GoConqr has a new look! Let us know what you think.

Slides

Untitled

lorrayne cassia Portuguese 17 slides

Slides in this set (17)

  1. ascaridíase

    • A ascaridíase (asquelminte),
    • vulgarmente denominado lombriga, cujo corpo é alongado e cilíndrico, com as
    • extremidades afiladas. O comprimento varia entre 15 e 35 centímetros.
    • Os
    • machos apresentam a cauda enrolada e são menores que as fêmeas. A dimensão do
    • corpo destes vermes varia de acordo com o seu número e intensidade do
    • parasitismo. O número pode chegar a 600 exemplares num mesmo hospedeiro. é
    • causada pelo Ascaris lumbricoides, verme nematelminte
    • PUBLICIDADE
    • Sua
    • cutícula é lisa, brilhante, de coloração branco-amarela. Na porção anterior,
    • fica a boca ladeada por três grandes lábios. A transmissão desta verminose
    • dá-se por ingestão de ovos embrionados, através de mãos sujas de terra, por
    • alimentos ou água contaminados. Cada fêmea põe mais de 200 mil ovos por dia.
    • Portanto,
    • se considerarmos principalmente, as condições precárias de higiene e
    • saneamento, é fácil perceber a facilidade de se contrair a doença. Ao evacuar
    • no solo e ao ingerir alimentos e água contaminados, as crianças expõem-se com
    • maior facilidade, desrespeitando, assim, as mais elementares regras de higiene.
    • São consideradas, portanto, o grupo mais parasitado por este verme.
  2. Slide 2

    • Ciclo Evolutivo
    • Os
    • ovos ingeridos liberam larvas que rompem a parede intestinal, caindo napar
    • circulação, iniciando um percurso pelo fígado, coração e pulmões.par Dos
    • pulmões, as larvas passam para as vias respiratórias (brônquios, traquéias,par
    • laringe) e depois para o tubo digestivo.No tubo digestivo, evoluem para as
    • formaspar adultas que ser reproduzem, reiniciando o ciclo.O único hospedeiro é
    • o homem.
    • Na fase pulmonar, os principais sintomas são: dificuldade
    • respiratória, tosse seca,par febre e irritação brônquica.Na fase digestiva,
    • ocorrem desde flatulência, dorpar abdominal, cólica, digestão difícil, náusea,
    • vômito, diarréia e até presença depar vermes nas fezes.Podem ocorrer sintomas
    • alérgicos, como dermatoses, rinites epar conjuntivites.
    • Complicações
    • mais graves podem ocorrer, como a pneumonia,par abscesso hepático e choque anafilático.
    • Nas parasitoses maciças em crianças, podepar ocorrer a oclusão intestinal e até
    • a morte. Há outras espécies de lombrigas, como apar Ascaris suum, que parasita
    • o porco.
  3. Slide 3

    • As
    • principais medidas profiláticas estão relacionadas à higiene, tanto pessoalpar
    • quanto dos alimentos e da água. No tratamento, o pamoato de pirantel epar
    • mebendazol são muito eficazes e possuem os menores efeitos secundários. Comopar
    • atuam apenas na luz intestinal, não possuem efeitos sobre as larvas, podendo
    • serpar necessária a administração de corticosteróides.
    • Ascaridíase
    • Ascaridíase
    • é uma infecção com o parasita da lombriga Ascaris lumbricoides.
    • Causas
    • As
    • pessoas ficam infectadas por ascaridíase por consumir
    • alimentos ou bebidas contaminados com ovos da lombriga.
    • Ascaridíase é a infecção por parasitas intestinais mais
    • comuns. Ela está relacionada à falta de higiene pessoal e saneamento. Pessoas
    • que vivem em lugares onde fezes humanas são usadas como adubo também estão em
    • risco desta doença.
    • Uma
    • vez consumido, a eclosão dos ovos e vermes libertar imaturos chamados larvas
    • dentro do intestino delgado. Em poucos dias, as larvas em seguida mover-se
    • através da corrente sanguínea para os pulmões. Eles viajam através grandes vias
    • aéreas dos pulmões, e são engolidas volta para dentro do estômago e alcançar o
    • intestino delgado.
    • Como
    • o movimento das larvas através dos pulmões que pode causar uma forma rara de
    • pneumonia chamada pneumonia eosinofílica. Uma vez que eles estão de volta no
    • intestino delgado, as larvas amadurecem em vermes adultos. Os vermes adultos
    • vivem no intestino delgado, onde eles põem ovos que estão presentes nas fezes.
    • Eles podem viver 10-24 meses.
  4. Slide 4

