fatores de produção por bens e serviços. Ao longo dos séculos as moedas tiveram várias características sendo que:
    I.    O tipo de moeda citado no texto seria a moeda mercadoria, uma fase posterior ao escambo, onde mercadorias eram trocadas por outras, no caso do texto, de aceitação geral.
    II.   A moeda que vem caracterizando as relações de trocas nos últimos anos é a moeda sofisticada, que seriam as “moedas virtuais”, como as bitcoins.
    III. A fase posterior a moeda mercadoria seria a moeda escritural, onde as trocas são realizadas por moedas feitas de metais preciosos e cuja circulação seria reforçada pela lei.
    É correto o que se afirma em

    I e II, apenas.

    III, apenas.

    II e III, apenas.

    I, apenas.

    I, II e III.

PERGUNTA 3

  1. A economia pós-guerra do Japão desenvolveu-se a partir dos resquícios de uma infraestrutura industrial que sofreu destruição generalizada durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1952, ao final da ocupação dos aliados, o Japão era um “país menos desenvolvido”, com um consumo per capita de cerca de um quinto do consumo dos Estados Unidos. Ao longo de duas décadas, o Japão alcançou um crescimento anual médio de 8%, possibilitando que o país se tornasse o primeiro a passar do status de “menos desenvolvido” para “desenvolvido” na era pós-guerra. As razões para isso ter acontecido incluem altas taxas tanto de poupança individual como de investimentos em iniciativas do setor privado, uma força de trabalho com grande ética laboral, o amplo fornecimento de petróleo a baixo custo, tecnologias de inovação, e uma intervenção governamental efetiva nas indústrias do setor privado. O Japão foi o principal beneficiário do rápido crescimento atrelado à economia do mundo pós-guerra segundo os princípios de livre comércio promovidos pelo Fundo Monetário Internacional e pelo Acordo Geral de Tarifas e Comércio. Em 1968, a economia japonesa já havia se tornado a segunda maior do mundo, depois da economia dos Estados Unidos.
    Entre 1950 e 1970, a porcentagem de japoneses que viviam nas cidades passou de 38% para 72%, aumentando expressivamente a força de trabalho industrial. O potencial competitivo da indústria japonesa cresceu de forma robusta, com um aumento médio de 18,4% ao ano nas exportações durante os anos 60. Depois da segunda metade da década de 60, o Japão alcançou anualmente um superávit na balança de transações correntes, com exceção de alguns poucos anos depois da crise do petróleo de 1973. Nessa fase, o crescimento econômico teve o apoio de fortes investimentos em iniciativas do setor privado, os quais eram baseados na alta taxa de poupança individual. Ao mesmo tempo, ocorreram mudanças significativas na estrutura industrial do Japão, com uma mudança de foco nas principais atividades econômicas, passando da agricultura e indústria de pequeno porte para a indústria de grande porte. As indústrias de ferro e aço, construção de navios, maquinário, veículos motorizados e dispositivos eletrônicos passaram a dominar o setor industrial.
    Em dezembro de 1960, o Primeiro-Ministro Ikeda Hayato anunciou um plano para dobrar a renda, estabelecendo a meta de 7,8% de crescimento anual durante a década de 1960-1970. O planejamento econômico do governo direcionado para a expansão da indústria de base se provou extremamente bem sucedido e, em 1968, a renda nacional havia dobrado, alcançando um crescimento anual médio de 10%. 
     
    A partir do texto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
     
    I.  O crescimento da economia japonesa desde o pós-guerra até os dias atuais se dá em função da capacidade de gerar poupança e pela intensificação da produção de bens de alto valor agregado.
     
    PORQUE 
     
    II. Quanto mais trabalho se incorpora a um bem, mais valioso se tornará, aumentando a riqueza de quem o produz, o que está alinhado ao pensamento de Adam Smith, que dizia ser o trabalho a verdadeira fonte de riqueza das nações.
     
    A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.

    As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.

    As asserções I e II são proposições falsas.

    A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.

    As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.

    A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.

PERGUNTA 4

  1. Um dos objetivos dos condutores de política macroeconômica é o controle da inflação. Conforme nos ensina Mochón, “conseguir uma inflação baixa ou um nível geral de preços estável é um objetivo macroeconômico chave, pois as disparadas nos preços distorcem as decisões econômicas das empresas e dos indivíduos, impedindo, portanto, uma alocação mais eficiente de recursos” 
    MOCHÓN, Francisco. Princípios de Economia . São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007, p. 148-149
    É importante observar dessa maneira que para obter o crescimento econômico, o Estado precisa lidar com esse problema que é para a Economia de um país analogamente falando o mesmo que um câncer para o corpo humano. Para solucionar esse problema o governo pode:
    I. Adotar uma política monetária restritiva, aumentando juros e, dessa forma, encarecendo o crédito.
    II. Adotar uma política monetária restritiva, reduzindo juros e dessa forma encarecendo o crédito.
    III. Adotar uma política fiscal restritiva, aumentando gastos e, dessa forma, diminuindo o déficit fiscal.
    IV. Adotar uma política fiscal restritiva, reduzindo gastos e, dessa forma, diminuindo o déficit fiscal.
     
