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Ulceras Cronicas

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Ulceras Cronicas
Aumento na taxa devido ao aumento de expectativa de vida e e avanços da medicina
Dano localizado na pala geralmente sobre uma proeminência óssea ou relacionada ao uso de dispositivo médico ou outro artefato
Pode se apresentar em pele íntegra ou como úlcera aberta É o resultado de pressão intensa ou prolongada em combinação com o cisalhamento
A tolerância do tecido mole á pressão e ao cisalhamento pode ser afetada por fatores
- microclima, nutrição, perfusão e comorbidades
Pressão:
- efeitos da intensidade da pressão na gênese da LP(pressão capilar)
- a pressão capilar é a força que move os fluxos para fora do vaso atraves da membrana capilar
- a pressão de fechamento capilar é a quantidade mínima de pressão para colapso capilar
- o colapso capilar diminui o suprimento de sangue de nutrientes e de oxigênio para os tecidos
- a pressão de fechamento capilar é a quantidade mínima de pressão para colapso capilar
- a pressão capilar é a força que move os fluxos para fora do vaso atraves da membrana capilar
- efeitos da intensidade da pressão na gênese da LP(pressão capilar)
Tempo:
- a duração da pressão
- é um fator importante que deve ser considerado
- a relação tempo e pressão é inversa
- uma pressão de baixa intensidade aplicada sobre uma região por um longo período
- uma pressão de alta intensidade em um período curto de tempo
- uma pressão de baixa intensidade aplicada sobre uma região por um longo período
- a relação tempo e pressão é inversa
- é um fator importante que deve ser considerado
- a duração da pressão
Tolerância tecidual:
- Capacidade da pele e estruturas subjacentes trabalharem juntas para redistribuírem a carga imposta aos tecidos
- influenciada por diversos fatores:
- CISALHAMENTO: tração exercida sobre a pele, fazendo-a deslizar sobre o plano muscular, o que ocasiona a oclusão ou mesmo rompimento dos capilares responsáveis pela perfusão da pele neste local. A consequência desta separação capilar é a isquemia local, morte celular por isquemia, e todos os fenômenos decorrentes da falta de nutrição tecidual
- FRICÇÃO: é a lesão causada pelo atrito entre duas superfícies (a pele e a superfície de apoio), levando à formação de ferida por lesão direta da pele
- CISALHAMENTO: tração exercida sobre a pele, fazendo-a deslizar sobre o plano muscular, o que ocasiona a oclusão ou mesmo rompimento dos capilares responsáveis pela perfusão da pele neste local. A consequência desta separação capilar é a isquemia local, morte celular por isquemia, e todos os fenômenos decorrentes da falta de nutrição tecidual
- influenciada por diversos fatores:
- Capacidade da pele e estruturas subjacentes trabalharem juntas para redistribuírem a carga imposta aos tecidos
Fisiopatologia:
- A lesão por pressão ocorre quando a pressão intersticial excede a pressão intracapilar, originando uma deficiência de perfusão capilar, o que impede o transporte de nutrientes ao tecido
- Esta situação é mais comum em áreas de proeminências ósseas, onde o osso e a superfície de contato onde o paciente se apoia (cama ou cadeira) exercem uma pressão sobre a pele e partes moles sobre o osso maior do que a pressão capilar
- Quando esta isquemia tecidual gerada pela pressão é mantida por um tempo maior do que o necessário à recuperação do tecido frente à isquemia, ocorre a liberação de fatores inflamatórios.
- Os fatores inflamatórios alteram a permeabilidade vascular, gerando edema e piorando a isquemia, caso a pressão intersticial permaneça aumentada. A isquemia a nível celular leva à morte celular, gerando a liberação de mais fatores inflamatórios e fatores de necrose tecidual.
- Fatores de risco:
- INTRÍNSECOS: Aqueles inerentes ao próprio indivíduo, e incluem situações locais e sistêmicas de risco para lesões. Os mais importantes são: idade, presença de morbidades como hipertensão arterial sistêmica ou diabetes, inconsciência, imobilização, perda de sensibilidade, perda de função motora, perda de continência urinária ou fecal, deficiências nutricionais, anemias, índice de massa corporal muito alto ou muito baixo e doenças circulatórias.
- EXTRÍNSECOS: São aqueles derivados do ambiente, externos ao paciente. Os mais importantes são a pressão de contato sobre a proeminência óssea, as forças de cisalhamento, fricção, umidade e temperatura.
- INTRÍNSECOS: Aqueles inerentes ao próprio indivíduo, e incluem situações locais e sistêmicas de risco para lesões. Os mais importantes são: idade, presença de morbidades como hipertensão arterial sistêmica ou diabetes, inconsciência, imobilização, perda de sensibilidade, perda de função motora, perda de continência urinária ou fecal, deficiências nutricionais, anemias, índice de massa corporal muito alto ou muito baixo e doenças circulatórias.
