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Módulo 10 de 30 · Texto

Tempos Compostos e Formas Nominais

Luiz Cláudio

TEMPOS COMPOSTOS
 

Formam-se com os auxiliares TER ou HAVER mais Particípio.
Na maioria dos casos, o nome do tempo composto quem determina é o verbo auxiliar.
No Indicativo:
Terei falado. (futuro do presente composto)
Teria falado. (futuro do pretérito composto)
Ter falado. (infinito composto)
Tendo falado. (gerúndio composto)
No Subjuntivo:
Tiver falado. (futuro composto)
No entanto, merecem atenção especial duas formas:
1. Pretérito perfeito composto: verbo auxiliar no presente mais o particípio.
Indica a repetição ou continuidade de um fato iniciado no passado até o presente.
Tem falado, tenho contado...
2. Pretérito mais-que-perfeito composto: verbo auxiliar no imperfeito mais particípio.
É empregado como o simples, para expressar um fato já concluído antes de outro também no passado.
Tinha falado, havia falado, tinha contado...
Repare que, nessas formas, o nome do tempo composto não corresponde ao verbo auxiliar. Em concurso, quando o assunto é tempo composto, esses são os tempos mais pedidos.

 

Vamos a três questões de concurso que falam do assunto:
1. (Técnico Judiciário/TJ) “... que realmente havia levado a máquina para casa...”; a forma verbal em destaque equivale a:
a) levava
b) levou
c) leva
d) levara
e) levasse
Comentários:
A forma verbal havia levado traz o verbo auxiliar (haver) no pretérito imperfeito, caracterizando, assim, o pretérito mais-que-perfeito do indicativo, que equivale à forma simples desse mesmo tempo.
Resposta: D.

 

2. (Auxiliar Judiciário/TJ) “Publicidade oficial tem sido, quase sempre...”. O emprego do tempo verbal destacado expressa:
a) uma ação ou estados permanentes ou assim considerados.
b) um fato futuro, mas próximo.
c) uma ação passada habitual ou repetida.
d) uma ação produzida em certo momento do passado.
e) a continuidade de um ato até o presente.
Comentários:
A forma destacada no enunciado tem o verbo auxiliar (ter) no presente do indicativo, o que caracteriza o pretérito perfeito do indicativo. Embora o auxiliar esteja no presente, repare que a ideia tem início no passado e vem até o momento presente. Se “Publicidade oficial tem sido, quase sempre...”, é porque essa ação vem ocorrendo, ou seja, não terminou no passado, se prolonga até o presente.
Resposta: E.

 

3. (FGV/Perito Criminal da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro/2008 )“O público brasileiro tem ouvido, com alguma frequência, notícias a respeito de possível rebelião de países vizinhos contra aquilo que seus governantes chamam de dívidas ilegítimas.”
No trecho acima, as formas verbais estão, respectivamente, no:
a) presente do indicativo e presente do indicativo.
b) presente do indicativo e presente do subjuntivo.
c) presente do subjuntivo e presente do indicativo.
d) pretérito perfeito do indicativo e presente do subjuntivo.
e) pretérito perfeito do indicativo e presente do indicativo.
Comentários:
Trata-se de uma questão que busca a identificação dos tempos das formas verbais tem ouvido e chamam. Muitos alunos que erraram a questão marcaram a letra A, pois não perceberam que o verbo ter vinha seguido de particípio, formando, assim, um tempo composto. Ora, se o auxiliar vem no presente do indicativo mais particípio, estamos diante do pretérito perfeito composto do indicativo, enquanto a forma chamam está no presente do indicativo. Atente ao fato de que a banca também não menciona pretérito perfeito composto, e sim pretérito perfeito, o que torna a questão mais difícil.
Resposta: E.
Hoje, é muito comum que as provas contenham questões que requerem do aluno a conjugação de verbos no imperativo. Vamos recordar?

