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FRATURAS

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FRATURAS

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FRATURAS

  1. DEFINIÇÃO

    • Perda da continuidade óssea
      • Traumas de alta energia : politrauma;PAF
      • Traumas de baixa energia: Associação com doenças ósseas( osteoporose)?
    • CLÍNICA
      • ESTABILIDADE DAS FRATURAS
        • COMPLICAÇÕES
            • PROGNÓSTICO DAS FRATURAS
              • Extensão/quantidade de tecidos desvitalizados
              • Tipo e grau de contaminação bacteriana
              • Caracterização da fratura
              • PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS DE EMERGÊNCIA
                • Fraturas expostas; luxações irredutíveis das principais articulações;fraturas com lacerações;lesões da coluna vertebral com deficiências neurológicas
          • Osteomielite : Sobretudo nas fraturas expostas . Muitas das vezes há uma cronificação e necessidade de ATBTerapia estendida. Tipo mais comum é a não hematogênica. Predomínio de : S.aureus;
          • Lesão Arterial: buscar sinais de isquemia aguda. Cirurgia
          • Síndrome Compartimental: Emergência cirúrgica. Compressão de nervos, vasos e tecidos. Isquemia tecidual.Abordagem com Fasciotomia
          • TVP: edema de membros,dor, aumento da temperatura local,eritema; TEP: dispneia seguida de dor torácica e tosse
          • Necrose Avascular: rompimento dos vasos da região.Isquemia e necrose óssea avascular
          • Pseudoartrose: Até 10% das fraturas. Calo ósseo não evolue em um período de 3 meses ou qnd a fratura não consolida após 9 meses. Vasculares x Avasculares ou Atróficas. Complicação tardia das fraturas acetabulares
          • Embolia gordurosa: Fratura fechada de pelve ou ossos longos. Taquidispneia súbita. Confusão mental.Petéquias disseminadas. Ocorre entre 24-72h pós trauma. Uso de corticóide para prevenção.
        • Relativa: movimentação controlada no foco de fratura.Consolidação do tipo secundária. Formação de calo ósseo.Uso de sínteses flexíveis( placa e parafusos)
        • Absoluta: Não existe foco fraturário a formação do calo ósseo. Consolidação primária. Métodos cirúrgicos: placas e parafusos interfragmentários
      • História de trauma. Dor( aguda; progressiva). Impotência funcional. Deformidade Edema. Equimoses. Crepitação local.
      • Dor aumenta com a palpação ou angulação do membro
  2. Secretária: Maria Adrianne Coordenadora: Isabela Costa .Outros membros: Diones; Nathalia Jordany; Rita ; Rafaela; Winicius; Luiz Fernando; Julio Henke; Diulio Maia

