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ROTAÇÃO E TRANSLAÇÃO

Janielly Costa Portuguese 25 slides

ROTAÇÃO E TRANSLAÇÃO

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  1. ROTAÇÃO

    • É o movimento que a Terra faz em volta de seu próprio eixo. É um movimento feito no sentido anti-horário, ou seja, de oeste para leste. Por isso, o Sol parece nascer no leste e se por no oeste (esta posição varia no decorrer do ano, por isso não é uma posição fixa). O movimento completo tem a duração de 23 horas e 56 minutos.
    • Graças ao movimento de rotação, existe o dia e a noite. Enquanto a superfície de metade do nosso planeta fica voltada para o Sol temos o dia nesta parte (com presença da luz solar). Já a noite ocorre quando a outra parte do planeta
    • ROTAÇÃO
  2. TRANSLAÇÃO

    • É o movimento que o Planeta Terra faz ao redor do Sol. Chamado de órbita terrestre, este movimento é elíptico (forma de elipse). A translação completa tem a duração de 365 dias, 5 horas e, aproximadamente, 48 minutos. Chamamos de ano a volta completa que nosso planeta dá ao redor do Sol. A velocidade da Terra neste movimento é de 107 mil quilômetros por hora.
    • TRANSLAÇÃO
  3. ANO BISSEXTO E HORÁRIO DE VERÃO

    • O ano bissexto é aquele que possui um dia a mais do que os outros anos que posuem 365 dias. No calendário gregoriano, este dia extra é contado a cada 4 anos, sendo incluído sempre no mês de fevereiro, que passa a ter 29 dias. O ano bissexto acontece porque o ano-calendário tradicionalmente utilizado possui uma diferença em relação ao ano solar. Enquanto que no calendário tradicional o ano dura 365 dias para se completar; no calendário solar, dura 365,25 dias.
    • Essa diferença de 0,25 corresponde a fração de um quarto de um dia. Sendo assim, a cada quatro anos temos a diferença de um dia em relação ao calendário convencional e solar. Esse dia é justamente o que caracteriza o ano bissexto.
    • Horário de verão é um sistema de ajuste temporal, fazendo com que o relógio seja adiantado para que haja o melhor aproveitamento da luz do sol, ao invés das lâmpadas elétricas. O horário de verão é caracterizado pelo adiantamento do relógio em 1 hora.
  4. LINHA INTERNACIONAL DE DATA

    • A “linha internacional de data” é uma linha imaginária que, por convenção, é representada pelo meridiano oposto ao Meridiano de Greenwich e que atravessa o Oceano Pacífico separando o mundo em dois: a leste é um dia a menos do que a oeste dela. Ou seja, quando nos países localizados a oeste (Japão por ex.) da linha internacional de data, for dia 4, nos países localizados a leste (Américas, por ex.) da linha internacional de data, será dia 3. O horário continuará o mesmo (respeitando-se os fusos).
    • Embora a Linha Internacional de Data não obedeça nenhum padrão científico para sua localidade ou traçado, se faz necessária essa separação de dias diferentes por causa do tamanho da terra.
    • LINHA INTERNACIONAL DE DATA
  5. LINHA INTERNACIONAL DE DATA

    • LINHA INTERNACIONAL DE DATA
    • LINHA INTERNACIONAL DE DATA
  6. FUSOS HORÁRIOS

    • A Terra possui 360°, e o dia é composto por 24 horas. Então, se dividirmos 360° por 24, totalizamos 15°, o que corresponde a 60 minutos, ou seja, 1 hora. O movimento de rotação é responsável pelo surgimento dos dias e das noites. O homem instituiu horários distintos no mundo, e a partir daí foi inserindo o sistema de fusos horários.
    • O mundo todo possui ao todo 24 fusos e cada um desses corresponde a uma linha imaginária traçada de um pólo ao outro. Dessa maneira, cada fuso se encontra entre dois meridianos. Toda porção terrestre que se estabelece nesse intervalo possui o mesmo horário.
    • FUSOS HORÁRIOS
  7. FUSOS HORÁRIOS BRASILEIROS

