Karteikarten
unidade 5

Karten in diesem Stapel (127)
- 1Controle de estímulosO efeito que os EVENTOS ANTECEDENTES exercem sobre o comportamento.
O nosso comportamento ocorre em determinado contexto - 2por que nos comportamos de maneira diferente em situações diferentes?Efeito da consequências:
Reforçadores positivos
Estímulos aversivos - 3Evidência de controle de estímulosA prob da R é alta na presença do estímulo diante do qual ela foi repetidamente reforçada e baixa na sua ausência
Estímulo discriminativo: SD, correlacionado com o reforço para uma dada R
Estímulo delta: S, correlacionada com a ausência de reforço para uma dada R - 4O Responder discriminado: discriminaçãoÉ estabelecido através de um procedimento denominado TREINO DISCRIMINATIVO: ocorre por meio do reforçamento diferencial: reforço do comport diante de determinado estímulo.
Ausência do reforço (extinção ou punição) para o comport diante de outros estímulos - 5Correlacionado com o reforço para uma dada R

- 6Correlacionado com a ausência de reforço para uma dada R

- 7SDEstímulo discriminativo
EVOCA comportamentos
Sinaliza a consequência da R
Sinaliza a classe de R com prob de reforço
Afeta a prob de R
Não existe garantia (prob)
Ex: na presença de sua mãe, dizer "mãe"
Inclui o ambiente físico, social, temporal, fisiológico - 8SΔEstímulo Delta
Sinaliza a INDISPONIBILIDADE do reforço
Fornece ocasião para que a RESPOSTA NÃO OCORRA; não evoca a R
É correlacionado com ausência do reforço (extinção ou punição).
Ex: na presença do pai, dizer pai e não mãe.
EX: Lanchonete com luzes apagadas sinaliza que o reforço NÃO estará disponível.
Inclui o ambiente físico, social, temporal e fisiológico - 9Discriminação operante e o responder discriminado: Discriminação simplesDiscriminar implica em responder de maneira diferenciada na presença de estímulos diferentes ou a diferentes aspectos do estímulos.
A discriminação simples exemplifica uma contingência de 3 termos
SD: R → S conseq.
EX: Cantar no banheiro mas não durante uma conferência - 10Discriminação operante e o operante discriminado 1) treino sucessivoSD e SΔ apresentados um após o outro, de maneira aleatória.
Estímulo antecedente: comportamento → consequência. - 11SD e SΔ apresentados um após o outro, de maneira aleatória.Treino sucessivo

- 12Discriminação operante e o operante discriminado 2) Treino simultâneoSD e S apresentados simultaneamente. Produz discriminações mais precisas e em menos tempo.
- 13SD e SΔ apresentados simultaneamente. Produz discriminações mais precisas e em menos tempo.Treino simultâneo

- 14Generalização de estímulos operanteEmissão do mesmo comport na presença de estímulos semelhantes.
Quanto mais parecido o novo estímulo for com o SD, maior a prob da R ocorrer.
A R é reforçada na presença de um estímulo SD.
Provavelmente ocorrerá na presença de novos estímulos formalmente parecidos com o SD - 15Gradiente de generalização

- 16issão do mesmo comport na presença de estímulos semelhantes. Quanto mais parecido o novo estímulo for com o SD, maior a prob da R ocorrer. A R é reforçada na presença de um estímulo SD. Provavelmente ocorrerá na presença de novos estímulos formalmente parecidos com o SD

- 17Gráfico de gradiente de generalização

- 18Classes de estímulosConjunto de estímulos que serve de ocasião para a mesma classe de R.
Classes Formais
Classes funcionais - 19Classes formaisOs estímulos são unidos na classe por similaridade física (de forma)

- 20Classes funcionaisUma mesma R é reforçada na presença de estímulos do conjunto que não possuem similaridade física.

- 21Controle de estímulosControle dimensional (atenção): o que controla a R: cor, forma ou fundo?

