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BRUCELOSE BOVINA
Inhalt der Mindmap
BRUCELOSE BOVINA
ZOONOSE
Bactéria
- Brucella abortus
- Bovinos e Bubalinos
- eutanásia
- Brucella spp.
- Multiplos animais
- EXÓTICA: Brucella melitensis* (acomente ovinos e caprinos, exótica no Brasil; evitar que ela entre).
- PREVALENTE: Brucella suis; B. Canis; B. ovis
- EXÓTICA: Brucella melitensis* (acomente ovinos e caprinos, exótica no Brasil; evitar que ela entre).
- Cocobacilo Gram-negativo
- Parasita intracelular facultativo que sobrevive no interior de macrófagos por longos períodos
- Proteção contra a ação do complemento e de anticorpos específicos.
- Parasita intracelular facultativo que sobrevive no interior de macrófagos por longos períodos
- Multiplos animais
- Bovinos e Bubalinos
- Brucella abortus
Infecção GENERALIZADA e CRÔNICA
Polissacarídeo O
- Formação LISA
- Brucella abortus;
- Brucella suis
- Brucella melitensis;
- Requerem notificação IMEDIATA de CASO SUSPEITO ou diagnóstico laboratorial
- Não foi diagnosticada no Brasil até hoje
- Brucella melitensis;
- Requer notificação IMEDIATA de qualquer CASO CONFIRMADO
- Brucella suis
- Brucella abortus;
- Formação RUGOSA
- Brucella canis
- Brucella ovis
- Requer notificação MENSAL de qualquer CASO CONFIRMADO.
- Brucella ovis
- Brucella canis
- Formação LISA
PATOGENIA
- Porta de Entrada:
- DIGESTIVA, RESPIRATÓRIA
- - conjuntiva ocular (mucosas) - genital - pele lesada
- LINFONODO REGIONAL
- DISSEMINAÇÃO
- Hemática e Linfática
- Linfonodos Baço e Fígado, SISTEMA REPRODUTIVO, Úbere e Articulações
- Instalação: articulações + exigidas => lesões HIGROMAS, que podem supurar.
- Linfonodos Baço e Fígado, SISTEMA REPRODUTIVO, Úbere e Articulações
- FÊMEA INFECTADA:
- Restos de aborto ou placentários, secreção vaginal, uterina e leite: CONTAMINAÇÃO AMBIENTAL
- Animal Susceptível
- Ingestão e Inalação: Contato com mucosa
- Animal Susceptível
- MACHO INFECTADO:
- Fêmea Susceptível
- Inseminação Artificial
- Fêmea Susceptível
- Restos de aborto ou placentários, secreção vaginal, uterina e leite: CONTAMINAÇÃO AMBIENTAL
- Hemática e Linfática
- Permanece por meses
- DISSEMINAÇÃO
- Via de Eliminação:
- restos de aborto ou placentários, secreção vaginal e uterina, sêmen e leite
- DIGESTIVA, RESPIRATÓRIA
- DOENÇA NA FÊMEA:
- o tropismo será significativamente aumentado pelo útero gestante e placenta
- PLACENTITE NECROTICA
- IINFECÇÃO FETAL
- Retenção de placenta; Endometrite; Infertilidade
- Aborto; Bezerros fracos; Natimortos
- Aborto é mais comum no 1º parto pós infecção
- IINFECÇÃO FETAL
- PLACENTITE NECROTICA
- o tropismo será significativamente aumentado pelo útero gestante e placenta
- DOENÇA NO MACHO:
- inflamação aguda do sistema reprodutivo
- Testículo; Epidídimo; Vesículas seminais; Ampolas seminais
- Orquite uni ou bilateral (pus, fibrose ou necrose), Epididimite; Vesiculite; Infertilidade
- Cronificação (assintomática)
- Testículo; Epidídimo; Vesículas seminais; Ampolas seminais
- inflamação aguda do sistema reprodutivo
- Porta de Entrada:
P. Incubação:
- Qt > gestação, < P. de incubação.
