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pé

Fernando José de Morais Silva Spanish

pé

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pé

  1. tornozelo

    • articulações
      • articulação talocrural
        • movimentos
          • dorsiflexão
          • flexão plantar do pé
          • algum grau de pronação e supinação
        • articulação superior do tornozelo( tibio-társica)
          • formada
            • superfícies inferiores da tíbia e fíbula e superfície superior do tálus
          • articulação em dobradiça (trocleartrose)
          • permite a dorsiflexão e flexão plantar
          • A porção articular superior é composta por três ossos:
            • fíbula (perónio) (osso da panturrilha)
                • consiste nos maléolos medial e lateral
            • tíbia (osso da canela)
              • A tíbia e a fíbula formam o que é chamado de “mortise do tornozelo”
                • a porção distal da mortise do tornozelo
                  • temos a tróclea tróclea do tálus, a superfície superior do tálus.
                • permite que as superfícies articulares deslizem uma sobre a outra e assegura que as superfícies cartilaginosas se movam livremente
            • talo (astrágalo) (osso do tornozelo)
        • articulação talocalcaneonavicular
          • articulação inferior do tornozelo
            • formada pelo tálus, pelo calcâneo e pelo osso navicular
          • fíbula (perónio), tíbia, talo (astrágalo)
        • articulação talotarsal
          • talo (astrágalo), calcâneo, navicular
          • Os seguintes ossos formam a porção articular inferior.
          • parte anterior da porção inferior da articulação do tornozelo
            • permite a dorsiflexão e flexão plantar.
          • articulação talocalcaneonavicular
            • uma articulação entre o talo (astrágalo), o calcâneo e o osso navicular
          • parte posterior da porção inferior da articulação do tornozelo
            • é uma articulação entre o talo (astrágalo) e o calcâneo
              • chamada articulação subtalar.
          • pronação e supinação do pé
            • eixo que permite a pronação e supinação encontra-se em um ângulo de 30º a 40º graus em relação ao eixo vertical da perna.
        • ligamentos
          • ligamentos talofibulares (taloperoneais) anterior e posterior
            • parte ventral
          • ligamento deltoide (tibiocalcaneano, tibionavicular e tibiotalar)
            • parte dorsal
            • composto das partes tibiocalcâneana, tibionavicular e tibiotalar
          • ligamento fibular (peroneal) colateral
            • porção distal da perna
            • possui importante papel na restrição da supinação na porção inferior da articulação do tornozelo
            • trauma de supinação
              • causada por uma hiperdistensão ou ruptura completa
  2. pé

