Mind map
ANTIPSICÓTICOS - Esquizofrenia

Map content
ANTIPSICÓTICOS - Esquizofrenia
DOPAMINÉRGICA
- A Dopamina é produzida na substancia nigra (localizada no mesencéfalo) e é liberada no Estriato (localizada no sistema límbico)
- Via nigroestriatal
- O Cortex (via piramidal) produz movimento grosseiro e o controle fino desse movimento é feito na região extra-piramidal (núcleos da base), por intermédio da Dopamina > promovendo manutenção da postura, equilíbrio e coordenação motora.
- Há 2 vias motoras
- Via Piramidal/cortico-espinal - produz movimento grosseiro
- A acetilcolina (ACh) induz um movimento na via responsável por movimentos grosseiros. A DA inibe a ACh no estriado, refinando o movimento.
- via extra-piramidal/ extra-corticoespinal - controle fino do movimento
- Via Piramidal/cortico-espinal - produz movimento grosseiro
- O aumento da DA, promove alterações motoras (estereotipias, discinesias, distonias/catatonia).
- Há 2 vias motoras
- O Cortex (via piramidal) produz movimento grosseiro e o controle fino desse movimento é feito na região extra-piramidal (núcleos da base), por intermédio da Dopamina > promovendo manutenção da postura, equilíbrio e coordenação motora.
- Via mesolímbica/mesocortical
- A dopamina na via cortical faz controle cognitivo (nossa consciência, atenção, pensamento, linguagem, outras). Na via mesolimbica, exerce controle emocional.
- Mesocortical = Alterações cognitivas (delírios/alucinações): sensoriais, auditivas, táteis
- Mesolímbica = alterações emocionais (embotamento afetivo, afeto incongruente, pobreza de linguagem, isolamento social).
- As funções dopaminérgicas excessivas no sistema límbico são centrais para os sintomas positivos da psicose.
- A dopamina na via cortical faz controle cognitivo (nossa consciência, atenção, pensamento, linguagem, outras). Na via mesolimbica, exerce controle emocional.
- Dopamina é produzida no hipotálamo e liberada na hipófise, em sua região túbero infundibular.
- Via Tubero-infundibular
- a dopamina produzida pelo hipotalamo faz controle endócrino da hipófise (FSH/LH, TSH, GH, inibe Prolactina, ACTH).
- Alterações hormonais (hipersexualidade, infantilismo sexual, inibição da lactação).
- a dopamina produzida pelo hipotalamo faz controle endócrino da hipófise (FSH/LH, TSH, GH, inibe Prolactina, ACTH).
- Via Tubero-infundibular
- Grandes quantidades de DA são encontradas nos núcleos da base
- Via nigroestriatal
- A dopamina (DA) é uma catecolamina/neurotransmissor que possui 5 receptores acoplados a proteína G (D1, D2, D3, D4 e D5)
- As vias que contêm DA e receptores foram implicados na fisiopatologia da esquizofrenia
- ESQUIZOFRENIA
- SINTOMAS
- Déficits cognitivos, principalmente déficits de memória operacional, velocidade de processamento e cognição social.
- Sintomas Negativos
- apatia, avolição (falta de vontade), alogia (pobreza de linguagem e vazia de conteúdo), embotamento afetivo, isolamento social
- Retirados comportamentos normais
- apatia, avolição (falta de vontade), alogia (pobreza de linguagem e vazia de conteúdo), embotamento afetivo, isolamento social
- Os sintomas positivos dos transtornos psicóticos incluem:
- alucinações, ilusões, fala desorganizada e comportamento desorganizado ou agitado.
- acrescentados/adicionados ao comportamente da pessoa
- alucinações, ilusões, fala desorganizada e comportamento desorganizado ou agitado.
- Geralmente delírio e alucinação ou somente estereotipias. Nem todos estão presentes. P
- Para diagnosticar é necessario confirmar 3 desses sintomas (delírio,alucinação + alteração motora)
- SINTOMAS
- Hipótese Dopaminérgica
- Aumento da oferta de Dopamina na fenda sináptica e um aumento na neurotransmissão dopaminérgica no SNC > a maior excreção do ácido homovanílico (HVA) (principal metabolito inativo) o que leva ao aparecimento de sintomas de esquizofrenia.
