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Karine Luiz FISIOTERAPIA Portuguese

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  1. Articulações

    • Glenoumeral
      • articulação esferoide multiaxial com três graus de liberdade. As faces articulares são a cabeça hemisférica do úmero (convexa) e a cavidade glenoide da escápula (côncava)
    • Acromioclavicular
      • articulação plana entre a extremidade acromial da clavícula e a borda medial do acrômio
    • Esternoclavicular
      • é formada pela união da extremidade esternal na clavícula e o manúbrio do esterno
  2. Ossos

    • Clavícula
      • A Clavícula de liga ao Esterno por meio da articulação Esterno-Clavicular e com a Escápula por meio da Articulação Acrômio-Clavicular.
      • Acidentes Ósseos: Extremidade esternal, Extremidade acromial, Corpo da clavícula, Tubérculo conóide, Face articular acromial, Face articular esternal, Forame nutrício, Impressão do ligamento costoclavicular, Sulco do músculo subclávio, Linha trapezóidea.
    • Úmero
      • O Úmero na sua porção mais superior é chamado de terço proximal do Úmero e, podemos dividir essa região em quatro estruturas ósseas diferentes: Cabeça do úmero, Tubérculo Maior , Tubérculo Menor e Diáfise.
      • Acidentes Ósseos: Cabeça do úmero, Tubérculo maior, Tubérculo menor, Sulco intertubercular, Colo cirúrgico, Colo anatômico, Crista do tubérculo maior, Crista do tubérculo menor, Tuberosidade deltoidea, Margem medial, Margem lateral, Face ântero-latera, Face ântero-medial, Fossa coronoidea, Fossa radial, Crista supra-epicondilar medial, Crista supra-epicondilar lateral, Epicôndilo medial, Epicôndilo lateral, Tróclea do úmero, Capítulo do úmero, Côndilo do úmero, Corpo do úmero, Sulco do nervo radial, Fossa do olécrano, Sulco do nervo ulnar.
    • Escápula
      • A Escápula é importante pois muitos músculos se originam ou se inserem nesse osso. Podemos citar os músculos do manguito rotador, o trapézio, o deltóide, entre outros
      • Acidentes Ósseos: Borda medial, Borda lateral, Ângulo inferior, Ângulo superior, Processo coracoide, Acrômio, Ângulo do acrômio, Espinha da escápula, Fossa supra-espinhal, Fossa infra-espinhal, Fossa Subescapular, Incisura da escápula, Cavidade glenoidal, Tubérculo infraglenoidal, Ângulo lateral, Colo da escápula, Face costal.
  3. Músculos

    • Deltóide
      • Origem: Extremidade acromial da clavícula. Inserção: Tuberosidade Deltóide.
        • Ação: Fibras Anteriores: Flexão e rotação interna o ombro. Fibras Médias: Abdução do ombro. Fibras posteriores: Extensão e rotação externa do ombro.
          • Ângulo: Flexão - 180º (obs: após 120º, o movimento tem auxílio da cintura escapular). Rotação interna - 90º. Abdução - 180º. Extensão - 45º. Rotação externa - 70º.
            • Teste Muscular Deltoide Médio: Paciente: sentado. • Fixação: não necessita. • Prova:abdução do ombro sem rotação, cotovelo fletido a 90 graus para indicar a posição neutra da rotação. • Pressão: contra a parte lateral distal do úmero.
              • Teste Muscular Deltoide Anterior: Paciente: sentado. • Fixação: mão do terapeuta na cintura escapular (fraqueza). • Prova:abdução do ombro a 90 graus, leve flexão e leve rot. lateral. • Pressão: contra a superfície anteromedial do braço.
                • Teste Muscular Deltoide Posterior: Paciente: sentado. • Fixação: mão do terapeuta na cintura escapular (fraqueza). • Prova:abdução a 90 graus, leve extensão e leve rot. medial do ombro. • Pressão: contra a superfície pósterolateral do braço acima do cotovelo.