    • articulações
      • intertarsal
        • entre os osso do tarso
        • articulações subtalar (talocalcânea)
        • talocalcaneonavicular
        • calcaneocubóidea
        • cuneonavicular
        • intercuneiforme
      • tarsometatársica
        • são as articulações entre os ossos do tarso e os ossos do metatarso.
      • metatarsofalangeana
        • são as articulações entre as cabeças dos ossos do metatarso e as bases correspondentes das falanges proximais do pé
      • interfalangeana
        • estão entre as falanges do pé
        • O hálux tem apenas uma articulação interfalangeana
        • outros quatro dedos têm uma articulação interfalangeana proximal (AIP) e uma articulação interfalangeana distal (AID).
      • ossos do pé
        • Sete ossos do tarso
          • Os ossos do tarso proximal são o tálus e o calcâneo.
          • O osso do tarso intermediário é o navicular
          • Os ossos do tarso distal são o cubóide e os três ossos cuneiformes (lateral, intermediário e medial).
        • Cinco ossos do metatarso
          • implicados na sustentação do peso corporal
        • Quatorze falanges
          • os quatro dedos laterais são compostos de três falanges (proximal, média e distal)
          • (hálux) é composto por apenas duas falanges (proximal e distal)
        • são divididos em três grupos: proximal, intermediário e distal.
    • músculos
      • musculos dorsais o pé
        • encontram-se dentro de uma fáscia plana do dorso do pé (fáscia dorsal do pé)
        • inervados pelo nervo peroneal profundo
        • Músculo extensor curto dos dedos
          • Origem
            • calcâneo
          • Inserção
            • aponevrose dorsal e falanges médias do 2º ao 4º dedos
          • Função
            • dorsiflexão do 2º ao 4º dedos
              • ocorrendo nas articulações metatarsofalângicas dos mesmos dedos
          • se divide em três ventres musculares
        • Músculo extensor curto do hálux
          • Origem
            • calcâneo
          • Inserção
            • aponevrose dorsal e falange proximal do hálux
          • Inervação
            • nervo peroneal profundo (L5-S1)
          • Função
            • dorsiflexão da articulação metatarsofalângica do hálux.
          • se divide em três ventres musculares
            • tendões se inserem na aponeurose (aponevrose) dorsal e falanges médias do segundo ao quarto dedos
        • Fáscia dorsal do pé
          • A fáscia dorsal do pé é a continuação da fáscia profunda da perna
            • envolve
              • músculos do dorso do pé
              • tendões dos músculos anteriores da perna, os vasos pediosos dorsais
              • ramos do nervo fibular (peroneal) profundo
            • a rede venosa dorsal encontra-se acima da fáscia
              • facilmente visível
        • A aponeurose (aponevrose) dorsal dos dedos contribui para o efeito dos músculos dorsais do pé por redirecionar a linha de força de seus tendões no eixo longitudinal
      • músculos da sola do pé (plantares)
        • quatro camadas primárias
          • 1ª camada: abdutor do hálux, flexor curto dos dedos, abdutor do dedo mínimo
          • 2ª camada: quadrado plantar, lumbricais
          • 3ª camada: flexor curto do hálux, adutor do hálux, flexor curto do dedo mínimo
          • 4ª camada: interósseos plantares e dorsais
        • grupos
          • medial
            • Músculo abdutor do hálux
              • Origem
                • tuberosidade calcânea, aponevrose plantar e camada superficial do retináculo dos flexores
              • Inserção
                • falange proximal do hálux
              • Inervação
                • nervo plantar medial (S2, S3)
              • Função
                • abdução do hálux
            • Músculo adutor do hálux
              • Origem
                • terceira à quinta articulações metatarsofalângicas e ligamento metatarsal transverso profundo (cabeça transversa); osso cubóide, cuneiforme lateral e segundo a quarto ossos metatarsos (cabeça oblíqua
              • Inserção
                • falange proximal do hálux
              • Inervação
                • nervo plantar lateral (S2, S3)
              • Função
                • adução do hálux e flexão parcial da falange proximal do hálux
            • Músculo flexor curto do hálux
              • Origem
                • ossos cuneiformes e ligamento calcaneo-cuboide plantar
              • Inserção
                • ossos sesamóides medial (cabeça medial) e lateral (cabeça lateral)
              • Inervação
                • nervo plantar medial (cabeça medial) e nervo plantar lateral (cabeça lateral)
              • Função
                • flexão da falange proximal do hálux na articulação metatarsofalângica
