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Artérias da região proximal do MS
Artéria supraescapular
Artéria escapular dorsal
Artéria axilar
Artérias dos Membros Superiores
Origem: Tronco tireocervical
Trajetória: Segue inferolateralmente cruzando o M. escaleno anterior, o frênico, a A. subclávia e o plexo braquial, seguindo lateralmente posterior e paralela à clavícula, em seguida, passa sobre o ligamento transverso da escápula até a fossa supraespinal e depois lateral à espinha da escápula até a fossa infraespinal, na face posterior da escápula.
Distribuição: Músculos supraespinhoso, subclávio, infraespinhoso e pele superior do tórax
Origem: Tronco tireocervical (A. cervical transversa).
Trajetória:
Distribuição: Músculos romboides, grande dorsal e porção inferior do trapézio,
Artéria torácica superior
Artéria toracoacromial
Artéria torácica lateral
Artéria subescapular
Artéria circunflexa anterior do úmero
Artéria circunflexa posterior do úmero
Origem: Primeira parte da artéria axilar
Trajetória: sentido inferomedial posteriormente à veia axilar e irriga o músculo subclávio, músculos no 1o e 2o espaços intercostais, alças superiores do músculo serrátil anterior e músculos peitorais sobrejacentes. Anastomosa-se com as artérias intercostal e/ou torácica interna.
Distribuição: Músculo peitoral maior e menor
Origem: Segunda parte da artéria axilar
Trajetória: perfura a membrana costocoracoide e divide-se em quatro ramos (acromial, deltóideo, peitoral e clavicular), profundamente à parte clavicular do músculo peitoral maior.
Distribuição: músculos peitoral maior e menor, uma área de pele sobre a fáscia clavipeitoral e a porção anterior do músculo deltoide.
Ramos secundários: Peitoral, acromial, clavicular e deltoide.
Origem: Terceira parte da A. axilar
Trajetória: desce ao longo da margem lateral do músculo peitoral menor, seguindo-o até a parede torácica. entretanto, pode originar-se em lugar das artérias toracoacromial, supraescapular ou subescapular.
Distribuição: M. serrátil anterior, peitorais, linfonodos axilares, músculo subescapular e em mulheres, ramos mamários laterais.
Origem: Terceira parte da artéria axilar
Trajetória: desce ao longo da margem lateral do músculo subescapular na parede posterior da axila. Logo termina dividindo-se nas artérias circunflexa da escápula e toracodorsal.
Distribuição: Artéria circunflexa escapular e artéria toracodorsal
Origem: Terceira parte da artéria axilar
Trajetória: Circunda o colo cirúrgico do úmero, anastomosando-se entre si lateralmente.
Distribuição: cabeça umeral e a articulação do ombro
Origem: terceira parte da artéria axilar
Trajetória: Circunda o colo cirúrgico do úmero, anastomosando-se entre si lateralmente e atravessa o espaço quadrangular.
Distribuição: articulação do ombro, músculos deltoide, redondo maior e menor e cabeças longa e lateral do tríceps braquial
Irrigação do Braço
Artéria braquial
Artéria braquial profunda
Artéria nutrícia do úmero
Artéria colateral ulnar superior
Artéria colateral média
Artéria colateral ulnar inferior
Origem: Artéria braquial
Trajetória: acompanha o nervo radial ao longo do sulco do nervo radial enquanto segue posteriormente ao redor do corpo do úmero
Distribuição: ramos musculares e artéria nutrícia do úmero
Origem: A. braquial no meio do braço
Trajetória: ntra no canal nutrício na face anteromedial do úmero. A artéria segue distalmente no canal em direção ao cotovelo.
Distribuição: úmero
Origem: Face medial da artéria braquial
Trajetória: acompanha o nervo ulnar posteriormente ao epicôndilo medial do úmero. Aqui se anastomosa com as artérias recorrente ulnar posterior e colateral ulnar inferior, participando das anastomoses arteriais periarticulares do cotovelo.
