Michelle Borges
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Atualidades Slide Set on BREXIT, created by Michelle Borges on 04/18/2019.

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    BREXIT
    O que é? No dia 23 de junho de 2016, quando os cidadãos do Reino Unido participaram de um plebiscito em que podiam escolher entre duas opções: o Reino Unido permanecer (“remain”) ou deixar (“leave”) a União Europeia. No fim das contas, venceu a opção pela saída dos britânicos da UE, com 52%. Os percentuais de votação nos países dentro do Reino Unido foram: Inglaterra: 53,4 % favoráveis ao Brexit País de Gales: 52,5% favoráveis ao Brexit Escócia: 62% contrários ao Brexit Irlanda do Norte: 55,8% contrários ao Brexit No resultado final, o Brexit venceu por 51,9% dos votos. De acordo com ele, o Reino Unido deveria deixar a União Europeia até a data de 29 de março de 2019, independente de haver ou não um acordo. IMPORTANTE! No dia 14 de março, o parlamento britânico aprovou adiar o Brexit até a data de 30 de junho e rejeitou a possibilidade de um novo referendo. Na declaração da Chanceler alemã, Ângela Merkel, para que o Parlamento Europeu aceite esse adiamento, é necessário que o Parlamento do Reino Unido aprove o acordo entre Londres e Bruxelas, já negado por duas vezes.
    O que seria a UE e o Reino Unido? UE: é um bloco acordado entre vários países europeus, cujo objetivo maior é promover a integração e a cooperação entre tais países, em termos econômicos, culturais e políticos. Reino Unido: é um país formado por Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte. Já o termo Grã – Bretanha, muitas vezes associado, é um termo geográfico, que designa uma das ilhas do arquipélago das ilhas britânicas (no caso, a “grande ilha”, na qual está a Inglaterra). São mais de mil ilhas no arquipélago, como a ilha da Irlanda, por exemplo. Na ideia de manter maior autonomia nacional, por exemplo, o país não aderiu ao euro em 1993, assim como não aderiu totalmente à abertura de fronteiras, se limitando a colaborar com as autoridades europeias nesse sentido. A fronteira entre a Irlanda do Norte (parte do Reino Unido) e a República da Irlanda (um país independente, membro da União Europeia) é a única ligação terrestre entre a Europa e o Reino Unido.A fronteira entre a Irlanda do Norte (parte do Reino Unido) e a República da Irlanda (um país independente, membro da União Europeia) é a única ligação terrestre entre a Europa e o Reino Unido. Atualmente, milhares de pessoas atravessam a fronteira irlandesa todos os dias, e bens e serviços passam entre as duas jurisdições sem restrições. A saída do Reino Unido da União Europeia implicará um controle de fronteiras entre ambos. Há um temor de que este controle de fronteira na ilha da Irlanda possa reavivar o movimento separatista na Irlanda do Norte. Nas negociações já realizadas, o Reino Unido se comprometeu a não estabelecer uma “fronteira dura” (com postos de controle) entre a Irlanda e a Irlanda do Norte.

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    POR QUE ESCOLHEU DEIXAR A UE?
    A crise dos refugiados, considerada pela ONU a maior crise humanitária desde a Segunda Guerra Mundial, é uma das razões da desconfiança da população com relação às políticas que o país instituirá e às obrigações que têm de cumprir com a UE, como o asilo de pessoas. Há o argumento de que a União Europeia cria uma situação injusta entre seus membros, em que países com economias mais fortes (como Alemanha, França e Reino Unido) “sustentam” países economicamente mais fracos e endividados (Espanha, Portugal, Grécia, Itália, etc). Em 2015, o país enviou 17,8 bilhões de libras à UE, do qual apenas 4,4 bilhões foram reinvestidos no Reino Unido. Em relação ao comércio, os defensores do Brexit afirmam que as empresas britânicas ficariam livres das regulações com a União Europeia. Em relação à investimentos em educação, os defensores do Brexit afirmam que apenas 3% do orçamento britânico de pesquisa científica é custeado pela UE.  Em relação à custos de energia, os apoiadores do Brexit pensam que as políticas de energia limpa da UE podem encarecer os custos energéticos, enquanto o maior fornecedor de gás natural do Reino Unido é a Noruega (que não está na UE). Já os defensores da permanência afirmam que a energia do Reino Unido é mais limpa graças à UE e a saída poderia gerar insegurança energética. Em relação à política internacional, os apoiadores do Brexit entendem que o papel do Reino Unido na ONU e na OTAN são mais determinantes do que o na UE para a política britânica.    

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