            • apoiam ativamente a estrutura dos arcos do pé
            • os três músculos estabilizam o arco longitudinal
            • a cabeça transversa do músculo adutor do hálux é o único músculo suportando o arco transverso.
          • central
            • encontram-se dentro do compartimento central
              • entre os músculos do hálux e os do dedo mínimo
            • numerosos músculos curtos do pé
            • inervação
              • nervo tibial (L5-S2)
            • Músculo flexor curto dos dedos
              • origina da tuberosidade calcânea e aponeurose plantar
              • se divide em quatro tendões
                • Distalmente
                • se direcionam ao segundo a quinto dedos
                • Nas falanges proximais esses tendões se separam novamente
                  • dois tendões menores
                    • se inserem medial e lateralmente nas falanges médias.
              • Inervação
                • nervo plantar medial
              • realiza uma flexão do segundo ao quinto dedos e ativamente suporta o arco longitudinal do pé
            • Músculo quadrado plantar
              • corre do calcâneo para o tendão do músculo flexor longo dos dedos.
              • Inervação
                • nervo plantar lateral
              • não movimenta nenhuma articulação
              • puxa o tendão do músculo flexor longo dos dedos
                • deslocando a tensão longitudialmente
                  • aumentando a efetividade da flexão plantar feita por esse músculo
            • Músculos lumbricais (I-IV)
              • se originam dos tendões do músculo flexor longo dos dedos
              • inserem medialmente nas falanges proximais do segundo ao quinto dedos e aponeurose dorsal
              • Inervação
                • nervo plantar medial (I), nervo plantar lateral (II-IV)
              • flexionam e realizam adução dos dedos (fechando os dedos abertos).
              • Função
                • extensão das falanges médias e distais dos 4 dedos laterais nas articulações interfalângicas
            • Músculos interósseos dorsais I-IV
              • músculos de duas cabeças (bipenados) provenientes dos lados adjacentes de dois ossos metatarsais vizinhos
              • tendões situam-se lateralmente nas falanges proximais do segundo ao quarto dedo do pé e medialmente no segundo dedo do pé.
              • abdução do 2º, 3º e 4º dedos e flexão das articulações metatarsofalângicas
              • Inervação
                • nervo plantar lateral
            • Músculos interósseos plantares I-III
              • prolongam-se do terceiro e quarto ossos metatarsais para o lado medial da falange proximal
              • Inervação
                • nervo plantar lateral
              • adução do 3º, 4º e 5º dedos e flexão das articulações metatarsofalângicas
          • lateral
            • câmara lateral formada pela fáscia plantar contém três músculos
              • Seus ventres musculares formam a superfície lateral da sola do pé
              • inervados pelo nervo plantar lateral (S1-S2)
                • ramo do nervo tibial
              • Músculo abdutor do dedo mínimo
                • origina na tuberosidade calcânea e aponeurose plantar
                • se insere na falange proximal e metatarso do dedo mínimo
                • Inervação
                  • nervo plantar lateral (S2, S3)
                • Função
                  • flexão e abdução do dedo mínimo na articulação metatarsofalângica
              • Músculo flexor curto do dedo mínimo
                • corre do metatarso do dedo mínimo e ligamento plantar longo para a falange proximal do dedo mínimo
                • Inervação
                  • ramo superficial do nervo plantar lateral (S2, S3)
                • Função
                  • flexão da falange proximal do 5º dedo na articulação metatarsofalângica
              • Músculo oponente do dedo mínimo
                • origina do ligamento plantar longo
                  • base do quinto metatarso e da bainha tendínea do músculo fibular longo
                • insere na borda lateral do quinto metatarso
                • Inervação
                  • ramo superficial do nervo plantar lateral (S2, S3)
                • função
                  • flexão da falange proximal do 5º dedo na articulação metatarsofalângica
              • movimentação
                • movimentam o dedo mínimo
                  • flexão (músculos abdutor do dedo mínimo e flexor do dedo mínimo)
                  • abdução (músculo abdutor do dedo mínimo)
                  • oposição (músculo oponente do dedo mínimo).
                • suportam o arco longitudinal da sola do pé
  3. ácido úrico