- 22Controle Dimensional e Atenção (controle de estímulos)Estímulos/objetos têm várias dimensões (cor, forma, textura, tamanho...)
Controle por determinadas dimensões é geralmente denominado ATENÇÃO
Controle restrito ou super seletividade - 23Atenção ATENTAR para a ACControle por determinadas dimensões.
Não é a "mente" que atenta ou discrimina, e sim, o organismo como um todo. - 24O que determina o atentar?As contingências
Atentamos aos estímulos que sinalizam ou sinalizaram consequências importantes (reforçadoras). - 25Controle restrito ou super seletividadeControle por partes ou elementos de um estímulo (diferente do estímulo/dimensão alvo).
Ex: dizer "mulher na de presença de um determinado estímulo - 26AbstraçãoGeneralização dentro da mesma classe e discriminação entre classes diferentes.
*Reforçamento ADICIONAL produz a generalização dentro da mesma classe.
*Reforçamento DIFERENCIAL produz a discriminação entre classes diferentes. - 27Reforçamento adicionalInclusão de novos estímulos á classe de estímulos da cor "preto"
ex: blusa preta, bolsa preta, calça preta - 28Reforçamento diferencialPara extinguir a R verbal "preto" na presença de outros estímulos
ex: blusa, bolsa, calça de outras cores - 29Encadeamento de R ou cadeia comportamentalSequência de R necessárias para a produção de um reforçador
- 30Cadeia comportamentalEm uma cadeia comportamental, o elo entre as contingências é o reforço condicionado.
- 31Sequência de R necessárias para a produção de um reforçador

- 32Em uma cadeia comportamental, o elo entre as contingências é o reforço condicionado.

- 33Atenção - Reforçador condicionador generalizadoAtenção de outras pessoas é um reforço condicionador generalizado porque reforça n classes de R, INDEPENDENTEMENTE de privações especificas, sendo também um SD para a emissão de n classes de R diferentes
- 34Atenção de outras pessoas é um reforço condicionador generalizado porque reforça n classes de R, INDEPENDENTEMENTE de privações especificas, sendo também um SD para a emissão de n classes de R diferentes

- 35Aprendizagem X ErrosInfluência da cultura
Contexto acadêmico: Erros benéficos para o processo de aprendizagem: informações sobre como corrigir e emitir o desempenho correto. Em avaliações - indicação sobre o processo de aprendizagem ou desenvolvimento.
Mudanças em estruturas cognitivas - 36Erro e ACLei do efeito (Thorndike): Aprendizagem = manutenção de R que produzem bons efeitos e diminuição da ocorrência de R que produzem maus efeitos (erros)
- 37Erro e AC Aprendizagem sem erroProgramação de contingências de ensino que resultam em desempenhos precisos ou com poucos erros
- 38Erro e AC Qual o efeito do erro sobre a aprendizagem?Pesquisas com controles de estímulos:
Redução da precisão do desempenho
Respostas emocionais
Esquiva da tarefa/professor - 39O que é o Erro?Senso comum: Erro é inerente ao aprendiz, a pessoa tem "problema"
Para a AC: R não reforçadas; R sem SΔ.
Controle de estímulo diferente do definido como objetivo de ensino: indica controle parcial ou ausência de controle do comport por estímulos específicos.
Efeito da generalização - 40Subproduto dos ErrosR errada em contingência de reforçamento intermitente pode torná-la persistente.
A punição do erro pode produzir comport de fuga/esquiva.
Estímulos pareados com erros podem se tornar aversivos, mesmo quando os pareamentos são ocasionais.
R emocionais - 41Procedimentos que minimizam errosAquisição de Discriminações: treino discriminativo, reforçamento diferencial (tentativa e erro).
Procedimentos alternativos: esvanecimento ( fading), modelagem de estímulos, dica atrasada - 42Procedimentos alternativos Esvanecimento (fading) Caso:EX: Whaley e Malott
Bete: 8 anos; "retardo mental"
Tarefa: ensinar a criança a selecionar o seu nome dentre dois - 43Reforçamento diferencial Etapa 1

- 44Esvanecimento (ou fading) Etapa 2

- 45Esvanecimento (ou fading) definiçãoProcedimento de treino discriminativo.
Envolve mudanças gradual dos estímulos antecedentes (SD OU SΔ)
A diferença entre os estímulos da discriminação inicial e final é gradualmente reduzida.
Ocorre transferência de controle de estímulos - 46Esvanecimento (ou fading) TiposEsvanecimento aditivo: introdução gradual de estímulos. EX: Bete e Suzy
Esvanecimento subtrativo: remoção gradual de estímulos. EX: Casa e desenho da casa - 47Esvanecimento subtrativo: remoção gradual de estímulos. EX: Casa e desenho da casa