    É correto o que se afirma em

    I e IV

    I, III e IV

    II, III e IV

    I e II

    II e III

PERGUNTA 5

  1. Nos ensinam Vasconcellos e Garcia que “valor adicionado (ou valor agregado) é o valor que se adiciona ao produto em cada estágio de produção, ou seja, é a renda adicionada por cada setor produtivo. Somando o valor adicionado em cada estágio de produção, chegaremos ao produto final da economia.” VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de; GARCIA, Manuel Enriquez. Fundamentos de 
    Economia. 4º ed. São Paulo: Saraiva, 2008, p. 147. 
     
    Considerando as assertivas:
    I.                     É observável que essa teoria explica a riqueza de países como o Japão, considerando a quantidade de valor que adicionam aos produtos que fabricam.
    II.                   Considerando a teoria do valor adicionado é possível dizer que o verdadeiro determinante da riqueza de um país é o trabalho, alinhado aos conceitos de Adam Smith.
    III.                  No quesito valor adicionado o Brasil ocupa lugar de destaque considerando sermos grandes exportadores de soja, café, algodão e minério de ferro.
    É correto o que se afirma em

    I e II, apenas.

    I, apenas.

    I, II e III.

    II e III, apenas.

    III, apenas.

PERGUNTA 6

  1. Leiam a reportagem:
    FGV prevê crescimento econômico de 2,1% em 2019
    O crescimento econômico do país em 2019 pode ficar em torno de 2,1% e a inflação se manterá em torno de 3,8%, sem necessidade de alta da taxa de juros, a Selic. Os números foram apresentados hoje (11) pela coordenadora do Boletim Macro do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/IBRE), Sílvia Matos, no I Seminário de Análise Conjuntural 2019. De acordo com os dados, o ano deve registrar melhora gradual nas condições de crédito e no mercado de trabalho. Já o consumo pode subir 2,6%. Para a economista, o nível de desemprego dificulta a sensação de bem-estar, o que mostra na expectativa presente um resultado menor que a do futuro. “Isso [desemprego] é uma questão que dificulta a sensação de bem-estar. O PIB pode até estar crescendo, mas com um desemprego historicamente muito elevado. Não só com muitas pessoas desempregadas, mas também o emprego com bastante informalidade. Esse é um ponto que limita bastante o consumo das famílias e gera sensação de mal estar”. De acordo com Sílvia Matos, o nível de crescimento previsto para 2019 ainda é muito baixo comparado à média que o país deveria registrar depois de sair de uma recessão severa. “A gente está muito longe de recuperar tudo que perdemos”, disse. Nos investimentos, considerando as plataformas de petróleo, o crescimento pode ser de 4,6%. Sem elas, ficaria em 3,7%, enquanto no ano passado registrou 2%. A economista destacou ainda que 2018 foi o quinto ano consecutivo de déficit primário (1,6% do PIB) e a situação fiscal do país ainda está longe de ser equacionada. 

    Poderia aumentar seus gastos realizando investimentos em obras de infraestrutura, o que faria as empresas a contratar mais pessoas.

    Poderia aumentar os impostos o que faria aumentar os cofres do tesouro e, consequentemente, traria mais recursos para investimentos.

    Poderia aumentar as taxas de juros o que faria os bancos buscarem formas alternativas de ganhar dinheiro, barateando por exemplo os empréstimos

    Poderia emitir papel moeda para pagar as suas despesas e promover investimentos sobretudo em obras de infraestrutura

    Poderia aumentar as taxas do recolhimento compulsório, obrigando dessa maneira as instituições financeiras a realizarem mais empréstimos.

PERGUNTA 7

  1. Conforme Vasconcellos e Garcia, “os objetivos da política macroeconômica são buscar meios de melhorar o nível do emprego, manter a estabilidade dos preços, adotar ações para que a distribuição de renda seja socialmente justa e, principalmente, promover o crescimento econômico”.
    VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de; GARCIA, Manuel Enriquez. Fundamentos de Economia . 4º ed. São Paulo: Saraiva, 2008.
    Sem dúvida que o desemprego é a grande preocupação dentre as apontadas, pois o impacto é direto sobre a distribuição e renda e, consequentemente, sobre a estabilidade dos preços e o crescimento econômico. Nesse sentido, a literatura econômica aponta três tipos de desemprego:
    I. O desemprego friccional é resultado direto do desenvolvimento tecnológico, que, por tornar determinadas atividades obsoletas, acaba promovendo a perda do emprego.
    II. Desemprego estrutural é aquele ocasionado quando o trabalhador abandona seu emprego para buscar um outro que esteja mais alinhado às suas perspectivas pessoais de desenvolvimento econômico e social.
    III. Desemprego cíclico é aquele ocasionado por questões que estão relacionadas à situação econômica do país.
    É correto o que se afirma em

    I, apenas.

