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Flashcards

Doenças bacterianas do SNC

MATHEUS LEONARDO SLIACHTICAS PINHEIRO Microbiologia Português 78 flashcards

Doenças bacterianas do SNC

Flashcards do conjunto (78)

  1. 1Via direta de aquisição de meningite bacterianaQuebra da barreira hematoencefálica por trauma
  2. 2Aquisição de meningite bacteriana por contiguidadesecundária a otite, mastoidite e sinusite
  3. 3Via hematogênica de aquisição de meningite bacterianaAtinge SNC provindo de outro local e transportada pela corrente sanguínea
  4. 4Aquisição de meningite bacteriana por prótese de SNCcatéter, fixador de coluna
  5. 5Principais microrganismos causadores de meningite bacteriana (3)Neisseria meningitidis
    Haemóphilus influenzae
    Streptococcus pneumoniae
  6. 6Tríade de sintomas da meningiteRigidez nucal
    febre
    alteração de consciência
  7. 7Tétrade de sintomas da meningiteTríade + cefaléia
  8. 8Sinal de KernigDor a extensãoSinal de Kernig
  9. 9Sinal de brudzinskiSinal de brudzinski
  10. 10Alterações do LCR na meningite bacterianaAumento de PTNs
    Diminuição de glicose
    Leitoso
    leucocitose (neutrófilos)
  11. 11Meio Agar sangue para cultura de LCR verifica...verifica hemólise
    (não seletivo)
  12. 12bactéria causadora de meningite que não cresce no meio Agar sangueHaemophilos influenzae
  13. 13Meio Agarhemácias já lisadasMeio Agar
  14. 14Meio Agar Macconkey (seletivo para....)Seletivo para bactérias gram -Meio Agar Macconkey (seletivo para....)
  15. 15Fator protetor contra meningites pelos principais causadores até 3 meses de vidaImunidade conferida pelo leite materno
  16. 16Como a inflamação afeta a penetração de antibióticos no SNCaumenta a permeabilidade da barreira hemato encefálica
  17. 17bactérias mais comuns em meningites de imunossuprimidos, diabéticos, alcoolistasGram negativas entéricas
  18. 18Início de meningite por Neisseria meningitidis começa com...geralmente infecção de garganta
  19. 19Faixa etária mais acometida por N.meningitidisCrianças menores de 2 anos
  20. 20Coloração de GRAM de Neisseria meningitidisGram -
  21. 21Metabolismo de Neisseria meningitidiscatalase e oxidase -Metabolismo de Neisseria meningitidis
  22. 22Principal fator de virulência de Neisseria meningitidisCápsula polissacarídica
  23. 23Principais sorotipos de Neisseria meningitidisA, B,C ,Y e W135
  24. 24Subtipo com vacina mais frenquente no BR (Neisseria meningitidis)Sorotipo C
  25. 25Fatores de virulência do N. meningitidis (prA e porB)fímbrias (adesão a mucosa)
  26. 26Fatores de virulência do N. meningitidis (Protease IgA1)proteção contra ação da IgA
  27. 27Fatores de virulência do N. meningitidis (LOS)lipoligossacarídeos (pró-inflamação)
  28. 28Transmissão de N. meningitidisAérea por contado prolongado (pós multiplicação ocorre perda de adesão á mucosa)
  29. 29Papel do sistema Complemento na defesa contra N. meningitidisFormação de MAC é fundamental na resistência do hospedeiro
  30. 30Relação do N. meningitidis com fagocitoseSe evade da morte no vacúolo fagocítico
  31. 31Prevenção contra N. meningitidistatravalente (A,C, Y e W135)Prevenção contra N. meningitidis
  32. 32contra sorotipo B (N.meningitidis)Não muito efetiva (pouco imunogênico)contra sorotipo B (N.meningitidis)
  33. 33Tratamento de meningite por N. meningitidisCefalosporinas (se sensível a penicilina usar Penicilina G)
  34. 34Coloração de Gram do Haemophilus influenzaeGRAM -Coloração de Gram do Haemophilus influenzae
  35. 35Morfologia do Haemophilus influenzaeCoco-bacilos
  36. 36Doenças causadas por Haemophilus influenzaeEpiglotite, otite média, meningite,pneumonia
  37. 37Meningite por H. influenzae é mais comum emcrianças imunocomprometidas
  38. 38Prevenção contra H. influenzaeHib (diminuiu a infecção pelo subtipo B)Prevenção contra H. influenzae