- 48Treino discriminativo com mudança de estímulo gradual: Utilidade especial para:Reduz a probab de R em SΔ (ou SD) e seus subprodutos.
Indivíduos com dificuldade de aprendizagem.
Erros persistentes.
Discriminação refinada e sutil.
*Produzem discriminações num tempo menor do que o necessário com outros procedimentos; evitam contato com situações aversivas - 49Porque é melhor utilizar esvanecimento aditivo ao invés de reforçamento diferencial?Porque produz desempenhos sem ou com o mínimo de erros foram obtidos com o procedimento de modificação gradual do SΔ (fading aditivo)
História de aprendizagem com erros afeta o desempenho subsequente (“discriminação defeituosa”) e gera subprodutos emocionais. - 50Sobreposição de estímulos Transferência de controle de estímulos

- 51Dica atrasada (delayed prompt) definiçãoModificação gradual do intervalo entre a apresentação dos estímulos da discriminação e da apresentação da dica se a R não ocorrer
- 52Dica atrasada procedimento1) A dica é sobreposta a um dos estímulos da discriminação final (SD OU SΔ).
*Dica: estímulo suplementar, não relacionado com a tarefa.
2) Interpõe-se um tempo para que a R ocorra entre a apresentação dos estímulos finais e a dica.
3) Remoção gradual da dica - 53Dica atrasada no contexto clínico

- 54Uso de dicas X Dica atrasada

- 55Modelagem de estímulos (Stimulus Shaping) definiçãoConsiste na modificação gradual da topografia ou forma dos estímulos iniciais até que se transformem nos estímulos da discriminação final (alvo)
- 56Modelagem de estímulos (ilustração)

- 57Modelagem de estímulo letras

- 58—


- 59Modelagem de estímulos processoO treino inicia-se com estímulos fisicamente distintos e que já controlam desempenho discriminado. *estímulos familiares.
Manipulações progressivas na forma dos estímulos iniciais.
Ao término das etapas de mudança, os estímulos apresentam a forma dos estímulos da discriminação final.
Os estímulos iniciais e finais compartilham uma mesma dimensão crítica que permite a diferenciação entre o SD e o SΔ - 60Esvanecimento x modelagem de estímulos

- 61Procedimentos que minimizam erros Aplicações

- 62Aspectos importantes sobre os procedimentos 1

- 63Aspectos importantes sobre os procedimentos 2

- 64Falante e ouvintecomport verbal é definido como o comport operante que exige a presença de outra pessoa (ouvinte) para ser reforçado.
- 65Episódio verbal Contingências entrelaçadascontingências entrelaçadas

- 66Comportamento verbal exPensar (comportamento verbal privado)
Escrever
Falar
Digitar textos
Expressões faciais
Usar códigos - 67Comportamento Verbal: Comportamento verbal não - vocalLíngua de sinais (libras)
"Aquele que faz o sinal, silenciosamente, age como falante, e aquele que responde ao sinal, embora surdo, é o ouvinte" - 68Comunidade verbalPessoas de um grupo que usam o mesmo sistema de sinais ora como falantes, ora como ouvintes.
Por meio do reforçamento diferencial, modela o comportamento verbal. - 69Comportamento do ouvinteTem papel fundamental
Diferentes audiências controlam diferentes repertório verbais.
O falante pode ser o ouvinte de seu próprio comportamento verbal
*varia de acordo com o ouvinte: gestos, interjeições, palavras faladas - 70Aprendizagem do comportamento de falarComportamento vocal (ainda não verbal) é gradualmente modelado.
*Criança torna-se um falante e um ouvinte adaptado dentro de uma determinada comunidade verbal - 71Modelação do comportamento verbal se dá peloreforçamento diferencial
- 72Operantes verbaisDevem ser considerados os antecedentes e o efeito sobre o comportamento do ouvinte
- 73Tipos de operantes verbaisEcoico
Textual
Transcrição: cópia e ditado
Intraverbal
Mando
Tato
7) Autoclítico (operante verbal de segunda ordem) - 74Similaridade formalR e o SD são da mesma modalidade (escrito/escrito, falado/falado), então há similaridade formal.
ex: dizer bola após ouvir o estímulo verbal oral bola - 75Correspondência ponto a pontoPartes específicas do estímulo verbal controlam a topografia da R verbal.
Ex: criança dizer "mãe" diante do SD palavra escrita mãe - 76Operante verbal ECOICODeve haver correspondência (identidade) com o SD (estímulos auditivos): palavras ou frases ditas por outras pessoas.
Resposta: vocal com correspondência ponto a ponto com o som ditado (SD = R)
SD: verbal - vocal; R: verbal - vocal; Sc: reforço social
Ouvir a palavra "água" e falar "água" - 77Verbal - Vocal= sonoro
- 78Operante verbal: TextualA resposta verbal do falante (leitor) é controlada pelo texto (estímulo verbal ou textual).
SD: estímulos textuais
R: Verbal - Vocal (ou oral), correspondência funcional com o texto
Conseq: reforço social - 79Operante verbal: Textual