 

FORMAÇÃO DO IMPERATIVO
Quando aparecem verbos que denotam ordem, pedido, desejo, súplica, temos o modo imperativo, que se forma da seguinte maneira:
1. Afirmativo:
• tu e vós: retiradas do presente do indicativo com a supressão do S final.
Fala (tu), falai (vós).
• você, nós e vocês: retiradas do presente do subjuntivo sem alteração.
Fale (você), falemos (nós), falem (vocês).
Obs.:
1) Verbo ser: Sê tu / Sede vós;
2) Terminação -zer / -zir: faze ou faz tu;
Conduze ou conduz tu.
2. Negativo: conjugação igual à do presente do subjuntivo, acrescentando-se a negativa antes da forma verbal.
Não fales tu, não fale você, não falemos nós, não faleis vós, não falem vocês.
Simples, não é? Então, vamos às questões. Há aquelas que só pedem que o candidato reconheça o modo imperativo nas frases, como a que se tem a seguir:

 

1. (FCC/TRF – 5ª Região) ... respeite pai e mãe...
O verbo flexionado de modo idêntico ao do destaque acima está também grifado na frase:
a) Todos desejavam que o recém-chegado se comportasse de acordo com os costumes locais.
b) Esperava-se aceitação bem maior das novas deter minações estabelecidas pela instituição.
c ) Leia este manual com bastante atenção, para conhecimento das normas de convivência da empresa.
d) Sempre se soube que a organização de um grupo depende de regras, respeitadas por seus integrantes.
e) É preciso que se observem as normas, para garantir uma convivência agradável em qualquer ambiente.
Comentários:
Na frase retirada do texto, observamos a presença do verbo respeitar (respeite) que denota uma ordem, um pedido. Temos aí a forma do imperativo afirmativo. Quando aparecem verbos no imperativo, o primeiro passo é observar a pessoa, porque, como vimos na teoria, as formas tu e vós são retiradas do presente do indicativo sem o S final. As outras formas (você, nós e vocês) são retiradas integralmente do presente do subjuntivo. Isso posto, na frase retirada do texto, o verbo (respeite) aparece flexionado na 3ª pessoa do singular (você). Na letra A, o verbo comportar--se está flexionado no pretérito imperfeito do subjuntivo. Na letra B, o verbo esperar aparece no pretérito imperfeito do indicativo. Na letra C, o verbo ler aparece com esse mesmo tom de imperativo (Leia este manual...) na 3ª pessoa do singular. Na D, o verbo depender aparece no presente do indicativo e, na E, no presente do subjuntivo.
Resposta: C.
Ainda quanto ao imperativo, há aquelas questões que trabalham na mesma frase a forma afirmativa e a negativa. Eis um exemplo:

 

2. (NCE-UFRJ/Ministério Público )“Recuse o convite e não troque o Brasil pela Itália.”; se, em lugar da terceira pessoa, o autor do texto empregasse a segunda pessoa do singular, as formas convenientes dos verbos seriam:
a) recusa / não troca
b) recusas / não trocas
c) recusa / não troques
d) recuse / não troca
e) recuses / não trocas
Comentários:
Na frase retirada do texto, o verbo recusar aparece no imperativo afirmativo (3ª pessoa do singular) e o verbo trocar no imperativo negativo, antecedido do advérbio de negação não. O comando da questão pede para empregar a 2ª pessoa do singular. No imperativo afirmativo, as segundas pessoas (tu e vós) são retiradas do presente do indicativo sem o S final. Com o verbo recusar, então, ficaria recusa. Como o imperativo negativo é retirado integralmente do presente do subjuntivo, a 2ª pessoa do singular seria troques.
Resposta: C.

 

3. (FGV) Quase Nada
(Fábio Moon e Gabriel Bá. Folha de São Paulo, 28 de dezembro de 2008.)
Assinale a alternativa com correta passagem da fala do segundo quadrinho para o plural.
a) Acordais, gatos.
b) Acordai, gatos.
c) Acordem, gatos.
d) Acordeis, gatos.
e) Acordei, gatos.
Comentários:
Inicialmente, é preciso descobrir em que pessoa foi conjugada a forma de imperativo “acorda”, presente no 2º quadrinho. Ora, acorda é 2ª pessoa do singular – tu – presente do indicativo, sem o s. Assim, como o enunciado pede que se transponha a fala para o plural – vós, temos que ir também ao presente do indicativo e extrair o s: acordai.
Resposta: B.