- Fatores de risco:
- Os fatores inflamatórios alteram a permeabilidade vascular, gerando edema e piorando a isquemia, caso a pressão intersticial permaneça aumentada. A isquemia a nível celular leva à morte celular, gerando a liberação de mais fatores inflamatórios e fatores de necrose tecidual.
- Quando esta isquemia tecidual gerada pela pressão é mantida por um tempo maior do que o necessário à recuperação do tecido frente à isquemia, ocorre a liberação de fatores inflamatórios.
- Esta situação é mais comum em áreas de proeminências ósseas, onde o osso e a superfície de contato onde o paciente se apoia (cama ou cadeira) exercem uma pressão sobre a pele e partes moles sobre o osso maior do que a pressão capilar
- A lesão por pressão ocorre quando a pressão intersticial excede a pressão intracapilar, originando uma deficiência de perfusão capilar, o que impede o transporte de nutrientes ao tecido
Localização:
Classificação:
- LPP ESTÁGIO 1: Eritema não esbranquiçado de pele íntegra. Digitopressão. Por mais que apresente pele íntegra, já demonstra alteração relacionada a pressão, indicada pela mudança da temperatura local (calor ou frio), na consistência do tecido (edema, endurecimento ou amolecimento), ou sensação de prurido ou queimação.
- LPP ESTÁGIO 2: Perda da pele em sua espessura parcial com exposição da derme. Lesão é mais superficial e clinicamente aparece como abrasão, bolha ou cratera rasa. Não tem necrose e esfacelo.
- LPP ESTÁGIO 3: Lesão total da pele. Envolve dano ou necrose da camada subcutânea, mas não completa. Apresenta-se como uma cratera profunda com ou sem comprometimento de tecidos adjacentes, não atinge a fáscia muscular.
- LPP ESTÁGIO 4: Grande destruição com presença de tecido necrótico, ou dano de músculos, ossos ou estruturas de suporte.
- LPP NÃO CLASSIFICÁVEL: Não é possível determinar seu estágio, pois a base da lesão não pode ser visualizada. São comuns a presença de esfacelo e escara, na forma de uma casca espessa, dura, ou crosta seca.
- LESAO POR PRESSÃO TISSULAR PROFUNDA (LPTP): Pele intacta ou não, com área localizada e persistente de descoloração vermelha escura, marrom ou púrpura que não embranquece ou separação epidérmica que mostra lesão com leito escurecido ou bolha com exsudato sanguinolento. Normalmente de evolução rápida. Comum em pacientes com lesão medular
- LPP NÃO CLASSIFICÁVEL: Não é possível determinar seu estágio, pois a base da lesão não pode ser visualizada. São comuns a presença de esfacelo e escara, na forma de uma casca espessa, dura, ou crosta seca.
- LPP ESTÁGIO 4: Grande destruição com presença de tecido necrótico, ou dano de músculos, ossos ou estruturas de suporte.
- LPP ESTÁGIO 3: Lesão total da pele. Envolve dano ou necrose da camada subcutânea, mas não completa. Apresenta-se como uma cratera profunda com ou sem comprometimento de tecidos adjacentes, não atinge a fáscia muscular.
- LPP ESTÁGIO 2: Perda da pele em sua espessura parcial com exposição da derme. Lesão é mais superficial e clinicamente aparece como abrasão, bolha ou cratera rasa. Não tem necrose e esfacelo.
- LPP ESTÁGIO 1: Eritema não esbranquiçado de pele íntegra. Digitopressão. Por mais que apresente pele íntegra, já demonstra alteração relacionada a pressão, indicada pela mudança da temperatura local (calor ou frio), na consistência do tecido (edema, endurecimento ou amolecimento), ou sensação de prurido ou queimação.
Etiologia:
- LESÃO POR PRESSÃO RELACIONADA A DISPOSITIVO MÉDICO: Resultante do uso de dispositivos criados e aplicados para fins diagnósticos e terapêuticos. A lesão por pressão e resultante geralmente apresenta padrão ou forma do dispositivo
ÚLCERAS CRÔNICAS
- ÚLCERAS ARTERIAIS
- A doença vascular periférica lesa artérias de grande, médio e pequeno calibre e está relacionada, além da duração da doença de base, com idade, fatores genéticos, fatores ambientais, dislipidemias, fumo, sedentarismo, HA, DM
- A doença arterial periférica caracteriza-se pela ATEROSCLEROSE decorrente de um processo degenerativo que afeta os grandes vasos por acúmulo de gordura na parede dos mesmos, levando a obstrução progressiva, causando uma isquemia
- FATORES DE RISCO: Tabagismo Sedentarismo e Obesidade Diabetes Mellitus Hipertensão Arterial Hiperdislipidemias Arteriosclerose
- Avaliação deve ser realizada por vascular de forma criteriosa e exames específicos como ultrassom, avaliação durante exercicio físico, pressão digital e determinação da velocidade de fluxo arterial e arteriografia
- Se a obstrução do vaso progride e a isquemia se instala, o membro afetado pode perder sua capacidade funcional, nesse caso, os MMII são os mais afetados. Gangrena dos pés. Amputação Mutilação Física, psíquica e social
- DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL:
- Localização: normalmente distal podendo ser na região maleolar, calcâneo ou nos dedos. Pele ao redor é brilhante. Ausência de pelos. Membro frio. Pele brilhante. Pulso ausente ou filiforme. Apresenta tecido desvitalizado. Pouco exsudato. Paciente apresenta muita dor. Formato da ferida mais arredondado. Mais profundas. Bordas regulares e uniformes.