    • produto metabólico das purinas( proteínas)
    • ácido fraco
    • sua forma ionizada
      • urato monossódico
        • forma encontrada no plasma humano, líquido extracelular e na sinóvia
        • quantidade no organismo
          • balanço entre a ingestão na dieta, síntese endógena e a taxa de excreção
            • hiperuricemia
              • pode resultar de
                • redução da excreção de ácido úrico( 85% a 90%)
                • ou do aumento da produção(10% a 15%)
              • dietas ricas em
                • núcleos celulares
                • carnes
                • fígado
                • visceras
                • bebidas fermentadas
  4. GOTA

    • papel da bebida alcoólica
      • ingestão de álcool aumenta a uricemia
        • Ela incrementa a degradação de ATP em AMP(Adenosina monofosfato)
          • Que é convertido em ácido úrico
        • desidratação e a acidose metabólica
          • reduzem a excreção renal de ácido úrico
    • papel da dieta
      • ingestão dietética de purinas
    • Metabolismo de purinas
      • produção endógena de purinas ocorre por síntese
        • envolve o ciclo das pentoses-fosfato
          • sua degradação culmina nos precursores de urato
            • maioria dos nucleotídeos são reutilizados por meio da enzima hipoxantina-guanina fosforibosiltransferase
              • O restante da guanina perde grupamentos amino e se transforma em xantina
                • A hipoxantina não utilizada é transformada em xantina
                  • sofre mais oxidação até o urato
                    • A enzima xantina oxidase catalisa a reação de redução da xantina e hipoxantina
                      • forma urato
                        • ausencia do gene que decodifica a enzima uricase
                          • a degradação das purinas ocorre principalmente no fígado
                            • os níveis de urato são influenciados por vários fatores, como temperatura, PH, concentração de cátions, nível de desidratação
                            • guanina
                              • guanosina
                              • guanina
                              • xantina
                            • adenina
                              • Adenosina
                              • inosina
                              • hipoxantina
                            • excreção renal
                              • 2/3
                            • perdas intesttinais
                              • 1/3
                            • íntese de purinas ocorre naturalmente no corpo
    • Excreção renal do ácido úrico
      • Composto de quatro componentes
        • filtração
          • No túbulo proximal, temos o transportador URAT1
            • altamente específico para ácido úrico
              • mediando sua reabsorção dos rins para a circulação
        • reabsorção
          • transportador GLUT9 (glucose transporter 9)
            • regula a reabsorção da célula tubular para a circulação
              • Expresso na membrana basocelular de hepatócitos
                • regula as concentrações do ácido urico por meio destas duas locações.
          • Outros transportadores podem auxiliar na excreção renal
            • o ABCG2, os NPT1 e 4, e outros OAT
        • secreção
        • reabsorção pós-secretória
    • Inflamação induzida pelos cristais de urato
      • A formação dos cristais de urato monossódico necessita da supersaturação do urato
      • Lesões articulares prévias podem facilitar a formação de cristais. Mesmo pessoas sem gota clínica podem ter uma concentração de cristais de urato nas articulações
      • Na crise aguda de gota, os cristais iniciam uma atividade inflamatória
        • dependendo de múltiplos fatores
          • como o tamanho dos cristais, as proteínas que os envolvem e as células que os encontram primeiro
            • Apesar do potencial de liberação de toda esta cascata inflamatória, eles não ativam necessariamente a inflamação
              • EX: Portador de gota tofácea crônica
              • a a deposição ou a liberação dos cristais de depósitos pré-formados
                • há uma infiltração por neutrófilos, monócitos e macrófagos
                  • A interação com os fagócitos ocorre por dois meios
                    • primeiro
                      • ativam as células por meio da via convencional, forma estereotípica de fusão lipossomal e liberação de mediadores inflamatórios (e que gera a imagem típica da fagocitose de cristais que é critério diagnóstico da doença)
                    • O segundo mecanismo envolve propriedades particulares do cristal de se envolver com as membranas celulares por perturbação
                      • mais ligação cruzada das glicoproteínas de membrana no fagócito, ativando proteínas G, fosfolipase C e D, SYK quinases, quinases ERK1/ERK2, cinases c-Jun N-terminal e outras, o que leva à expressão de IL-8 induzida por cristais. Outras interleucinas, como a IL-1, a IL-6 e o TNF-alfa estão associados com a inflamação
                        • Há ainda a ativação do sistema complemento, aumento da permeabilidade vascular e outras prostaglandinas vasoativas
                          • A IL-1 age na iniciação e na amplificação do ataque de gota
                            • por meio do inflamossomo, um complexo de proteínas celulares que é ativado quando há a exposição a elementos microbianos como o RNA bacteriano e toxinas
                              • A ativação deste complexo leva à liberação da caspase-1, que cliva a pro-IL-1β em IL-1β, agindo de forma essencial na fisiopatologia da inflamação da gota1
    • tipos
      • Gota primária
      • Gota secundária
      • Gota aguda
      • Gota crônica
      • Fatores de risco
        • Altos níveis de gordura corporal
        • Uso de determinados medicamentos diuréticos
        • Histórico familiar, uma vez que a doença pode ser genética
        • Diabetes
        • Ingestão excessiva de álcool
        • Uso de determinados medicamentos diuréticos
      • tratamento
        • dieta
        • farmacologica
          • alupurinol
            • ofensivo aos rins e ao figado
            • indicado para a redução de urato
          • colchicina
            • ofensivo ao rim e fígado
              • inibição da quimiotaxia
              • ibição da diapedese
  5. Vascularização arterial do Pé