    • Estima-se
    • que 1 bilhão de pessoas infectadas em todo o mundo. Ascaridíase ocorre em
    • pessoas de todas as idades, embora as crianças são afetadas mais severamente do
    • que os adultos.
    • Sintomas
    • Na
    • maioria das vezes, não há nenhum sintoma.
    • Se houver sintomas, podem incluir:
    • Expectoração com sangue
    • Tosse
    • Baixo grau de febre
    • Passando vermes nas fezes
    • Falta de ar
    • Erupção cutânea
    • Dor de estômago
    • Vermes vómitos
    • Chiado
    • vermes que saem através do nariz ou da boca
  5. Slide 5

    • Tratamento
    • O tratamento inclui medicamentos que paralisam ou
    • matar vermes parasitas intestinais, como o albendazol ou mebendazol. Estes
    • medicamentos não deve ser utilizado para pacientes grávidas. Pamoato de
    • pirantel é o medicamento preferido para pacientes grávidas.
    • Se houver um bloqueio do intestino causadas por
    • um grande número de vermes, endoscopia pode ser usado para remover os vermes.
    • Em casos raros, a cirurgia é necessária.
    • Os pacientes devem ser verificados novamente em 3
    • meses. Trata-se de examinar as fezes para verificar se há ovos de vermes. Se os
    • ovos estão presentes, o tratamento deve ser administrado novamente.
    • Prognóstico
    • A
    • maioria das pessoas se recuperam dos sintomas da infecção, mesmo sem
    • tratamento. Mas eles podem continuar a realizar os vermes em seu corpo.
    • Complicações
    • podem ser causadas por vermes adultos que se movem para certos órgãos como o
    • ducto biliar, pâncreas, ou apêndice. Se os vermes multiplicar, eles podem
    • obstruir o intestino.
  6. Slide 6

    • Ascaridíase
    • A ascaridíase é
    • causada pelo Ascaris lumbricoides, verme nematelminte (asquelminte),
    • vulgarmente denominado lombriga, cujo corpo é alongado e cilíndrico, com as
    • extremidades afiladas.
    • O
    • comprimento varia entre 15 e 35 centímetros. Os machos apresentam a cauda
    • enrolada e são menores que as fêmeas. A dimensão do corpo destes vermes varia
    • de acordo com o seu número e intensidade do parasitismo. O número pode chegar a
    • 600 exemplares num mesmo hospedeiro.
    • Sua
    • cutícula é lisa, brilhante, de coloração branco-amarela. Na porção anterior,
    • fica a boca ladeada por três grandes lábios.
    • A
    • transmissão desta verminose dá-se por ingestão de ovos embrionados, através de
    • mãos sujas de terra, por alimentos ou água contaminados.
    • Cada
    • fêmea põe mais de 200 mil ovos por dia. Portanto, se considerarmos o grande
    • número de pessoas portadoras da verminose e, principalmente, as condições
    • precárias de higiene e saneamento, é fácil perceber a facilidade de se contrair
    • a doença.
    • Ao
    • evacuar no solo e ao ingerir alimentos e água contaminados, as crianças
    • expõem-se com maior facilidade, desrespeitando, assim, as mais elementares
    • regras de higiene. São consideradas, portanto, o grupo mais parasitado por este
  7. Slide 7

