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O mito de Er
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Alegoria a qual Platão finaliza a obra república e explica o processo de transmigração das almas. ''Er'' morreu em batalha e ressuscitou após doze 12 dias, após isso ele volta e conta sobre os processos de ida e de retorno, contando que as almas são postas de um modo de seleção, para que um superior escolha o seu destino, mas, para ele em sua concepção, existe maior número de vidas, que não fazem junção a quantidade de almas, mas, isso mostra que a seletividade vai mostrar a qual vida aquela alma irá merecer após a seleção dos deuses, isso somente depois de cada individuo ter passado por uma espécie de rio do esquecimento.
Contudo, o livro prova que a justiça sempre irá se sobressair quanto a injustiça. Um detalhe das palavras de ''Er'', é que as pessoas não permaneciam no tártaro ou no céu, elas iam e voltavam, mas, só aquelas que já haviam cumprido sua pena dentro do local a qual as suas almas foram designadas. ''Er'' constata que a maior parte que foi conduzida ao tártaro, eram os tiranos. As pessoas que voltavam do céu e do tártaro ficavam em uma espécie de planície, contando as coisas a qual eles passaram nesses ambientes, mostrando a realidade de cada local.
Existia o fuso da necessidade, que moviam grandes engrenagens no quesito do sentido de cada plano, onde havia uma mulher que cantava uma nota acima de cada engrenagem, sendo elas oito engrenagens, onde juntando as notas, se teria uma perfeita harmonia.
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- Note on O mito de Er, created by Kevin Willian on 10/04/2023.
- Created by
- Kevin Willian · Apr 2023
- Updated
- Apr 10, 2023
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