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introdução

amore chan Portugiesisch 1 Seite

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No Ensino Fundamental, aprendemos que os seres humanos são diferentes dos outros animais e a justificativa é que os humanos pensam e os animais não pensam. Porém, há animais com inteligência suficiente para serem treinados a executar tarefas, como os chimpanzés e os golfinhos. Assim, qual é o real motivo que nos diferenciam de todos os outros seres vivos? A resposta envolve não somente o ato se pensar como também o de se comunicar. Primeiro, aprendemos a falar, depois, a escrita dividiu nossa existência em Pré- -História e História. Os registros por escrito guardaram os pensamentos de nossos antepassados, proporcionando às gerações futuras dados importantíssimos para além daquilo que já foi feito. Porém, acabou surgindo o grande desafio que norteou a disciplina de lógica: Como interpretar esses registros? A grande diferença do ser humano em relação aos outros seres vivos está nesse ponto, pois tão importante é o ato de se interpretar uma informação quanto é o de a elaborar. Assim, nossa mente é capaz de receber dados e deles extrair uma conclusão. Essa habilidade está diretamente ligada ao raciocínio lógico. Muitos pensam que essa disciplina está voltada apenas para as pessoas de “exatas”, mas ela é voltada para o público em geral e aqui seguem alguns exemplos que provam nosso conceito: ٠ Um advogado reúne todas as informações dos autos do processo e, por meio do Raciocínio Lógico, elabora sua tese de acusação ou defesa; ٠ Um médico, ao estudar todos os exames, consegue a partir de raciocínio lógico, elaborar um diagnostico e propor um tratamento; ٠ Um CEO de uma empresa, por meio dos relatórios mensais, consegue definir o plano de ação para estimular o crescimento da companhia. Todos os exemplos anteriores apresentam como será o estudo da disciplina, da qual receberemos informações e delas extrairemos respostas ou em outras palavras, conclusões. No Raciocínio Lógico, essas informações terão uma particularidade: Elas sempre serão declarações que poderemos classificá-las de duas maneiras, VERDADEIRA ou FALSA. Essas declarações serão chamadas de PROPOSIÇÕESNo Ensino Fundamental, aprendemos que os seres humanos são diferentes dos outros animais e a justificativa é que os humanos pensam e os animais não pensam. Porém, há animais com inteligência suficiente para serem treinados a executar tarefas, como os chimpanzés e os golfinhos. Assim, qual é o real motivo que nos diferenciam de todos os outros seres vivos? A resposta envolve não somente o ato se pensar como também o de se comunicar. Primeiro, aprendemos a falar, depois, a escrita dividiu nossa existência em Pré- -História e História. Os registros por escrito guardaram os pensamentos de nossos antepassados, proporcionando às gerações futuras dados importantíssimos para além daquilo que já foi feito. Porém, acabou surgindo o grande desafio que norteou a disciplina de lógica: Como interpretar esses registros? A grande diferença do ser humano em relação aos outros seres vivos está nesse ponto, pois tão importante é o ato de se interpretar uma informação quanto é o de a elaborar. Assim, nossa mente é capaz de receber dados e deles extrair uma conclusão. Essa habilidade está diretamente ligada ao raciocínio lógico. Muitos pensam que essa disciplina está voltada apenas para as pessoas de “exatas”, mas ela é voltada para o público em geral e aqui seguem alguns exemplos que provam nosso conceito: ٠ Um advogado reúne todas as informações dos autos do processo e, por meio do Raciocínio Lógico, elabora sua tese de acusação ou defesa; ٠ Um médico, ao estudar todos os exames, consegue a partir de raciocínio lógico, elaborar um diagnostico e propor um tratamento; ٠ Um CEO de uma empresa, por meio dos relatórios mensais, consegue definir o plano de ação para estimular o crescimento da companhia. Todos os exemplos anteriores apresentam como será o estudo da disciplina, da qual receberemos informações e delas extrairemos respostas ou em outras palavras, conclusões. No Raciocínio Lógico, essas informações terão uma particularidade: Elas sempre serão declarações que poderemos classificá-las de duas maneiras, VERDADEIRA ou FALSA. Essas declarações serão chamadas de PROPOSIÇÕES

As proposições são a base do pensamento lógico. Este pensamento pode ser composto por uma ou mais sentenças lógicas, formando uma ideia mais complexa. É importante ressaltar que o objetivo fundamental de uma proposição é transmitir uma tese, que afirmam fatos ou juízos que formamos a respeito das coisas. Sabendo disso, uma questão importante tem que ser respondida: como realmente podemos identificar uma proposição? A única técnica direta que temos é verificar se podemos atribuir o valor de verdadeiro ou falso a elas. Entretanto, existe uma técnica indireta que facilita muito o trabalho de identificação de uma proposição e é frequentemente cobrada em concursos públicos.

Uma preposição, só pode

A técnica consiste em sabermos o que não é proposição e por eliminação achar a proposição. A seguir, seguem exemplos do que não é proposição e a recomendação é que se memorizem esses tipos para facilitar na hora da prova: I) Sentenças Imperativas: Todas as declarações que remeterem a uma ordem não são proposições. Exemplo: “Apague a luz.”, “Observe aquele painel”, “Não faça isso”. II) Sentenças Interrogativas: Perguntas não são definidas como proposições: Exemplo: “Olá, tudo bem?”, “Qual a raiz quadrada de 5?”, “Onde está minha carteira?” III) Sentenças Exclamativas: Exemplo: “Como o dia está lindo!”, “Isto é um absurdo!”, “Não concordo com isto!” IV) Sentenças que não tem verbo: Exemplo: “A bicicleta de Bruno”, “O cartão de João”. V) Sentenças abertas: Este tipo de sentença possui uma grande quantidade de exemplos e os exemplos são importantes para sabermos identifica-las: Exemplo: “x é menor que 7 ou x < 7” – Essa expressão por si só é genérica pois não temos informações de x para saber se ele é ou não menor que 7. Entretanto, caso seja atribuído um valor a x, essa sentença se tornará uma proposição, pois será possível atribuir VERDADEIRO ou FALSO a sentença original. Assim, a expressão “Para x=5, tem-se que: 5 é menor que 7” é uma proposição e é VERDADEIRA. Por outro lado, “Para x=9, tem-se que: 9 é menor que 7” é uma proposição, mas é FALSA. Exemplo: “z é a capital da França” – As sentenças abertas não necessariamente são números, como mostra o exemplo. Se substituirmos “z” por “Toulouse”, a sentença virará proposição e será FALSA. Se z = Paris, a proposição será VERDADEIRA.

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Notiz am introdução, erstellt von amore chan am 09/07/2024.
Erstellt von
amore chan · Jul 2024
Aktualisiert
9 Jul 2024
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