 

4. (FGV/Senado Federal – Analista Legislativo – Tradução e Interpretação/2008) “Mudar para vencer! Muda, Brasil!’, grita entusiasmado.”
Assinale a alternativa em que se tenha a correta passagem para o plural e para a negativa da forma verbal do trecho grifado acima.
a) Não mudas, Brasil!
b) Não mudais, Brasil!
c) Não mudai, Brasil!
d) Não mudeis, Brasil!
Comentários:
A forma verbal em destaque no enunciado está no imperativo afirmativo (2ª pessoa do singular – tu). Ao se transportar ao plural – vós, no imperativo negativo (todo ele retirado do presente do subjuntivo), teremos a forma não mudeis, Brasil!
Resposta: D.

 

FORMAS NOMINAIS
Ao estudar conjugação verbal, é preciso que se dê especial atenção às formas nominais do verbo: infinitivo, gerúndio e particípio. São chamados de formas nominais tais tempos, porque, ao lado do seu valor verbal, podem desempenhar função de nomes (substantivo, adjetivo e advérbio).
Assim, teríamos:
Fumar é proibido.
Aqui, o infinitivo exerce papel de substantivo, pois é sujeito do verbo ser.
Tempo perdido.
Nesse caso, o particípio exerce papel de adjetivo do substantivo tempo.
Amanhecendo, partiremos.
Aqui, o gerúndio apresenta um valor adverbial, pois indica circunstância de tempo à forma verbal partiremos.
Vamos, então, estudar as formas nominais do verbo. Aproveite para observar as desinências características dessas formas, destacadas a seguir:
Infinitivo – Gerúndio – Particípio
Infinitivo: falar, beber, partir
Gerúndio: falando, bebendo, partindo
Particípio: falado, bebido, partido
Importante: O infinitivo pode ser pessoal ou impessoal.
O infinitivo pessoal é dividido em flexionado e não flexionado.
Infinitivo flexionado: indica o agente da ação – falar, falares, falar, falarmos, falardes, falarem.
Assim, teríamos:
Para passares em concurso, é preciso estudo.
Aqui, a desinência do infinitivo – res – indica que o agente da ação é tu. É um caso de infinitivo com desinência, com flexão.
Infinitivo não flexionado: apresenta uma só forma para as seis pessoas (falar).
É importante que estudemos para passar em concurso.
Aqui, não há desinência para a forma de infinitivo, mas inferimos pelo verbo da oração anterior – estudemos – que o agente do infinitivo é nós. Logo, tem-se um infinitivo pessoal, com sujeito, mas sem flexão. Vale lembrar que a opção por não flexão é apenas uma forma de enfatizar a ação verbal, tendo em vista que o sujeito está claramente identificado na forma verbal estudemos.
Observação: A flexão do infinitivo é assunto que deve ser estudado com mais profundidade em concordância verbal.
O infinitivo impessoal enuncia uma ação vaga, indeterminada:
É preciso acabar com a miséria no país.
Repare que nessa forma do verbo não há a intenção de se mostrar o agente da ação. É o infinitivo com sujeito indeterminado: o infinitivo impessoal.
Atenção: Em relação a esse assunto, o que se vê nas provas é o infinitivo em confronto com o futuro do subjuntivo. Nos verbos regulares,
essas formas são idênticas. Exemplo: Infinitivo pessoal do verbo amar: amar, amares, amar, amarmos, amardes, amarem. Futuro do subjuntivo do verbo amar: amar, amares, amar, amarmos, amardes, amarem.
Logo, vem a pergunta: como não confundi-los?
Dicas:
1. Com conjunção, será sempre futuro do subjuntivo. Com preposição ou sem conectivo algum, será infinitivo.
2. Na dúvida, troque o verbo em questão por um outro irregular, que não apresente tal semelhança. Use, por exemplo, o verbo FAZER, que tem como infinitivo a forma fazer e como futuro do subjuntivo fizer.
A seguir, veremos uma questão, com um índice de erro bastante acentuado, que buscava a distinção entre as duas formas: futuro do subjuntivo x infinitivo pessoal.

