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INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
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INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Estudar inteligência artificial é perceber que o futuro está presente no nosso cotidiano.Ficção à parte, muitas de nossas rotinas diárias são realmente controladas por máquinas pensantes. Várias tarefas que há bem pouco tempo eram exclusivas do ser humano atualmente são realizadas por robôs.
Segundo LAUDON & LAUDON (2004), o interesse das empresas na IA vem crescendo em ritmo exponencial particularmente porque elas visualizam as seguintes possibilidades: 1. Armazenar informação de maneira ativa (data warehouse); 2. Criar mecanismos não sujeitos a características humanas (robótica, sistemas especialistas); 3.Eliminar tarefas enfadonhas e rotineiras para pessoas (robótica, sistemas especialistas); 4. Aprimorar a base de conhecimento da organização (data warehouse e sistemas especialistas); 5. Gerar soluções para problemas específicos (SI de apoio à decisão).
INTELIGÊNCIA “Inteligência pode ser definida como a habilidade de se adaptar, dar forma e selecionar ambientes” (STERNBERG, 1999, p. 409)
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL A Inteligência Artificial pode ser entendida como o conjunto de técnicas e metodologias de programação, usadas para tentar resolver os problemas de forma mais eficiente, assemelhando-se ao ser humano, ultrapassando as fronteiras das soluções algorítmicas (rotinas básicas de computador). A IA procura, assim, a maneira mais próxima e semelhante possível da solução que, provavelmente, seria concebida e implementada por um ser humano.
JORDAN & RUSSELL (1999, p. LXXIII) ampliam essa definição de IA incorporando outros elementos conceituais:
- Existem duas visões complementares de inteligência artificial (IA): uma como disciplina de engenharia preocupada com a criação de máquinas inteligentes, e a outra como uma ciência empírica preocupada com a modelagem computacional da inteligência humana.
Com as pesquisas de Warren Mcculloch & Walter Pitts (1943) sobre redes neurais, de Claude Shannon (1948) sobre teoria da informação e de Alan Turing (1950), sobre inteligência artificial, a IA começa a se desenvolver como objeto de pesquisa. Desde então, os cientistas prosseguem tentando reproduzir em máquinas, faculdades inerentes ao ser humano como apreensão e compreensão a partir da experiência, pensamento e raciocínio, entre outras.
O que vamos estudar dentro do campo de IA
- SOFTWARE INTELIGENTES
- Baseados em: 1. Modelos analíticos de dados; 2. Banco de dados especializados; 3. Insights e apreciações do tomador da decisão; 4. Processos de modelagem computadorizados para apoiar a tomada de decisão;
- Aqui, vamos estudar os modelos analíticos de dados e de processos de modelagem computadorizados e de banco de dados especializado, muito bem representados na solução data warehouse (DW). Mas o que é um data warehouse, afinal?
- DATA WAREHOUSE Um DW é um banco de dados inteligente, com papel fundamental na geração de informações para o processo decisório. Seu ambiente mostra uma proposta alternativa de prover, de forma centralizada e organizada, o acesso a dados de múltiplas fontes. É uma coleção de dados orientados por assuntos, integrados, variáveis com o tempo e não voláteis, dados esses que servem para dar suporte ao processo de tomada de decisão.
- Além de suportar a tomada de decisão, outro objetivo primário do DW é a disseminação do conhecimento do negócio, fornecendo informações estratégicas e táticas a toda a camada gerencial, na forma de matrizes dimensionais, relatórios, gráficos e planilhas. Acompanhe a seguir a descrição dos componentes estruturais de um DW:
- DM (Data Mart/Mercado de Dados) - é um subconjunto altamente agregado de dados do DW, atuando como um DW departamental. Os DM podem ser construídos ao longo do tempo e, quando vinculados, formam um DW lógico.
- OLAP (On Line Analytic Process/Processamento Analítico On-line) – segundo O´BRIEN (2004), a técnica OLAP permite aos gerentes e analistas examinarem e manipularem interativamente enormes quantidades de dados detalhados e consolidados, a partir de múltiplas perspectivas. Em um modelo de dados OLAP, a informação é conceitualmente organizada em cubos que armazenam valores quantitativos ou medidas. As medidas são identificadas por duas ou mais categorias descritivas denominadas dimensões que formam a estrutura de um cubo. Uma dimensão pode ser qualquer visão do negócio que faça sentido para sua análise.