    I e II, apenas.

    I, II e III.

    II e III, apenas.

    III, apenas.

PERGUNTA 8

  1. O mercado de trabalho, os impactos da tecnologia e as tendências de carreiras
    Por André Salerno*
    Olhando para trás, especialmente nos séculos 19 e 20, as novas tecnologias exerceram um grande papel de mudança nos negócios e na forma de emprego de inúmeras pessoas. Boa parte delas trabalhavam na lavoura quando algumas máquinas foram introduzidas, forçando-as a se movimentarem em direção ao setor industrial. Não tardou e um novo movimento foi observado nas indústrias quando a automatização delas fez com que os trabalhadores fossem deslocados para o setor de serviços. Como forma de explicitar esse movimento, na década de 50 nos Estados Unidos o setor industrial representava cerca de 40% dos empregos, hoje esse número não supera a marca dos 5%. No Brasil, especialmente na década de 80, grandes transformações tecnológicas foram experimentadas, e um grande exemplo desse movimento foi o setor bancário. Era o setor de serviços experimentando as grandes transformações propagadas pela tecnologia. Isso resultou na implantação de inúmeros caixas eletrônicos, Internet Banking, aplicativos e demais funcionalidades. Mesmo com uma forte expansão que o setor bancário experimentou nesse período, não foi possível conter a redução do quadro de funcionários, que desde então caiu pela metade.
     
    A partir do texto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
                         I.O desemprego é infelizmente uma realidade no Brasil a décadas. Muito embora tenha atingido níveis administráveis no início dos anos 2000 decorrente do crescimento da economia brasileira impulsionado pela alta das commodities, a época da reportagem chegou a atingir mais de 12 milhões de pessoas. No caso, o texto se refere ao desemprego friccional
     
    PORQUE 
     
                       II. O desenvolvimento de novas tecnologias é um dos fatores que provocaram a redução de quadros e a extinção de muitas funções dentro das empresas. Só para citar um exemplo, uma agencia bancária que antes demandava o emprego de 30 pessoas para funcionar atualmente pode funcionar com menos de 10 pessoas. 
    A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.

    As asserções I e II são proposições falsas.

    As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.

    A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.

    As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.

    A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.

PERGUNTA 9

  1. Considerem a notícia:Dólar fecha semana em queda de 1,1% com política interna.
    O dólar comercial fechou a semana em queda de 1,10%, com o mercado acompanhando o desenrolar do cenário político interno e sob a vigilância do Banco Central do Brasil. Ao mesmo tempo, as discussões comerciais entre os Estados Unidos e a China pressionaram o índice DXY na bolsa de Nova York, que ficou dividido entre altos e baixos ao longo da semana. Ao final, no interbancário, a moeda comercial ficou em alta de 1,10% aos R$3,873 para a venda. O dólar turismo ficou em alta de 0,24% aos R$4,020 para a venda. “O movimento do dólar na semana ficou basicamente voltado para as questões domésticas, como as discussões sobre a reforma da Previdência. Entretanto, o que se viu na alta de hoje foi alguém que estava comprado tentando segurar a posição para manter a operação. Fora isso, o dia foi morno nos mercados”, disse o gerente de câmbio da corretora Treviso, Reginaldo Galhardo. O euro ficou em alta de 0,30% aos R$4,347 para a venda. A libra ficou em alta de 0,69% aos R$5,050 para a venda. O peso argentino ficou em queda de 0,78% a R$0,088 para a venda. 
     
    A partir do texto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
    I.    O Brasil passou por diversas modalidades de regimes cambiais nos últimos 30 anos sendo que, conforme pode ser observado no texto, oficialmente nosso modelo seria o da chamada “flutuação suja”
    PORQUE 
    II.   É verificável pelo texto que o nosso sistema de câmbio sofre a intervenção de agentes internos e externos, o que acaba impactando diretamente na determinação da taxa de câmbio brasileira.   
    A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.

    A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.

    As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.

    As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.

    As asserções I e II são proposições falsas.

    A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.

PERGUNTA 10

  1. Conforme Vasconcellos e Garcia, o PIB “é o somatório de todos os bens e serviços finais produzidos dentro do território nacional num dado período, valorizados a preço de mercado, sem levar em consideração se os fatores de produção são de propriedade de residentes ou não-residentes”.
    VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de; GARCIA, Manuel Enriquez. Fundamentos de Economia . 4º ed. São Paulo: Saraiva, 2008, p. 154
    A partir do texto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
     
    I. O PIB é uma forma de medição da renda nacional, podendo ser contabilizado em termos reais e em termos nominais, sendo que o primeiro é o que efetivamente mostra a real geração de riqueza.
     
    PORQUE 
      
    II. O PIB em termos reais é calculado descontando-se a inflação medida no período em que foi analisado.
     
    A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.

    A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.

    As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.

    As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.

    As asserções I e II são proposições falsas.

    A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.

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