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Flashcards

Manual do Socorrista Militar - CBMERJ - Parte II

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Cards in this deck (34)

  1. 1FEASFERRAMENTAS, EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS (FEAS) UTILIZADAS PELO SOCORRISTA PARA ESTABILIZAÇÃO DA VÍTIMA
  2. 2FEAS para higiene- luvas de procedimento;
    - almotolia pequena (individual) de álcool 70 vol% gel;
    - saco de lixo para biológicos.
  3. 3FEAs para a estabilização da coluna vertebral e extricaçãoa) prancha longa com 3 tirantes
    b) imobilizador lateral de cabeça
    c) prancha dorsal curta
    d) colar cervical
    e) maca tipo “colher” (scoop).
    f) maca cesto - terreno rural e montanha
    g) maca envelope - cenários específicos
  4. 4A Primeira Lei de Newton, ou lei da Inérciaa tendência dos corpos, quando nenhuma força é exercida sobre eles, é permanecer em seu estado natural, ou seja, repouso ou movimento retilíneo e uniforme
  5. 5A segunda Lei de NewtonA força gerada que age sobre um corpo deve ser idêntica ao produto da massa do corpo por sua aceleração.
    (F = m.a)
  6. 6A lei ou princípio da conservação de energiaA quantidade total de energia em um sistema isolado permanece constante.
    (a energia não pode ser criada nem destruída: a energia pode apenas ser transformada).
  7. 7A energia cinética (ou energia do movimento)É uma função da massa e da velocidade de um objeto. Na física, a energia cinética em um objeto é a energia que ele possui devido ao seu movimento.
    Ec = (m.v^2)/2
  8. 8Densidade na cinemática do traumaQuanto mais espesso o tecido maior o número de partículas acometidas pelo impacto, sendo maior a quantidade de energia trocada.
    A mesma velocidade e força tem reações diferentes devido a densidade da massa.
  9. 9Densidade dos tecidos do corpo humanoAr (maior parte dos pulmões e parte do intestino), água (músculos e a maioria dos órgãos sólidos – como fígado e baço) e sólidos (Ossos).
  10. 10Trauma penetrante x contusoSe a energia do impacto é direcionada a uma área pequena esta força pode exceder a resistência da pele e o objeto penetrar no tecido (Trauma Penetrante). Se a força é disseminada por uma área maior e não rompe a resistência da pele definimos como Trauma Contuso.
  11. 11CavitaçãoQuando um objeto sólido atinge o corpo humano ou se o corpo humano atinge um objeto sólido as partículas do corpo se deslocam de posição normal criando um orifício ou uma cavidade.
  12. 12condições consideradas “pré-colisão”São aquelas que podem ter potencializado ou causado o acidente.
    (condições da pista, do veículo, visibilidade, condições clinicas do condutor)
  13. 13Efeito caniveteVítima de colisão utilizando cinto de dois pontos (ou cinto abdominal), tendo o seu tronco projetado para frente.
  14. 14Mecanismo de colisões (3 colisões)- veículo x anteparo;
    - ocupante x estruturas internas do veículo;
    - órgãos internos x estruturas ósseas.
  15. 15Efeito chicoteEm caso de colisão traseira o posicionamento inadequado do encosto de cabeça pode permitir uma flexão do pescoço da vítima seguida de uma hiperflexão, podendo gerar danos no pescoço e coluna cervical.
  16. 16Avaliação Primária Politraumatizado ABCDENC - Nível de consciência
    A - Abertura das Vias Aéreas e proteção da coluna cervical
    B - (Boa) Ventilação
    C - Circulação (perfusão e controle de hemorragias)
    D - Disfunção neurológica
    E - Exposição e ambiente
  17. 17Avaliação do nível de consciência - AVDI- ALERTA
    - resposta VERBAL
    - resposta ao estimulo DOLOROSO e
    - INCONSCIÊNCIA
  18. 18IMPORTANTE NO "A" (ABCDE)- impedir a hipóxia (estabilizar coluna e abrir as vias aéreas);
    - se há muita secreção ou sangue (sem aspirador) fazer rolamento 90° e varredura digital com gazes.
    - no APH a aspiração deve obedecer: pré-oxigenação, aspiração (20 segundos) e reoxigenação.
  19. 19IMPORTANTE NO "B" (ABCDE)- padrão respiratório, cianose, lesões aspirativas e Spo2 < 90%