    • se dá por ramos terminais das artérias tibiais anterior e posterior.
    • região dorsal do pé
      • irrigada pela artéria dorsal do pé.
        • continuação direta da artéria tibial anterior
        • trajeto
          • se inicia entre os maléolos e se estende até o primeiro espaço interósseo
            • divide em 1ª artéria metatarsal dorsal e artéria plantar profunda, artéria tarsal lateral
              • 1ª artéria metatarsal dorsal emite ramos que suprem o hálux e a face medial do 2º dedo
              • artéria plantar profunda, une-se a artéria plantar lateral, e juntas formam o arco plantar profundo.
              • artéria tarsal lateral realiza a irrigação do músculo extensor curto dos dedos, dos ossos tarsais, e articulações
    • artéria arqueada
      • segue pela base dos quatro ossos metatarsais laterais e une-se à artéria tarsal lateral
        • dá origem também a 2ª, 3ª e 4ª artérias metatarsais dorsais
          • unem-se as artérias metatarsais plantares
        • emitir duas artérias digitais dorsais
          • irrigam até a porção proximal da articulação interfalangeana distal.
    • região plantar do pé
      • Sua vascularização é originada da artéria tibial posterior
        • se divide em dois ramos
          • artéria plantar medial
            • vasculariza principalmente os músculos do hálux
          • artéria plantar lateral
            • unir-se com a artéria plantar profunda, forma o arco plantar profundo
  6. Drenagem Venosa do Pé

    • maioria das veias acompanham o trajeto das artérias
      • exceção das veias superficiais
    • maior drenagem acontece por veias superficiais
      • Esse arco, origina quatro artérias metatarsais plantares e três ramos perfurantes
        • além de ramos destinados a pele, fáscia e músculos da região plantar.
        • artérias metatarsais plantares dividem-se em artérias digitais plantares, que promovem suprimento sanguíneo aos dedos adjacentes
    • veias perfurantes,
      • desviam o sangue das veias profundas para as veias superficiais
    • Na região plantar
      • temos uma rede venosa plantar
        • drena a margem medial do pé
        • próximo a rede venosa dorsal forma a veia marginal medial a qual se torna a veia safena magna
    • drenagem da margem lateral do pé
      • próximo a porção lateral da rede venosa dorsal, forma a veia marginal lateral, a qual se torna a veia safena parva.
    • veias digitais dorsais
      • seguem como veias metatarsais dorsais
        • drenam para o arco venoso dorsal do pé
    • rede venosa dorsal
      • drena o restante da região dorsal.
  7. drenagem linfática

    • drenagem da face medial do dorso e da planta do pé
      • feita para linfonodos inguinais superficiais
        • em seguida para linfonodos inguinais profundos
    • face lateral da região dorsal e da planta do pé
      • realizada para linfonodos poplíteos
  8. Inervação

    • nervo safeno
      • se origina o nervo femoral
      • realiza a inervação da pele na face medial do pé, região anterior, até a cabeça do primeiro metatarsal
    • nervos fibulares, superficial e profundo
      • se originam do nervo fibular comum
      • nervo fibular profundo inerva o músculo extensor curto dos dedos, e a pele entre o 1º e 2º dedo
      • nervo fibular superficial inerva a pele no dorso do pé e todos os dedos, com exceção da face lateral do dedo mínimo e faces adjacentes do primeiro (hálux) e segundo dedos
    • nervo plantar medial
      • ramo do nervo tibial
      • supre a pele da face plantar do pé, na região medial, e as regiões laterais dos três primeiros dedos
      • supre também o músculo abdutor do hálux, o músculo flexor curto dos dedos, músculo flexor curto do hálux, e o primeiro músculo lumbrical
    • nervo plantar lateral
      • ramo do nervo tibial
      • nerva diversos músculos da face plantar do pé, como o músculo quadrado plantar, músculo abdutor do dedo mínimo, músculo flexor curto do dedo mínimo, músculos interósseos plantares e dorsais, os três músculos lumbricais laterais, e o músculo adutor do hálux
    • nervo sural
      • união dos nervos tibial e fibular comum
      • inerva a pele da face lateral das porções posterior e média do pé
      • na ausência do mesmo, a inervação é suprida pelos nervos cutâneos surais medial e lateral
        • ramos do nervo tibial
        • Nem todas as pessoas possuem esse nervo
    • ramos calcâneos
      • originados do nervo tibial e sural
        • suprem a pele do calcanhar

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Description
Mind Map on pé, created by Fernando José de Morais Silva on 22/11/2020.
Created by
Fernando José de Morais Silva · Nov 2020
Updated
Nov 24, 2020
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9
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