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Quiz

Simulado Estilo UVA 2016.1 e UECE 2016.1

roney1222 60 questions 1,157 views 5.0 (1 rating)

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Questions in this quiz (60)

  1. 1A TRISTE PARTIDA

    01 Passou-se setembro
    02 outubro e novembro
    03 estamos em dezembro
    04 meu Deus que é de
    05 assim diz o pobre
    06 do seco Nordeste
    07 com medo da peste
    08 e da fome feroz

    09 A treze do mês

    10 fez a experiência

    11 perdeu sua crença

    12 nas pedras de sal

    13 com outra experiência
    14 de novo se agarra
    15 esperando a barra

    16 do alegre Natal
    17 Passou-se o Natal

    18 e a barra não veio
    19 o sol tão vermeio
    20 nasceu muito além
    21 na copa da mata
    22 buzina a cigarra
    23 ninguém vê a barra
    24 pois barra não tem

    25 Sem chuva na terra
    26 descamba janeiro
    27 até fevereiro
    28 no mesmo verão
    29 reclama o roceiro
    30 dizendo consigo:
    31 meu Deus é castigo
    32 não chove mais não

    33 Apela pra março
    34 o mês preferido
    35 do santo querido
    36 senhor São José
    37 sem chuva na terra
    38 está tudo sem jeito
    39 lhe foge do peito
    40 o resto da fé

    41 Assim diz o velho
    42 sigo noutra trilha
    43 convida a família
    44 e começa a dizer:
    45 Eu vendo o burro
    46 o jumento e o cavalo
    47 nós vamos a São Paulo
    48 viver ou morrer

    49 Nós vamos a São Paulo

    50 que a coisa está feia

    51 por terra alheia

    52 nós vamos vagar

    53 se o nosso destino
    54 não for tão mesquinho

    55 pro mesmo cantinho
    56 nós torna a voltar

    57 Venderam o burro
    58 jumento e cavalo
    59 até mesmo o galo
    60 venderam também
    61 e logo aparece
    62 um feliz fazendeiro
    63 por pouco dinheiro
    64 lhe compra o que tem

    65 Em cima do carro
    66 se junta a família
    67 chega o triste dia
    68 já vão viajar
    69 a seca é terrível
    70 que tudo devora
    71 lhe bota pra fora
    72 do torrão natá
    (...)

    73 O carro embalado
    74 no topo da serra
    75 olhando pra terra
    76 seu berço seu lar
    77 aquele nortista
    78 partido de pena
    79 de longe acena
    80 adeus, Ceará

    81 Chegaram em São Paulo
    82 sem cobre e quebrado
    83 o pobre acanhado
    84 procura um patrão
    85 só vê cara feia
    86 de uma estranha gente
    87 tudo é diferente
    88 do caro torrão

    89 Trabalha um ano

    90 dois anos mais anos

    91 e sempre no plano

    92 de um dia inda vim

    93 o pai de família
    94 triste maldizendo

    95 assim vão sofrendo
    96 tormento sem fim

    97 O pai de família
    98 ali vive preso
    99 sofrendo desprezo
    100 e devendo ao patrão
    101 o tempo passando
    102 vai dia e vem dia
    103 aquela família
    104 não volta mais não

    105 Se por acaso um dia
    106 ele tem por sorte
    107 notícia do Norte
    108 o gosto de ouvir
    109 saudade no peito
    110 lhe bate de molhos
    111 as águas dos olhos
    112 começam a cair

    113 Distante da terra
    114 tão seca mas boa
    115 sujeito à garoa
    116 à lama e ao paul
    117 é triste se ver
    118 um nortista tão bravo
    119 viver sendo escravo
    120 na terra do Sul

    ASSARÉ, Patativa. "A Triste Partida". In: Cordéis e Outros Poemas, Fortaleza: Edições UFC, 2006, p. 9-13.

    A forma verbal PROTESTA pode substituir, sem alterar o significado do texto, a grifada em:
    1. Adescamba janeiro (verso 26).
    2. Breclama o roceiro (verso 29).
    3. CApela pra março (verso 33).
    4. Dconvida a família (verso 43).
  2. 2A TRISTE PARTIDA

    01 Passou-se setembro
    02 outubro e novembro
    03 estamos em dezembro
    04 meu Deus que é de
    05 assim diz o pobre
    06 do seco Nordeste
    07 com medo da peste
    08 e da fome feroz