- A hipótese de hiperatividade da DA levou ao desenvolvimento da primeira classe terapêutica de agentes antipsicóticos, atualmente chamados de fármacos antipsicóticos típicos ou de 1ª geração
- FARMACOLOGIA DA ESQUIZOFRENIA (ANTIPSICÓTICOS)
- MANEJO CLINICO
- Tratamento de 1ª escolha (Atípico)
- Escalonamento até dose terapeutica máxima do ATIPICO > se diminui a dose desse antipsicótipo atípico 1 e vai inserindo o atípico 2 > escalonamente até dose terapeutica máxima...
- Menos reações adversas; Tempo de meia vida de eliminação mais curta; Tratam tambem sintomas negativos
- Escalonamento até dose terapeutica máxima do ATIPICO > se diminui a dose desse antipsicótipo atípico 1 e vai inserindo o atípico 2 > escalonamente até dose terapeutica máxima...
- Tratamento de 2ª escolha (Tipico e Clozapina - atipico, EA mais graves)
- São 2ª opção justamente pois têm mais reações adversas, tempo de meia mais longo, favorece intoxicação e não atuam sobre sintomas negativos
- CLOZAPINA
- O metabólito ativo da clozapina, N-desmetilclozapina, é um potente agonista muscarínico M1 e induz efeitos adversos mais graves (agranulocitose)
- CLOZAPINA
- São 2ª opção justamente pois têm mais reações adversas, tempo de meia mais longo, favorece intoxicação e não atuam sobre sintomas negativos
- Tratamento de 3ª escolha (Tipico + associações)
- Tipico + Biperideno/Cabergolina/Antimuscarinico/Noradrenérgicos/Histaminérgicos. Maior risco de intoxicação e efeitos adversos, o que explica um tratamento de 3ª escolha
- Tratamento de Emergência (Tipico)
- Induzem tontura, queda da PA e sonolência. O Adormecimento, sedação e indução de hipnose (sono) ajudam a controlar uma crise de esquizofrenia, sendo os Tipicos melhor alternativa para este fim.
- IM (1ª escolha) EV
- Induzem tontura, queda da PA e sonolência. O Adormecimento, sedação e indução de hipnose (sono) ajudam a controlar uma crise de esquizofrenia, sendo os Tipicos melhor alternativa para este fim.
- Tratamento de Depósito (Antipsicóticos de ação prolongadas se comparado aos tradicionais)
- Antipsicóticos de ação prolongadas se comparado aos tradicionais:
- Enantato de Flufenazina (Anatensol depot): 15 dias de ação, via IM (pois ela prolonga as etapas farmacocinéticas).
- Palmitato de pipotiazina (Piportil): 4 semanas de ação, IM.
- Decanoato de Haloperidol (Haldol decanoato): 4 semanas de ação, IM.
- Risperidona (Risperdal Consta): 15 dias de ação, IM.
- Palmitato de paliperidona (Invega Sustenna): metabólito ativo da Risperidona; 4 semanas de ação, IM.
- Risperidona (Risperdal Consta): 15 dias de ação, IM.
- Decanoato de Haloperidol (Haldol decanoato): 4 semanas de ação, IM.
- Palmitato de pipotiazina (Piportil): 4 semanas de ação, IM.
- Enantato de Flufenazina (Anatensol depot): 15 dias de ação, via IM (pois ela prolonga as etapas farmacocinéticas).
- O sal associado a eles (geralmente de cloreto, carbono) é pouquíssimo solúvel, o que explica esse prolongamento das etapas farmacocinéticas.
- Os efeitos esperados e adversos vao acontecer de modo mais atenuado
- O tto de deposito é mais caro que o convencional, principalmente quando envolve sal + Atípicos, especialmente Paliperidona.
- Antipsicóticos de ação prolongadas se comparado aos tradicionais:
- Tratamento de 1ª escolha (Atípico)
- INDICAÇÕES TERAPEUTICAS
- Transtorno de personalidade borderline;
- Tiques e estereotipias.