    • Profilaxia e Tratamento
    • As
    • principais medidas profiláticas estão relacionadas à higiene, tanto pessoal
    • quanto dos alimentos e da água.
    • No
    • tratamento, o pamoato de pirantel e mebendazol são muito eficazes e possuem os
    • menores efeitos secundários. Como atuam apenas na luz intestinal, não possuem
    • efeitos sobre as larvas, podendo ser necessária a administração de
    • corticosteróides.
    • Fonte:
    • estacaodoconhecimento.com.br
    • Ascaridíase
    • Ascaris lumbricoides – Muito comum: Lombriga
    •  A contaminação pelo Ascaris lumbricoides
    • ocorre através da ingestão de água e alimentos contaminados com ovo embrionado.
    • No interior do intestino delgado (duodeno) ocorre eclosão do ovo com liberação
    • de uma larva denominada Rabiditóide
    •  Essa larva passa pela corrente sangüínea,
    • para o fígado, coração e pulmão
    •  No interior dos pulmões as larvas Rabiditóide
    • perfuram os alvéolos pulmonares sofrendo mudas, se tornando resistentes e
    • maiores, provocando irritação
    •  Dos pulmões as larvas passam para o Intestino
    • delgado ( irritam o sistema respiratório e digestivo) transformando-se em
    • vermes adultos
    •  No interior do intestino delgado ocorre
    • reprodução sexuada com liberação de ovos (milhares) que serão eliminados
    • através das fezes
    • Profilaxia
    • Lavar
    • bem as verduras
    • Tratar
    • os doentes
    • Saneamento
    • básico
  8. Slide 8

    • Ascaridíase
    • Morfologia
    • O Ascaris
    • lumbricoides, popularmente conhecido como lombriga, é o maior nematódio
    • intestinal do homem.
    • Maior nematódio intestinal do homem
    • A
    • doença causada pelo Ascaris é a Ascaridíase. O Ascaris adulto tem coloração
    • amarelo-rosada, três lábios em sua extremidade anterior, tem uma cutícula lisa
    • e duas linhas brancas lateralmente distribuídas pelo corpo. O verme macho
    • adulto mede aproximadamente 15-30 cm de comprimento, a fêmea mede
    • aproximadamente 35-40 cm de comprimento.
    • Para
    • distinguir a fêmea do macho, além do tamanho, pode-se observar na fêmea, na sua
    • extremidade posterior, uma forma cônica e retilínea, ao passo que o macho
    • apresenta essa extremidade curva ventralmente com dois espículos laterais
    • curvos.
    • Ascaris lumbricoides – Distinção entre a fêmea e o macho
    • Quando
    • adulto, o verme vive na luz do intestino delgado, onde se alimenta do conteúdo
    • intestinal do homem e pode se locomover facilmente sem se fixar à mucosa
    • intestinal. Vivem no intestino por cerca de seis meses e põem em média cerca de
    • 200 mil ovos. No intestino, podem-se abrigar cerca de 500-600 vermes de uma só
    • vez.
    • Os
    • ovos são arredondados ou ovais, de coloração marrom, pois absorvem pigmentos biliares
    • das fezes. Esses ovos não são infectantes para o homem.
    • Ciclo Biológico
    • Os
    • ovos fecundados são eliminados pelas fezes, desenvolvem-se à temperatura de
    • 30-35o C, umidade e oxigênio. Nessas condições, o ovo pode desenvolver-se em 12
    • dias, formando primeiramente em seu interior, uma larva rabditóide que, em uma
    • semana, sofre mutação para os estágios de segunda e terceira larvas
    • rabditóides, respectivamente. Esta terceira larva rabditóide é a larva dita
    • infectante.
    • O
    • homem infecta-se ingerindo água contaminada ou alimentos crus infectados com a
    • mesma. As crianças podem se contaminar através do solo, pelo fato de levarem as
    • mãos à boca. Os ovos ingeridos atravessam o estômago e as larvas vão ser
    • liberadas no intestino delgado. Atravessam em seguida a parede do intestino e
    • caem na circulação sangüínea, onde vão cair no coração direito e em seguida,
    • pulmões, onde sofrem novas mudas e depois migram pela árvore brônquica e são ou
    • eliminados pela saliva ou deglutidos. Quando deglutidos, vão para o intestino e
    • provocam a infecção, atingindo a maturidade e sendo capazes de reiniciar o seu
    • ciclo.
    • Epidemiologia
    • A
    • ascaridíase é uma das helmintoses mais comuns no Brasil senão a helmintose mais
    • comum, bem como em todo o mundo, principalmente nas regiões subtropicais do
    • planeta. Nas sociedades de baixo nível socioeconômico, sua prevalência
    • facilmente ultrapassa os 80%.
  9. Slide 9

