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ACESSOS VENOSOS CENTRAIS
VEIA FEMORAL
VEIA SUBCLÁVIA
VEIA JUGULAR INTERNA
VEIA JUGULAR EXTERNA
Impede a mobilização do paciente
Não interfere nas manobras de ressuscitação cardiopulmonar
Não é necessária a posição de Trendelemburg durante o procedimento
Acesso rápido com alto risco de sucesso
Dificuldade de manter o local de inserção estéril
Fácil de manter o curativo e a fixação
Risco aumentado de pneumotórax iatrogênico
Mais confortável para o paciente
Menor risco de sucesso com profissionais inexperientes
Local de inserção acessível durante o estabelecimento da via aérea
Pode-se puncionar em discrasias sanguíneas moderadas
Baixo risco de falha por profissionais inexperientes
Local mais facilmente compressível e de mais fácil acesso em caso de controle cirúrgico de complicações
Não ideal para acessos de tempo prolongado
Menor risco de pneumotórax iatrogênico
O posicionamento de um cateter central por essa via é errático
Muito utilizada em situações de urgências para rápidas administrações de fluídos
Não permite o uso de soluções hipertônicas
Anatomia é variável e o local é muito móvel, dificultando a manutenção de um curativo fixo e estéril
Nas paradas cardíacas em que não se palpam os pulsos carotídeos, é uma punção de menor risco
REFERÊNCIAS:
IMIGO, Felipe et al. Acessos venosos centrais. Cuadernos de Cirugía, v. 25, n. 1, p. 52-58, 2018.
SCHWAN, Betina Luíza; AZEVEDO, Eliza Gehlen; COSTA, Laurence Bedin da. Acesso venoso central. Acta méd.(Porto Alegre), p. [4]-[4], 2012.
IESVAP
Clínica Cirúrgica I
Aluna: Alyne de Araújo Paiva
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- Flowchart on Untitled, created by Alyne Paiva on 16/11/2020.
- Created by
- Alyne Paiva
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