- Transtorno global do desenvolvimento (altismo);
- Tratamento de abstinência na dependência química (alcoolismo, psicoestimulantes, alucinógenos);
- Transtorno Bipolar (c/ sintomas positivos – aqueles da esquizofrenia acrescidos no comportamento da pessoa);
- Transtorno delirante;
- Esquizofrenia;
- Os efeitos comportamentais e o curso de tempo da resposta antipsicótica são concomitantes com o aumento da ocupação de D2 e incluem tranquilização da agitação psicomotora, diminuição da agressividade, diminuição do isolamento social e menos interferência de processos de pensamento desorganizados ou delirantes e alucinações.
- Esquizofrenia;
- Transtorno delirante;
- Transtorno Bipolar (c/ sintomas positivos – aqueles da esquizofrenia acrescidos no comportamento da pessoa);
- Tratamento de abstinência na dependência química (alcoolismo, psicoestimulantes, alucinógenos);
- Transtorno global do desenvolvimento (altismo);
- Tiques e estereotipias.
- Transtorno de personalidade borderline;
- Todos os fármacos reduzem a neurotransmissão dopaminérgica
- CLASSES
- Típicos
- O uso cronico induz SUPRARREGULAÇÃO, pois o organismo entende que tem pouca ligação da DA aos seus receptores específicos. > levando ao acúmulo na fenda (lenta e gradativa)
- Essa suprarregulação ocorreu de maneira lenta e gradativa ao longo do tempo de tratamento, logo esse efeito exacerbado também aparece de maneira mais lenta entre 1 a 15 dias. Esse é o tempo que leva para toda essa Dopamina se ligar aos receptores e é o tempo para interromper o antagonismo competitivo e reverter o estado de equilíbrio do fármaco
- RETIRADA ABRUPTA
- os receptores dopaminérgicos que vao estar em maior numero e com maior atividade intrínseca vão se ligar a Dopamina acumulada na fenda e induzir uma resposta celular exacerbada e intensa.
- Essa resposta intensa envolve um supercontrole da ação da Ach no Estriado
- Discinesia Tardia e Catatonia.
- *Discinesia Tardia e Catatonia = prejuízo do movimento como paralisia, enrijecido em tônus muscular (catatônico), não fecha os olhos/boca devido alteração do tônus muscular, distonia (alterações de tônus muscular), estereotipias.
- * Discinesia = Movimentos musculares involuntários e descontrolados.
- *Discinesia Tardia e Catatonia = prejuízo do movimento como paralisia, enrijecido em tônus muscular (catatônico), não fecha os olhos/boca devido alteração do tônus muscular, distonia (alterações de tônus muscular), estereotipias.
- Discinesia Tardia e Catatonia.
- Essa resposta intensa envolve um supercontrole da ação da Ach no Estriado
- os receptores dopaminérgicos que vao estar em maior numero e com maior atividade intrínseca vão se ligar a Dopamina acumulada na fenda e induzir uma resposta celular exacerbada e intensa.
- Tratamento cronico - Sintomas Positivos
- MECANISMO DE AÇÃO = são antagonistas competitivos predominantemente dos receptores dopaminérgicos (D2) nas 4 vias dopaminérgicas, H1, M1-M5 e alfa-1: ocupa o mesmo local de ação do substrato (dopamina) mas não induzem efeito celular = antagonizam o efeito da dopamina, Ach, histamina e NE.
- VIA TUBERO-INFUNDIBULAR
- Ao se inibir ligação da dopamina no seu respectivo receptor na adenohipófise, ela deixa de inibir a prolactina, aumentando sua liberação.
- Hiperprolactinemia
- Ginecomastia, Galactorreia e Amenorreia
- TRATAMENTO E PROFILAXIA (hiperprolactinemia)
- Associação do antispsicótico típico + CABERGOLINA
- Agonista D2, mimetiza a ação da DA promovendo inibição da secreção de prolactina da adenohipófise.
- Não é um fármaco que tem especificidade pela via túberoinfundibular podendo prejudicar parte do controle dos sintomas esquizofrênicos em outras vias, por isso, só se prescreve na presença dessas queixas.
