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FASE PÓS-OPERATÓRIa

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FASE PÓS-OPERATÓRIa
inicia e termino
- avaliação de acompanhamento do ambiente clínico ou em casa
- conceito de alta: é a total recuperação que induziu no intra.
- pós-operatório tardio: 8 dias
- admissão na URPA
- avaliação de acompanhamento do ambiente clínico ou em casa
atividades de enfermagem
- manutenção de vias aéreas pérvias, monitorização dos sinais vitais, avaliação do agente anestésico, avaliação do pct para complicações e fornecer alívio para a dor
- Avaliação inicial
- consiste na avaliação inicial
- tudo que descobriu no pré-operatório e que foi induzido no intra-operatório e agora avaliar no pós
- avalia primeiramente
- permeabilidade das vias aéreas e função respiratória
- seguida de
- exames de função cardiovascular, condição do sítio cirúrgico e a função do SNC
- depois da avaliação inicial
- sinais vitais e estado físico geral são observados a cada 15 minutos
- FASE 1: sinais vitais de 15 em 15 minutos na 1°hora
- FASE 2: sinais vitais de 30 em 30 minutos na 2 hora, após junto ao nível de consciência
- ALTA somente na 2° hora (fase)
- sinais vitais e estado físico geral são observados a cada 15 minutos
- seguida de
- é essencial avaliar
- saturação de O2, frequência e regularidade do pulso, profundidade das respirações, coloração da pele, nível de consciência e capacidade de responder aos comandos
- permeabilidade das vias aéreas e função respiratória
- avalia primeiramente
- tudo que descobriu no pré-operatório e que foi induzido no intra-operatório e agora avaliar no pós
- 1) Vias aéreas permeáveis
- objetivo principal no pós- imediato
- manter a ventilação pulmonar evitando a HIPOXEMIA e HIPERCAPNIA
- via aérea obstruída e ventilação reduzida (hipoventilação)
- ambas acontecem quando a via aérea está (...)
- obstrução hipofaríngea
- Queda de língua = obstrução hipofaríngea (EB gosta de utilizar o termo)
- tira a permeabilidade das vias aéreas, pois na entrada de ar tem a língua obstruindo
- sinais de obstrução
- sufocação
- respirações ruidosas e irregulares
- escores diminuídos de saturação de O2
- coloração azulada e mosqueada (cianose) da pele
- o movimento do diafragma e tórax não indica necessariamente que o pct está respirando, deve-se colocar a mão sobre o nariz ou a boca para verificar saída de ar
- sinais de obstrução
- tratamento
- inclinar a cabeça para trás e empurrar para diante o ângulo da mandíbula, para abir vias aéreas
- HIPEREXTENSÃO do pescoço; se persistir utiliza a CÂNULA DE GUEDEL (retira quando volta a CONSCIÊNCIA)
- cânula de guedel mantém a permeabilidade da via evitando a queda da língua
- RETIRA QUANDO VOLTA A CONSCIÊNCIA
- secreção excessiva de muco ou aspiração de vômito = lateraliza o pct para a saída da secreção
- a dificuldade respiratória pode decorrer de secreção excessiva de muco ou aspiração de vômito.
- aspiro com sonda de aspiração (introduzida na nasofaringe ou orofaringe até uma distância segura de 15 a 20 cm)
- pacientes que se submeteram a cirurgias da cavidade oral ou faringe deve ter cuidado com a aspiração pelo risco de SANGRAMENTO.
- obst. por MUCO, aspiração paciente inconsciente
- consciente TOSSE
- estava consciente e volta a inconsciência, pode ser SANGRAMENTO
- cabeceira elevada a 15 a 30° (exceto quando contraindicado)
- para melhorar a EXPANSÃO
- inclinar a cabeça para trás e empurrar para diante o ângulo da mandíbula, para abir vias aéreas
- além de adm O2 (prescrito) o enfermeiro deve avaliar
- frequência respiratória e profundidade das respirações
- saturação de O2
- sons respiratórios
- saturação de O2
- frequência respiratória e profundidade das respirações
- via aérea obstruída e ventilação reduzida (hipoventilação)
- manter a ventilação pulmonar evitando a HIPOXEMIA e HIPERCAPNIA
- objetivo principal no pós- imediato
- 2) Manter a estabilidade cardiovascular
- para monitorar o estado cardiovascular deve-se
- avaliar continuamente os estado mental (nível de consciência, reflexos, respostas neurológicas), os sinais vitais, ritmo cardíaco, temperatura, coloração e umidade da pele, débito urinário
- A pressão venosa central, pressão da artéria pulmonar pode ser monitorada caso sejam requeridas.