    • FUSOS HORÁRIOS BRASILEIROS
  8. AS ESTAÇÕES DO ANO

    • AS ESTAÇÕES DO ANO
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    • A inclinação do eixo de rotação da Terra, que é de 23,5º , aliada ao seu movimento de translação, interfere na quantidade de incidência de raios solares recebidos na superfície terrestre. Como resultado, têm-se a existência das estações do ano e uma diferença na duração dos dias e das noites, ao longo do ano.
    • No céu, verificamos um movimento aparente do Sol. Nesse movimento, podemos visualizar duas situações: a posição do Sol no horizonte e o trajeto dele ao longo do céu. Se observarmos atentamente a posição do Sol durante o ano, verificaremos que em determinadas épocas ele ficará mais “ao sul”, e em outras mais “ao norte”. Aparentemente, durante o ano, o Sol faz um movimento de Sudeste a Noroeste no horizonte terrestre. Mas, na verdade, é somente a forma como a Terra recebe os raios solares.
    • Graças a essa inclinação do eixo de rotação e a posição da Terra em relação ao sol, a incidência de raios solares nos hemisférios Norte e Sul é diferente. Em determinado momento, um hemisfério estará mais voltado para Sol, e seis meses depois será o outro hemisfério.
    • O ano possui 4 estações que sãp verão, outono, primavera e inverno.
    • Data do ano Hemisfério Sul Hemisfério Norte
    • 20 e 21 de março Equinócio de Outono Equinócio de Primavera
    • 20 e 21 de junho Solstício de Inverno Solstício de Verão
    • 22 e 23 de setembro Equinócio de Primavera Equinócio de Outono 20 e 21 de dezembro Solstício de Verão Solstício de Inverno
  10. ESTAÇÕES

  11. ESTAÇÕES DO ANO

    • Primavera – durante a primavera, dias e noites possuem a mesma duração. Pelo menos isso é o que ocorre em seu início, pois, com o passar do tempo, os dias vão ficando gradativamente maiores. Essa estação é conhecida por ser o período de crescimento das folhas e flores das árvores, embora apresente diferentes características nos diferentes lugares.
    • Datas aproximadas de início: 20 de março no hemisfério norte e 20 de setembro no hemisfério sul.
    • Verão – em tempos de verão, os dias são mais longos do que as noites. Esse maior período de exposição aos raios solares faz com que as temperaturas médias elevem-se proporcionalmente.
    • Datas aproximadas de início: 21 de junho no hemisfério norte e 21 de dezembro no hemisfério sul.
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    • Outono – quando o outono se inicia, os dias novamente voltam a ter a mesma duração das noites, equilibrando um pouco as temperaturas. Com o passar do tempo, os dias vão ficando cada vez menores. É nessa estação que as árvores costumam trocar suas folhas.
    • Datas aproximadas de início: 23 de setembro no hemisfério norte e 20 de março no hemisfério sul.
    • Inverno – na estação do inverno, os dias são menores do que as noites, acontecendo o processo inverso do verão, o que contribui para a diminuição média das temperaturas.
    • Datas aproximadas de início: 21 de dezembro no hemisfério norte e 21 de junho no hemisfério sul.
    • Vale lembrar que essa divisão é utilizada mais por uma herança científica europeia do que pela forma como percebemos diretamente o clima. Nas regiões do Brasil mais próximas à Linha do Equador (em que a luminosidade do sol acontece mais intensamente o ano todo), essa divisão é menos perceptível no cotidiano do que na região sul, onde as quatro estações do ano são mais bem definidas. Em outras sociedades, por exemplo, outros tipos de divisões das estações foram realizadas, tal qual o Egito antigo, cujas estações eram: cheia, plantio e colheita.
  13. EQUINÓCIO

    • Dessa forma, os equinócios são os períodos do ano em que a Terra é iluminada igualmente nos dois hemisférios. Nesse momento, os dias e as noites possuem a mesma duração. Os equinócios ocorrem em dois períodos do ano: nas proximidades do dia 21 de março, quando ocorre o equinócio de outono no hemisfério sul, e nas proximidades do dia 23 de setembro, quando ocorre o equinócio de primavera.
    • Desta forma, podemos dizer que o equinócio é um estágio intermediário entre o solstício de verão e o de inverno em determinado hemisfério. Ou seja, o equinócio ocorre quando a incidência maior de luz solar se dá exatamente sobre a linha do Equador.Então, diz-se que é equinócio de outono para o hemisfério que está indo do verão para o inverno e equinócio de primavera para o hemisfério que está indo do inverno para o verão.
    • EQUINÓCIO
  14. SOLSTÍCIOS

