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Arritmias
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Questions in this quiz (17)
1Paciente de 65 anos, hipertenso, dá entrada no pronto-socorro com palpitações súbitas, tontura e dispneia. ECG revela ritmo irregular, sem ondas P visíveis, e frequência ventricular média de 140 bpm.
Qual o diagnóstico mais provável?- AFlutter atrial com condução variável.
- BFibrilação atrial.
- CTaquicardia supraventricular paroxística.
- DTaquicardia ventricular.
2Homem de 70 anos com histórico de IAM apresenta tontura e desmaios. ECG mostra bradicardia sinusal a 35 bpm. Não faz uso de betabloqueadores. Qual a conduta imediata?
- AObservar e repetir ECG em 1 hora.
- BIniciar atropina intravenosa.
- CRealizar cardioversão elétrica sincronizada.
- DIndicar ablação por radiofrequência.
3Mulher de 28 anos, saudável, apresenta taquicardia súbita com palpitações. ECG mostra taquicardia de QRS estreito, regular, a 180 bpm, sem ondas P visíveis.
Após manobras vagais sem sucesso, qual a próxima conduta?- AAdministrar adenosina em bolus intravenoso.
- BIniciar betabloqueador oral.
- CRealizar cardioversão elétrica.
- DObservar, pois deve cessar espontaneamente.
4Paciente de 60 anos, em uso crônico de amiodarona, refere fadiga e intolerância ao frio. Exames mostram TSH elevado e T4 livre reduzido.
Qual o mecanismo mais provável?- ABloqueio beta-adrenérgico induzido pela droga.
- BSupressão da hipófise.
- CHipotireoidismo por excesso de iodo.
- DEfeito colateral da digoxina.
5Homem de 50 anos, sem comorbidades, relata palpitações autolimitadas. ECG em repouso mostra extrassístoles ventriculares isoladas, sem sinais de disfunção cardíaca. Qual a conduta mais adequada?
- AImplantar marcapasso.
- BIniciar amiodarona.
- CRastrear doença coronariana com cineangiocoronariografia.
- DReassurar o paciente e manter acompanhamento.
6Homem de 68 anos, com histórico de insuficiência cardíaca, apresenta dor torácica e palpitações. ECG mostra taquicardia com QRS alargado a 160 bpm, dissociação átrio-ventricular e morfologia de bloqueio de ramo.
Qual a principal suspeita diagnóstica?- ATaquicardia supraventricular com aberrância.
- BTaquicardia atrial multifocal.
- CTaquicardia ventricular.
- DFlutter atrial.
7Paciente de 56 anos em consulta ambulatorial com história de fibrilação atrial paroxística recente, sem doença cardíaca estrutural. Frequência cardíaca estável, assintomático. Qual o melhor tratamento para prevenir fenômenos tromboembólicos?
- AIniciar ácido acetilsalicílico 100 mg/dia.
- BPrescrever heparina de baixo peso molecular.
- CAvaliar escore CHA₂DS₂-VASc e considerar anticoagulação oral.
- DIndicar ablação por radiofrequência.
8Mulher de 32 anos com síndrome de Wolff-Parkinson-White é atendida com taquicardia paroxística. ECG mostra fibrilação atrial com QRS largo e frequência ventricular > 200 bpm. Qual fármaco está contraindicado?
- APropafenona.
- BAmiodarona
- CAdenosina
- DDigoxina
9Homem de 58 anos apresenta quadro de síncope durante esforço. ECG revela bloqueio atrioventricular de 2º grau tipo Mobitz II.
Qual a conduta mais indicada?- AObservar e repetir ECG em 24 horas.
- BIniciar atropina e manter em vigilância.
- CImplantar marcapasso definitivo.
- DIniciar betabloqueador.
10Paciente de 72 anos com FA crônica, em uso irregular de rivaroxabana, apresenta AVC isquêmico. Qual a explicação mais provável?
- AComplicação tromboembólica pela própria arritmia.
- BHipotensão associada à medicação.
- CHiperviscosidade sanguínea.
- DHemorragia cerebral confundida com AVC isquêmico.
