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SIDA e Tuberculose - created from Mind Map
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TUBERCULOSE
AIDS
Epidemiologia
Sinais e Sintomas
Classificação
causada pelo MYCOBACTERIUM TUBERCULOSES
Diagnóstico é feito quando
Exames
Tratamento
Necessária vacinação BCG para profilaxia contra formas graves
Aglomeração: mais frequente em países subdesenvolvidos
Homens 2:1 Mulheres
40-60 anos
Imunocomprometidos
Febre Vespertina
Sudores Noturna
Tosse Seca
Emagrecimento
Fadiga
Evolução com expectoração purulenta e/ou sanguínea
Primária
Pós-Primária- 3 anos após a infecção
Caracterizada por Linfonodomegalia mediastinal hilar (padrão)
Menor Imunidade ou Inalação de nova carga do bacilo
Presença de cavitações, cavidades, opacidade hetrogênea
É um BAAR
ESCARRO POSITIVO
ESCARRO NEGATIVO
2 baciloscopias positivas
1 baciloscopia com cultura positiva
1 baciloscopia com Rx POSITIVO
Se o RX e a clínica forem sugestivos de tuberculose
Raio-X
Baciloscopia de Escarro
Cultura de Escarro
PPD
Em duas amostras: deve ser realizada durante a consulta e na manhã do dia seguinte
Indicada para pacientes com baciloscopia negativa, porém: suspeitos, vulneráveis, portadores de HIV, retratamento.
Verifica-se o tamanho da reação no antebraço com a injeção subcutânea de proteína da tuberculose
Avalia se o paciente foi infectado com tuberculose ou foi vacinado
Até 5mm é não reator; Maior que isso é reator
Esquema RIPE por 2 meses
Tomar medicação 30 minutos antes ou 2h após refeição, 1x ao dia
Dipirona de 6/6h se houver dor ou febre
Seguida por esquema RI por 4 meses
Retrovírus HIV
Transmissão
Fisiopatologia
FASES
Diagnóstico
Tratamento
Manifestações Neurológicas
Manifestações Respiratórias
Classifica-se
HIV1 é o mais prevalente
HIV2
Sexual
Perinatal
Sanguínea: transfusão
Percutânea: picada de agulha
O vírus acomete as células que expressamCD4.
Leva a queda importante de número dos LT CD4
ESTÁGIO 1: SOROCONVERSÃO. infecção primária leva à Síndrome Viral Aguda, que dura poucas semanas
ESTÁGIO 2: ASSINTOMÁTICA. Há definição do setpoint entre a carga viral e o equilíbrio imune.
ESTÁGIO 3: AIDS
ESTÁGIO 4: ÓBITO
Febre; rash cutâneo em tronco; adenopatia; mialgia; faringite; mialgia; diarreia; cefaleia
3-6 meses após infecção o corpo começa a produzir IgG anti-HIV
Pode durar em média 10 anos. Pode cursar com linfonodopatia generalizada persistente
Níveis de CD4 encontram-se menores que 350mm3.
Níveis de CD4. Assintomático: maior que 500. Sintomas B: 200-500.
Sintomas: Candidíase Oral vaginal persistente; leucoplasia pilosa oral; neuropatia periférica; herpes zoster; PTI...
Ocorre 2 anos em média após a 3
Sorologia para HIV (ELISA)
Teste Rápido
Caso seja POSITIVO o resultado, o laboratório faz testes mais específicos
Se continuar positivo será REATIVO PARA HIV, e o laboratório solicita outra amostra para refazer o exame
Teste 1: se for reagente deve-se realizar o 2
Teste 2: se for reagente é dado o diagnóstico; se não reagente deve-se solicitar a sorologia
Iniciar em TODOS com HIV
Esquema preferencial: tenofovir +lamivudina+dolutegravir.
TDF + 3TC + DTG
Toxoplasmose Cerebral
Criptococose (Meningite)
RM: Lesões hipodfensar com realce anelar e edema perilesional; ou realce nodular
Taquizoitos de Toxoplasma gondii em tecidos cerebral ou sangue
Cultura positiva para Cryptococcus neoformans no liquor
Pneumocitose
Tuberculose
Criptococose; Histoplasmose ou Paracoccidioidomicose
1) Achados radiológicos: padrão peri-hilar bilateral. 2) Achado do fungo
É uma das causas mais frequentes de morte nesses pacientes
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- Medicina Note on SIDA e Tuberculose - created from Mind Map, created by Amanda Lopes on 09/12/2020.
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