    09 A treze do mês

    10 fez a experiência

    11 perdeu sua crença

    12 nas pedras de sal

    13 com outra experiência
    14 de novo se agarra
    15 esperando a barra

    16 do alegre Natal
    17 Passou-se o Natal

    18 e a barra não veio
    19 o sol tão vermeio
    20 nasceu muito além
    21 na copa da mata
    22 buzina a cigarra
    23 ninguém vê a barra
    24 pois barra não tem

    25 Sem chuva na terra
    26 descamba janeiro
    27 até fevereiro
    28 no mesmo verão
    29 reclama o roceiro
    30 dizendo consigo:
    31 meu Deus é castigo
    32 não chove mais não

    33 Apela pra março
    34 o mês preferido
    35 do santo querido
    36 senhor São José
    37 sem chuva na terra
    38 está tudo sem jeito
    39 lhe foge do peito
    40 o resto da fé

    41 Assim diz o velho
    42 sigo noutra trilha
    43 convida a família
    44 e começa a dizer:
    45 Eu vendo o burro
    46 o jumento e o cavalo
    47 nós vamos a São Paulo
    48 viver ou morrer

    49 Nós vamos a São Paulo

    50 que a coisa está feia

    51 por terra alheia

    52 nós vamos vagar

    53 se o nosso destino
    54 não for tão mesquinho

    55 pro mesmo cantinho
    56 nós torna a voltar

    57 Venderam o burro
    58 jumento e cavalo
    59 até mesmo o galo
    60 venderam também
    61 e logo aparece
    62 um feliz fazendeiro
    63 por pouco dinheiro
    64 lhe compra o que tem

    65 Em cima do carro
    66 se junta a família
    67 chega o triste dia
    68 já vão viajar
    69 a seca é terrível
    70 que tudo devora
    71 lhe bota pra fora
    72 do torrão natá
    (...)

    73 O carro embalado
    74 no topo da serra
    75 olhando pra terra
    76 seu berço seu lar
    77 aquele nortista
    78 partido de pena
    79 de longe acena
    80 adeus, Ceará

    81 Chegaram em São Paulo
    82 sem cobre e quebrado
    83 o pobre acanhado
    84 procura um patrão
    85 só vê cara feia
    86 de uma estranha gente
    87 tudo é diferente
    88 do caro torrão

    89 Trabalha um ano

    90 dois anos mais anos

    91 e sempre no plano

    92 de um dia inda vim

    93 o pai de família
    94 triste maldizendo

    95 assim vão sofrendo
    96 tormento sem fim

    97 O pai de família
    98 ali vive preso
    99 sofrendo desprezo
    100 e devendo ao patrão
    101 o tempo passando
    102 vai dia e vem dia
    103 aquela família
    104 não volta mais não

    105 Se por acaso um dia
    106 ele tem por sorte
    107 notícia do Norte
    108 o gosto de ouvir
    109 saudade no peito
    110 lhe bate de molhos
    111 as águas dos olhos
    112 começam a cair

    113 Distante da terra
    114 tão seca mas boa
    115 sujeito à garoa
    116 à lama e ao paul
    117 é triste se ver
    118 um nortista tão bravo
    119 viver sendo escravo
    120 na terra do Sul

    ASSARÉ, Patativa. "A Triste Partida". In: Cordéis e Outros Poemas, Fortaleza: Edições UFC, 2006, p. 9-13.


    Leia como se define prosopopeia:

    PROSOPOPEIA - consiste em dar características de seres animados a seres inanimados, ou ainda, em dar características humanas a animais ou objetos.
    DE NICOLA, José; INFANTE, Ulisses. "Gramática contemporânea da língua portuguesa". São Paulo: Scipione, 1997, p. 436.

    Assinale a alternativa em que ocorre prosopopeia.
    1. Aperdeu sua crença / nas pedras de sal (versos 11-12).
    2. Bninguém vê a barra / pois barra não tem (versos 23-24
    3. Csem chuva na terra / está tudo sem jeito (versos 37-38
    4. Da seca é terrível / que tudo devora (versos 69-70).
  3. 3Releia a quarta estrofe do poema:

    "Sem chuva na terra
    descamba janeiro
    até fevereiro
    no mesmo verão
    reclama o roceiro
    dizendo consigo:
    meu Deus é castigo
    não chove mais não"

    Assinale a alternativa que apresenta todas as informações corretas acerca da construção da estrofe, no tocante ao:
    NÚMERO DEVERSOS
    NÚMERO DE SÍLABAS DE CADA VERSO
    ESQUEMA DE RIMAS
    1. Aoitava - cinco - ABBCBDDC
    2. Boitava - sete - ABBCBDDC
    3. Coitava - cinco - ABBCADDC
    4. Ddécima - seis - ABBCADDC
  4. 4TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:
    TEXTO 1
    Leitor, veja o grande azar
    do nordestino emigrante
    que anda atrás de melhorar
    da sua terra distante
    nos centros desconhecidos
    depressa vê corrompidos
    os seus filhos inocentes
    na populosa cidade
    de tanta imoralidade
    e costumes diferentes