- 80Operante verbal: TranscriçãoSD: sonoro ou escrito (palavras ou frases)
R: verbal escrita
Ex: diante da palavra ditada bolo, escrever bolo - 81Operante verbal: Transcrição cópia e ditado

- 82Operante verbal: intraverbalConsiste em conectar elementos verbais; estabelecido pela cultura ou pelo mundo físico, sequências verbais, associações verbais.
SD: estímulo verbal sonoro ou escrito
R: vocal, motora (escrita)
conseq: reforço generalizado (social)
*Sem correspondência ponto a ponto entre o SD e a R - 83Operante verbal: Intraverbal ex

- 84Operantes verbais que envolvem o SDEcoico
textual
transcrição
intraverbal - 85Operante verbal Comparação

- 86Operantes verbais controlados por eventos não verbais:Mando e Tato
Não apresentam similaridade formal nem correspondência ponto a ponto entre o SD e a R - 87Operante verbal: MandoOcorre diante de estado de privação ou de estimulação aversiva (operação estabelecedora)
R: vocal ou escrita ou gesto (ordem, instrução, solicitação, exigência) explicita a natureza da ação do ouvinte.
Conseq: mudanças no ambiente relacionadas aos estados de privação ou de estimulação aversiva
Ex: "me passe o azeite?" - 88Operante verbal: mandoEmissão de ordens, pedidos, perguntas, conselhos...
Indicação dos reforços
Não depende do tipo de R (palavra falada, escrita ou gesto)
Seguido de conseq reforçadora (proporcionada pelo ouvinte)
ex: mãe compra para mim - 89Operante verbal: TatoSD: objetos, pessoas, acontecimentos, sensações, lembranças (não verbais).
R: vocal ou motora (anunciar, nomear, descrever- forma oral, escrita gestual)
Conseq: reforçadores sociais
ex: Está chovendo! - 90Qual é a importância do tatoidentificação de necessidades
de ajuda, alívio, autoconhecimento, autocontrole - 91Operante verbal: tatoNomeação de estímulos
Permite o contato (tatear, nomear) com os mais variados aspectos do ambiente
Descreve as propriedades dos elementos dos ambientes (interno ou externo)
ex: a cadeira está quebrada
Estou com frio - 92Operantes verbais comparação Mando e tato