    • Manifestações clínicas
    • No
    • estágio larvário, dificilmente provocam algum sintoma relato, podendo ser
    • comuns manifestações intestinais pois as larvas migram para veia porta. Na sua
    • passagem pelos pulmões, podem provocar, infecções moderadas que por vezes podem
    • evoluir e levam à tosse, febre, dispnéia, dor torácica, roncos, sibilos e
    • moderada ou intensa eosinofilia. O diagnóstico é dado por amostragem de larvas
    • no escarro e, na criança pequena, pelo lavado gástrico. A cura geralmente é
    • espontânea em até duas semanas.
    • Na
    • sua migração pelo fígado, as larvas podem provocar, embora sem comprovação,
    • hepatomegalia, acompanhadas de eosinofilia intensa (94%), hiperglobulinemia,
    • mal-estar geral e febre persistente e moderada.
    • No
    • estágio adulto, a ascaridíase intestinal geralmente é bem tolerada, suas
    • principais manifestações são acentuação da lordose lombar e abdome proeminente,
    • pois podem aumentar o conteúdo abdominal e interferir na digestão e absorção
    • entéricas. O desconforto abdominal se manifesta por dor em cólica podendo
    • ocorrer náuseas. A desnutrição também está relacionada embora ainda não
    • comprovada, por ação de utilização do nitrogênio e gordura, tolerância à lactose
    • e utilização de vitamina A pelo verme.
    • Precedendo
    • esse quadro, pode ocorrer também a eliminação espontânea do verme pela boca,
    • narinas e orifício retal. Quando o quadro de obstrução intestinal persistir por
    • muito tempo, pode ocorrer isquemia intestinal com conseqüente necrose.
    • Diagnóstico
    • É
    • feito pela presença do parasita nas fezes, ou no material vomitado. Ao Raio-X
    • podem ser visíveis após ingestão de contraste, os parasitas com seu trato
    • alimentar contrastado, ou como manchas alongadas. A eosinofilia é achado
    • freqüente na infecção por Ascaris.
    • Tratamento
    • O
    • tratamento deve ser feito de imediato, mesmo com pequeno número de vermes, pois
    • sua migração pode aparecer de fato.
    • Apenas nos casos de ascaridíase intestinal, as drogas mais indicadas
    • são: os sais de piperazina, na dose de 75-100 mg/kg de peso,
    • sais de tetramisol ou levamisol, nas doses de 80mg para crianças e 150mg para
    • adultos, pamoato de pirantel, na dose de 10mg/kg/dia e o mebendazol, na dose de
    • 100mg via oral cada 12 horas durante três dias consecutivos.
    • Profilaxia
    • Os
    • principais meios de prevenção são a educação para a saúde, de modo a evitar a
    • contaminação no solo com fezes, e contato direto com solo, melhoria dos hábitos
    • higiênicos no preparo de alimentos e seu manuseio, especialmente vegetais.
    • O
    • saneamento básico, a desinfecção e o tratamento são os principais meios de
    • erradicar a doença. Deve-se usar latrinas, fossas secas e outros dispositivos
    • para o recolhimento de dejetos, especialmente nas comunidades com precárias
    • condições socioeconômicas. A desinfecção do solo também deve ser tentada,
    • especialmente galinheiros e fazendas, além da desinfecção de alimentos, o que é
    • mais dificultado, pois geralmente utilizamo-nos da fervura, o que por si só não
    • seria possível para completa desinfecção.
  10. Slide 10

