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Gleice Lobato Portuguese

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  1. EXAME DE URINA ROTINA

  2. Fase pré-analítica

  3. Requisição:

    Requisição

  4. Cadastrar todos os exames, antes de enviar amostras

  5. Preencher todos os campos da requisição

  6. Fornecer os dados clínicos do paciente

  7. As requisições dos exames devem possuir informações suficientes

    para identificação:

  8. Do paciente e do requisitante

  9.  Dos dados clínicos, epidemiológicos e medicamentos em uso;

  10. Da amostra ou material a ser coletado e suas respectivas

    análises.

  11. Preparo do paciente e coleta

  12. armazenamento e transporte

  13. Colher de preferência a primeira urina da manhã.

  14. Abrir o frasco somente na hora da coleta para evitar a contaminação.

  15. Realizar higiene das áreas genitais com água e sabão, para evitar contaminação, fazer a secagem destas áreas.

  16. Desprezar o primeiro jato de urina, colhendo-se o jato médio em diante.

  17. Verificar se o frasco ficou totalmente fechado para não perder amostra.

  18. Frasco limpo, estéril, fornecido pelo laboratório.

  19. Entregar o mais rápido possível ao laboratório.

  20. Material colhido fora do Laboratório da pode ser entregue até 2 horas em refrigerar

  21. pode tambem armazenar ate 12 horas após a coleta, se mantido refrigerado

  22. fase analítica

  23. Análise Física

  24. cor

  25. -Levemente amarelada: normal

    -Amarelo escuro: baixa ingestão de água, também pode indicar a presença de bilirrubina (responsável pela coloração característica de problemas hepáticos).

    -Esbranquiçada: piúria, pode ser um sinal de uma infecção bacteriana ou fúngica do trato urinário.

    -Laranja: ingestão de alimentos ricos em betacaroteno (como cenoura), pode indicar doenças no fígado e também uso de certos medicamentos.

    -Vermelha/marrom: indica a presença de sangue, hemácias, hemoglobina, mioglobina, porfirinas, excesso de bilirrubinas. Pode estar relacionada a infecção urinária, problemas renais e também no fígado.

    -Verde/azul: corantes, medicamentos e contraste utilizados em exames de diagnóstico.

  26. Análise Bioquímica

  27. pH: a capacidade ou incapacidade dos rins de secretar ou reabsorver ácidos ou bases. Valores altos ou baixos podem indicar cálculos renais e presença de microrganismos.

    Densidade: capacidade de concentração de substâncias sólidas diluídas na urina. Baixa, pode representar uso excessivo de líquido, até diabetes e hipertensão. Já alta densidade pode ser indicativo de desidratação, insuficiência cardíaca etc.

    Bilirrubina: característico de doenças hepáticas e biliares.

    Urobilinogênio: indica danos ao fígado e distúrbios hemolíticos.

    Corpos cetônicos (cetona): produtos da metabolização das gorduras, comum durante jejum prolongado e pacientes diabéticos.

    Glicose: detecção e monitoramento de diabetes.

    Proteína: relacionada a doenças do trato urinário e renal.

    Sangue: indica hemorragia que atinge o sistema urinário (infecção, cálculo renal etc).

    Nitrito: infecção bacteriana nos rins ou do trato urinário.

    Leucócitos (glóbulos brancos): doença do trato urinário e inflamação renal.

  28. volume

  29. turbidez

  30. Análise Microscópica

  31. Leucócitos (glóbulos brancos): indica doença do trato urinário e inflamação renal.

    Hemácias (glóbulos vermelhos): infecções, pedras nos rins e doenças renais graves.

    Células epiteliais: pode estar relacionada a algum problema renal grave, como síndrome nefrótica.

    Cristais: podem indicar cálculos renais.

    Parasitas: infecção por cândida ou protozoários.

    Bactérias ou leveduras: infecção urinária.

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Flowchart on Untitled, created by Gleice Lobato on 22/07/2020.
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Gleice Lobato
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