- Agonista D2, mimetiza a ação da DA promovendo inibição da secreção de prolactina da adenohipófise.
- Associação do antispsicótico típico + CABERGOLINA
- TRATAMENTO E PROFILAXIA (hiperprolactinemia)
- Ginecomastia, Galactorreia e Amenorreia
- Hiperprolactinemia
- Ao se inibir ligação da dopamina no seu respectivo receptor na adenohipófise, ela deixa de inibir a prolactina, aumentando sua liberação.
- VIA NIGRA-ESTRIATAL
- diminuindo seu controle sobre a ACh, resultando em maior atuação da acetilcolina no estriado e descontrole motor
- Produzem efeitos adversos sobre a via nigro-estriatal
- A síndrome extrapiramidal - Parkinsonismo (SEP)
- TRATAMENTO E PROFILAXIA (SEP e Catatonia)
- Suspender o fármaco
- Psicótico Típico + BIPERIDENO (porfilaxia)
- antagonista competitivo de receptor muscarínico – M1 a M5, ou seja, antagonisando a ligação e efeito da ACh.
- * Bradicinesia (movimento lento e capacidade prejudicada de movimentar rigidez), tremor variável, fácies inexpressiva, marcha arrastando os pés
- * 1ª semana de uso até 15ª semanas e nao é obrigatório para todos.
- * aparece até antes de solucionar os sintomas positivos, o que motiva os pacientes a abandonarem o tratamento.
- * 1ª semana de uso até 15ª semanas e nao é obrigatório para todos.
- TRATAMENTO E PROFILAXIA (SEP e Catatonia)
- A síndrome extrapiramidal - Parkinsonismo (SEP)
- Produzem efeitos adversos sobre a via nigro-estriatal
- diminuindo seu controle sobre a ACh, resultando em maior atuação da acetilcolina no estriado e descontrole motor
- D2
- ocupação do receptor > 78% causa sintomas extrapiramidais (SEP)
- M1 a M5 (antagonismo colinérgico)
- constipação, visão turba, boca seca, sonolência, oligúria, sonolencia.
- H1 (histamina)
- Essa ação antiistamina induz ganho de peso ( > 5Kg/semana) e mais sonolência.
- Alfa-1 (vasos)
- Aumento da PA, tontura e sonolência > aumenta o risco de queda em idosos e fraturas.
- ANTAGONISTAS COMPETITIVOS
- VIA TUBERO-INFUNDIBULAR
- Meia vida de eliminação Longa
- CLORPROMAZINA (tricíclico) HALOPERDOL (butirofenona)
- 30h para serem eliminadas, ou seja, os efeitos adversos seriam induzidos por um tempo mais prolongado,
- O uso cronico induz SUPRARREGULAÇÃO, pois o organismo entende que tem pouca ligação da DA aos seus receptores específicos. > levando ao acúmulo na fenda (lenta e gradativa)
- Atípicos
- MECANISMO DE AÇÃO = são antagonistas competitivos sobre receptores D2 (baixo efeito antagonista), D3, D4 e 5-HT 2A (alto efeito antagonista), presentes principalmente nas vias mesolímbica, mesocortical e de serotonina (neurotransmissor ligado a emoção). A atuação na mesolimbica é mais evidente que os típicos e ele faz melhor controle da emocionalidade, aspectos motores e cognitivos.
- ANTAGONISTA COMPETITIVO
- Tratamento cronico - Sintomas Positivos e Negativos
- Meia vida de eliminação Curta
- Menos Efeitos adversos (parkinsonismo e Hiperprolactinemia) e Intoxicação (risco de morte)
- Mais seguros que os Típicos
- Agranulocitose
- Ganho de Peso
- Sedação
- Ganho de Peso
- Menos Efeitos adversos (parkinsonismo e Hiperprolactinemia) e Intoxicação (risco de morte)
- Bloqueio fraco do receptor D2, diferentemente dos tipicos; H1, M1 e alfa-1 (baixa afinidade).
- Praticamente não atuam na via nigra-estrital, não causando parkinsonismo, nem na infundibular (hiperprolactinemia).