  3. FASES: CONSOLIDAÇÃO DAS FRATURAS

          • CLASSIFICAÇÃO DAS FRATURAS
            • FRATURA EXPOSTA
              • DEFINIÇÃO
                • Comunicação entre o ambiente externo e o osso por meio de uma lesão do músculo e pele. Hematoma fraturário em contato com meio externo.
                • EVOLUÇÃO
                  • Associada a quantidade de tecidos moles que sofreram lesão e foram desvitalizados. Pior evolução que as fraturas fechadas. + chances de complicações
                  • CLASSIFICAÇÃO DE GUSTILO E ANDERSON
                    • TIPO I : ferida pequena < 1cm. Lesão puntiforme Mínima lesão de partes moles.Lesão óssea simples. Contaminação mínima/limpa.Fratura transversa/oblíqua curta. Cefalosporina de 1º geração- Cefalexina;Cefalozina
                    • TIPO II : ferida média entre 1-10 cm. Baixo grau de contaminação.Moderada lesão de partes moles. Lesão óssea moderada.Fratura transversa/oblíqua mínima. Cefalosporina de 1ª geração- Cefalexina;Cefalozina 2 g de 8/8h
                    • TIPO III: Ferida grande com + de 10cm com extensa lesão. Grande contaminação. Trauma de alta energia. Fratura segmentar. Cefalosporina de 1ª geração + Aminoglicosídeo( Gentamicina 240 mg/dia). Se fratura ocorrer em ambientes RURAIS cobrir também anaeróbios( Penicilina Cristalina 2000000 UI de 4/4 h ou Metronidazol)
                      • IIIA: adequada cobertura óssea com partes moles. Lesão óssea multifragmentar. Obs: em caso de PAF pcte é classificado logo em IIIA
                      • III B: lesão extensa . Reconstituição cirúrgica de partes moles enxerto/retalho. Lesão óssea multifragmentar
                      • IIIC:lesão arterial que necessita de reparo cirúrgico. Requer reparo vascular.Lesão óssea multifragmentar
                    • ABORDAGEM
                      • Avaliação Primária ABCDE do ATLS
                        • História do Trauma.Foto de admissão do pcte na fratura exposta se possível
                      • Profilaxia contra tétano e/ou imunoglobulina
                        • Qual a situação vacinal do pcte?
                      • Analgesia
                      • Antibioticoprofilaxia VENOSA e precoce( ideal nas primeiras 3 h) : Classificação de Gustilo e Anderson. EVITAR INFECÇÃO
                      • Cirurgia
                        • Em até 6h - anestesia- exploração da ferida. Desbridamento. Lavagem mecânica 5- 10L de SORO FISIOLÓGICO SIMPLES(deixar ferida "limpa"). Fixação da fratura
                        • Desbridamento: 4 C da viabilidade muscular: Cor, Contratilidade, Consistência, Capacidade de Sangramento
                        • Cobertura cutânea: Preferível fechamento PRIMÁRIO
                          • Casos de fechamento SECUNDÁRIO: apresentação com + de 12h, início atrasado do ATB ( + 12h), contaminação profunda em tecidos ósseos,risco de contaminaçã anaeróbia, lesão neurovascular significativa,imunosupressão,impossibilidade de fechamento sem tensã
                        • PASSOS GERAIS
                          • PASSO 1 : ATLS
                          • PASSO 2 : História do trauma
                          • PASSO 3 : Exame Físico
                          • PASSO 4 : Cuidados com a ferida
                          • PASSO 6: Radiografia ortogonais do segmento.
                          • PASSO 7: Procedimento cirúrgico
                          • PASSO 8: Manejo pós- operatório
                          • PASSO 5: Antibiótico
                        • Debridamento- Irrigação- Estabilização esquelética
                        • O + precoce possível
                      • CUIDADOS COM A FERIDA
                        • Evitar Manipulação excessiva
                        • Curativo compressivo estéril provisório e Elevação do membro SE sangramento excessivo
                    • 4 variáveis: energia do trauma; grau de contaminação;grau de lesão das partes moles;tamanho da exposição
                      • Fazer a classificação APÓS o desbridamento cirúrgico
              • Natureza de alta energia( Politrauma)
              • URGÊNCIA ORTOPÉDICA
            • MANEJO AGUDO DE FRATURAS NÃO COMPICADAS
              • Analgesia para dor
            • MANEJO AGUDO DE FRATURAS NÃO COMPLICADAS
              • Avaliação Clínica Inicial
                • Checar alterações anatômicas, funcionais e neurovasculares
                  • Lesões na pele? Hemorragias? Deformidades? Incapacidade funcional?
                • Buscar lesão de tecidos moles
                • Avaliação neurovascular: palpação de pulsos distais,observação do TEC. Examinar função motora, sensorial
                • Inspeção visual- Palpação óssea-Avaliação neurológica- Estimar nível de contaminação( locais de alta contaminação- solo, água, detritos fecais-; mordidas humanas e/ou de animaais)
              • Avaliação Radiográfica
                • RAIO-X simples
                  • 2 incidências ortogonais : AP e Perfil
              • Imobilização
                • Prevenir o deslocamento da fratura e a perda da redução. Reduz a dor
                  • Garantir imobilização das articulações distal e proximal a fratura. Evitar movimentação do membro de forma indevida.
                • Imobilização( fratura com baixo risco de deslocamento) , gesso , órtese, buddy taping, sling and swathe
                • Redução da fratura: Realinhar os fragmentos fraturários
                  • Redução fechada por manipulação: Analgesia. Tração. Novo Raio-x em 2 incidências.
                    • Redução por tração contínua: No mínimo 2 semanas
                      • Redução aberta: cirurgia
              • Gerenciamento da Dor
                • Redução da dor: imobilização da fratura;gelo; elevação do membro afetado; ANALGESIA
                • Fraturas menores: Acetaminofeno ou AINE
                • Opioide em dor intensa + fratura: Opioides de ação curta + paracetamol . Menor duração possível 48-72h
                • Cuidados de Acompanhemnto
                  • Estabilização da fratura e outras lesões
                  • TTO e monitoramento da lesão: cuidados com gesso/tala; plano de acompanhamento
                  • Fraturas não complicadas: retorno de 3 - 7 dias
                  • Sinais de alarme que indicam necessidade de reavaliação imediata durante o tto: dor nova ou agravada; dígitos frios ou escuros; função motora diminuída na extremidade afetada; sangramento/descarga de gesso/tala; sensações de pressão/ dormência na área afetada; danos importantes no gesso
                  • Princípio Geral de Tto de Fraturas
                    • Consolidação da fratura na posição mais anatômica possível;
            • Traço: simples( transfixação de todo o osso); Cominutiva( "vários pedaços")
            • Comprometimento Articular: intra/extra- articulares
            • Comprometimento das partes moles: fechada; abertas/EXPOSTAS
    • FASE 1 : Fase prcoce( hematoma fraturário)- formação de hematoma decorrente do rompimento de pequenos vasos
    • FASE 2: Fase do calo fraturário mole- ocorre nas primeiras 2 semanas. Formação de um tecido que se interpõe aos fragmentos e circunda suas bordas
    • FASE 3 : Fase do colo fraturário duro ( calo ósseo)- Após as 2 primeiras semanas. Produção de tecido ósseo. Consolidação clínica com 6 semanas. Tecido ósseo maduro de 4 - 8 semanas
    • TIPOS DE CONSOLIDAÇÃO: Primária( segmentos fraturados não se movimentam em relação uns aos outros X Secundária( quando há movmentação controlada no foco- há formação de calo ósseo)
    • HEMATOMA-INFLAMAÇÃO( céls inflamatórias e angiogênese)- CALO MOLE( estabilização da fratura através da formação de tecido cartilaginoso) - CALO DURO( substituuição de tecido cartilaginoso por matriz óssea)- Remodelação óssea
      • Fatores MECÂNICOS( estabilização do foco traumático por imobilização). Fatores BIOLÓGICOS( aporte de oxigênio, nutrientes,adequada circulação sanguínea)
  4. FRATURA DE TORNOZELO

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Mind Map on FRATURAS, created by adri feitoza on 08/05/2022.
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