Distribuição: cabeça medial do m. tríceps braquial
Origem: A. braquial profunda
Trajetória: se anastomosa com a artéria colateral radial formando a anastomose arterial periarticular do cotovelo, que se anastomosam com as artérias radial e interóssea recorrente, respectivamente
Distribuição: músculo tríceps braquial e envia perfurantes fasciocutâneas para a pele
Origem: A. braquial próximo à prega do cotovelo.
Trajetória: segue inferomedialmente anterior ao epicôndilo medial do úmero e se une às anastomoses arteriais periarticulares da região do cotovelo, anastomosando-se com a artéria recorrente ulnar anterior.
Distribuição: articulação do cotovelo.
Irrigação do cotovelo e antebraço
Artéria radial
Artéria ulnar
Artéria recorrente radial
Ramos cutâneos
Ramos musculares
Artéria recorrente ulnar
Artéria interossea comum
Ramos cutâneos
Ramos musculares
Irrigação da mão
Artéria ulnar da mão
Artéria radial da mão
Arco palmar superficial
Ramo palmar profundo
Arco palmar profundo
Artéria radial do indicador
Ramos: artéria colateral média e artéria colateral radial
Origem: Face lateral da A. radial distal a bifurcação da A. braquial.
Trajetória: Ascende entre os Mm. braquiorradial e braquial, suprindo ambos (e a articulação do cotovelo); depois anastomosa-se com a A. colateral radial (ramo da A. braquial profunda).
Distribuição: M. braquiorradial, supinador, braquial e articulação do cotovelo.
Origem: A. radial
Distribuição: fáscia muscular e cutâena
Origem: A. radial
Trajetória: segue ao longo do (e demarca o) limite anterolateral entre os compartimentos.
Distribuição: M. da região lateral do antebraço
Possui dois ramos: o anterior e o posterior.
Anterior -
Origem: A. ulnar imediatamente distal à articulação do cotovelo
Trajetória: Segue superiormente entre os Mm. braquial e pronador redondo, suprindo ambos; então anastomosa-se com a A. colateral ulnar inferior, anteriormente ao epicôndilo medial
Distribuição: M. braquial, pronador redondo e anastomosa com a colateral ulnar inferior
Posterior -
Origem: A. ulnar distal à A. recorrente ulnar anterior
Trajetória: Segue superiormente, posterior ao epicôndilo medial e profundamente ao tendão do M. flexor ulnar do carpo; depois a A. recorrente anastomosa-se com a A. colateral ulnar superior
Distribuição: músculos flexores profundo e superficial dos dedos, articulação do
cotovelo e se anastomosa com as artérias colateral ulnar e recorrente interóssea
Origem: A. ulnar na fossa cubital, distal à bifurcação da A. braquial
Trajetória: Segue lateral e profundamente, logo terminando dividindo-se em Aa. interósseas anterior e posterior.
Distribuição A. interóssea anterior: músculos extensores profundos e o rádio e ulna respectivamente. Anastomosa
com a artéria interóssea posterior no compartimento posterior do antebraço.
Distribuição A. interossea posterior:
músculos supinador, abdutor longo do polegar, extensor ulnar do carpo e a
parte extensora do dedo mínimo do músculo extensor dos dedos.
Distribuição A. recorrente interóssea posterior: A. do cotovelo
Origem: A. ulnar
Distribuição: pele do antebraço
Origem: A. ulnar.
Distribuição: músculos da região medial do antebraço
Origem: Continuação direta da A. ulnar; o arco é completado na região lateral pelo ramo superficial da A. radial ou outro de seus ramos
Trajetória: Curva-se em sentido lateral, profundamente à aponeurose palmar e superficialmente aos tendões dos Mm. flexores longos; a curva do arco atravessa a palma no nível da margem distal do polegar estendido
Distribuição: metacarpos e falanges
Ramos secundários: a. digitais palmares comuns, a; metacarpais palmares e a. digitais palmares próprias.
Origem: A. ulnar nos ramos terminais
Distribuição: Estruturas dos Metacarpos e falanges da mão
Origem: A. radial, mas pode originar-se da artéria principal do polegar
Trajetória: Segue ao longo da face lateral do dedo indicador até sua extremidade distal
Distribuição: Estruturas dos Metacarpos e falanges da mão
Origem: Continuação direta da A. radial; o arco é completado na face medial pelo ramo profundo da A. ulnar.