    • SOLSTÍCIOS
    • Já os solstícios são os períodos em que a Terra é iluminada de maneira desigual nos hemisférios. Assim, no de 21 junho, há a indicação do solstício de inverno no hemisfério sul (e de verão no hemisfério norte), com os dias menores do que as noites, e no dia 21 de dezembro, há os solstícios de verão no nosso hemisfério, com as noites menores do que os dias. Desta forma, diz-se que é solstício de verão no hemisfério sul quando a luz solar incide com maior intensidade sobre este hemisfério e, ao mesmo tempo, que é solstício de inverno no hemisfério norte, por causa da menor incidência de luz solar neste hemisfério.
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    • O momento exato de um solstício é aquele em que o sol, visto da Terra, encontra-se o mais distante possível do “equador celeste” (linha imaginária que marca o céu ao meio – como o equador com a Terra), ou seja, quando ele se encontra a 23,5º para o norte ou para o sul dessa linha. Já o momento exato do equinócio é quando o sol passa exatamente sobre o equador celeste.
    • Quando é solstício de verão no hemisfério sul, o sol estará “a pino” sobre o Trópico de Capricórnio, pois este se encontra exatamente a 23,5º da Linha do Equador e, portanto, receberá incidência direta da luz solar. Ou o contrário, quando for solstício de verão no hemisfério norte, o sol estará “a pino” sobre o Trópico de Câncer.No equinócio, o sol estará “a pino” sempre sobre as regiões localizadas próximas a linha do equador.
    • Da mesma forma, podemos dizer que, nas regiões polares, o Círculo Polar Ártico delimita a região que não receberá sol durante o solstício de inverno no hemisfério norte. Da mesma forma que o Círculo Polar Antártico, delimita a região que não receberá sol durante o solstício de inverno no hemisfério sul.
    • ROTAÇÃO E TRANSLAÇÃO
  16. As Zonas Climáticas da Terra

    • As Zonas Climáticas da Terra
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    • Zonas polares Localizam-se entre o Círculo Polar (glacial) Ártico e o Polo Norte e o Círculo Polar (glacial) Antártico e o Polo Sul.
    • São as regiões localizadas nos polos que recebem os raios solares de maneira extremamente inclinada. Desta forma, não há o aquecimento da superfície com a mesma intensidade ocorrida em outras zonas. Por isso, nas zonas polares são registradas as menores temperaturas do mundo.
    • Zonas temperadas A zona temperada norte está localizada entre o Círculo Polar Ártico e o Trópico de Câncer; já a zona temperada sul localiza-se entre o Círculo Polar Antártico e o Trópico de Capricórnio. São regiões com temperaturas amenas, pois compreendem as áreas cuja luz solar atinge a superfície de maneira não muito inclinada.
    • Zona tropical ou intertropical: É a faixa climática localizada entre o Trópico de Câncer e o Trópico de Capricórnio, passando pela linha imaginária do Equador.
    • A luz solar atinge a superfície terrestre de maneira perpendicular, com grande intensidade. Por isso, as temperaturas nessas regiões são elevadas, sendo consideradas as mais quentes do planeta.
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    • Bem ao centro do planeta, onde temos as áreas próximas a Linha do Equador, são as áreas mais iluminadas e, portanto mais quentes. Predomínio de temperaturas elevadas. Nessas áreas temos vegetações abundantes, associado a grande quantidade de precipitações.
    • Nas áreas intermediárias, zonas temperadas, pode-se dizer que o clima é mais equilibrado, pois os raios solares não incidem tão diretamente sobre a Terra. É dividida em Zona Temperada do Norte e Zona Temperada do Sul.
    • E, nas áreas dos polos e próximos a eles, devido à inclinação terrestre são as áreas que menos pegam a luz do Sol. Isso acontece, pois os raios não conseguem atingir a superfície. Por essa razão o acúmulo de gelo nas calotas (polo norte e sul) é inevitável.
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    • Trópicos, meridianos e círculos, as linhas que cortam a Terra
    • Marcações foram determinadas pela inclinação da Terra em relação ao Sol
  20. LINHA DO EQUADOR

    • "Se você pegar uma laranja e fizer um corte no meio dela, conseguindo duas metades iguais, você está fazendo um corte em seu equador”. É assim que Enos explica o que é a linha imaginária que divide o planeta no sentido horizontal, a Linha do Equador.
    • Comparando a Terra à laranja, o corte deve ser perpendicular à direção dos gomos. “Eles estão dispostos lado a lado, unidos na parte central da laranja. A parte central parece um eixo de simetria que, na casca, forma dois pontos, sendo um deles ligado à árvore”, ensina o astrônomo. Este eixo de simetria seria equivalente ao eixo de rotação da Terra e, para se encontrar o equador, é preciso fazer um corte perpendicular a ele, conseguindo duas metades iguais. Com 40 mil km de extensão, a Linha do Equador atravessa 14 países da América do Sul, África, Ásia e Oceania, dividindo o Hemisfério Norte do Hemisfério Sul da Terra.
    • No Brasil, a Linha do Equador corta os estados do Amazonas, de Roraima e do Amapá.
  21. Trópico de Capricórnio e Câncer