- 93Extensão metafórica do tatoO controle pe exercido por algumas propriedades compartilhadas entre dois estímulos. O falante usa essa propriedade de um estímulo para falar sobre algo que tem relaçao funcional com essa propriedade.
EX: seu sorriso brilha como o sol
ex: “Me sinto como uma água suja que contamina
tudo por onde passa”. - 94Extensão metonímica do TatoTato emitido sob controle de parte ou partes de um estímulo complexo não verbal.
Um estímulo passa a controlar uma resposta por acompanhar normalmente o estímulo sob o qual o reforço dessa resposta é contingente.
EX: “Comprei 50 cabeças de gado”
“O Congresso sancionou a lei...” - 95Operantes verbais distorcidos (Tato)• Relato do que o ouvinte gostaria de ouvir e não o que de fato ocorreu.
• Está sob o controle dos reforçadores sociais generalizados.
• O falante relata eventos que produzem reforçadores positivos ou que evitam punições
• Exemplos (Mantidos por reforçamento negativo):
•“Eu fiquei com fulano no show X”; mas, de fato, apenas conversou
•“Eu fiz o exercício, mas esqueci em casa”; mas, de fato, não fez
• Exemplos (Mantidos por reforçamento positivo):
• Marido conta sobre o que fez de bom durante o
expediente, mas não sobre o happy hour - 96Operantes verbais distorcidosTato Distorcido:
• Pode também se referir a descrição exagerada, minimizada ou parcial de uma situação ou evento
• Exemplos (reforçados socialmente):
• Fofocas justificadas por “eu aumento, mas não invento” ou ditos populares “Quem conta um conto aumenta um ponto" - 97Operantes verbais disfarçados•Mando disfarçado:
•Tem semelhança topográfica com o tato, mas o efeito sobre o ouvinte é de mando.
•Não especifica claramente o reforço.
•A comunidade verbal reforça tais comportamentos por serem formas mais educadas ou delicadas de fazer pedidos
• Exemplo:
•“Nossa, que vestido lindo! Acho que cairia muito bem em mim”
•“Gostei bastante, mas o valor da consulta é um pouco caro” - 98Distorções do Tato e do Mando

- 99Importância da Análise Funcional

- 100Regras x contingênciasOperar o novo equipamento a partir de seu manual
x
aprender a operar um novo equipamento apertando os botões e experienciando as consequências da ação - 101Comportamento Modelado pelas Contingências(CMC)
Adquirido e mantido diretamente por suas consequências.
Não depende de outra pessoa, somente da interação com as contingências.
Surge sem instruções (NÃO depende de ouvir ou ler uma regra).
EX: andar de bicicleta, digitar... - 102Controle por contingências naturais X Controle por contingências culturais (regras - instruções)

- 103Comportamento Governado por Regras(CGR)
Envolve DUAS R sob controles de antecedentes diferentes
Controlado por um SD verbal (regra)
Depende do comportamento verbal de outra pessoa (quem emite a regra - falada ou escrita) - 104Envolve DUAS R sob controles de antecedentes diferentes (CGR)

- 105O que é uma regra?Estímulo verbal que especifica alguns aspectos de uma ou mais contingências de reforçamento (SD:R->SR+ ou SR- , se…então)
Instruções
Cartazes com modelos
Conselhos
Ordens
Leis - 106O que é uma regra?• Os elementos da contingência podem estar explícitos ou implícitos na regra:
Explícitos: Se você fumar, vai acabar com câncer!
Implícitos: Diga NÃO às drogas.
Não indica os 3 termos da contingência; o contexto torna a contingência óbvia; o preenchimento das “lacunas” depende da história passada do indivíduo - 107CGR - EnvolveDUAS R e DUAS consequências
- 108CGR contingência (1) ImediataConsequências próximas e arbitrárias - não
relacionadas com as contingências descritas pela regra; consequência (social, em geral) para seguir a regra/obedecer.
Programadas para que a regra controle o comportamento quando as consequências naturais são atrasadas e/ou aversivas.
SD Regra (Não Fume!): Resposta (Não fumar) à SR (Evitar críticas) - 109CGR Contingência (2) FinalConsequências naturais que compõem a
contingência descrita pela regra.
SD Regra (Não Fume!): Resposta (Não fumar) ↛ SAver (Doença/evita doenças) - 110CGR - 2 tipos de ComportamentosDois comportamentos - Dois níveis de controle discriminativo.
Aquiescência
Rastreamento - 111CGR - 2 tipos de Comportamento Aquiescência(em inglês, “pliance”) - Comportamento que depende de contingências sociais. O comportamento de seguir a regra é diretamente reforçado pelo falante (“autor”
da regra). Ex: Normas, leis, costumes - 112CGR - 2 tipos de Comportamentos Rastreamento(em inglês “tracking”) - Comportamento que depende de correspondências entre o comportamento verbal e eventos ambientais. Execução do comportamento
especificado pela regra. Ex: Instrução para ligar um equipamento ou uma descrição de um trajeto para chegar
em um local. A regra funciona como uma “pista”, uma “dica”. - 113CMC X CGRDescrever a contingência é um segundo comportamento que o indivíduo pode aprender. Deve ser também analisado a fim de evitar o “mentalismo” (causalidade interna).
O indivíduo que segue a regra pode conseguir explicitá-la (mesmo que parcialmente). - 114Por que as pessoas seguem regras?O comportamento de seguir regra é reforçado quando a regra é verdadeira/funciona.