TRANSMISSÃO:
- Água, pastagem, fômites contaminados, sêmen, leite e derivados crus
Imunoglobulinas presentes no soro:
- Maioria de classe G (IgG1 e IgG2), seguidas das classes M (IgM) e A (IgA)
- Animais infectados permanecem com títulos de anticorpos mais elevados
- Maioria de classe G (IgG1 e IgG2), seguidas das classes M (IgM) e A (IgA)
IMPORTÂNCIA ECONÔMICA
- PERDAS DIRETAS:
- ✓ Aborto ✓ Orquite ✓Baixos índices reprodutivos ✓Aumento do intervalo entre partos
- PERDAS INDIRETAS:
- ✓Infecções humanas ✓ Desvalorização comercial ✓Barreiras comerciais internacionais
- PERDAS DIRETAS:
DIAGNÓSTICO
- MÉTODO DIRETO
- Isolamento e a identificação do agente, imunohistoquímica, e métodos de detecção de ácidos nucleicos, principalmente PCR
- Material de aborto (feto, conteúdo estomacal de feto, placenta) ou de secreções: apresentam resultados muito bons
- IHQ: pode ser procedida em material de aborto após a fixação em formol e permite tanto a identificação do agente como a visualização de aspectos microscópicos do tecido examinado.
- PCR detecta um segmento de DNA específico da B. abortus em material de aborto, em secreções e excreções.
- Riscos de contaminação!
- IHQ: pode ser procedida em material de aborto após a fixação em formol e permite tanto a identificação do agente como a visualização de aspectos microscópicos do tecido examinado.
- Material de aborto (feto, conteúdo estomacal de feto, placenta) ou de secreções: apresentam resultados muito bons
- Isolamento e a identificação do agente, imunohistoquímica, e métodos de detecção de ácidos nucleicos, principalmente PCR
- MÉTODO INDIRETO ou SOROLÓGICO
- Detecção de anticorpos contra B. abortus
- PNCEBT
- 1. Antígeno acidificado tamponado (AAT) 2. Anel em leite 3. (2-ME) e soroaglutinação em tubos 4. FC 5. Polarização fluorescente
- TRIAGEM/ ROTINA
- CONFIRMATÓRIO
- TRIAGEM/ ROTINA
- Outros métodos
- 1. ELISA indireto 2. Elisa competitivo 3. Isolamento 4. IHQ 5. PCR
- 1. Antígeno acidificado tamponado (AAT) 2. Anel em leite 3. (2-ME) e soroaglutinação em tubos 4. FC 5. Polarização fluorescente
- DIAGNÓSTICO OFICIAL
- PNCEBT – Métodos Indiretos
- 1) Antígeno acidificado tamponado (AAT)
- 2) Anel do leite
- 3) 2 - M e soroaglutinação em tubos
- 4) Fixação do complemento
- 5) Polarização fluorescente
- 4) Fixação do complemento
- M. V. HABILITADO
- Rebanho
- 3) 2 - M e soroaglutinação em tubos
- M. V. HABILITADO
- Rotina
- 2) Anel do leite
- FALSO-POSITIVO
- Primeiro, a reação pode ocorrer devido à presença de anticorpos não específicos presentes nas infecções por outras bactérias, como Yersinia enterocolitica O:9, Salmonella sp, Escherichia coli O:157, ou Pseudomonas sp.
- Segundo, podem decorrer como resultado da RESPOSTA VACINAL
- 1) Antígeno acidificado tamponado (AAT)
- PNCEBT – Métodos Indiretos
- MEDIDAS DE CONTROLE
- Vacinação massal de fêmeas; Diagnóstico; Sacrifício/Destruição
- MEDIDAS COMPLEMENTARES
- Controle de trânsito, Desinfecção; Piquete de parição
- MÉTODO DIRETO
PNCEBT
- Classificação das UFs
- Procedimentos de defesa sanitária animal conforme classificação
- População alvo
- Execução
- Veterinários habilitados e cadastrados; Rede Nacional de Lab.; Agropecuários do SUASA
- Educação, monitoramento e fiscalização
- Execução
- População alvo
- Procedimentos de defesa sanitária animal conforme classificação
- M.V CADASTRADO
- Setor PRIVADO, cadastrado no SVE.
- Executa a VACINAÇÃO contra Brucelose
- REQUISITOS P/ CADASTRAMENTO
- ✓ Estar inscrito no CRMV da(s) UF(s) de atuação; Cadastro gratuito
- ✓Emitir receita para aquisição de vacinas ✓Emitir atestado de vacinação
- ✓ Responsável técnico pela vacinação e marcação de animais vacinados (auxiliares)
- ✓Emitir receita para aquisição de vacinas ✓Emitir atestado de vacinação
- ✓ Estar inscrito no CRMV da(s) UF(s) de atuação; Cadastro gratuito
- Setor PRIVADO, cadastrado no SVE.
