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MÓDULO II - CICLOS I

Gabriel Souza Portuguese

Fluxograma sobre aspectos fisiológicos do lactente: crescimento neonatal, digestão, antropometria e prematuridade

Fluxograma: Aspectos fisiológicos do lactente

Flowchart content

  1. ASPECTOS FISIOLÓGICOS DO LACTENTE E PREMATURIDADE

  2. Lipases linguais são secretadas pelas papilas da parte

    posterior da língua e atuam no estômago. Os produtos

    da lipólise (ácidos graxos e monoglicerídios) contribuem

    na emulsificação, compensando a baixa concentração de

    sais biliares. Este mecanismo de lipólise pré-duodenal é

    completado pela lipase do leite materno (estimulada por

    sais biliares), importante também para digestão e

    absorção de gorduras e que ademais possui atividade de

    esterase, vital para o uso da vitamina A do leite,

    encontrada na forma de éster de retinol

  3. CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO INFANTIL

  4. MENOR DIGESTÃO DO AMIDO - DISSACARIDASES ATIVAS

    DIGESTÃO DE PTN NO ID > ATT CASEÍNA

    POUCA [] DE LIPASE PANCR. E SAIS BILIARES NA LUZ INTESTINAL

    LIPASE LINGUAL E LIPASE DO LEITE MATERNO

  5. TGI

  6. ÓRGÃOS ANEXOS

  7. SISTEMA EXCRETOR

  8. CAVIDADE ORAL

  9. ESÔFAGO

  10. ESTÔMAGO

  11. INTESTINO D

  12. INTESTINO G

  13. FÍGADO + VIAS BILIARES

    Quais limitações das funções hepáticas no neonato?

  14. QUAIS OS CONDICIONANTES?

  15. Baixa velocidade de filtração / pequena capacidade de concentração

  16. ALERGIAS E INTOLERÂNCIAS ALIMENTARES NA INFÂNCIA

  17. INTRODUÇÃO ALIMENTAR COMPLEMENTAR

  18. FÓRMULAS INFANTIS

  19. ASPECTOS NUTRICIONAIS DO LACTENTE

  20. CRESCIMENTO NEONATAL (Imediato, tardio, pós-neonatal)

  21. PESO AO NASCER, VELOCIDADE DE GANHO DE PESO, INCREMENTO DE PESO

  22. ANTROPOMETRIA

  23. CRESCIMENTO DE PREMATUROS - CORREÇÃO DA IDADE

  24. Peso, Idade, PC, PT, Estatura, CB, Pregas

  25. PERCENTIL OU Escore Z

  26. SIGNIFICADO DOS PARÂMETROS

  27. REFLEXO DA PROTRUSÃO / DEGLUTIÇÃO / SUCÇÃO

  28. DEFECAÇÃO CONTROLADA POR ESFÍNCTER EXTERNO.

  29. CONTROLE DO ESFÍNCTER C/ APROX. 2 ANOS

  30. REFLEXO GASTRO-DUODENAL-CÓLICO

  31. PRIMEIRAS 24H - MECÔNIO

    3 A 4 DIAS - FEZES MAIS ESVERDEADAS

    10 DIAS - ALIMENTAÇÃO

    FEZES LM X LV E FÓRMULA

  32. - 2.5x o comprimento da criança ao nascer.

    Continua se desenvolvendo

  33. RNPT - Sist de defesa não desenvolvido, menor absorção.

  34. MICROBIOTA PARTO NORMAL X CESÁREA

    - PAPEL DA ALIMENTAÇÃO

  35. Baixa capacidade gástrica ao nascer (7ml)

  36. pH neutro/alcalino ao nascer. Aumento gradual da prod. de Hcl. Similar ao adulto em 12m

