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CARRINHO DE EMERGÊNCIA

Cássia Wiliany Enfermagem Técnico Português 16 slides

Slides do conjunto (16)

  1. CARRINHO DE EMERGÊNCIA

    • Introdução
    • Um carro de emergência é um armário que contém os equipamentos usados por médicos e enfermeiros quando acontece uma parada cardíaca. Esta é uma situação que exige procedimentos de socorro imediatos.
    • Profissionais de saúde devem estar preparados para atender, de forma sistematizada e padronizada, uma situação de emergência. Para que isso ocorra, o treinamento da equipe é fundamental, e todo o material necessário para esse momento deve estar disponível de forma imediata.
    • A Sociedade Brasileira de Cardiologia propõe a padronização dos carrinhos de emergência objetivando homogeneizar o conteúdo e quantidade de material dos carrinhos nas diferentes unidades, retirando o desnecessário e acrescentando o indispensável, de forma a agilizar o atendimento de emergência e reduzir o desperdício.
    • Os tópicos a serem consideradas nessa homogeneização são - idade da vítima: adulto e/ou infantil; - local do evento: unidade de internação, pronto socorro, UTI, C, unidade ambulatorial, hemodinâmica, entre outros.
  2. OBJETIVO

    • O objetivo do carrinho de emergência é facilitar o acesso de médicos intensivistas, enfermeiros aos materiais mais comuns aos procedimentos de atendimento ao cliente gravemente enfermo.
    • • Tornar o acesso a drogas, equipamentos e materiais de emergência mais dinâmico;
    • • Direcionar a assistência durante a intercorrência;
    • • Personalizar material conforme a rotina da unidade;
    • • Facilitar a conferência do material.
  3. Cuidados com o carrinho

    • Alguns cuidados a serem observados para a sua utilização:
    • a) Estar sempre organizado de forma ordenada, e toda equipe deve estar familiarizada onde está guardado cada material; b) Gavetas chaveadas são contra-indicadas, com exceção á guarda dos psicotrópicos; c) Os critérios para identificação podem ser: ordem alfabética, ordem numérica crescente, padronização por cores contrastantes; d) O excesso de materiais que dificultem a localização devem ser retirados; e) O local onde se encontra o carro de parada deve ser de fácil acesso, não conter obstáculos que dificultem sua remoção e deslocamento. f) Junto ao carrinho deve permanecer a tábua de reanimação; g) Deve ser revisado diariamente e após cada uso.
  4. Rotinas para Controle do Carrinho de Emergência

    • Para que não ocorra perda de tempo para a equipe e conseqüente dano ao paciente, os materiais e equipamentos devem estar preparados. Este preparo consiste em suprir constantemente os equipamentos e materiais indispensáveis em quantidades suficientes a qualquer momento e contando com uma rotina de reposição dos materiais e drogas utilizados, bem como testar os equipamentos a cada atendimento realizado, considerando que as emergências acontecem de forma imprevisível e muitas vezes, simultaneamente.
    • Todo o material de consumo deverá estar discriminado e quantificado em uma lista, facilitando o trabalho da pessoa responsável pela revisão e evitando a colocação de material insuficiente ou excessivo, o que igualmente dificultaria o atendimento.
    • A rotina de reposição e manutenção também deve listar os pontos importantes a serem checados no início de cada plantão e após cada atendimento, tais como: verificar o perfeito funcionamento do ventilador mecânico, do desfibrilador, do aspirador, do laringoscópio, do ambú e demais equipamentos. A equipe deve reconhecer a importância em se utilizar esses materiais de forma exclusiva e criteriosa, não permitindo afetar no trabalho realizado.
  5. Conferencia do carrinho

    • A conferência do carrinho de emergência será realizada pela enfermeira sempre que for utilizado, para ser lacrado;
    • A conferência deve contemplar estoque mínimo, prazos de validade de todo o material, bem como o funcionamento do desfibrilador, laringoscópio, ressuscitador manual e outros;
    • Todo o material quebrado, vencido ou insuficiente deverá ser reposto;
    • A checagem do material deverá ser registrada, datada e assinada em impresso próprio;
    • Após o uso da medicação, o material deverá ser reposto mediante prescrição médica devidamente checada pela enfermagem, materiais com pedido da enfermeira. No caso de psicotrópicos, faz-se necessário o uso de receita branca;
    • A conferência do cardioversor deve ser realizada diariamente pelo enfermeiro, e registrado em impresso próprio
    • O sucesso no atendimento de uma parada cardiorrespiratória (PCR) depende do treinamento da equipe o que pode ser feito através de cursos específicos.
  6. O que deve ter em um carrinho?

    • Equipamentos do carrinho de emergência Tábua de compressão torácica Monitor Cardíaco - Efetua o controle do débito cardíaco Desfibrilador Swan-Ganz Termômetro Sonda naso-enteral Oxímetro de pulso Sonda vesical Eletrocardiográfico Máscara e cateter de oxigênio Monitor de pressão arterial Cateter Central Esfigmomanômetro Tubo orotraqueal Invasivo (por punção arterial em geral a radial) Ventilador Mecânico Capnógrafo
  7. Primeira Gaveta