    A sua filha querida
    vai pra uma iludição
    padecer prostituída
    na vala da perdição
    e além da grande desgraça
    Das privações que ela passa
    que lhe atrasa e lhe inflama
    sabe que é preso em flagrante
    por coisa insignificante
    seu filho a quem tanto ama
    ASSARÉ, Patativa do. Emigração. In: ____. Cordéis e outros poemas. Fortaleza: Edições UFC, 2006, p. 114.


    TEXTO 2
    Pobre mãe! Mulher da vida, vendendo o corpo por uma migalha! 1Aquilo, saber daquilo, ouvir falar naquilo, magoava-o fundamente. Mas a mãe era uma mulher boa, limpa, honesta. Que podia fazer? Abandonada no mundo pelos pais que fugiram na seca, errou de casa em casa, molecota solta, sem rumo, sem uma pessoa para cuidar dela. Dizem que era bonita, muito bonita. E terminou 2resvalando, caindo.
    BEZERRA, João Clímaco. A vinha dos esquecidos. Fortaleza: Edições. UFC, 2005, p. 26.



    O termo "resvalando" (texto 2, ref. 2) pode ser substituído, mantendo o significado, por:
    1. Aescorregando.
    2. Bamaldiçoando.
    3. Clamentando.
    4. Dresgatando.
  5. 5TEXTO PARA AS PRÓXIMAS 2 QUESTÕES:
    TEXTO 1
    Pensou em casar com ela
    pois grande 1esmola fazia
    tirando aquela donzela
    da pobreza em que vivia
    e trazendo as outras duas
    para a sua companhia
    (...)

    Abílio então desposou
    a linda Maria Rosa
    tirando as duas cunhadas
    da pobreza lastimosa
    a velha as tratava bem
    de uma forma carinhosa
    (...)

    Ele zelava a mulher
    como bondoso senhor
    e era para as cunhadas
    um sincero protetor
    reinava naquela casa
    um ambiente de amor
    ASSARÉ, Patativa do. História de Abílio e seu cachorro Jupi. In: ____. Cordéis e outros poemas, Fortaleza: Edições UFC, 2006, p. 49-50.


    TEXTO 2
    2Ela bem moça, a mando do pai, casara fazia já algum tempo com este Capitão Longuinho. Para isso houve vantajoso escambo entre o pai dela e o dito Capitão. A moça valera léguas de terras e gado. A diferença de idade entre os dois era pra muito mais de quarenta anos. A moça era de uma boniteza só.
    CAMPOS, Natércia. A casa. Fortaleza: Edições UFC, 2004, p. 40.



    Assinale a alternativa em que, alterando-se a posição do termo A MANDO DO PAI, presente na passagem "Ela bem moça, a mando do pai, casara fazia já algum tempo com este Capitão Longuinho" (texto 2, ref. 2), a reescrita desrespeita uma das regras de pontuação.
    1. AA mando do pai, ela bem moça casara fazia já algum tempo com este Capitão Longuinho.
    2. BEla, a mando do pai, bem moça casara fazia já algum tempo com este Capitão Longuinho.
    3. CEla bem moça casara, a mando do pai, fazia já algum tempo com este Capitão Longuinho.
    4. DEla bem moça casara fazia já algum tempo, a mando do pai com este Capitão Longuinho.
  6. 6TEXTO 1
    Pensou em casar com ela
    pois grande 1esmola fazia
    tirando aquela donzela
    da pobreza em que vivia
    e trazendo as outras duas
    para a sua companhia
    (...)

    Abílio então desposou
    a linda Maria Rosa
    tirando as duas cunhadas
    da pobreza lastimosa
    a velha as tratava bem
    de uma forma carinhosa
    (...)

    Ele zelava a mulher
    como bondoso senhor
    e era para as cunhadas
    um sincero protetor
    reinava naquela casa
    um ambiente de amor
    ASSARÉ, Patativa do. História de Abílio e seu cachorro Jupi. In: ____. Cordéis e outros poemas, Fortaleza: Edições UFC, 2006, p. 49-50.


    TEXTO 2
    2Ela bem moça, a mando do pai, casara fazia já algum tempo com este Capitão Longuinho. Para isso houve vantajoso escambo entre o pai dela e o dito Capitão. A moça valera léguas de terras e gado. A diferença de idade entre os dois era pra muito mais de quarenta anos. A moça era de uma boniteza só.
    CAMPOS, Natércia. A casa. Fortaleza: Edições UFC, 2004, p. 40.