    • Redondo Maior
      • Origem: Ângulo inferior da escápula. Inserção: Tubérculo menor.
        • Ação: Rotação interna, extensão e adução do ombro.
          • Ângulo: Rotação interna - 90º. Extensão - 45º. Adução - nula, salvo quando é associada ao movimento de flexão ou extensão do tronco, sendo assim, a variação é de 30º.
            • Teste Muscular Redondo Maior: Paciente: DV. • Fixação: nenhuma necessária. • Prova: extensão e adução do úmero, com a mão sobre a crista ilíaca posterior. • Pressão: contra o braço acima do cotovelo.
    • Peitoral Maior
      • Origem: Porção esternal da clavícula, osso esterno e aponeurose do do M. Oblíquo externo . Inserção: Tubérculo maior.
        • Ação: Rotação interna, flexão e adução do ombro.
          • Ângulo: Rotação interna - 70º. Flexão - 0º a 180º (até 120º não é utilizado a escápula). Adução - nula, salvo quando é associada ao movimento de flexão ou extensão do tronco, sendo assim, a variação é de 30º.
            • Teste Muscular Peitoral Maior: Paciente: DD. • Fixação: ombro oposto,cotovelo estendido. • Prova:ombro horizontalmente aduzido (superior), ombro obliquamente aduzido (inferior). • Pressão: contra o antebraço.
    • Trapezio
      • Origem: Osso occiptal, processo espinhoso das vertebras cervicais e de todas as as torácicas. Inserção: Espinha da escápula, acrômio e porção acromial da clavícula
        • Ação: Fibras superiores: Elevação do ombro. Fibras Médias: Adução da escápula com retração do ombro. Fibras Inferiores: Depressão do ombro com adução da escápula.
          • Ângulo: Elevação do ombro - 30º a 40º. Adução da escápula com retração do ombro - 30º. Depressão do ombro - 5º a 10º.
            • Teste Muscular Trapézio Fibras Superiores, fibras média e fibras inferiores:: Posição do Paciente: 1. fibras superiores: em pé ou sentado; 2. fibras médias: decúbitoventral;3. fibras inferiores: decúbito ventral Posição de Prova: 1. fibras superiores: elevação da escápula e inclinação da colunacervical para o mesmo lado e a face direcionada para o lado contrário; 2. fibras médias:retração da escápula com ombro em abdução de 90º e cotovelo em extensão (polegarvotado para cima); 3. fibras inferiores: retração da escápula com ombro abduzido entre90º e 180º e cotovelo em extensão (polegar votado para cima) Estabilização: Sem descrição Resistência: 1. fibras superiores: afastamento da cabeça e do ombro simultaneamentecom ambas as mãos; 2. fibras médias: extremidade distal do antebraço no sentido daadução horizontal do ombro; 3. fibras inferiores: extremidade distal do antebraço nosentido da adução horizontal e extensão do ombro
    • Grande Dorsal
      • Origem: Processo espinhoso das ultimas vértebras torácicas, processos espinhos de todas as vertebras lombares, osso sacro e crista ilíaca. Inserção: Tubérculo menor.
        • Ação: Rotação interna, extensão e adução do ombro.
          • Ângulo: Rotação interna - 70º. Extensão - 45º. Adução: 0º.
            • Teste Muscular Grande Dorsal: Posição do Paciente: Decúbito ventral, sentado ou de pé Posição de Prova: Hiperextensão, adução e rotação medial do ombro com cotovelo emextensão Estabilização: Sem descrição Resistência: Extremidade distal do antebraço no sentido da abdução e flexão do ombro
    • Biceps braquial
      • Origem: Porção Longa: Tubérculo supraglenoidal e porção curta: Processo coracóide. Inserção: Tuberosidade do rádio e, fáscia do antebraço através da aponeurose do bíceps.
        • Ação: Ajuda na flexão de braço (fraco).
          • Ângulo: Flexão - 180º (obs: até 120º não é utilizado a escápula.)