 

1. (NCE/Psicólogo) ... não se deve dizer mal de ninguém...; a frase em que a forma verbal destacada está no mesmo tempo e modo do verbo sublinhado é:
a) Quando sair para a cidade, irei de táxi.
b) Ao chegar à exposição, ficarei deslumbrado.
c) Assim que lanchar, partirei.
d) Se viajar, será de avião.
e) Logo que puder, dormirei.
Comentários:
A forma dizer está no infinitivo impessoal, até porque, se estivesse no futuro do subjuntivo, seria disser.
Nas letras A, C, D e E, os verbos estão no futuro do subjuntivo: observe a presença de conjunções quando (letra A) e se (letra D), bem como das locuções conjuntivas assim que (letra C) e logo que (letra E). Substitua mentalmente tais formas verbais por fizer (quando fizer, assim que fizer, se fizer, logo que fizer), e você terá a certeza de que elas estão no futuro do subjuntivo. Já na letra B, vemos a preposição a em ao chegar, o que indica que o verbo está no infinitivo. Basta trocar a forma verbal chegar por fazer e você terá certeza de que é infinitivo (ao fazer).
Resposta: B.
Além do infinitivo, convém darmos especial atenção ao uso do gerúndio, assunto muito comum nas provas de concursos públicos. Nesse caso, vale observar que o bom uso do gerúndio aconselha que o utilizemos para indicar uma ação que ocorra simultaneamente a outra, a fim de que não produza ambiguidade. Assim, teríamos:
Andava pelas ruas sorrindo.
Aqui, temos duas ações – andar e sorrir – que ocorrem ao mesmo tempo: bom uso do gerúndio.
No entanto, devemos evitar construções do tipo:
Escreveu o relatório, enviando-o ao gerente.
Nesse caso, o gerúndio está sendo utilizado para indicar uma ação posterior a outra, o que é inadequado, por suscitar a seguinte dúvida: escreveu o relatório e, ao mesmo tempo, o enviou ao gerente, ou escreveu e depois o enviou ao gerente? O melhor seria não usar o gerúndio, e sim o pretérito perfeito: escreveu o relatório e o enviou ao gerente.
Tal inadequação vem sendo trabalhada em algumas provas. Eis uma questão que nos servirá como exemplo:

 

2. (NCE/Corregedoria) “... que a roubou, ameaçando cortar a garganta do garoto”. O bom uso do gerúndio requer que sua ação seja simultânea à do verbo principal, como ocorre nesse segmento do texto. Assim, é exemplo de mau uso do gerúndio a frase:
a) O assaltante gritou, abrindo a porta...”.
b) O motorista acovardou-se, abaixando o vidro.
c) O assaltante entrou, sentando-se no banco traseiro.
d) O marginal ameaçou-o, mostrando a arma.
e) O motorista obedeceu, acelerando o carro.
Comentários:
Nas letras A, B, D e E, observa-se o uso do gerúndio que indica uma ação concomitante a outra.
Na letra A, o assaltante grita e abre a porta ao mesmo tempo; na letra B, o motorista se acovarda e abaixa o vidro simultaneamente; na letra D, ao mesmo tempo em que o marginal ameaça, ele mostra a arma; e na letra E o motorista obedece e acelera o carros simultaneamente. Todas elas indicam um bom uso do gerúndio. Já a letra C apresenta a ação de sentar no gerúndio, que não é concomitante e sim posterior à ação de entrar: temos um uso inadequado do gerúndio. Melhor seria dizer: o assaltante entrou e se sentou no banco traseiro.
Resposta: C.