- M.V HABILITADO
- Atua no SETOR PRIVADO e que, aprovado em Curso de Treinamento em Métodos de Diagnóstico, sob a supervisão do SVO; Responsável pela certificação
- Pode realizar acompanhamento de exames com finalidades oficiais (validação de condição sanitária e saneamento)
- REQUISITOS P/ HABILITAÇÃO
- ✓ Estar inscrito no CRMV da(s) UF(s) de atuação; ✓ Solicitar Unidade Local do serviço de defesa sanitária animal do(s) Estado(s) onde irá atuar e ser habilitado pela SFA; ✓SDSA: certificado registrado de participação e aprovação em cursos e seminários reconhecidos pelo Departamento de Saúde Animal; ✓ Dispor de infraestrutura e material adequados à execução dos testes.
- Infraestrutura para Diagnóstico de Brucelose:
- ✓ Placa de vidro para soroaglutinação ✓ Material para colheita de sangue ✓ Formulários para emissão de atestados ✓ Ferros para marcação de animais reagentes positivos
- 5 Pessoas: PODEM DIVIDIR instalaçoões e equipamentos
- Teste do Anel do leite
- 1. Tubos de 10mm X 75mm ou 10mm X 100mm
- 2. Grade para tubos
- 3. Pipetas
- 4. Estufa ou banho-maria a 37°C
- 3. Pipetas
- 2. Grade para tubos
- 1. Tubos de 10mm X 75mm ou 10mm X 100mm
- ✓ Placa de vidro para soroaglutinação ✓ Material para colheita de sangue ✓ Formulários para emissão de atestados ✓ Ferros para marcação de animais reagentes positivos
- Infraestrutura para Diagnóstico de Brucelose:
- M.V. que decidir encaminhar amostras p/ diagnóstico:
- Fica IMPEDIDO de adquirir antígenos e realizar testes de diagnóstico para brucelose
- DEVERÁ emitir atestado de realização do teste, anexando o resultado do exame emitido pelo laboratório credenciado
- Laboratórios credenciados, ou laboratórios oficiais credenciados:Ferro para marcar positivos; Material para coleta de sangue
- Fica IMPEDIDO de adquirir antígenos e realizar testes de diagnóstico para brucelose
- ✓ Estar inscrito no CRMV da(s) UF(s) de atuação; ✓ Solicitar Unidade Local do serviço de defesa sanitária animal do(s) Estado(s) onde irá atuar e ser habilitado pela SFA; ✓SDSA: certificado registrado de participação e aprovação em cursos e seminários reconhecidos pelo Departamento de Saúde Animal; ✓ Dispor de infraestrutura e material adequados à execução dos testes.
- OBRIGAÇOÕES DO M.V HABILITADO
- 1. Cumprir o Regulamento Técnico do PNCEBT e normas complementares;
- 2. Atender às convocações do serviço oficial.
- 3. Apresentar uma via dos atestados de realização com periodicidade mensal, até o 5o dia do mês subseqüente;
- 4. Apresentar relatório de utilização de antígenos e tuberculinas, com periodicidade mensal, até o 5o dia do mês subseqüente,
- 5. Registrar as informações dos testes de tuberculose em formulário próprio, que poderá ser solicitado a qualquer momento pelo serviço oficial de defesa sanitária animal
- 6. Proceder à marcação dos animais positivos com a letra “P”
- 7. Notificar os resultados positivos em até 1 (um) dia útil
- 6. Proceder à marcação dos animais positivos com a letra “P”
- 5. Registrar as informações dos testes de tuberculose em formulário próprio, que poderá ser solicitado a qualquer momento pelo serviço oficial de defesa sanitária animal
- 4. Apresentar relatório de utilização de antígenos e tuberculinas, com periodicidade mensal, até o 5o dia do mês subseqüente,
- 3. Apresentar uma via dos atestados de realização com periodicidade mensal, até o 5o dia do mês subseqüente;
- 2. Atender às convocações do serviço oficial.