- chegar permeabilidade do acesso venoso, caso necessitar infusão de emergência
- avaliar continuamente os estado mental (nível de consciência, reflexos, respostas neurológicas), os sinais vitais, ritmo cardíaco, temperatura, coloração e umidade da pele, débito urinário
- principais complicações
- hipotensão arterial
- choque
- Tipos de choque: Hipovolêmico, cardiogênico, neurogênico, anafilático e séptico.
- Sinais clássicos do choque HIPOVOLÊMICO (tipo mais comum): palidez, pele fria e úmida, respiração rápida, cianose de lábios, gengivas e língua, pulso fraco, rápido e filiforme, estreitamento da pressão de pulso (pressão de pulso- diferença entre pressão sistólica- seu estreitamento indica geralmente HIPOVOLEMIA), urina concentrada. **na apostila, página 9** como evitar o choque hipovolêmico !!!
- A instabilidade hemodinâmica pode aparecer através da DOR pós-operatória : o pct deve ser mantido aquecido, NÃO podendo elevar muito a temperatura, pois o aquecimento excessivo promove vasodilatação periférica e pode privar de sangue os órgãos vitais.
- hemorragia
- hipertensão
- arritmias cardíacas
- associadas aos distúrbios eletrolítico, função respiratória alterada, dor, hipotermia, estresse a agentes anestésicos
- pode ter sido por causa do HALOTANO (óxido nitroso não faz )
- associadas aos distúrbios eletrolítico, função respiratória alterada, dor, hipotermia, estresse a agentes anestésicos
- comum no pós IMEDIATO
- secundário à estimulação do SNSimpático pela dor, hipóxia ou distensão vesical
- arritmias cardíacas
- complicação incomum, porém GRAVE, que pode resultar em MORTE
- é incomum no RPA, mas tem que procurar caso exista.
- pode-se apresentar de maneira insidiosa ou em caráter de emergência a qualquer momento do pós-operatório imediato ou vários dias depois da cirurgia
- No RPA se preocupa com o sangramento, porque pode dar alta sem conseguir identificar, por ex. o capilar, é o sangramento mais grave. Podendo sangrar na enfermaria, voltar ao centro cirúrgico para tirar o coágulo.
- capilar é o mais grave!
- medidas iniciais
- perda de sangue extrema, aumenta frequência de pulso, caimento de temperatura, e respirações rápidas e profundas; se não corrigir o quadro evolui para débito cardíaco diminuído, pressão sanguínea diminuída, nível de queda de hemoglobina, conjuntivas tornam-se pálidas, manchas aparecem na visão.
- transfundir sangue ou hemoderivados e determinar a causa da hemorragia
- inspecionar sítio cirúrgico e incisão quanto ao sangramento
- quando o sangramento é evidente, uma compressa de gaze é aplicada e o sítio do sangramento é elevado até o nível do coração; o pct é colocado na posição de choque (Tredelemburg modificado)
- inspecionar sítio cirúrgico e incisão quanto ao sangramento
- hipertensão
- uma das mais complicações mais grave
- pode resultar de
- hipovolemia e volume intravascular diminuído
- pode resultar de
- pode resultar de
- perda sanguínea, hipoventilação, alterações de posição, represamento do sangue nos membros ou efeitos colaterais dos medicamentos e anestésicos
- causa
- perda de volume circulante devido à perda de sangue e plasma
- quando a perda é superior a 500 ml (principalmente quando a perda é rápida) a reposição geralmente é indicada
- perda de volume circulante devido à perda de sangue e plasma
- causa
- perda sanguínea, hipoventilação, alterações de posição, represamento do sangue nos membros ou efeitos colaterais dos medicamentos e anestésicos
- choque
- hipotensão arterial
- para monitorar o estado cardiovascular deve-se
- 3) Aliviar a dor e ansiedade
- Aliviar a dor: analgésico opioides, porém são adm com critérios, e com frequência, por via IV na RPA. Fornecem alívio IMEDIATO da dor e são de ação curta, minimizando o potencial para as interações medicamentos ou depressão respiratória prolongada, enquanto os anestésicos ainda estão ativos no organismo. O apoio emocional ao pct e família auxilia a aliviar a ansiedade.
- 4) Controlar náuseas e vômitos
- são COMUNS na RPA
- comumente adm DURANTE a cirurgia ou quando necessário
- pacientes de risco
- mulheres, não-fumantes, história anterior de náuseas e vômitos em pós e cirurgias que demoram mais de 2 horas
- Se for vomitar e está com a raquianestesia LATERALIZA a cabeça do paciente.
