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ELETROANALGESIA

SAMARAH FAGUNDES DE ALMEIDA GOMES Portuguese

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ELETROANALGESIA

  1. Dor: combinação de sensações subjetivas que acompanham a ativação de nociceptores

    • É a queixa principal dos pacientes. Dividida em: dor aguda, crônica e referida)
  2. Modulação da dor

    • Teoria das comportas Melzack, Wall 1965
      • Diz que a percepção de tato é mais rápida que a de dor.
      • Fibras A delta e C conduzem a dor para a medula e estimula a célula T (cel. de disparo) que estimula a via 2 e 3 e chega a informação ao córtex
        • Para modular: faz-se estímulos táteis no local da lesão, estimulando as fibras A beta e A gama, que são mais mielinizadas e rápidas para transporte de informações.
          • Na medula estimulam neurônios contrairritantes da substância gelatinosa.
          • Fecha-se o portão da dor a nível medular, indivíduo não sente dor.
          • Esses neurônios inibem a célula T, e ela não transmite informação de dor ao tálamo e córtex
      • Apenas estímulo sensorial, deve aplicar duração de pulso curta e baixa amplitude
    • Teoria do sistema dos opióides endógenos
      • Estímulo controlado é feito na periferia. Ele ativa a via de dor que chega ao SNC e ativa liberação de opióides;
        • opiódes estimulam a substância cinzenta periaquidutal (PAG), que estimula o núcleo magno da rafe (NRM e o lócus cerúleos (LC)
          • NRM e LC inibem a dor no corno dorsal da medula, o LC inibe pela noradrenalina e o NRM pela serotonina.
            • A noradrenalina e a serotonina estimulam a SG que inibe a célula T (cél. de disparo) e inibe a dor.
              • Por ser hormonal, essa estimulação persiste mesmo após fim da aplicação.
            • LC inibe a SG e NMR inibe a SG e também o neurônio II
      • Modulação da dor é feita pela liberação de opióides.
  3. Tipos de fibras

    • Fibra grossa e mielinizada: A alfa; A beta; A gama (tato, pressão e temperatura)
    • Fibra fina e mielinizada: A delta (dor aguda e tato)
    • Fibra fina e amielínica: fibra C (dor crônica)
  4. Peptídeos opiáceos

    • Encefalinas, beta-endorfinas e dinorfinas
  5. Parâmetros ajustáveis TENS

    • I: amplitude (mA); T: tempo de duração do pulso (Us ou ms); R: intervalo interpulso (ms); Frequência (Hz ou pps)
    • Variações na modulação
      • Pode variar a largura de pulso, a frequência e a intensidade: VIF, VLP, VPF, VFP
        • Posicionamentos do eletrodos
          • I. Posicionamento ao redor da dor; II. Acima da dor; III. Sobre o ponto de dor e na raiz do nervo (troncular); IV. fazendo um X na área de dor
  6. Níveis de eletroestimulação

    • Estimulação em nível sub sensorial (microcorrentes; em nível sensorial; em nível motor; nível nocivo.
  7. Correntes utilizadas

    • TENS convencional; TENS acupuntura; TENS BURST, TENS Breve-intendo;
  8. Parâmetros

    • Tempo de duração do pulso: depende do limiar que pretende atingir
    • Frequência: de acordo com a tolerância e indicação
    • Amplitude: parestesia forte, porém confortável
  9. Indicações

    • Fase aguda: TENS convencional, TENS burst
    • Fase subaguda: TENS burst, breve intenso
      • Conta-Indicações
        • Causa da dor desconhecida; útero e lombar de grávidas, seio carotídeo, marcapasso, alterações de sensibilidade, feridas sem cicatrização,
          • flebite, tumores, epilepsis, lesão cutânea, alterações cognitivas
    • Fase crônica: TENS burst, breve intenso e TENS acupuntura

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Mind Map on ELETROANALGESIA, created by SAMARAH FAGUNDES DE ALMEIDA GOMES on 18/11/2021.
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