Trajetória: Curva-se em sentido medial, profundamente aos tendões dos Mm. flexores longos; está em contato com as bases dos ossos metacarpais
Distribuição:
Ramos secundários: Artérias metacarpais palmares
Artéria principal do polegar
Rede carpal dorsal
Origem:
Aa. radial e ulnar
Trajetória:
Curva-se na fáscia do dorso da mão
Distribuição: Estruturas dos Metacarpos e falanges da mão
Vascularização dos Membros Superiores
Drenagem Venosa
Grupo Superficial
Grupo profundo
Arco Venoso Dorsal
Veia cefálica
Veia basílica
Veia intermédia do cotovelo
Origem: As veias digitais dorsais drenam para três veias metacarpais dorsais, que se unem para formar uma rede venosa dorsal.
Trajetória: Superficialmente ao metacarpo, essa rede prolonga-se em sentido proximal na face lateral como a veia cefálica. A veia basílica origina-se da face medial da rede venosa dorsal.
Origem: Arco Venoso Dorsal
Trajetória: A veia cefálica ascende na tela subcutânea a partir da face lateral da rede venosa dorsal, prosseguindo ao longo da margem lateral do punho e da face anterolateral da região proximal do antebraço e do braço; muitas vezes é visível através da pele. Anteriormente ao cotovelo, a veia cefálica comunica-se com a veia intermédia do cotovelo, que tem trajeto oblíquo através da face anterior do cotovelo na fossa cubital (uma depressão na parte frontal do cotovelo) e se une à veia basílica. A veia cefálica segue superiormente entre os músculos deltoide e peitoral maior ao longo do sulco deltopeitoral* e, então, entra no trígono clavipeitoral. A seguir, perfura a membrana costocoracoide e parte da fáscia clavipeitoral, unindo-se à parte terminal da veia axilar.
Origem: Arco Venoso Dorsal
Trajetória: A veia basílica ascende na tela subcutânea a partir da extremidade medial da rede venosa dorsal ao longo da face medial do antebraço e da parte inferior do braço; muitas vezes é visível através da pele. Em seguida, passa profundamente perto da junção dos terços médio e inferior do braço, perfurando a fáscia do braço e seguindo em sentido superior paralelamente à artéria braquial e ao nervo cutâneo medial do antebraço até a axila, onde se funde com as veias acompanhantes da artéria braquial para formar a veia axilar.
Inicia-se na base do dorso do polegar, curva-se ao redor da face lateral do punho e ascende no meio da face anterior do antebraço entre as veias cefálica e basílica. Às vezes, a veia intermédia do antebraço divide-se em uma veia intermédia basílica, que se une à veia basílica, e uma veia intermédia cefálica, que se une à veia cefálica.
As veias profundas situam-se profundamente à fáscia muscular, e – ao contrário das veias superficiais – geralmente são pares de veias acompanhantes (com interanastomoses contínuas) que seguem as principais artérias do membro e recebem o mesmo nome delas
Veia Axilar
Situa-se inicialmente (distalmente) na face anteromedial da artéria axilar, e sua parte terminal está posicionada anteroinferiormente à artéria. Essa grande veia é formada pela união da veia braquial (as veias acompanhantes da artéria braquial) e da veia basílica na margem inferior do músculo redondo maior. A veia axilar tem três partes que correspondem às três partes da artéria axilar. Assim, a extremidade inicial distal é a terceira parte, enquanto a extremidade proximal terminal é a primeira. A veia axilar (primeira parte) termina na margem lateral da costela I, onde se torna a veia subclávia. As veias da axila, mais abundantes do que as artérias, são muito variáveis e anastomosam-se com frequência. A veia axilar recebe tributárias que geralmente correspondem a ramos da artéria axilar.
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- Flowchart on Untitled, created by Larissa Georgia Rodrigues Florencio on 25/06/2020.
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- Larissa Georgia Rodrigues Florencio
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