    • Ascaridíase
    • É
    • um nematódeo, considerado o mais “cosmopolita” dos parasitos humanos. É a
    • décima sétima causa mundial de morte.
    • O
    • macho adulto (1) pode atingir entre quinze a vinte e cinco centímetros, e a
    • fêmea (2) de vinte a quarenta centímetros. Uma vez fecundadas, as fêmeas
    • produzem ovos (3) que são liberados com as fezes para o ambiente.
    • No
    • ambiente, ocorre a maturação das larvas no interior do ovo. O desenvolvimento
    • da larva completa-se em até três semanas, quando o ovo passa a ser infectante
    • para o homem. Segue-se, então, a ingestão dos ovos pelo hospedeiro.
    • No interior do intestino, as larvas rompem os ovos e penetram na mucosa,
    • seguindo dois caminhos: circulação sanguínea ou migração visceral,
    • ambos até os pulmões.
    • Nos
    • pulmões provocam lesões que podem causar manifestações respiratórias, além de
    • febre e eosinofilia (Síndrome de Loefller); dos pulmões, as larvas
    • desenvolvidas migram até a orofaringe para a deglutição. No trato
    • gastrointestinal, localizam-se principalmente no jejuno, onde há acasalamento
    • de adultos e ovipostura . O período pré-patente é de cinco a sete semanas.
    • Nos
    • pulmões, ocorre bronquite e pneumonite, acompanhada de infiltração
    • eosinofílica, pela presença das larvas jovens em migração. No TGI, pode haver
    • obstrução, torção intestinal e localizações erráticas, como no apêndice. Os
    • sinais e sintomas incluem os da Síndrome de Loeffler, astenia, prurido e coriza
    • nasal, emagrecimento, dor e aumento do volume abdominal.
    • Hábitos
    • de higiene e preparação adequada de alimentos (limpeza, fervura, cozimento) são
    • medidas de prevenção.
  11. Slide 11

    • Ascaris lumbricoides
    • Classificação taxonômica
    • Família: Ascarididae
    • Subfamília: Ascaridinae
    • Gênero: Ascaris
    • Espécie: A. lumbricoides
    • Considerações gerais
    • Ampla
    • distribuição geográfica, atingindo quase todos os países do mundo.
    • Cerca de 1 bilhão de pessoas infectadas em todo o mundo (OMS,1987).
    • Principalmente em crianças menores de 12 anos tanto de zona rural quanto de
    • urbana.
    • MORFOLOGIA
    • Vermes
    • longos, robustos e cilíndricos.
    • Possui extremidades afiladas.
    • Macho:
    • Mede
    • cerca de 20 a 30 cm de comprimento
    • Possui cor leitosa
    • Extremidade anterior: boca ou vestíbulo bucal com 3 fortes lábios
    • com serrilha de dentículos e sem interlábios, contornando-a.
    • Esôfago musculoso
    • Intestino retilíneo
    • Reto (próximo à extremidade posterior)
    • Testículo filiforme e enovelado, no qual se diferencia em canal deferente que
    • se continua pelo canal ejaculador, que se abre na cloaca, localizada próximo á
    • extremidade posterior.
    • 2 espículos iguais (que funcionam como órgãos acessórios da cópula).
    • Ausência de gubernáculo
    • Extremidade posterior fortemente encurvada para a face ventral, diferenciando-o
    • facilmente da fêmea.
    • Muitas papilas pré-cloacais e algumas pós-cloacais, na cauda.
    • Fêmea:
    • Mede
    • cerca de 30 a 40 cm (maior que o macho).
    • Mais robusta que o macho.
    • Cor leitosa
    • Aparelho digestivo semelhante ao do macho.
    • 2 ovários filiformes e enovelados os quais se continuam como ovidutos (que se
    • diferenciam em úteros que se unirão em uma órgão genital feminino exteriorizada
    • pela vulva que fica no terço anterior do parasito).
    • Extremidade posterior retilínea (diferentemente do macho).
    • Ovos:
    • Mede
    • cerca de 50 micrômetros de diâmetro (grandes e ovais)
    • Cor
    • castanha (por causa do pigmento das fezes).
    • Cápsula espessa:
    • Membrana externa: mamilonada (típica). É secretada pela parede do
    • útero e é formada por mucopolissacarídeos.
    • Membrana média: formada por quitina e proteína.
    • Membrana interna: forma da de 25% de proteínas e 75% de
    • lipídios, sendo, apesar de delgada, impermeável à água e oferecendo desta forma
    • grande resistência do ovo ás condições adversas do meio ambiente.
    • Possui
    • uma massa de células germinativas internamente.
    • Os
    • ovos férteis podem não ter membrana mamilonada.
    • Os
    • ovos inférteis são mais alongados e possuem membrana mamilonada mais delgada e
    • o citoplasma mais granuloso.
    • HABITAT
    • Intestino
    • delgado humano (principalmente jejuno e íleo), podendo estar fixado à mucosa
    • intestinal através dos lábios ou em migração pela luz intestinal.
  12. Slide 12