- DESCUMPRIMENTO:
- CANCELAMENTO DA HABILITAÇÃO
- Requerimento p/ nova Habilitaçaão: após 1 ano
- CANCELAMENTO DA HABILITAÇÃO
- 1. Cumprir o Regulamento Técnico do PNCEBT e normas complementares;
- Atua no SETOR PRIVADO e que, aprovado em Curso de Treinamento em Métodos de Diagnóstico, sob a supervisão do SVO; Responsável pela certificação
- SERVIÇO VETERINÁRIO OFICIAL
- Responsável pelas ações de vigilância e atenção veterinária em um ou mais municípios
- ATRIBUIÇÕES
- CADASTRAR e HABILITAR médicos veterinários que atuam no setor privado e CREDENCIAR laboratórios que não pertencem à rede do MAPA
- Monitorar e fiscalizar (vacinas, distribuição de antígenos, atuação dos veterinários)
- Pode assumir a responsabilidade técnica ou mesmo a execução da vacinação.
- Controlar a distribuição de antígenos
- Fiscalizar a destruição de animais/ Realizar eutanásia
- Controlar a distribuição de antígenos
- Pode assumir a responsabilidade técnica ou mesmo a execução da vacinação.
- Monitorar e fiscalizar (vacinas, distribuição de antígenos, atuação dos veterinários)
- CADASTRAR e HABILITAR médicos veterinários que atuam no setor privado e CREDENCIAR laboratórios que não pertencem à rede do MAPA
- ✓ O M. V. Oficial poderá, em qualquer momento e sem ônus p/ o proprietário, colher material biológico p/ testes de diagnóstico p/ brucelose e acompanhar ou realizar testes de diagnóstico p/ tuberculose, com o objetivo de verificar e validar a condição sanitária do estabelecimento de criação certificado, ou em certificação
- Serviço de Inspeção Oficial
- 1. acompanhar o abate sanitário de animais positivos, cumprindo os procedimentos higiênico-sanitários e fazendo o julgamento e destinação de carcaças e vísceras;
- 2. colher e encaminhar material para vigilância de tuberculose e brucelose;
- 3. comunicar ao SSA achados post mortem sugestivos de tuberculose e de brucelose.
- 2. colher e encaminhar material para vigilância de tuberculose e brucelose;
- 1. acompanhar o abate sanitário de animais positivos, cumprindo os procedimentos higiênico-sanitários e fazendo o julgamento e destinação de carcaças e vísceras;
- Classificação das UFs
VACINAÇÃO:
- Vacina B-19
- Vacina VIVA ATENUADA LIOFILIZADA
- Possui cadeia "O"
- RESPONSÁVEL: Médico veterinário Cadastrado ou SVO
- Animais vacinados apresentam queda considerável no título de anticorpos 12 meses após a vacinação com B-19
- Para induzir imunidade ou proteção contra a doença e diminuir a prevalência da brucelose bovina e bubalina.
- Dose: ÚNICA
- TODAS as fêmeas bovinas e bubalinas entre 3 a 8 meses de idade
- PROIBDA a vacinação em MACHOS e fêmeas com idade superior a 8 meses
- obrigatório o uso da vacina com amostra B19.
- Exceto: Estados classificados como A
- Algarismo final do ano
- TODAS as fêmeas bovinas e bubalinas entre 3 a 8 meses de idade
- Dose: ÚNICA
- Para induzir imunidade ou proteção contra a doença e diminuir a prevalência da brucelose bovina e bubalina.
- Vacina VIVA ATENUADA LIOFILIZADA
- Vacina RB-51
- Dose: depende da estratégia (qualquer idade)
- MARCAÇÃO: "V" no rosto lado esquerdo
- A vacina é elaborada com uma amostra de B. abortus rugosa atenuada
- originada da amostra mutante lisa virulenta de B. abortus 2308
- não pode ser utilizada em fêmeas bubalinas
- SOMENTE EM FÊMEAS BOVINAS
- não pode ser utilizada em fêmeas bubalinas
- originada da amostra mutante lisa virulenta de B. abortus 2308
- NÃO possui a cadeia de polissacarídeo O.
- Substituir a B-19
- Dose: depende da estratégia (qualquer idade)
- População Alvo a ser Testada Contra Brucelose
- Fêmeas testadas no intervalo de 15 dias antes até 15 dias depois do parto ou aborto, cujos resultados sejam negativos, deverão ser retestadas entre 30-60 dias pós parto ou aborto
- Vacina B-19
Informationen
- Beschreibung
- Veterinária Mindmap am BRUCELOSE BOVINA, erstellt von Bárbara Figueiredo am 17/04/2019.
- Erstellt von
- Bárbara Figueiredo · Apr 2019
- Aktualisiert
- 22 Apr 2019
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