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Anticolinérgicos e bloqueadores musculares

Alexandre Araújo Matos Portuguese

Flowchart content

  1. Efeitos Farmacológicos

  2. Não passa pelo SNC

  3. Ordem de susceptibilidade dos efetores a doses crescentes dos fármacos antimuscarínicos

  4. Diminuem produção de saliva, suor, muco, etc

  5. Mais sensíveis aos anticolinérgicos

  6. Midríase, Ciclipegia, Taquicardia

  7. Esfíncteres, bexiga, TGI

  8. Inibição da secreção gástrica

  9. Dose grande, terapêutica e não tóxica

  10. Efeito em receptores nicotínicos

  11. Clínicos

  12. Dilatação pupilar

  13. Relaxamento do musculo ciliar da íris

  14. Não comodação do cristalino

  15. Utilizados em operações ou exames

  16. Curta duração

  17. Média duração

  18. Longa duração

  19. Fechamento do canal de Schlemm (aumento da pressão intraocular)

  20. Vias Respiratórias

  21. Inibição de secreções

  22. gl. nasais, faringe e vias aéreas

  23. Facilita intubação

  24. Ipratrópio

  25. Medicação pré-anestésica

  26. Antisialogogo (hipersecreção salivar)

  27. Diminui secreção salivar

  28. Facilita realização de cirurgia oral

  29. Processo de intubação

  30. Atrpína Sulfato 1%

  31. Indicações hospitalares

  32. Antisialogogo ou outra atividade antivagal (pré-anestesia e durante cirurgia

  33. Tratamento de envenenamento por colinérgicos

  34. Bradicardia sintomática

  35. Bloqueia receptores M2- reflexo vagal e aumenta débito cardíaco

  36. Crianças

  37. Aumento do tônus vagal, levando à braquicardia sintomática

  38. Intubação de emergência de bebês e crianças

  39. Quando há maior risco de braquicardia causada por reflexo vagal

  40. Cardiopatia isquêmica (infarto)

  41. Glaucoma agudo - ãngulo fechado

  42. Retenção urinária completa em pacientes com hipertrofia prostática

  43. Aumento do débito cardíaco

  44. Diminuição da contratilidade da bexiga

  45. Antiespasmódico

  46. Tônus, frequência e amplitude de contração

  47. Cólicas do trato gastrointestinal, das vias biliares, urinárias e do aparelho genital feminino

  48. Diminui secreção gástrica total e a acidez da úlcera

  49. Não deve ser utilizado sem orientação

  50. Doença de Parkinson

  51. Perda de neurônios dopaminérgicos

  52. Diminuição da dopamina

  53. Reequilíbrio entre dopaminérgicos e colinérgicos

  54. Biperideno e benztropina (anticolinérgicos)

  55. Provoca náuseas, vômitos

  56. Desencontro de informações entre labirinto, visão e nervos periféricos

  57. Intoxicação colinérgica

  58. Intoxicação por organofosforados e carbamatos

  59. Ingestão de determinados cogumelos (Amanitas)

  60. Anticolinesterásicos irreversíveis

  61. Atingem receptores nicotínicos

  62. Morte por parada respiratória

  63. Pralidoxima (período de 4hrs)

  64. Combina com o fosforo e impede a destruição da enzima

  65. Se liga aos receptores muscarínicos no SNC e periférico

  66. Impede efeitos por intoxicação colinérgica

  67. Centros bulbares parassimpáticos (dose terapêutica)

  68. Pode provocar leve depressão, sonolência, tontura e visão distorcida

  69. Efeitos Farmacológicos

  70. Atropina

  71. Escopolamina

  72. Passa pelo SNC

  73. Não passa pelo SNC

  74. Ordem de susceptibilidade dos efetores a doses crescentes dos fármacos antimuscarínicos

  75. Glandulas secretoras

  76. Diminuem produção de saliva, suor, muco, etc

  77. Mais sensíveis aos anticolinérgicos

  78. Midríase, Ciclipegia, Taquicardia

  79. Relaxamento das musculaturas lisas

  80. Esfíncteres, bexiga, TGI

  81. Inibição da secreção gástrica

  82. Dose grande, terapêutica e não tóxica

  83. Efeito em receptores nicotínicos

  84. Clínicos

  85. Dilatação pupilar

  86. Agem em M3

  87. Relaxamento do musculo ciliar da íris

