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Fluxograma

Gestão de Risco

Jessyca Montenegro Português

Gestão de Risco

Conteúdo do fluxograma

  1. Apreciação do Risco

  2. Comunicação e Consulta

  3. Identificação do Risco

  4. Análise de Risco

  5. Avaliação de Riscos

  6. Tratamento de Risco

  7. Monitorização e Revisão

  8. Estabelecimento do Contexto

  9. Estabelecimento do Contexto: Definição dos parâmetros externos e internos a serem levados em consideração ao gerenciar riscos, e estabelecimento do escopo e dos critérios de risco para a políticia de gestão de riscos.

  10. Identificação do Risco: Processo de busca, reconhecimento e descrição de riscos

  11. Análise de Risco: Processo de compreender a natureza do risco e determinar o nível de risco.

  12. Avaliação do Risco: processo de comparar os resultados da análise de riscos com os critérios de risco para determinar se o risco e/ou sua magnitude é aceitável ou tolerável

  13. Tratamento de Riscos:processo para modificar o risco , pode envolver :

    a ação de evitar o risco pela decisão de não iniciar ou descontinuar a atividade que dá origem ao risco;

     assumir ou aumentar o risco, a fim de buscar uma oportunidade;

     a remoção da fonte de risco (2.16);

     a alteração da probabilidade (2.19);

     a alteração das consequências (2.18);

     o compartilhamento do risco com outra parte ou partes (incluindo contratos e financiamento do risco); e

     a retenção do risco por uma escolha consciente

  14. Fases e Ferramentas ERM

  15. Fases

  16. Contextualização

  17. Ferramentas

  18. Brainstorming

    Análise do Planejamento Estratégico

    Matriz SWOT

    Matriz GUT

  19. Identificação e Análise de Risco

  20. Brainstorming

    Ishikawa

    Análise do Processo

    5 PQs

    FMEA

    Matriz Ranking

    Relação de Probabilidade e Impacto

    Definições de níveis de gravidade

  21. Avaliação de Riscos

  22. Análise de Custos em eventos pontuais

  23. Tratamento

  24. Definição de Plano de ação

    Elaboração de orçamento para os planos de ação

  25. Monitoramento

  26. Definição de " Dono " dos riscos em cada processo

    Métricas vinculadas a Metas e objetivos estratégicos

    Mapas de Risco

    Disseminação dos resultados e educação

  27. Brainstorming: Tempestade de ideias

  28. Matriz SWOT: a análise do ambiente interno é que determina suas forças e fraquezas. E a análise do ambiente externo é que possibilita a definição das oportunidades e ameaças

  29. Gestão de Risco
  30. Matriz GUT: É uma ferramenta de auxílio na priorização de resolução de problemas.

  31. Gestão de Risco
  32. Ishikawa: onhecido como Espinha de Peixe, Diagrama 6M ou Diagrama de Causa e Efeito tem o objetivo de indicar a relação entre o efeito e as causas que contribuem para a sua ocorrência.

  33. Gestão de Risco
  34. 5 Porquês ( PQs) : Ela consiste na repetição da pergunta “Por quê?” diante da questão a ser aprofundada na organização e, com ela, torna-se ainda mais fácil chegar à raiz do problema com clareza.

  35. FMEA: A Análise de Modos de Falhas e Efeitos ? FMEA (Failure Mode and Effect Analysis) é um método utilizado para prevenir falhas e analisar os riscos de um processo, através da identificação de causas e efeitos para identificar as ações que serão utilizadas para inibir as falhas.

    Definir o processo que será analisado;

    Definir a equipe, priorizando os aspectos multidisciplinares;

    Definir a não conformidade (modo da falha);

    Identificar seus efeitos;

    Identificar sua causa principal e outras causas;

    Priorizar as falhas através do nível de risco;

    Agir através de ações preventivas (detecção);

    Definir o prazo e o responsável pela ação preventiva.

  36. Gestão de Risco
  37. Gestão de Risco
  38. Gestão de Risco
  39. Probabilidade x Impacto

    Impacto: a extensão em que o risco, se acontecer, afetará o projeto. Gosto da definição informal de que o impacto é o tamanho do estrago que o risco pode causar.