            • Teste Muscular Bíceps Braquial: Posição do Paciente: Decúbito dorsal, sentado ou de pé Posição de Prova: Flexão do cotovelo a 90º com antebraço na posição supinada Estabilização: Região anterior do ombro Resistência: Na região distal do antebraço no sentido da extensão do cotovelo
    • Elevador da escápula
      • Origem: Tubérculo posterior do processo transverso das 4 primeiras vértebras cervicais. Inserção: Borda medial da escápula, da espinha da escápula até o ângulo superior.
        • Ação: Elevação da escápula e ombro.
          • Teste Muscular Elevador da Escápula: Posição do Paciente: Sentado ou de pé Posição de Prova: Elevação da escápula Estabilização: Sem descrição Resistência: Região superior do ombro no sentido da depressão Inervação: Cervicais e escapular dorsal
    • Romboides
      • Origem: Processos espinhosos da vértebra C7 a T5. Inserção: Borda medial da escápula.
        • Ação: Adução com elevação da escápula.
          • Teste Muscular Romboides: Posição do Paciente: Decúbito ventral Posição de Prova: Retração da escápula com ombro em abdução de 90º e cotovelo emextensão (polegar votado para baixo) Estabilização: Sem descrição Resistência: Extremidade distal do antebraço no sentido da adução horizontal do ombro
    • Peitoral menor
      • Origem: Terceira a quinta costela. Inserção: Processo Coracóide.
        • Ação: Inclinação anterior da escápula.
          • Teste Muscular Peitoral Menor: Posição do Paciente: Decúbito dorsal Posição de Prova: Protração do ombro Estabilização: nenhuma Resistência: Região anterior do ombro em direção a maca (retração) Inervação: Peitoral medial e latera
    • Serrátil anterior
      • Origem: Fase externa das 8 primeiras costelas. Inserção: Borda medial da escápula.
        • Ação: Abdução da escápula. Obs: Músculo acessório da inspiração.
          • Teste Muscular Serrátil Anterior: Posição do Paciente: Decúbito dorsal ou sentado Posição de Prova: Protração da escápula estando ombro flexionado a partir de 90º ecotovelo em extensão Estabilização: nenhuma Resistência: Extremidade distal do membro superior no sentido da retração e depressão da escápula
    • Manguito Rotador: grupo de músculos que mantem a cabeça do umero articulada com a cavidade glenóide.
      • Supraespinhal
        • Origem: Fossa supraespinhal. Inserção: Tubérculo maior.
          • Ação: Abdução do ombro e rotação externa de ombro.
            • Ângulo: Abdução do ombro - 120º. Rotação externa - 90º.
              • Teste Muscular Posição do Paciente:Em pé ou sentado Posição de Prova:Abdução do ombro aproximadamente a 30º com a face direcionadapara o sentido contrário ao movimento Resistência:Extremidade distal do antebraço no sentido da adução do ombro
      • Infraespinhal
        • Origem: Fossa infraespinhal. Inserção: Tubérculo maior
          • Ação: Rotação externa do ombro.
            • Ângulo: Rotação externa - 90º.
      • Redondo Menor
        • Origem: Borda lateral da escápula. Inserção: Tubérculo maior.
          • Ação: Rotação externa do ombro.
            • Ângulo: Rotação externa - 90º.
              • Teste Muscular do Infraespinhal e redondo menor: Posição do Paciente: Decúbito dorsal, sentado ou de pé Posição de Prova: Rotação lateral do ombro estando cotovelo flexionado a 90º e braço junto ao corpo Estabilização: Região medial do cotovelo Resistência: Extremidade distal do antebraço no sentido da rotação medial do ombro
      • Subescapular:
        • Origem: Fossa subescapular. Inserção: Tubérculo menor.
          • Ação: Rotação interna do ombro.
            • Ângulo: Rotação interna - 90º.