- ÚLCERAS VENOSAS
- A insuficiência venosa crônica dos MMII é uma doença com registros desde papiros egípcios. Das doenças de etiologia venosa é a que mais afeta os ser humano.
- Caracterizada por um conjunto de alterações físicas como o EDEMA, HIPERPIGMENTAÇÃO, ECZEMA, ERISIPELA, HIPODERMATOSCLEROSE que ocorrem na pele e no subcutaneo, principalmente MMII decorrentes da hipertensão venosa de longa duração e/ou obstrução venosa que culminam na formação de úlceras. Resulta da obstrução das válvulas venosas nas pernas ou de um fluxo de sangue para trás através das válvulas, afetando as veias superficiais e profundas.
- Esse distúrbio no mecanismo fisiológico do fluxo venoso resulta em hipertensão venosa, em virtude do aumento prolongado da pressão dos vasos. Como a parede dos veias são mais delgadas e complacentes que as das árterias, acabam por se distender prontamente quando a pressão venosa se eleva de maneira consistente.
- FATORES DE RISCO: Obesidade Trombose Doença Neuromuscular Válvulas Insuficientes
- Diagnóstico Diferencial: Localização: 1/3 inferior dos MMII próxima a região maleolar. Lesão mais superficiais. Edema Eczema Espessamento do tornozelo Dermatite ocre Presença de pulso Membro quente Bordas irregulares, aderidas ao leito e planas. Exsudato abundante. Lesões maiores e menos profundas.
- PÉ DIABÉTICO
- O diabetes melito é um grupo de doenças metabólicas caracterizadas por hiperglicemia resultante de defeitos da secreção insulínica, da ação insulínica, ou de ambos.
- Esta hiperglicemia crônica é relacionada a longo tempo com alterações no metabolismo dos carboidratos, lipídeos e proteínas; causando danos, disfunções e falências de múltiplos órgãos, principalmente nos olhos, rins, nervos, coração e vasos sanguíneos.
- É considerado um problema de saúde pública, pois encontra-se entre as primeiras causas de morte em vários países do mundo.
- Cerca de 20% de todos os diabéticos desenvolvem úlcera de membros inferiores em algum momento da vida e 25% de todas as internações que acontecem com diabéticos são por problemas nos membros inferiores.
- O pé diabético é resultante das seguintes complicações crônicas:
- NEUROPATIA DIABÉTICA: diminuição progressiva da sudorese levando a uma pele fina, ressecada, portanto mais suscetível a rupturas que a pele normal. Além disso perda progressiva da sensibilidade protetora dos pés levando a insensibilidade a traumas, microfraturas e ferimentos. Atrofia da musculatura metacarpiana e falanges levando a deformidades como dedos em garra. Alteração da marcha levando a modificação dos pontos de pressão plantar – calosidades.
- DOENÇA VASCULAR PERIFÉRICA: arterial – aterosclerose – isquemia arterial. Dificuldade e lentidão no processo de cicatrização.
- Podem ocorrer de forma isolada como concomitante
- DOENÇA VASCULAR PERIFÉRICA: arterial – aterosclerose – isquemia arterial. Dificuldade e lentidão no processo de cicatrização.
- NEUROPATIA DIABÉTICA: diminuição progressiva da sudorese levando a uma pele fina, ressecada, portanto mais suscetível a rupturas que a pele normal. Além disso perda progressiva da sensibilidade protetora dos pés levando a insensibilidade a traumas, microfraturas e ferimentos. Atrofia da musculatura metacarpiana e falanges levando a deformidades como dedos em garra. Alteração da marcha levando a modificação dos pontos de pressão plantar – calosidades.
- CARACTERÍSTICAS: Formigamento; Perda da sensibilidade local; Dores; Queimação nos pés e nas pernas; Sensação de agulhadas; Dormência; Fraqueza nas pernas. Tais sintomas podem piorar à noite, ao deitar. Normalmente a pessoa só se dá conta quando está num estágio avançado e quase sempre com uma ferida ou uma infecção, o que torna o tratamento mais difícil devido aos problemas de circulação
- ÚLCERAS ARTERIAIS
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- Mind Map on Ulceras Cronicas, created by LAIS NUNES ALVES on 05/10/2021.
- Created by
- LAIS NUNES ALVES
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