    Assinale a alternativa em que o paralelismo sintático está adequadamente estabelecido, como em grande "esmola fazia / tirando aquela donzela / da pobreza em que vivia / e trazendo as outras duas / para a sua companhia" (texto 1, ref. 1).
    1. AApós acender o candeeiro e benzido o caçula, partiu.
    2. BOs romances a faziam esquecer as dores e sonhar novas primaveras.
    3. COs exploradores vinham com espírito aventureiro e ansiando fortuna.
    4. DGrande amor demonstrava tirando sua mãe da miséria e por dela cuidar.
  7. 7Questão referente à obra selecionada.

    A língua portuguesa é muito rica em variedades linguísticas. "Dona Guidinha do Poço" está permeada por termos linguísticos que resgatam, ao mesmo tempo que representam, o falar popular nordestino. Assinale a alternativa cujo par contém apenas variantes populares.
    1. Aimposão - capiroto
    2. Babastança - diacho
    3. Cterramote - donzela
    4. Dentonce - mancebo
  8. 8TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:
    Texto 1

    Eis a minha vida. O que se passava em mim é difícil de compreender, e mais difícil de confessar. Eu tinha-me vendido a todos os caprichos e extravagâncias; deixara-me arrastar ao mais profundo abismo da depravação; contudo, quando entrava em mim, na solidão de minha vida íntima, sentia que eu não era uma cortesã como aquelas que me cercavam. Os homens que se chamavam meus amantes valiam menos para mim do que um animal; às vezes tinha-lhes 1asco e nojo. Ficaram gravados no meu coração certos germes de virtude... Essa palavra é uma profanação nos meus lábios, mas não sei outra. Havia no meu coração germes de virtude, que eu não podia arrancar e que ainda nos excessos do vício não me deixavam cometer uma ação vil. Vendia-me, mas francamente e de boa-fé; aceitava a prodigalidade do rico; nunca a ruína e a miséria de uma família.
    Aquele esquecimento profundo, aquela alheação absoluta do espírito, que eu sentira da primeira vez, continuou sempre. Era a tal ponto que depois não me lembrava de coisa alguma; fazia-se como que uma interrupção, um vácuo na minha vida. No momento em que uma palavra me chamava ao meu papel, insensivelmente, pela força do hábito, eu me esquivava, separava-me de mim mesma, e fugia deixando no meu lugar outra mulher, a cortesã sem pudor e sem consciência, que eu desprezava, como uma coisa 2sórdida e abjeta.
    Mas horrível era quando nos braços de um homem este corpo sem alma despertava pelos sentidos. Oh! Ninguém pode imaginar! Queria resistir e não podia! Queria matar-me trucidando a carne rebelde! Tinha instintos de fera! Era uma 3raiva e desespero, que me davam ímpetos de estrangular o meu algoz. Passado esse suplício restava uma vaga sensação de dor e um rancor profundo pelo ente miserável que me arrancara o prazer das entranhas convulsas!
    ALENCAR, José de. Lucíola. São Paulo: Ática, 1992, 16ª ed. p.111.






    Texto 2

    Rosa Maria fechou o diário. Estava com sono. E, estranhamente, sentia um mal-estar que raras vezes a incomodava. Um pouco de medo, não sabia de quê e, com absoluta certeza descobria um pouco de nojo em si mesma, nojo por ela - mais nojo que pena, mais medo que nojo. Não sabia definir, mas eram nojo, pena e medo, numa ordem e proporção que não podia - nem queria - estabelecer.
    Começara a escrever o diário talvez para isso: contar ali tudo o que acontecia, o medo, o nojo e a pena. Mas começara a mentir para ela própria. Medo de quê? O nojo vinha às vezes - mas ela achava que todo mundo era capaz de, um dia, por algum motivo, sentir nojo de tudo. Pena - bem, ela já não perdia tempo em lamentar o que podia ter sido e o que não era. Sobrava o medo - medo de que Lobianco, por exemplo, pegasse o diário e soubesse que ela saíra com Luís, que não esquecia André... e, por isso mesmo, nem mesmo para o diário contava ou admitia o que realmente era: uma moça que se deixara levar, e agora, que já avançara demais, não adiantava recuar.
    CONY, Carlos Heitor. Rosa, Vegetal de Sangue. RJ: Ediouro, s/d, 6ª ed. p.97.