              • Teste Muscular Subscapular: Posição do Paciente: Decúbito dorsal, sentado ou de pé Posição de Prova: Rotação medial do ombro estando cotovelo flexionado a 90º e braço junto ao corpo Estabilização: Região lateral do cotovelo Resistência: Extremidade distal do antebraço no sentido da rotação lateral do ombro
  4. Patologias

    • Tendinite do Manguito Rotador
      • Tendinite do manguito rotador se leva ao esforço excessivo dos músculos do grupo além de tarbem estar relacionado a quedas, os principais fatores de risco são a falta de alongamento muscular, pois acaba levando o tendão a uma sobrecarga, além da postura inadequada, movimentos repetitivos pois acarretam a fadiga dos tendões, atividades esportivas em excesso ou sem equipamentos adequados e até mesmo o estresse que ocasiona contraturas musculares e fadiga prejudicando os tendões
        • Os sintomas que se apresentam normalmente são: Dor nos ombros, dor e sensibilidade ao tentar alcançar algo acima da cabeça ou nas costas, dificuldade em atingir todos os movimentos dos ombros, fraqueza dos ombros , em muitos casos pode haver inchaço local e presença de calor e/ou vermelhidão
    • Bursite
      • Os sintomas que se apresentam normalmente são: dor no ombro lesionado, dificuldade de mover o braço, com o agravamento da dor o paciente começa a limitar os seus movimentos com o braço, essa restrição pode levar a uma outra patologia chamada capsulite adesiva, A prolongada inflamação da bursa pode levar à deposição de cálcio na mesma, o que provoca calcificação, enrijecimento e perda da sua capacidade de proteger a articulação.
      • Bursite é um problema que surge quando a bursa subacromial subdeltoidea encontra-se inflamada.A bursite faz parte de um quadro que chamamos de síndrome do impacto do ombro, que é uma patologia do ombro na qual não apenas a bursa se encontra inflamada, mas também os músculos que passam pelo espaço subacromial.
    • Capsulite Adesiva
      • É uma doença que causa inflamação na cápsula articular do ombro e gera dor seguida de limitação dos movimentos do ombro, cerca de 10% a 20% das pessoas com diabetes desenvolvem a Capsulite Adesiva. Outros fatores de risco são hipertireoidismo, hérnia de disco cervical, doença cardiovascular, depressão, doença de Parkinson e cirurgia torácica.
    • Síndrome do Impacto
      • A síndrome do impacto do ombro é uma doença que consiste na compressão do tendão do músculo supra-espinhal durante o movimento de elevação do braço e na fase de retorno à posição de repouso.
        • Os sintomas que se apresentam normalmente são: Dor que pode se irradiar para a frente do ombro e para o lado exterior do braço, dor súbita ao levantar objetos e na execução de certos movimentos, dores noturnas e redução da amplitude de movimento
    • Luxação acromioclavicular
      • A luxação acromioclavicular ocorre por trauma comumente por queda de altura. Os ligamentos entre a clavícula e o acrômio são os mais superficiais e são os primeiros a serem lesados. Dependendo do trauma, os ligamentos entre a clavícula e o processo coracóide podem ser lesados, dando origem às luxações mais graves.
        • Os principais sintomas apresentados são: diminuição de força do ombro e dos músculos da escápula, alteração dos movimentos da escápula que pode gerar dor nos músculos cervicais, também pode ocorrer dor e edema na articulação acromioclavicular que pode ser facilmente palpada como um degrau na parte mais lateral da clavícula e nos casos mais graves a clavícula fica saliente.

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FISIOTERAPIA Mind Map on 2_2_OMBRO, created by Karine Luiz on 04/10/2016.
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Karine Luiz
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  • Created by Daielin Maisa · Sep 7, 2016
  • Copied by Daielin Maisa · Sep 7, 2016
  • Copied by Duaila Souza · Sep 9, 2016
  • Copied by Jessica Sampaio · Sep 9, 2016
  • Copied by Marcia Souza · Sep 11, 2016
  • Copied by Ketlin Oliveira · Sep 16, 2016
  • Copied by Marcia Souza · Sep 30, 2016
  • Copied by Karine Luiz · Oct 4, 2016
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