    • Fêmea:
    • Mede cerca de 30 a 40 cm (maior que o macho).
    • Mais robusta que o macho.
    • Cor leitosa
    • Aparelho digestivo semelhante ao do macho.
    • 2 ovários filiformes e enovelados os quais se continuam como ovidutos (que se diferenciam em úteros que se unirão em uma órgão genital feminino exteriorizada pela vulva que fica no terço anterior do parasito).
    • Extremidade posterior retilínea (diferentemente do macho).
    • Ovos:
    • Mede cerca de 50 micrômetros de diâmetro (grandes e ovais)
    • Cor castanha (por causa do pigmento das fezes).
    • Cápsula espessa:
    • Membrana externa: mamilonada (típica). É secretada pela parede do útero e é formada por mucopolissacarídeos.
    • Membrana média: formada por quitina e proteína.
    • Membrana interna: forma da de 25% de proteínas e 75% de lipídios, sendo, apesar de delgada, impermeável à água e oferecendo desta forma grande resistência do ovo ás condições adversas do meio ambiente.
    • Possui uma massa de células germinativas internamente.
    • Os ovos férteis podem não ter membrana mamilonada.
    • Os ovos inférteis são mais alongados e possuem membrana mamilonada mais delgada e o citoplasma mais granuloso.
    • HABITAT
    • Intestino delgado humano (principalmente jejuno e íleo), podendo estar fixado à mucosa intestinal através dos lábios ou em migração pela luz intestinal.
  13. Slide 13

    • CICLO BIOLÓGICO
    • Monoxênico
    • A
    • fêmea fecundada ovipõem a cada dia até cerca de 200.000 ovos não embrionados
    • que, através das fezes, alcança o ambiente. Em condições adequadas (25-30ºC,
    • 70% de umidade e oxigênio) estes ovos tornam-se embrionados em 15dias.
    • Dentro
    • do ovo forma-se a larva de 1º estádio (L1) que é rabditóide (esôfago com duas
    • dilatações com uma constricção entre elas). Com mais ou menos 1 semana, L1
    • sofre muda transformando-se em L2 e, após outra muda, surge L3 que é a forma
    • infectante e que apresenta esôfago tipicamente filarióide (esôfago retilíneo).
    • L3 ainda encontra-se dentro do ovo.
    • O
    • ovo neste estádio (L3) fica no solo por vários meses até ser ingerido pelo
    • hospedeiro. Ao ser ingerido o ovo alcança o intestino delgado onde haverá
    • a eclosão que depende de vários fatores para ter sucesso, tais como: PH,
    • temperatura, agentes redutores, sais e, principalmente, presença de certa
    • concentração de CO2. Ao nível do ceco, as L3 liberadas penetram na parede
    • intestinal, alcançam os vasos linfáticos e veias e, 18-24 horas após a
    • infecção, invadem o fígado.
    • Através
    • da veia cava superior ou inferior chegam ao coração (2-3 dias) e deste passam
    • para o pulmão (4-5 dias) ? fase pulmonar ou “ciclo de Looss”. As
    • larvas sofrem muda para L4 cerca de 8 dias após a infecção,
    • rompem os capilares e caem nos alvéolos,
    • onde sofre muda para L5.
    • Passam
    • pelos brônquios e traquéia chegando à faringe onde poderão ser deglutidas ou
    • expectoradas. Se deglutidas, fixam-se no intestino delgado onde surgirá adultos
    • jovens 20 a 30 dias após infecção. Em 60 dias atingem maturidade sexual e são
    • encontrados ovos nas fezes do hospedeiro.
    • TRANSMISSÃO
    • Ingestão
    • de alimentos ou água contaminados com ovos contendo a forma L3 (infectante).
    • PATOGENIA
    • Por larvas:
    • Infecções de baixa intensidade: normalmente sem alteração.
    • Infecções maciças: lesões hepáticas (pontos hemorrágicos e
    • necróticos que depois se tornam fibrosados) e pulmonares (edemaciação dos
    • alvéolos com infiltrado parenquimatoso eosinofílico, manifestações alérgicas,
    • febre, bronquite e pneumonia ? síndrome de Löeffler, tosse produtiva podendo
    • ser saguinolenta e ter larvas.
    • Por vermes adultos:
    • Infecções de baixa intensidade: normalmente sem alteração.
    • Infecções médias e maciças:
    • Ação tóxica: reação entre antígenos parasitários e anticorpos
    • alergizantes do hospedeiro, causando edema, urticária, convulsões
    • epileptiformes etc
    • Ação expoliadora: consumo de grande quantidade de proteínas,
    • carboidratos, lipídios e vitaminas A e C por parte dos vermes, levando o
    • hospedeiro, principalmente crianças, à subnutrição e ao depauperamento físico e
    • mental
    • Ação mecânica: podem enovelar-se na luz intestinal
    • causando obstrução
    • Localização ectópica:
    • No
    • apêndice cecal = apendicite aguda
    • No
    • canal colédoco = obstrução deste
    • No
    • canal Wirsung = pancreatite aguda.
    • DIAGNÓSTICO
    • Clínico: difícil até mesmo nas formas sintomáticas
    • devido à semelhança do quadro clínico com outras parasitoses.
    • Laboratorial: pesquisa de ovos nas fezes (técnica de
    • sedimentação espontânea ou por centrifugação, método de Kato-Katz).
    • EPIDEMIOLOGIA
    • Geralmente
    • associada a fatores sociais, econômicos e culturais.
    • 30%
    • da população mundial (mais de 150 países e territórios).
    • 70-90%
    • das crianças entre um e dez anos (estas levam a mão à boca constantemente).
    • Fatores que interferem na alta prevalência do parasitismo:
    • Grande
    • produção de ovos pela fêmea
    • Resistência
    • do ovo infectante no ambiente por vários meses
    • Grande
    • concentração de pessoas vivendo em condições precárias de saneamento básico
  14. Slide 14