  88. Não comodação do cristalino

  89. Ciclopegia

  90. Utilizados em operações ou exames

  91. Curta duração

  92. Média duração

  93. Longa duração

  94. Tropicamida e ciclopentolato

  95. Escopolamina

  96. Atropina

  97. Contra-indicado em pacientes com glaucoma

  98. Fechamento do canal de Schlemm (aumento da pressão intraocular)

  99. Vias Respiratórias

  100. Broncodilatadores

  101. Inibição de secreções

  102. gl. nasais, faringe e vias aéreas

  103. Facilita intubação

  104. Diminui laringoespasmo

  105. Ipratrópio

  106. Tratamento da DPOC

  107. Atropina ou escopolamina

  108. Medicação pré-anestésica

  109. Antisialogogo (hipersecreção salivar)

  110. Diminui secreção salivar

  111. Uso de baixas doses

  112. Facilita realização de cirurgia oral

  113. Processo de intubação

  114. Atrpína Sulfato 1%

  115. Tratamento de sialorreia

  116. Sublingual

  117. Pacientes com paralisia cerebral e ELA

  118. Indicações hospitalares

  119. Antisialogogo ou outra atividade antivagal (pré-anestesia e durante cirurgia

  120. Tratamento de envenenamento por colinérgicos

  121. Bradicardia sintomática

  122. Bloqueia receptores M2- reflexo vagal e aumenta débito cardíaco

  123. Crianças

  124. Aumento do tônus vagal, levando à braquicardia sintomática

  125. Intubação de emergência de bebês e crianças

  126. Quando há maior risco de braquicardia causada por reflexo vagal

  127. Riscos

  128. Cardiopatia isquêmica (infarto)

  129. Glaucoma agudo - ãngulo fechado

  130. Retenção urinária completa em pacientes com hipertrofia prostática

  131. Aumento do débito cardíaco

  132. Fechamento do canal de schelemm

  133. Diminuição da contratilidade da bexiga

  134. Aumento da temperatura corporal

  135. Diminui sudorese

  136. Bloqueio de M3 e M1

  137. Diminui motilidade do TGI

  138. Antiespasmódico

  139. Tônus, frequência e amplitude de contração

  140. Cólicas do trato gastrointestinal, das vias biliares, urinárias e do aparelho genital feminino

  141. Diminui secreção gástrica total e a acidez da úlcera

  142. Butilbrometo de escopolamina

  143. Não deve ser utilizado sem orientação

  144. Doença de Parkinson

  145. SNC

  146. Perda de neurônios dopaminérgicos

  147. Diminuição da dopamina

  148. Hiperatividade da Ach

  149. Reequilíbrio entre dopaminérgicos e colinérgicos

  150. Biperideno e benztropina (anticolinérgicos)

  151. Cinetose

  152. Enjoo de movimento

  153. Provoca náuseas, vômitos

  154. Desencontro de informações entre labirinto, visão e nervos periféricos

  155. Intoxicação colinérgica

  156. Intoxicação por organofosforados e carbamatos

  157. Ingestão de determinados cogumelos (Amanitas)

  158. Anticolinesterásicos irreversíveis

  159. Aumentam quantidade de acetilcolina

  160. Muscarina

  161. Atingem receptores nicotínicos

  162. Morte por parada respiratória

  163. Pralidoxima (período de 4hrs)

  164. Combina com o fosforo e impede a destruição da enzima

  165. Atropina

  166. Se liga aos receptores muscarínicos no SNC e periférico

  167. Impede efeitos por intoxicação colinérgica

  168. Age em M1,M4 e M5

  169. Centros bulbares parassimpáticos (dose terapêutica)

  170. Pode provocar leve depressão, sonolência, tontura e visão distorcida

  171. Doses maiores

  172. Inquietação, ansiedade, agitação, alteração da fala, dificuldade na fala, alucinações, aumento da pressão arterial e morte por insuficiencia respiratória

  173. Falta da ação da Ach em receptores nicotínicos

  174. Paralisia medular e morte

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Flowchart on Anticolinérgicos e bloqueadores musculares, created by Alexandre Araújo Matos on 02/10/2021.
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