  37. Aumenta com o tempo.

    Cálculo da capacidade gástrica

  38. PALATABILIDADE

  39. RGE FISIOLÓGICO - Pressão EEI

  40. PÂNCREAS - Amilase ausente ou mt pouco - 6 meses

  41. MAIOR NECESSIDADE DE VITAMINAS E MINERAIS. DEPÓSITO OCORRE NO 3T GESTACIONAL

  42. Funcionalmente imaturo até 4m

    Diurese insuficiente > att intoxificação

    RNPT - Poucos nefrons

  43. D - Limita hidrólise / Maior risco de infecções do TGI

  44. Lactentes que não estão em AMEX, ingestão de água no intervalo das mamadas ~30ml

  45. AUMENTO DO TRABALHO CARDÍACO

  46. PTN Leite de vaca ou PTN de Soja + Outros componentes

  47. Codex alimentarius, ANVISA, NBCAL.

  48. Fórmulas de partida (1) vs Fórmulas de Seguimento (2) vs Transição e crescimento (3) vs condições especiais

  49. Riscos associados ao uso de fórmulas

  50. Completas ou Incompletas

  51. Poliméricas, oligoméricas, monoméricas

  52. O que deve compor a anamnese do lactente? informações relevantes?

  53. Cálculo das necessidades nutricionais

  54. Criança é hipermetabólica, energia 2 a 3x maior comparada ao adulto

    TMB 50%> Adulto

  55. Recomendações de água, macros, VET, micros, fibras, etc.

  56. Quais micronutrientes essenciais para essa faixa etária?

  57. DOENÇA CELÍACA - Autoimune / Hipersensibilidade ao glúten / Etiologia multifatorial. / Não há cura

  58. Celíacos não devem consumir TACC (trigo, aveia, centeio e cevada) / att - aveia orgânica

  59. Forma clássica - Sintomas mais voltados ao TGI

    Atípica - Sinais e sintomas mais isolados

  60. Indivíduos em risco / Dietética exerce um papel fundamental. Quais as fontes de glúten na dieta? preparo dos alimentos? acesso aos alimentos? Variedade?

  61. Recomendações de energia para crianças saudáveis, a questão principal é o glúten (e lactose, em casos graves)

  62. É mais fácil em crianças amamentadas

  63. A maturação do sistema excretor, digestivo e neurológico são indicativos de introduzir AC.

  64. AC deve ser no tempo ideal. Tanto a oferta precoce quanto a oferta tardia têm desvantagens.

  65. Evitar sal ou condimentos, fácil digestão, balanceamento de Zn, Fe, PUFA's, segura (microb)

  66. Atenção especial com alimentos alergênicos

  67. Fase exploratória, Impressão diagnóstica e conduta nutricional

  68. Intolerância alimentar é diferente de alergia alimentar

  69. MÉTODO TRADICIONAL (FOCO DO MAPA), BLISS OU BLW

  70. Recomendações de PTN, osmolali(ri)dade, lipídeos, carboidratos, outros.

  71. Polimérica - 1° Opção

    Oligomérica - Menor alergenicidade

    Monomérica - Má abs. ou alergias graves

  72. FÓRMULA É DIFERENTE DE COMPOSTO LÁCTEO

  73. Como calcular uma oferta

  74. 1° - NE do lactente

    2° - Escolha da fórmula

    3° - Capacidade gástrica e medidas da fórmula

    4° - VE da mamadeira

    5° - Frequência/dia

    6° - Macros/dia - regra de 3

  75. Orientações

  76. FÓRMULA CASEIRA - DILUIÇÃO DO LV + CÁLCULO DA OFERTA + SUPLEMENTAÇÃO NECESSÁRIA + CONSEQUÊNCIAS

  77. Principais orientações

  78. TRANSTORNO DO ESPÉCTRO AUTISTA (TEA)

  79. Variedade de desordens no desenvolvimento psicomotor / Não há cura

  80. Etiologia multifatorial/ Papel da genética e programação metabólica / Papel do intestino / Condições ambientais

  81. Mudanças dietéticas de acordo com sintomatologia

  82. A questão principal da nutrição é a seletividade alimentar. São indivíduos em risco nutricional, GFCF/ Cetogênica

  83. Seletividade - Brincadeiras sensoriais explorando o ambiente e o alimento

    Quais orientações fornecer?

  84. O primeiro hábito alimentar é no ambiente intrauterino

  85. AC > Aproximar do hábito da família / Aproximadamente 200kcal/dia (6-8m)

  86. Controle do pescoço, senta com mínimo apoio, tem interesse pela alimentação dos adultos,, diminuição da protrusão da língua e leva objetos até a boca

  87. Frutas > papas > 1 de cada vez.

  88. Verduras e legumes > papas

  89. Cereais> Valor calórico

    Alterar consistência

  90. Carnes > 50 a 60g/dia

  91. Óleos > add à preparações prontas

  92. Vísceras > galinha de quintal

  93. A partir do 6° mês (até o 10°) > aproveitar a JANELA IMUNOLÓGICA

  94. A exposição promove a geração de uma resposta imune protetora, diminuindo as chances de reações alérgicas futuras

  95. Leite, ovos, camarão, abacaxi, amendoim, TACC, crustáceos, manga, carne suína, banana, etc..

  96. A introdução tardia aumenta ainda mais o risco

  97. Não ofertar sucos > não exercita a musculatura, menor aporte de fibras, água pura, provável adc de açúcar

  98. Liquidificar e peneirar vai nesse sentido tb (fibras.. saciedade, musculatura, etc)

  99. Necessário 8 a 10 exposições para aceitação do alimento (dias intervalados)

  100. BLISS - TRADICIONAL + BLW

  101. Não introduzir alimentos novos quando a criança estiver doente

  102. Sem chantagens e/ou ameaças

  103. BLW - Não inclui alimentação c/colher, confiança na auto-alimentação do lactente, supervisão, exposição segura,

  104. Atinge necess nutricionais?

    Saciedade x necessidade

    Déficits

  105. Por isso que tem o BLISS?

  106. Alimentos ricos em ferro, calorias, e métodos do BLW.

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Flowchart on MÓDULO II - CICLOS I, created by Gabriel Souza on 21/08/2021.
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Gabriel Souza
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