11) Um paciente com 54 anos, em acompanhamento há 4 meses em função de cardiopatia
isquêmica dilatada, foi admitido na unidade de emergência com queixas de súbitas palpitações e dispneia há cerca
de 3 horas. O paciente nega dor precordial, informando ser portador, de longa data, de hipertensão arterial sistêmica
e diabetes melito, em uso de carvedilol, enalapril, furosemida, espironolactona, dapagliflozina e insulina NPH (dose
apenas noturna). Ao exame físico, o paciente se encontra em moderado desconforto respiratório, sudorese presente,
pressão arterial de 80 × 62 mmHg, frequência cardíaca de 120 batimentos por minuto, com ritmo cardíaco irregular
e com estertoração bolhosa bibasal. É realizado um eletrocardiograma (ECG) que evidencia padrão irregular, com
existência de ondas f, sendo caracterizada fibrilação atrial paroxística com elevada resposta ventricular; fora a presença
de ondas Q patológicas na parede anterior, não há distúrbios de ST-T no ECG. A médica que o atende opta por realizar
um procedimento que exige prévia aplicação de sedação e analgesia ao paciente, passando a explicar-lhe o que será
realizado em seguida.
Diante da situação apresentada, o procedimento que será realizado no paciente é- Acineangiocoronariografia com angioplastia coronária.
- Bcateterismo cardíaco com estudo eletrofisiológico
- Cimplante de marca-passo provisório transvenoso.
- Daplicação de cardioversão elétrica.
12Um homem de 58 anos é levado ao pronto-socorro devido à dor retroesternal de forte
intensidade, em aperto, com irradiação para o braço esquerdo, iniciada há 1 hora. É hipertenso, diabético e tabagista.
Foi submetido a uma angioplastia por cateterismo cardíaco, havendo resolução dos seus sintomas. No segundo dia
após a angioplastia, durante a visita de um familiar, subitamente houve rebaixamento do nível de consciência, o
paciente permanece com pulso central. O monitor cardíaco mostrou o traçado a seguir
Diante do quadro clínico apresentado, a conduta a ser adotada imediatamente é
- Arealizar cardioversão elétrica
- Brealizar novo cateterismo cardíaco.
- CAdministrar metoprolol endovenoso.
- Dadministrar lidocaína endovenosa
13Um homem com 60 anos de idade foi internado em um hospital municipal com quadro
de confusão mental. O paciente reside em outro município, há 300 km do hospital. Na admissão, o paciente disse ser
assintomático, relatou que não costuma procurar atendimento médico e que preferia morar sozinho no sítio onde
nasceu e cuida de uma pequena lavoura. Os familiares que o acompanhavam confirmaram que ele não apresenta
comorbidades diagnosticadas, mas relataram que, há 5 dias, o paciente apresentou um episódio de confusão mental,
tendo sido levado para internação hospitalar. Acrescentaram que, na ocasião, foi diagnosticada e tratada uma infecção
do trato urinário e que, durante o exame físico, detectou-se uma arritmia cardíaca, confirmada por eletrocardiograma,
cujo resultado é reproduzido a seguir.
O resultado do eletrocardiograma realizado na internação atual apresenta o mesmo padrão. Agora, consciente e
orientado, sem queixas, o paciente manifesta desejo de ter alta e de retornar a seu sítio, afirmando que não pretende
realizar outras consultas médicas. Nesse contexto, qual é a conduta médica indicada?
- ADar alta hospitalar ao paciente após introdução de digoxina.
- BDar alta hospitalar ao paciente após a introdução e o ajuste da dose da varfarina.
- CDar alta hospitalar ao paciente após introdução e ajuste de dose do betabloqueador.
- DOrientar os familiares para que busquem, por meios jurídicos, a guarda do idoso e o mantenham na sede do
município para iniciar tratamento com varfarina.
14 Mulher com 60 anos de idade, hipertensa, vai à consulta em Unidade Básica de Saúde
porque apresentou quadro de parestesias e hemiparesia no membro superior esquerdo há uma semana, com reversão
espontânea completa em 12 horas. Pressão arterial = 180 x 110 mmHg, ausculta cardíaca com ritmo irregular, em 2
tempos, exame neurológico sem alterações significativas. Traz tomografia computadorizada de crânio sem contraste,
realizada no dia dos sintomas, que é normal. Realizou eletrocardiograma conforme mostrado abaixo - DII (traz exame
semelhante feito há 60 dias).
Qual é o outro fármaco, além do tratamento anti-hipertensivo, mais indicado para essa paciente como medida de
maior impacto na prevenção de novos episódios do quadro neurológico?
