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BGP

Nildo Leite Portuguese

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BGP

  1. Não usa métricas para definir quais prefixos serão adicionados à tabela de roteamento.

    • '""Não forma adjacência de forma automática. Usar comando "neighbor"
      • Usa protocolo TCP - porta 179
        • Permite adjacência mesmo em roteadores que não estão diretamente conectados
          • Não é necessário compartilhar a mesma subrede, opção Multihop dever ser ativada via comando.
  2. Adjacência : connect, open sent, open confirm e updade

  3. BGP recebem os prefixo anunciados pelo roteador BGP visinho.

  4. Uma vez a tabela populada o protocolo executa o algoritmo de seleção de melhor caminho. "best path algorithim"

  5. BGP não considera mais de uma rota para uma rota remota., portando não instala mais de uma rota na tabela.

  6. No lugar de métricas o BGP usa atributos.

  7. Não tem balanceamento de carga.

  8. Tipos de BGP : Ebgp e ibgp

  9. CCNA 6.0

    • MODELO HIERÁRQUICO
      • Core
        • Camada principal : responsável por grandes volumes de dados de forma simultanea rápida e confiável. Nela temos Switches Layer 3 ou roteadores
      • Distribuição
        • Prove roteamento entre as Vlans, filtragem de dados, por meio de Firewall, Listas de controle de Acesso. Díspostivos nesse camada Swithes Layer 3 ou Routers. Implementação de políticas de segurança e tradução de endereços 'Nat".
      • Acesso
        • Controla o acesso de grupos e usuários aos recursos da rede. Switches são encontrados nessa camada, Switches Camada 3 também podem ser encontrados nessa camada
      • Interessante implementar uplinks de 1o Gbps conectando as camadas de Acesso e Distribuição.
    • Link Layer Discorey Procol
      • Tanto LLDP como CDP operam na cama de elance 2 e ambos têm como objetivo o transporte de informações diversas sobre dispositivos vizinhos.
        • CDP protocolo proprietário da Cisco. LLDP é denido pelo padrão IEEE 802.1 ab
          • LLDP usa frames Ethernet para transportar informações entre os vizinhos, o dispositivos adotam um endereço MAC multicast especial (180:c200:000x, onde X pode ser 0 ou 3. Esses endereços MAC multicast não são propagados pelo Switches, ficando restrito apenas ao elementos diretamente conectados.
    • Qualidade de SLA
      • Pontos chaves do QoS
        • Latência (delay)
          • Jitter (a) variação da latência
            • Perda de pacotes (packet loss)
              • Banda passante
                • Refere-se ao número de bits por segundo que pode, inteligentemente, ser expedido para obtenção de sucesso na entrega do frame ou pacote. A especificação de taxa de transmissão em redes Ethernet é feita por meio da definição do CIR e EIR.
              • Qualquer transmissão que exceda o contratado poderá sofre descartes e perdas. Adicionalmente, frames ou pacotes com problemas de formatação ou sequenciamento também poderão sofrer descarte no processo de transmissão
            • Conhecido como “Variação de Delay”, ou seja, é a variação do atraso entre frames consecutivos.
          • A latência (ou delay) é o tempo despendido entre o primeiro bit de um frame ser transmitido e o último bit deste frame ser recebido no destino
        • Modelo operacional de redes baseadas em QoS
          • Definição de tipos de tráfego, prioridades e recursos (banda
            • Tarefa de identificar diferentes tipos de tráfego com base em critérios pré-definidos.
            • Identificação (marcação) de tráfego:
              • Policing:
                • Shapping:
                  • Rate-limit
                    • Rate-limit pode ser implementado como uma função do policing ou de forma independente, e permite a limitação da taxa de transmissão no sentido IN ou OUT em uma interface física ou lógica, baseada em alguns critérios (como MAC address, endereço IP, etc).
                  • A diferença primordial entre shapping e policing (ítem 3) é que policing permite o comportamento de rajadas, enquanto shapping, não. Shapping implica na existência de uma fila e em uma quantidade suficiente de memória (buffer) para encaminhamento dos pacotes enfileirados,
                • Consiste na definição das políticas que atuarão sobre o tráfego identificado e marcado.
              • Tarefa de identificar diferentes tipos de tráfego com base em critérios pré-definidos.
      • 5 pontos básicos de SLA : O que, Quando, Quanto, Como, imprevistos e ajuste.
        • Quando : Neste ponto deve ser definido o percentual de disponibilidade do serviço, o horário do serviço (período em que deve estar disponível
        • O que : Quais serviços estão sendo objetos do SLA em questão? Contextualizar o serviço já na primeira parte do documento
        • Quanto – Esta pergunta não tem relação com valor a ser pago pelo serviço – algo que, normalmente, já se encontra definido no Catálogo de Serviços
        • Como – Este ponto é amparado por um documento chamado de SLS (Service Level Specification). É no SLS que o detalhamento de como o que foi definido nos pontos 1 a 3 será efetivamente alcançado e verificado.
        • Um SLA é um documento vivo. Deve ser constantemente revisto e atualizado, de forma a refletir da melhor forma os interesses de ambas as partes

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Mind Map on BGP, created by Nildo Leite on 30/05/2017.
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Nildo Leite
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