- Data Mining (Garimpagem de Dados) – enquanto as técnicas OLAP objetivam trabalhar os dados existentes, buscando consolidações em vários níveis, trabalhando fatos e dimensões variadas; a técnica de Mining visa, fundamentalmente, realizar inferências, tentando buscar correlações escondidas em altos volumes de dados, nem sempre evidentes, principalmente no tratamento cotidiano dos sistemas de informações. Dessa forma, o Data Mining manuseia tendências, busca padrões de comportamento, realiza correlações e faz probabilidades. Entre as diversas organizações que utilizam essa solução destacam-se: as administradoras de cartões de crédito (na validação das compras de acordo com o perfil e hábitos do cliente) e as grandes lojas de departamentos (nas remarcações dos produtos, alinhando: o valor ideal para os descontos, as tendências dos consumidores (época do ano), a quantidade em estoque de um determinado produto e o histórico de vendas).
- É importante ressaltar que não existe um DW pronto para ser utilizado, sendo necessário o levantamento das necessidades gerenciais da organização, para então começar a construção do ambiente. A implantação de um DW exige a integração de todas as bases de dados da empresa, o que, via de regra, consome 70% do esforço e dos recursos alocados para a solução. Nesse contexto, o DW proporciona uma sólida e concisa integração dos dados da organização para a realização de análises gerenciais estratégicas.
- Além de suportar a tomada de decisão, outro objetivo primário do DW é a disseminação do conhecimento do negócio, fornecendo informações estratégicas e táticas a toda a camada gerencial, na forma de matrizes dimensionais, relatórios, gráficos e planilhas. Acompanhe a seguir a descrição dos componentes estruturais de um DW:
- DATA WAREHOUSE Um DW é um banco de dados inteligente, com papel fundamental na geração de informações para o processo decisório. Seu ambiente mostra uma proposta alternativa de prover, de forma centralizada e organizada, o acesso a dados de múltiplas fontes. É uma coleção de dados orientados por assuntos, integrados, variáveis com o tempo e não voláteis, dados esses que servem para dar suporte ao processo de tomada de decisão.
- ROBÓTICA
- A palavra robótica tem origem da palavra tcheca robotnik, que significa servo, e foi utilizada inicialmente pelo escritor checo Karel Căpek, em 1921, por sugestão de seu irmão Josef Căpek. Mas a idéia de fazer um homem mecânico, uma espécie de máquina serviçal, totalmente subserviente, não é recente e continua sendo referenciada em várias obras de ficção, como no filme “O homem bicentenário”.
- Dentre as possíveis aplicações de robôs podemos destacar: 1. Segurança e vigilância; 2. Procura e salvamento; 3. Exploração planetária; 4. Manutenção e vigilância em residências e instalações fabris; 5. Veículos autônomos para exploração subaquática; 6. Utilização em ambientes hostis.
- Leia os artigos a seguir: Robótica cognitiva: programação baseada em lógica para controle de robôs, de Felipe Werndl Trevizan; Leliane Nunes de Barros Realidade virtual e robótica em cirurgia - Aonde chegamos e para onde vamos?, de James Skinovsky, Maurício Chibata e Daniel Emilio Dalledone Siqueira
- Outro tipo de aplicação que merece destaque é a robótica educacional ou robótica pedagógica. Nesta modalidade, são criados ambientes de aprendizagem que reúnem materiais de sucata ou kits de montagem compostos por peças diversas, motores e sensores controláveis por computador e softwares, que permitem programar de alguma forma, o funcionamento dos modelos montados. Nesse tipo de atividade, o aluno vivencia na prática, através da construção de maquetes e robôs controlados por computador, conceitos estudados em sala de aula.
- Custo elevado de implantação, obsolescência precoce dos modelos e os impactos sociais( redução de horas e salários);
- Sistemas Especialistas (SE)
- Constituído por um conjunto de programas de computador, que utilizam conhecimentos armazenados em seus bancos de dados (chamados de base de conhecimento) e técnicas de inferência, para solucionar problemas que até então só podiam ser resolvidos com a perícia humana. Exemplificando, temos os problemas não estruturados e singulares, para os quais se torna difícil traçar um procedimento lógico de solução.
- Exemplos: diagnósticos médicos e de defeitos em equipamentos, previsões meteorológicas e outras situações que possuam um número muito grande de variáveis.
- De acordo com O´Brien, um SE geralmente é composto por módulos de programas que executam interferências em uma base de conhecimento montada por um especialista e/ou engenheiro do conhecimento. Isto resulta em respostas especializadas para as perguntas do usuário final (O´Brien, 2004).
- Segundo Laudon, um SE contém uma série de regras interconectadas e o número de resultados é previamente conhecido e limitado.
- Constituído por um conjunto de programas de computador, que utilizam conhecimentos armazenados em seus bancos de dados (chamados de base de conhecimento) e técnicas de inferência, para solucionar problemas que até então só podiam ser resolvidos com a perícia humana. Exemplificando, temos os problemas não estruturados e singulares, para os quais se torna difícil traçar um procedimento lógico de solução.
- SOFTWARE INTELIGENTES
Informações
- Descrição
- Administração Mapa Mental sobre INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, criado por sidney gomes em 07-10-2016.
- Criado por
- sidney gomes
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