- CLOZAPINA
- RISPERIDONA
- ZIPRAZIDONA (ultima linha)
- QUETIAPINA
- OLANZAPINA
- QUETIAPINA
- ZIPRAZIDONA (ultima linha)
- RISPERIDONA
- Atua mais na via mesolimbica e mesocortical
- MECANISMO DE AÇÃO = são antagonistas competitivos sobre receptores D2 (baixo efeito antagonista), D3, D4 e 5-HT 2A (alto efeito antagonista), presentes principalmente nas vias mesolímbica, mesocortical e de serotonina (neurotransmissor ligado a emoção). A atuação na mesolimbica é mais evidente que os típicos e ele faz melhor controle da emocionalidade, aspectos motores e cognitivos.
- RENAME
- Componente Básico (Típicos)
- Clorpromazina (tradicional/depósito) ; Haloperidol (tradicional/depósito); Biperideno (antimuscarinico - tradicional/depósito); Litio (estabilizador do humor)
- A estimulação de receptores pós-sinápticos D1 ativa a via de Gs-adenilato-ciclase-AMPc.
- Os receptores D2 acoplam-se através de Gi inibindo adenilato-ciclase
- Gq ativando a via PLC-IP3-Ca2+
- A ativação da via Gi também pode ativar canais de K+, levando a hiperpolarização
- Todos os agentes antipsicóticos atuam nos receptores D2
- Agentes antipsicóticos com afinidade por 5-HT2 apreciável têm efeitos significativos tanto nos receptores 5-HT2A quanto nos receptores 5-HT2C, sendo que medicamentos isolados variam em suas potências relativas em cada subtipo. Como discutido anteriormente, agentes antipsicóticos atípicos apresentam potente antagonismo funcional em ambos os subtipos de receptores 5-HT2
- Todos os agentes antipsicóticos atuam nos receptores D2
- A ativação da via Gi também pode ativar canais de K+, levando a hiperpolarização
- Gq ativando a via PLC-IP3-Ca2+
- Os receptores D2 acoplam-se através de Gi inibindo adenilato-ciclase
- A estimulação de receptores pós-sinápticos D1 ativa a via de Gs-adenilato-ciclase-AMPc.
- Clorpromazina (tradicional/depósito) ; Haloperidol (tradicional/depósito); Biperideno (antimuscarinico - tradicional/depósito); Litio (estabilizador do humor)
- Componente Estratégico (Atípicos)
- Ziprasidona; Clozapina; Olanzapina Quetiapina; Risperidona
- Componente Básico (Típicos)
- Típicos
- CLASSES
- CIGARRO X ANTIPSICÓTICOS
- indutor enzimático das enzimas do CYP450, especificamente da a 1a2, enzima que metaboliza antipsicóticos. Portanto, quanto maior o fumo maior a metabolização dos antipsicóticos e mais rapidamente aparecem os efeitos adversos.
- MANEJO CLINICO
- FARMACOLOGIA DA ESQUIZOFRENIA (ANTIPSICÓTICOS)
- A hipótese de hiperatividade da DA levou ao desenvolvimento da primeira classe terapêutica de agentes antipsicóticos, atualmente chamados de fármacos antipsicóticos típicos ou de 1ª geração
- Aumento da oferta de Dopamina na fenda sináptica e um aumento na neurotransmissão dopaminérgica no SNC > a maior excreção do ácido homovanílico (HVA) (principal metabolito inativo) o que leva ao aparecimento de sintomas de esquizofrenia.
- ESQUIZOFRENIA
- D1 e D5
- GS (excitatória) = ativa adenilato cilcase (AD), ativando uma cascata de reações > (despolarização)
- D2, D3, D4
- Gi (inibitoria) = inibe AD
- As vias que contêm DA e receptores foram implicados na fisiopatologia da esquizofrenia
- A Dopamina é produzida na substancia nigra (localizada no mesencéfalo) e é liberada no Estriato (localizada no sistema límbico)
Images and files in the map
Information
- Description
- Mind Map on ANTIPSICÓTICOS - Esquizofrenia, created by Luana Nayara on 22/04/2021.
- Created by
- Luana Nayara
- Views
- 5
- Rating