  39. 39Formas de Disseminação do Streptococcus pneumoniae para o SNCbacteremia, otite ou infecção em seios nasais, trauma que cria continuidade entre sist. respiratório e SNC
  40. 40Faixa etária mais afetada por meningite de S.pneumoniaeadultos e crianças
  41. 41Ponto negativo da S.pneumoniaedeca-valente, mas com sorotipos predominantes nos países fabricantesPonto negativo da S.pneumoniae
  42. 42Como pili IV da N.meningitidis facilita a transmigração para o SNCestimula a formação de placas corticais
  43. 43Placas corticaiscomplexos de PTNs que facilitam a abertura das junções celulares da barreira hematoencefálica
  44. 44Infecção por Clostridium tetaniInfecção por Clostridium tetani
  45. 45Características biológicas C.tetanibacilos longos, anaeróbios
  46. 46Coloração GRAM do C.tetaniGRAM(+)Coloração GRAM do C.tetani
  47. 47Ação da Tetanospasminacausa paralisia espasmática por impedir a liberação de neurotransmissores inibitórios
  48. 48Ação da tetanilisinaHemolisina sensível ao O2
  49. 49Manifestações clínicas iniciais do tétanocâimbras e tremores musculares próximos a lesão, sem febre, dores no pescoço e nos músculos do masseter (trigêmio), Opistótono
  50. 50nome do SinalOpistótononome do Sinal
  51. 51Manifestações Clínicas do tétano generalizadoSudorese, assitimias (SNA);
    Riso Sardônico, Trismus (baixa mobilidade da mandíbula)
  52. 52Prevenção do tétanocrianças DPT (toxóide tetânico)Prevenção do tétano
  53. 53Características biológicas do Clostridium botulinumbacilos, anaeróbios
  54. 54Coloração GRAM do C.botulinumGRAM(+)Coloração GRAM do C.botulinum
  55. 55Característica peculiar dos esporos de C.botulinumResistência ao calor
  56. 56Meio de transmissão clássico da toxina botulínicaMeio de transmissão clássico da toxina botulínica
  57. 57Principal fator de virulência do C.botulinumToxina Botulinica
  58. 58Ação da toxina botulinicaocupa receptores acetilcolínicos causando paralisia Flácida
  59. 59Agente etiológico da HanseníaseMycobacterium leprae
  60. 60Células do SNP afetadas pelo M.lapraeCélulas de Schwann
  61. 61Lesão nos nervos pelo M.lepraeMediada por processo imune celular
  62. 62Transmissão da hanseníaseContato direto que deve ser bem longo
  63. 63Tempo de incubação do M.leprae2-4anos
  64. 64Forma mais branda da hanseníasetuberculóide
  65. 65Forma de hanseníase com resposta celular parcialmente efetivatuberculóide
  66. 66Manifestações clínicas da forma tuberculóide da hanseníaselesões cutâneas
    perda da sensibilidade
    Manifestações clínicas da forma tuberculóide da hanseníase
  67. 67Biópsia de pele na hanseníase tuberculóidepaucibacilar
    (muitos falsos negativos)
  68. 68Teste de Mitsudateste intradérmico com antígenos de M. leprae
  69. 69Forma provavelmente não contagiosa da hanseníasetuberculóide
  70. 70Fascies característica da forma lepromatosa (virchowiana) da hanseníasefácies leonina
  71. 71Biópsia de pele da forma lepromatosa da hanseníasemultibacilar
  72. 72Teste de Mitsuda na hanseníase lepromatosaNegativo (pelo comprometimento da resposta imune celular)
  73. 73Tratamento da forma paucibacilar da hanseníaseDapsona, Rifampcina (6 meses)
  74. 74Tratamento da forma multibacilar da hanseníaseDapsona, Rifampicina, Clofazimina (18 meses)
  75. 75Eritema nodoso leproso (ENL)Iatrogenia causada pelo tratamento da hanseniase (resposta autoimune)
  76. 76Manifestações Clínicas da forma lepromatosa da hanseníaseManifestações Clínicas da forma lepromatosa da hanseníase
  77. 77Coloração para avaliação da baciloscopia na hanseníaseZielh NielsennColoração para avaliação da baciloscopia na hanseníase
  78. 78Tropismo do M.leprae por áreas frias do corpoTemperatura ótima para crescimento em torno de 30°C

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Microbiologia FlashCards sobre Doenças bacterianas do SNC, criado por MATHEUS LEONARDO SLIACHTICAS PINHEIRO em 30-09-2018.
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