- AVarfarina.
- BClopidogrel.
- CTiclopidina.
- DAtorvastatina
- EÁcido acetilsalicílico.
15) Um homem de 55 anos de idade, portador de infecção pelo HIV, diabético do tipo II, hipertenso,
em terapia antirretroviral, estável há 6 anos, com contagem de linfócitos CD4 de 980 células/mm (valor de referência
< 1.000 células/mm) e carga viral indetectável (< 25 cópias/mL), apresentou quadro de perda súbita e transitória da
consciência, com queda da própria altura e recuperação espontânea. Na semana seguinte ao episódio, procurou o médico
clínico que o acompanha; a hipertensão arterial e o diabetes mellitus mantinham-se controlados. O paciente relatou que,
desde o episódio mencionado, sente “palpitações” e “pulso acelerado”. O médico observou no exame cardiovascular:
frequência cardíaca = 105 bpm; pressão arterial = 140 x 90 mmHg, ritmo cardíaco irregular, achados que não haviam sido
até então documentados em 10 anos de seguimento ambulatorial do paciente. O eletrocardiograma realizado naquela
ocasião mostra ausência de ondas P e intervalos RR muito irregulares. A conduta imediata mais adequada é:- AMonitorizar o paciente por 48 horas, para observar a possibilidade de reversão espontânea da arritmia.
- BEncaminhar o paciente para a emergência cardiológica, para ser submetido à cardioversão elétrica.
- CSolicitar ecocardiograma transesofágico, para avaliar a presença de trombos em átrio esquerdo.
- DIniciar heparinização plena e varfarina, para minimizar o risco existente de doença tromboembólica.
- EAdministrar antiarrítmicos intravenosos, para induzir reversão farmacológica da arritmia.
16) Paciente, com 57 anos de idade, sexo masculino, chega ao pronto atendimento queixandose de palpitações que se iniciaram há três dias, associadas à tontura e à dispneia. Relata fazer uso de metimazol 10
mg/dia há um mês por diagnóstico de hipertireoidismo. Faz uso ainda de enalapril 20 mg para hipertensão arterial
desde os 45 anos de idade. Ao exame: pressão arterial = 110 x 70 mmHg; frequência cardíaca = 160 BPM; frequência
respiratória = 26 irpm; ritmo cardíaco taquicárdico, irregular, em dois tempos, sem sopros; murmúrio vesicular
fisiológico com crepitações bibasais; abdome livre, indolor, ruídos hidroaéreos positivos; aparelho locomotor sem
alterações. Saturação periférica de oxigênio de 87%. Solicitado ECG: imagem abaixo. Instalada a suplementação de
oxigênio e monitorização cardíaca. Assinale a alternativa que identifica a arritmia e a conduta a ser tomada ainda na
sala de pronto atendimento.
- AFlutter atrial e amiodarona.
- BTaquicardia supraventricular paroxística e procainamida.
- CSíndrome de Wolff-Parkinson-White e betabloqueador.
- DTaquicardia atrial multifocal e bloqueadores de canais de cálcio.
- EFibrilação atrial e digitálico.
17Um paciente de 64 anos foi levado por familiares à unidade de emergência logo após
ter apresentado episódio de síncope. Segundo o paciente, ele já tinha apresentado 2 outros episódios nos últimos
3 meses, sempre precedidos por sensação de “tonteiras”, e, eventualmente, tem sentido a impressão de fraqueza,
“escurecimento da visão” e sensação de queda iminente. Não há dados relevantes de história patológica pregressa do
paciente, que não faz uso de nenhum fármaco regularmente. No exame físico, o paciente apresentava-se bradicárdico
(42 batimentos por minuto), normotenso, com ritmo cardíaco regular em 3 tempos (B4), sem sopros. Seu pulso venoso
jugular revelou a presença de intermitentes ondas “a em canhão”. Foi realizado um eletrocardiograma, que revelou
padrão similar ao ilustrado na figura abaixo.
O emergencista que atende esse paciente deverá explicar-lhe que será necessária a realização de:
- Acardioversão elétrica.
- Bablação de via anômala
- Cimplante de marca-passo definitivo.
- Disolamento elétrico das vias pulmonares
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- Revalida Clínica médica Quiz on Arritmias, created by Amanda Mendes on 17/06/2025.
- Author
- Amanda Mendes
- Language
- Português
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