 

Para finalizar o estudo das formas nominais do verbo, vamos falar sobre o particípio. Quanto a esse assunto, vale focar dois pontos importantes:
a) Há verbos que possuem duas formas de particípio: o regular (de terminação -do) e o irregular (que não possui terminação -do). Eis alguns exemplos:
aceitar: aceitado, aceito;
entregar: entregado, entregue;
limpar: limpado, limpo;
inserir: inserido, inserto;
suspender: suspendido, suspenso;
prender: prendido, preso;
imprimir: imprimido, impresso.
O que se convém é usar a forma regular do particípio com os verbos auxiliares ter e haver e a forma irregular com os auxiliares ser e estar ou em qualquer outra hipótese. Assim, teríamos como exemplo:
Verbo aceitar: Duplo particípio regular (ter ou haver / tenho aceitado)
irregular (ser ou estar / foi aceito)
b) Em algumas questões, cobra-se o verbo vir e derivados nas formas do gerúndio e do particípio. Isso porque é o único verbo que tem gerúndio e particípio idênticos. Assim, teríamos:
Eu estou vindo para casa.
O verbo vir está no gerúndio. Basta substituí-lo por chegar: eu estou chegando.
Eu tenho vindo muito a este lugar.
Aqui, o verbo vir está no particípio. A troca por outro verbo no particípio pode ajudar você a chegar a tal constatação: eu tenho chegado.
Essa coincidência de formas do verbo vir no gerúndio e particípio já foi trabalhada em algumas questões de provas. Observe:

 

3. (NCE-UFRJ/Ministério Público) Noticiando é forma do gerúndio do verbo noticiar; a frase em que a forma verbal destacada pode não estar no gerúndio é:
a) As notícias estão chegando da Itália cada vez mais rapidamente.
b) Transformando-se o ódio em amor, acabam-se as guerras.
c) Vindo o resultado, os clientes começaram a protestar.
d) Os jogadores italianos estão reclamando dos estrangeiros.
e) O atleta viajou, completando sua missão.
Comentários:
Em todas as alternativas, exceto em uma, temos verbos que estão no gerúndio: chegando, transformando, reclamando e completando. Na letra C, vê-se o caso do verbo vir que, na frase em que se encontra, tanto pode estar no gerúndio (“Chegando o resultado...”) como pode estar no particípio (“Chegado o resultado...”). Observe que, no enunciado, houve o cuidado de se afirmar que se trata de uma forma que pode não estar no gerúndio: a própria frase é ambígua.
Resposta: C.

 

Agora, vamos a uma questão que não permite ambiguidade e ilustra bem a semelhança das formas de gerúndio e particípio do verbo vir:
4. (NCE-UFRJ/Auxiliar de Cartório )Como sabemos, o morfema -NDO forma gerúndios, de que fazendo é um exemplo. O item em que a forma em maiúscula não corresponde a um gerúndio é:
a) CHEGANDO os corpos, será feita a autópsia.
b) Os médicos estiveram REALIZANDO exames.
c) Os poetas tinham VINDO ao sepultamento do colega.
d) TENDO tempo, todos participarão do exame.
e) Ganhará dinheiro, VENDENDO bugigangas.
Comentários:
As letras A, B, D e E apresentam verbos no gerúndio: chegando, realizando, tendo e vendendo.
Na letra C, temos o verbo vir no particípio: basta substituí-lo por chegar – os poetas tinham chegado...
Resposta: C.
Bem, agora que você já aprendeu a conjugar verbos em seus tempos simples e compostos; estudou os verbos terminados em -ear/-iar; entendeu como se conjuga o imperativo; e conheceu as formas nominais do verbo (ufa...), vale complementar seus estudos com um breve passeio pela semântica dos verbos. É nesse assunto que vamos aprender como se utilizam os principais tempos verbais e perceber como as bancas trabalham esses conceitos nas provas.

 

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