    - vítima inconscientes, ou respiram acima de 24 incursões/min ou abaixo de 8 incursões/min precisam de suporte ventilatório.
  20. 206 Sinais de insuficiência respiratória no APH (não necessário que aconteçam simultaneamente.- agitação;
    - spO2< 90%;
    - cianose;
    - aumento da frequência respiratória;
    - diminuição da frequência respiratória
    - uso de músculos acessórios da ventilação.
  21. 21IMPORTANTE NO "C" (ABCDE)- controlar hemorragia (compressão direta até o torniquete para extremidades. Pescoço e juncional apenas compressão direta por + 3 min).
    - Curativo compressivo é diferente de compressão direta ( a segunda é preferível).
  22. 22sinais de choque circulatórioalteração da consciência, palidez cutânea, pele fria e pegajosa, pulso radial fino e rápido(somente para o profissional de saúde), enchimento capilar superior a 2 segundos e respiração rápida.
  23. 23TORNIQUETE- usar modelos comerciais, de barra de torção; largara da banda 5 cm; aplicar a 01 palmo acima da hemorragia; aplicar pressão progressiva até estancar; seguro até 120min; pode ser aplicado um segundo próximo ao primeiro; anotar horário; aplicar sempre que houver amputação traumática.
  24. 24IMPORTANTE NO "D" (ABCDE)- reavalia, verificar o padrão das pupilas e as condições de sensibilidade e motricidade, avaliando força e movimentos;
    - doente confuso, combativo ou não cooperativo, está em hipóxia até que se prove o contrário
  25. 25IMPORTANTE NO "E" (ABCDE)atentar para o ambiente e prevenir a hipotermia expondo o necessário e aquecendo a vítima após terminar a avaliação primária.
  26. 26história AMPLASAlergias, Medicações, Prenhez, Líquidos e alimentos, Ambiente do Evento e Sinais e Sintomas
  27. 27Proteção minimalista da coluna vertebralEnvolve a estabilização manual continuada, utilizando colar cervical e blocos laterais de cabeça quando na maca (da ambulância; ou maca cesto, em terreno rural ou altura).
  28. 28Extricaçãotécnica especial para retirar vítima de situação da qual ela não poderia sair sozinha sem risco inaceitável à integridade da coluna vertebral. Tal técnica pode incluir a orientação oferecida pelo militar para que a vítima em condições, possa se autoextricar.
  29. 29Autoextricação assistida (orientada e sem o uso do colar cervical.)Sempre que a vítima está em condições (obedece a comandos, não apresenta lesões que impeçam a deambulação ou problema em “ABC”, veículo está sobre as quatro rodas e célula de sobrevivência relativamente intacta).
  30. 30Modalidades de extricação- rápida ou plano B;
    - padrão (alinhada) ou plano A;
    - autoextricação assistida; e
    - extricação de emergência.
  31. 31Extricação padrão ou plano Apara vítimas não críticas
  32. 32Extricação rápida ou plano Bpara vítimas graves (vias aéreas obstruídas, respiração dificultosa/sinais de hipoxemia, hemorragia maciça não controlada/sinais de choque circulatório ou alteração de consciência);
  33. 33Extricação de emergênciapara o caso de cenários onde abruptamente se faça ativa alguma grave ameaça à segurança, a qual justifique retirada da vítima até área abrigada (segura – zona morna/fria), e quando identificada parada cardiorrespiratória (PCR), ainda que isto sem medidas de proteção à coluna vertebral.
  34. 34Autoextricação assistida (orientada)sempre que em condições (obedece a comandos, não apresenta lesões que impeçam a deambulação ou problema em “ABC”, veículo está sobre as quatro rodas e célula de sobrevivência relativamente intacta)

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User has deleted their subject information Flashcards on Manual do Socorrista Militar - CBMERJ - Parte II, created by Deleted user on 07/08/2021.
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Deleted user · Aug 2021
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Aug 7, 2021
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  • Created by Darcy Ribeiro · Jul 31, 2021
  • Copied by Darcy Ribeiro · Aug 7, 2021
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