    Probabilidade: a chance do risco ocorrer dentro de um período de tempo pré-determinado, normalmente o tempo de duração do projeto.

  40. Gestão de Risco
  41. Gestão de Risco
  42. Gestão de Risco
  43. Gestão de Risco
  44. Gestão de Risco
  45. Tópicos a serem analisados da nova norma

  46. NORMA 17025:2017

  47. 3. Termos e definições

    3.1 Imparcialidade: Presença de objetividade, a objetividade implica a ausência de conflito de interesse, ou a sua resolução, de modo a não influenciar de forma adversa as atividades subsequentes do laboratório. (Palavras chave : Ausência de tendencia, não discriminação, equidade, mente aberta, justiça, desprendimento, equilíbrio

    3.2 Expressão de insatisfação, emitida por uma pessoa ou por uma organização para um laboratório relativa às atividades ou resultados deste laboratório, onde uma resposta é esperada.

    3.2 Comparação interlaboratorial: Organização, realização e avaliação de medições ou ensaios nos mesmo ou em itens similares por dois ou mais laboratórios, de acordo com as condições predeterminadas.

  48. Identificação de Riscos

  49. Ferramentas, métodos e técnias que apoiam a ERM

    (Classificação de eventos de Risco COSO)

    Eventos são incidentes ou ocorrência originadas a partir de fontes internas ou externas que afetam a implementação da estratégia ou a realização dos objetivos. Os eventos podem provocar impacto positivo, negativo ou ambos.

    FATORES EXTERNOS

    Infra-estrutura: Disponibilidade de capital, inadimplência, fusões/aquisições, mercados financeiros, liquidez.

    Meio Ambiente: Energia, emissões, desastres naturais, desenvolvimento sustentável.

    Político: Mudança de governo, legislação, política pública, regulamentos.

    Sociais: Características demográficas, comportamento do consumidor, cidadania corporativa, terrorismo.

    Tecnológicos: Comércio eletrônico, dados externos, tecnologias emergentes.

    FATORES INTERNOS

    Econômico: Disponibilidade de bens, capacidade dos bens, acesso ao capital, complexidade

    Pessoal: Capacidade dos empregados, atividade fraudulenta, saúde e segurança

    Processo: Capacidade, Design, Execução, Dependências

    Tecnologia: Integridade de dados, seleção de sistemas, alocação, desenvolvimento, manutenção.

  50. Identificação dos riscos No gráfico, cada risco é representado por uma cor e classificados por: físicos (representados pela cor verde), químicos (vermelho), biológicos (marrom), ergonômicos (amarelo) e de acidentes (pelo azul). Além das cores, os círculos podem ser pequenos, médios ou grandes, dependendo do risco identificado. Quanto maior o círculo, maior é a ameaça existente no local de trabalho. Dessa forma, além de qualificar o risco, é possível quantificá-lo de forma simples e objetiva

  51. Gestão de Risco
  52. Método Delphi

  53. Elaboração de questionário

  54. 1 ª Rodada de respostas

  55. Tabulação me análise das respostas

  56. Houve Convergência das Respostas?

  57. Não

  58. Sim

  59. Revisão do Questionário

  60. Conclusões gerais e elaboração de relatório

  61. 2ª Rodada de respostas

  62. Tabulação e análise das respostas

  63. MAUT: Serve para a comparação de uma alternativa frente a outra, envolvendo múltiplos critérios. Este método permite que o decisor estruture um problema complexo em forma de uma simples hierarquia e avalie subjetivamente um número grande de aspectos tanto qualitativos como quantitativos, podendo inclusive envolver a análise de risco e incerteza.

    AHP: Serve também para a comparação de uma alternativa frente a outra, envolvendo múltiplos critérios. Este método permite que o decisor estruture um problema complexo em forma de hierarquia e um número limitado de aspectos tanto qualitativos como quantitativos, através de comparações paritárias entre os critérios e as alternativas.

Informações

Descrição
Organização para gestão de riscos e ferramentas
Visualizações
29
Avaliação

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