    Escreva, nos parênteses, V ou F, conforme as palavras retiradas do texto de "Lucíola" mantenham ou não relação de sinonímia entre si, e, a seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

    ( ) asco e nojo (ref. 1)
    ( ) sórdida e abjeta (ref. 2)
    ( ) raiva e desespero (ref. 3)
    1. AV - F - V
    2. BV - V - F
    3. CF - V - F
    4. DF - F - V
  9. 9TEXTO PARA AS PRÓXIMAS 2 QUESTÕES:
    EL PETRÓLEO

    El petróleo es la fuente de energía más importante en la actualidad; además es materia prima en numerosos procesos de la industria química. El origen del petróleo es similar al del carbón. En ambos casos, se halla en las rocas sedimentarias, pero el petróleo procede de la descomposición de materia orgánica (especialmente restos de animales o grandes masas de plancton en un medio marino). Su explotación es un proceso costoso que sólo está al alcance de grandes empresas.
    ________________________________ Segundo párrafo__________________________
    Desde siempre, el petróleo ha sido conocido gracias a los afloramientos de betún sobre la
    superficie del suelo o por las emanaciones de gas natural, fuegos eternos descritos por autores bíblicos y por Herodoto. Los antiguos chinos 1lo descubrieron fortuitamente, practicando pozos bastante profundos para la época, en busca de sal gema. Los pueblos de la antigüedad aprovechaban el alquitrán para calafatear sus naves, engrasar los ejes de sus carros, cimentar o impermeabilizar sus habitaciones.
    En China se solía transportar el gas mediante canalizaciones de bambú a fin de poder calentar y alumbrar las casas, así como para alimentar hornos y hogares. En la Edad Media se le adjudicaron usos medicinales y farmacéuticos, que estuvieron muy en boga hasta el siglo XIX. Tradicionalmente, se sitúa en 1859 el origen de la industria petrolífera como la perforación del famoso pozo Edwin Laurentine Prake (1819-1880), que reveló los ricos yacimientos de Pennsylvania y abrió la era del petróleo para lámparas (1860-1900).

    JIMÉNEZ, Esther P. et al. El petróleo. Disponible em http:// platea. Pntic.mec.es/~martini/petróleo. Htm. Acesso em: 09.10.09.


    El texto presenta la palabra calafatear. Cuál es la acción significada por ese verbo?
    1. ADar al navío mayor celeridad.
    2. BDisminuir los daños provocados por las rocas.
    3. CEvitar que los peces perjudiquen el casco del barco.
    4. DCerrar la juntura de las maderas del navío, a fin de que no entre agua
  10. 10EL PETRÓLEO

    El petróleo es la fuente de energía más importante en la actualidad; además es materia prima en numerosos procesos de la industria química. El origen del petróleo es similar al del carbón. En ambos casos, se halla en las rocas sedimentarias, pero el petróleo procede de la descomposición de materia orgánica (especialmente restos de animales o grandes masas de plancton en un medio marino). Su explotación es un proceso costoso que sólo está al alcance de grandes empresas.
    ________________________________ Segundo párrafo__________________________
    Desde siempre, el petróleo ha sido conocido gracias a los afloramientos de betún sobre la
    superficie del suelo o por las emanaciones de gas natural, fuegos eternos descritos por autores bíblicos y por Herodoto. Los antiguos chinos 1lo descubrieron fortuitamente, practicando pozos bastante profundos para la época, en busca de sal gema. Los pueblos de la antigüedad aprovechaban el alquitrán para calafatear sus naves, engrasar los ejes de sus carros, cimentar o impermeabilizar sus habitaciones.
    En China se solía transportar el gas mediante canalizaciones de bambú a fin de poder calentar y alumbrar las casas, así como para alimentar hornos y hogares. En la Edad Media se le adjudicaron usos medicinales y farmacéuticos, que estuvieron muy en boga hasta el siglo XIX. Tradicionalmente, se sitúa en 1859 el origen de la industria petrolífera como la perforación del famoso pozo Edwin Laurentine Prake (1819-1880), que reveló los ricos yacimientos de Pennsylvania y abrió la era del petróleo para lámparas (1860-1900).

    JIMÉNEZ, Esther P. et al. El petróleo. Disponible em http:// platea. Pntic.mec.es/~martini/petróleo. Htm. Acesso em: 09.10.09.

    Al establecer el origen del petróleo y del carbón, el texto afirma que son similares. Señale la alternativa que ofrezca un sinónimo de dicho vocablo.
    1. ADiscretos
    2. BSucesivos
    3. CReveladores
    4. DAnálogos

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Simulado Estilo UVA 2016.1 e UECE 2016.1
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