    • Água bi Destilada (ABD) 5 e 10 ml
    • Cloreto de Sódio a 20%
    • Aminofilina 240 mg
    • Atropina 0,5 mg
    • Bicarbonato de Sódio a 8.4%
    • Cloreto de Potássio (KCl) a 10%
    • Diazepam 10 mg
    • Dopamina/Revivan 50 mg
    • Epinefrina/Adrenalina 1 mg
    • Hidantal/Fenaltoína sódica 50 mg
    • Amiodarona/Ancoron 50 mg
    • Fentanil 0,0785 mg
    • Gardenal/Fenobarbital 200 mg
    • Furosemida/Lasix 20 mg Prometazina/Fernergan 50 mg
    • Cedilanide/Lanatosídeo C 0,4mg
    • Sulfato de magnésio a 50%
    • Hidrocortisona/Solu-cortef 500 mg
    • Heparina/Liquemine 500UI
    • Midazolan/Dormonid 5 e 15 mg
    • Haldol/ Halopiridol 5mg
    • Adalat/ Mifedipina 10 mg
    • Isordil 10 mg
    • Gluconato de Calcio a 10%
    • Glicose hipertônica a 50%
    • Cloridrato de Lidocaína/ Xylocaína
  8. Primeira Gaveta

    • Primeira Gaveta
  9. Segunda Gaveta

    • Agulhas nº 25x7 e 40x12 Jelco nº18, 20 e 2
    • Cateteres subclavia nº16
    • Equipo macrogotas
    • Equipo microgotas
    • Sonda uretral nº8, 12 e 16
    • Sonda nasogástrica nº 12 e 16
    • Lâmina de bisturi
    • Fio de sutura – naylon 3,0 com agulha
    • Scalp nº19, 21 e 23
    • Seringas 1, 3, 5, 10 e 20 ml
    • Three way ou Y
    • Xylocaína geléia
    • Luvas de procedimento
  10. Segunda Gaveta

    • Segunda Gaveta
  11. Terceira & Quarta Gaveta

    • Bicarbonato de sódio a 5% Eletrodos
    • Luvas cirúrgicas nº 7,5 e 8,0
    • Soro glicosado a 5% de 250 e 500 ml
    • Soro fisiológico a 0,9% de 250 e 500 ml
    • Tubo nº7,5, 8,0, 8,5 e 9,0
    • Ambu Cânula de Guedel
    • Guia de tubo
    • Lâminas para laringo nº 2, 3 e 4
    • Pilhas
    • Laringoscópio
    • Látex tubo
    • Máscara de Hudson
    • Óculos protetor
    • Umidificador
  12. Kits

    • Kits servem para facilitar a vida do paciente e do profissional em casos de sondagem, intubação, passagem de cateter central...etc.
    • Coloca-se sempre uma etiqueta com o nome do kit, data da conferencia e nome de quem o fez.
    • Os dispositivos como nebulizador, umidificador e ambu são esterilizados e trocados semanalmente.
    • Kit CVD - Cateterização Vesical de Demora
    • Seringa 20 ml Xylocaína
    • Coletor Sistema Fechado
    • Gaze
    • PVPI Alcoólico
    • Agulha 40 x 12
    • Luva estéril 7,5
    • Luva estéril 8,0
    • Luva estéril 8,5
    • AD 10 ml
  13. Kit Nasogástrico /Kit Intubação

    • SNG (Levine) nº 12 SNG (Levine) nº 14
    • SNG (Levine) nº 16
    • Xylocaína gel
    • Coletor Sistema Aberto
    • Gaze
    • Seringa de 20 ml
    • Ambu Fio guia
    • Gaze
    • Cânula orotraqueal 7,0
    • Cânula orotraqueal 7,5
    • Cânula orotraqueal 8,0 Luvas estéril 7,5
    • Luvas estéril 8,0
    • Luvas estéril 8,5
    • Guedell
    • Laringoscópio / testar
    • Pilhas reserva
  14. Kit Umidificador /Kit Nebulizador

    • Cateter O2 tipo óculos Umidificador
    • Extensão de O2
    • Água Destilada 125 ml
    • Água destilada 500 ml Nebulizador completo (máscara + traquéia)
  15. Kit Intracath /Kit aspiração

    • Bisturi Seringa 10 ml
    • Seringa 20 ml
    • Equipo macrogotas
    • Fio Mononylon 3.0
    • Gaze Estéril
    • Luva estéril 7,5
    • Luva estéril 8,0
    • Luva estéril 8,5
    • PVPI alcoólico
    • SF 0,9% 250 ml
    • Água Destilada
    • SF 0,9% 10 ml
    • Polifix
    • Xylocaína sem vascstr.
    • Extensão de aspiração de O2 Luva estéril 7,5
    • Xylocaína gel
    • Frasco a vácuo aspiração
  16. Slide 16

    • O Enfermeiro é o profissional que permanece maior tempo na assistência ao paciente, e assim, passa a ser detentor de quase totalidade das informações; ser organizador do ambiente do cuidado; ser o guardião das normas e rotinas institucionais; ser o organizador da assistência; elemento de referência, mediador das situações de conflito. O enfermeiro passa a ser o administrador global da assistência. Tornando-se, portanto de sua extrema responsabilidade a conferência e controle de todo material. Como já pode ser observado o carrinho de emergência é um de matérias de maior importância dentro da unidade hospitalar, pois é através dele que estaremos cumprindo nosso dever de prestar à clientela uma assistência de enfermagem livre dos riscos decorrentes de imperícia negligência e imprudência.

Informações

Descrição
Técnico Enfermagem Slides sobre CARRINHO DE EMERGÊNCIA , criado por Cássia Wiliany em 04-06-2018.
Criado por
Cássia Wiliany · jun 2018
Atualizado
4 jun 2018
Visualizações
947
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