- 115Por que as pessoas seguem regras?História passada de reforçamento da correspondência entre seguir a regra e as consequências próximas (e.g., reforço social por obedecer)
História passada de correspondência entre a regra e as contingências naturais e reforçamento diferencial para seguir x não seguir - 116Vantagens do CGRRegras tornam mais fácil tirar proveito das semelhanças entre as contingências
ex: “Esse programa funciona de modo semelhante ao Word”
Facilita novas aprendizagens; evita erros e consequências aversivas. - 117Vantagens do CGR Regras são importantes para contingências:Complexas (Ex: Instruções para uso de aparelhos com muitas teclas diferentes x com 3 teclas).
Com reforçamento a longo prazo (Ex: Criança obesa - seguir dieta)
Com reforçamento pouco frequente (Ex: Treino de vendedor para ser persistente; persistência para seguir dieta e prática de exercícios).
Punitivas (Ex: Não aceite balas de desconhecidos) - 118Desvantagens do CGRControle instrucional (Regras) pode diminuir a sensibilidade às mudanças nas contingências de reforço.
Uso de orientações fixas (e.g., Chegar a um local sempre pelo mesmo caminho; e se houver um desvio?)
Ator iniciante tende a seguir rigidamente o texto, tem dificuldade com improvisação.
Resolver problemas de física a partir da fórmula sem considerar as unidades de medida. - 119AutorregrasEstímulos verbais que descrevem, completa ou parcialmente, as contingências.
Indivíduo é o falante (quem emite a regra) e o ouvinte (quem segue ou não a regra).
São formuladas a partir da interação com o ambiente (“Se eu sair de casa à noite, algo ruim irá acontecer” - autorregra formulada após um assalto).
Regras formuladas por outros falantes podem se tornar autorregras para um indivíduo (Ouvir da mãe desde a
infância: “Não confie nos homens”)
Nem sempre descrevem as contingências de maneira acurada (Se eu emagrecer, vou casar e ter um bom
emprego) - 120Categorização SocialAtitudes como comportamento verbal
Contribuições do paradigma de equivalência de estímulos.
Contribuições da teoria das molduras relacionais (RFT)
Contribuições da análise do comportamento para a abordagem do preconceito racial (Mizael e de Rose,2017) - 121Definições (psicologia Social)Preconceito: "conjunto de atitudes culturalmente condicionadas com relações a determinado grupo social ou indivíduo. (relata uma preferência)
Estereótipos: "conjunto de crenças sobre os atributos pessoais de um grupo de indivíduos". (Utilizados para justificar atitudes, comportamentos e diferenças nos grupos sociais. - 122Propostas da Análise do comportamentoatitudes como comportamento verbal
preconceito racial é uma atitude
atitude e crença - envolvem comportamento verbal sob controle de contingências sociais em vigor - 123Funções das atitudes1) Tatos
2) Intraverbal
3) Mando - 124Funções das atitudes Tatoinformam sobre eventos privados; funcionam como tatos. Aprendizagem a partir de generalização de tatos
sobre o ambiente físico para tatos sobre o próprio comportamento. Ex: “Gosto da minha casa, do meu óculos ...”; “Não gosto do time X”, pois viu os torcedores
brigando no estádio. - 125Funções das atitudes Intraverbal- controle por eventos verbais; falar de
situações, eventos, pessoas com os quais não teve experiência direta. (e.g., “todos os moradores de X são ignorantes”; “não gosto de nenhum cabelereiro homossexual”. - 126Funções das atitudes MandoEspecifica o reforço a ser promovido pelo ouvinte. Ex: O chefe diz (mando disfarçado): “Não gosto de funcionários que olham as redes sociais enquanto
trabalham”. Pai diz: “Não gosto de defensores das minorias raciais - 127—
Informationen
- Beschreibung
- Psicologia Karteikarten am unidade 5, erstellt von yris xauane am 26/05/2025.
- Erstellt von
- yris xauane
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