    • Ao contrário do que diz o senso comum, ao meio-dia, o Sol nem sempre está no ponto mais alto do céu (zênite). Dependendo da região do planeta de onde se observa, a estrela chega ao zênite duas, uma ou nenhuma vez durante o ano. Isso acontece por causa da inclinação do eixo de rotação da Terra, explicado acima.
    • O planeta orbita o Sol sempre inclinado para o mesmo lado, logo, dependendo da posição em que a Terra se encontra, um ponto diferente do globo recebe a incidência de luz solar mais intensa.
    • Um observador localizado na Linha do Equador vê o sol a pino duas vezes no ano, no início da primavera e do outono. Já o observador que está na Região Tropical, isto é, entre o Trópico de Câncer e o de Capricórnio, vê a estrela no zênite em datas diferentes, variando de acordo com a distância em relação à Linha do Equador. Já o observador que está sobre os trópicos vê o sol no zênite nos solstícios de verão - isso é, quando os hemisférios recebem a maior incidência de luz solar: por volta do dia 21 de junho no Hemisfério Norte e 21 de dezembro no Hemisfério Sul. Quem está ao norte ou ao sul dessas linhas nunca vê o sol no ponto mais alto do céu.
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    • Portanto, os trópicos de Câncer e Capricórnio determinam os pontos mais ao norte e ao sul (respectativamente) onde é possível ver o sol a pino. Eles estão a 23º26’ da Linha do Equador. O Trópico de Câncer corta 17 países do Hemisfério Norte, como México, Egito, Argélia, Arábia Saudita e o Havaí. Já o Trópico de Capricórnio atravessa onze países da América do Sul, África e Oceania, como Brasil, Argentina, Paraguai, Chile, África do Sul, Madagascar e Austrália. No Brasil, a linha atravessa os estados do Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo.
    • Por que os trópicos recebem estes nomes? Enos explica que, há cerca de 2000 anos, quando foram oficializadas estas linhas, o Sol passava pela constelação de Câncer no dia 21 de junho e pela constelação de Capricórnio em 21 de dezembro. As datas marcam o solstício, isto é, quando o Sol ilumina com mais intensidade os hemisférios Norte ou Sul do planeta.
  23. Círculo Polar Ártico e Antártico

    • Por causa da inclinação da Terra, quando é verão no Polo Norte ou no Polo Sul, o Sol nunca se põe. Durante o inverno, acontece o contrário: as noites são compridas e, em alguns lugares não amanhece. Os círculos polares Ártico e Antártico marcam o limite de onde acontece pelo menos um período de 24 horas durante o verão em que não anoitece e outro dia inteiro sem sol, durante o inverno. O Círculo Polar Ártico abrange porções do Alasca, Canadá, Groelândia, Noruega, Suécia, Finlândia e Rússia. Já o Círculo Polar Antártico abrange apenas a Antártida.
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    • ROTAÇÃO E TRANSLAÇÃO
  25. Meridiano de Greenwich

    • Da mesma forma que a Linha do Equador divide a Terra nos hemisférios Norte e Sul, o Meridiano de Greenwich divide o planeta em leste (Oriente) e oeste (Ocidente). Ao contrário das outras linhas, Greenwich não tem uma origem “natural”. Foi estabelecida em 1884, a poucos quilômetros do centro de Londres (Inglaterra), vencendo uma disputa com Espanha, França e Portugal. Na época, cientistas dos três países disputavam o direito ao local que ficaria conhecido como “centro do mundo”.
    • A linha imaginária, que passa pelo Observatório Real de Astronomia da Inglaterra, atravessa oito países da Europa e África, além do território norueguês, na Antártida. Ela serve de referência para a medição dos outros meridianos - linhas que atravessam o planeta de norte a sul - e para o fuso-horário mundial. Do outro lado do planeta está localizado o chamado Meridiano 180, base para a Linha Internacional da Data. Quem cruza esta linha de leste para oeste, deve somar um dia no calendário. Quem a cruzar na direção contrária, subtrai um dia.

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Slide Set on ROTAÇÃO E TRANSLAÇÃO, created by Janielly Costa on 19/12/2016.
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Janielly Costa · Dec 2016
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Feb 3, 2018
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