- Na mais leve indicação de náuseas, o pct é colocado em DECÚBITO LATERAL para promover a drenagem da boca e evitar aspiração do vômito, o que pode provocar asfixia e morte.
- ALERTA para RPA
- no caso do pct idoso, a CONFUSÃO e o DELÍRIO afetam grande número de pcts. A confusão pode ser causada pela dor, anestesia, hipotensão, febre, hipoglicemia, perda de líquidos, impactação fecal, retenção urinária (principalmente por BEXIGOMA) ou anemia. Fornecer hidratação adequada, reorientar o pct, reavaliar as doses de sedativo, anestésico e analgésico podem reduzir o risco de confusão.
- delírio
- confusão
- são COMUNS na RPA
- consiste na avaliação inicial
divide-se em
- URPA
- Unidade de Recuperação Pós-Anestésica O pcte para ir para a cirurgia já tem que estar com sua vaga reserva na URPA ou CTI
- SÍTIO FUNCIONAL
- EB cobra como SÍTIO FUNCIONAL !!!
- localiza-se adjacente ao centro cirúrgico e recebe os pcts no pós-operatório ainda sob efeito de anestésico
- critérios para admissão
- recebeu anestesia geral
- teve períodos de hipotensão na anestesia ou na cirurgia
- teve grandes hemorragias graves ou existe o risco de tê-las novamente
- sofreu acidente grave no ato operatório
- foi submetido à cirurgia demorada (mais de 6 horas)
- utilização de morfina
- foi submetido à cirurgia demorada (mais de 6 horas)
- sofreu acidente grave no ato operatório
- teve grandes hemorragias graves ou existe o risco de tê-las novamente
- teve períodos de hipotensão na anestesia ou na cirurgia
- a admissão começa a partir
- da saída da sala cirúrgica acompanhado do anestesista
- o profissional se mantém na cabeceira durante o transporte para garantir vias aéreas pérvias
- o enfermeiro recebe as informações essenciais para elaboração do cuidado no pós:
- procedimento cirúrgico realizado, anestesia (anestésico utilizado), perda de líquido ou sangue no decorrer da cirurgia, alterações significativas de sinais vitais, complicações encontradas (anestésicas ou cirúrgicas), condição pré-operatória (diabetes, hipertensão, alergias, ex.), considerações para o período pós-operatório imediato (tratamento da dor, reversões, parâmetros do ventilador)
- o enfermeiro recebe as informações essenciais para elaboração do cuidado no pós:
- o profissional se mantém na cabeceira durante o transporte para garantir vias aéreas pérvias
- da saída da sala cirúrgica acompanhado do anestesista
- recebeu anestesia geral
- ENFERMARIA
- URPA
ALTA DA URPA
- Avaliação livro
- Avaliação escala
- Critério de alta igual ou superior a 7
- PÓS ALTA da URPA
- é levado para a enfermaria
- Admitido pela enfermeira e recebendo as informações de todo histórico cirúrgico (pré, intra e pós operatório na PPA), complicações, medicamentos administrados, perdas sanguíneas e procedimentos realizados.
- META NA ENFERMARIA
- fazer de tudo que ele recupere TODAS as complicações, o mais rápido possível, naquele período de 8 dias (que é onde termina o pós-operatório), se não ele vira pct CLÍNICO
- durante as primeiras 24h da cirurgia, o CUIDADO de enfermagem envolve
- ajudar o pct se recuperar da anestesia, monitorar as complicações, tratar a dor, auxiliar a recuperação do autocuidado, preparando-o para a alta domiciliar
- nas primeiras horas após a admissão na unidade clínica, as principais PREOCUPAÇÕES são
- ventilação adequada, estabilidade hemodinâmica, dor incisional, integridade do sítio cirúrgico, náuseas e vômitos, estado neurológico e micção espontânea
- sinais vitais
- 2° hora: cada 30 minutos
- se permanecer estáveis, a verfificação segue a rotina do hospital.
- 1 hora: registrados a cada 15 minutos
- 2° hora: cada 30 minutos
- temperatura
- a cada 4 horas durantes nas primeiras 24 horas
- deambulação precoce
- É um OBJETIVO nesta etapa!