    • Por vermes adultos:
    • Infecções de baixa intensidade: normalmente sem alteração.
    • Infecções médias e maciças:
    • Ação tóxica: reação entre antígenos parasitários e anticorpos alergizantes do hospedeiro, causando edema, urticária, convulsões epileptiformes etc
    • Ação expoliadora: consumo de grande quantidade de proteínas, carboidratos, lipídios e vitaminas A e C por parte dos vermes, levando o hospedeiro, principalmente crianças, à subnutrição e ao depauperamento físico e mental
    • Ação mecânica: podem enovelar-se na luz intestinal causando obstrução
    • Localização ectópica:
    • No apêndice cecal = apendicite aguda
    • No canal colédoco = obstrução deste
    • No canal Wirsung = pancreatite aguda.
    • DIAGNÓSTICO
    • Clínico: difícil até mesmo nas formas sintomáticas devido à semelhança do quadro clínico com outras parasitoses.
    • Laboratorial: pesquisa de ovos nas fezes (técnica de sedimentação espontânea ou por centrifugação, método de Kato-Katz).
    • EPIDEMIOLOGIA
    • Geralmente associada a fatores sociais, econômicos e culturais.
    • 30% da população mundial (mais de 150 países e territórios).
    • 70-90% das crianças entre um e dez anos (estas levam a mão à boca constantemente).
    • Fatores que interferem na alta prevalência do parasitismo:
    • Grande produção de ovos pela fêmea
    • Resistência do ovo infectante no ambiente por vários meses
    • Grande concentração de pessoas vivendo em condições precárias de saneamento bási
  15. Slide 15

    • TRATAMENTO
    • Principais:
    • Piperazina
    • Mebendazol
    • Albendazol
    • Ivermetina
  16. Slide 16

  17. Slide 17

Information

Description
Slide Set on Untitled, created by lorrayne cassia on 01/06/2017.
Created by
lorrayne cassia · Jun 2017
Updated
Feb 5, 2018
Views
0
Rating

Feedback

What is it about?

What do you think of the new look?

How do you like it?