- reduz risco de complicações no pós:
- atelectasia, pneumonia hipostática, desconforto gastrointestinal, problemas circulatórios
- previne
- Por impedir a estase circulatória ao aumentar a velocidade da circulação nos membros, a deambulação precoce ajuda a prevenir a tromboflebite e flebotrombose
- tromboflebite e flebotrombose
- caso não possa
- exercícios de expansão pulmonar e movimentos dos membros inferiores
- sinais vitais
- ventilação adequada, estabilidade hemodinâmica, dor incisional, integridade do sítio cirúrgico, náuseas e vômitos, estado neurológico e micção espontânea
- durante as primeiras 24h da cirurgia, o CUIDADO de enfermagem envolve
- fazer de tudo que ele recupere TODAS as complicações, o mais rápido possível, naquele período de 8 dias (que é onde termina o pós-operatório), se não ele vira pct CLÍNICO
- é levado para a enfermaria
COMPLICAÇÕES
- de acordo com o que trabalho no pré-operatório
- Metas
- Promover a cicatrização da ferida cirúrgica
- Tratar a função gastrointestinal
- Controlar a eliminação urinária
- Complicações potenciais
- Metas
- Evitar complicações respiratórias - HIPÓXIA
- Atelectasia
- é colabamento dos alvéolos
- colabamento dos PULMÕES é PNEUMOTÓRAX e HEMOTÓRAX.
- expansão incompleta do pulmão ou parte dele que ocorre dentro de 48h da cirurgia. É atribuída à ausência de respirações profundas periódicas. Um tampão mucoso fecha um bronquíolo, fazendo com que os alvéolos distais ao tamponamento sofram colapso.
- os sintomas podem estar ausentes ou se manifestar através da taquipneia branda a grave, taquicardia, tosse, febre, hipotensão e sons respiratórios diminuídos no lado afetado
- é colabamento dos alvéolos
- Boncopneumonia
- ou Pneumonia
- é a inflamação dos alvéolos, geralmente com produção de MUCO, que pode ser de base pulmonar ou de ápice pulmonar
- Consiste em uma resposta inflamatória na qual o material celular substitui o gás alveolar. No paciente pós-cirúrgico, o germe mais comum é o gram-negativo em virtude do comprometimento dos mecanismos de defesa orofaríngeos. Os fatores predisponentes podem ser a atelectasia, infecção respiratória alta, secreções intensas, broncoaspiração, intubação prolongada, história de fumo, imunodepressão
- ver por raio x e avaliação por ausculta
- é a inflamação dos alvéolos, geralmente com produção de MUCO, que pode ser de base pulmonar ou de ápice pulmonar
- ou Pneumonia
- Embolia Pulmonar
- é o deslocamento do trombo fechando a artéria pulmonar e a troca gasosa inalterada
- causada pela obstrução de uma ou mais arteríolas pulmonares por um êmbolo que se origina em algum lugar no sistema venoso. No pós-operatório, os êmbolos se originam, freqüentemente, nas veias pélvicas ou ileofemorais, antes de se desprenderem. A embolia pulmonar envolve risco de vida devendo o enfermeiro intervir imediatamente)
- sintomas: dores agudas e penetrantes no tórax, ansiedade e cianose, dilatação pupilar, sudorese profunda, pulso rápido e imperceptível, dispnéia, taquipnéia e hipoxemia, atrito pleural
- é o deslocamento do trombo fechando a artéria pulmonar e a troca gasosa inalterada
- Atelectasia
- Alívio da dor
- deve ser avaliada quanto ao tipo, duração e adm analgésicos prescritos
- considerada complicação quando não consegue ser controlada com analgésicos
- classificada como desconforto pós-operatório
- analgésicos opióides
- são normalmente prescritos para dor e agitação pós-operatória.
- Para cirurgia torácica, ortopédica, obstétrica ou abdominal importante, determinados analgésicos opióides podem ser administrados por infusão epidural, proporcionando respostas analgésicas melhores que as da administração parenteral.
- os opioides NÃO tratam a dor, eles tiram o SNC daquele momento da dor aguda, o paciente fica mais relaxado para não fazer hipertensão e ataque ansiedade.
- dor e agitação pós-operatória
- conduta preventiva (adm rotineira) no lugar do quando necessário é mais efetivo no controle da dor
- A preocupação com eventuais riscos (depressão respiratória, por exemplo) a esta prática de se administrar de rotina esta droga não encontra base na fármacodinâmica dos opióides, desde que feito com absoluto controle de tempo e em prazo curto
- a dosagem depende se o pct é fumante ou não
- fumantes doses maiores = alvo de maior observação
- anti inflamatório
- considerada complicação quando não consegue ser controlada com analgésicos
- deve ser avaliada quanto ao tipo, duração e adm analgésicos prescritos
- Promover estabilidade hemodinâmica
- Evitar complicações respiratórias - HIPÓXIA
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- Mind Map on FASE PÓS-OPERATÓRIa, created by Isabele Dantas on 06/02/2019.
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- Isabele Dantas
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