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ASMA
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Preguntas del test (39)
1Um menino de 5 anos é levado à UBS por apresentar episódios recorrentes de sibilância, tosse noturna e dificuldade respiratória desencadeados por infecções virais e exposição à poeira. O exame físico é normal entre os episódios. Qual o diagnóstico mais provável?
- ABronquiolite viral aguda
- BPneumonia bacteriana recorrente
- CAsma infantil
- DFibrose cística
2Criança de 7 anos com diagnóstico de asma persistente leve. Segundo o PCDT e o GINA, qual é a melhor opção terapêutica para o controle da doença?
- AAlbuterol contínuo em uso diário
- BCorticoide inalatório diário em baixa dose
- CAntibióticos profiláticos
- DCorticoide sistêmico diário
3Criança asmática chega ao pronto-socorro com fala entrecortada, uso de musculatura acessória e SpO2 de 89% em ar ambiente. Qual a conduta inicial correta?
- AOxigenoterapia, beta-agonista inalatório e corticoide sistêmico
- BApenas oxigenoterapia
- CBeta-agonista inalatório e antibiótico
- DBeta-bloqueador e oxigenoterapia
4 Uma mãe relata que seu filho asmático apresenta sintomas noturnos mais de duas vezes por semana. Isso indica:
- AAsma controlada
- BAsma intermitente
- CAsma não controlada
- DCrise asmática grave
5Criança com asma apresenta sintomas diurnos 3x por semana, tosse noturna 1x por semana, sem limitação das atividades. Qual é a classificação da gravidade?
- AAsma persistente grave
- BAsma persistente moderada
- CAsma persistente leve
- DAsma intermitente
6Qual fator abaixo é mais fortemente associado ao desenvolvimento de asma em crianças?
- APrematuridade
- BExposição precoce a antibióticos
- CHistórico familiar de atopia
- DAleitamento materno exclusivo
7Qual exame complementar não é indicado rotineiramente para o diagnóstico de asma em crianças menores de 5 anos?
- ARadiografia de tórax
- BEspirometria
- COximetria de pulso
- DHistória clínica e exame físico
8Criança de 3 anos com quadro típico de asma, mas sem diagnóstico formal. Qual das opções abaixo é fundamental para iniciar o tratamento?
- ARadiografia de tórax
- BTeste cutâneo para alérgenos
- CAvaliação clínica baseada em padrão de sintomas
- DEspirometria forçada
9 Em relação ao uso de espaçadores em crianças com asma, é correto afirmar:
- ADevem ser usados apenas em maiores de 6 anos
- BSão menos eficazes que nebulizações
- CAjudam a reduzir efeitos adversos dos corticoides inalatórios
- DDevem ser evitados em crises
10Qual é a principal causa de falha terapêutica no controle da asma pediátrica?
- AResistência aos corticoides
- BInfecção viral crônica
- CMá adesão ao tratamento
- DUso excessivo de broncodilatadores
11 Menina de 4 anos com diagnóstico de asma leve persistente usa corticoide inalatório diariamente. Após 3 meses de seguimento, permanece assintomática, sem uso de medicação de resgate. Qual a melhor conduta?
- ASuspender o tratamento imediatamente
- BManter o tratamento por mais 3 meses antes de reavaliar
- CSubstituir por beta-agonista de longa duração isolado
- DReduzir gradualmente o corticoide inalatório
12Criança asmática apresenta queda do pico de fluxo expiratório (PFE) para 65% do melhor valor pessoal. Segundo o plano de ação para asma, essa zona é classificada como:
- AZona verde – controle adequado
- BZona amarela – atenção e ajuste do tratamento
- CZona vermelha – emergência
- DZona branca – fase de remissão
13Em relação ao manejo ambulatorial da asma, segundo o PCDT 2024 e diretrizes da SBP, qual das alternativas está CORRETA?
- ACorticoide oral é o tratamento de escolha para controle diário
- BBeta-agonistas de longa duração (LABA) podem ser usados isoladamente
- CImunoterapia específica é indicada como primeira linha
- DCorticoides inalatórios são a base do tratamento de manutenção
14Uma criança de 6 anos chega ao PS com crise asmática leve. Está ativa, com SpO2 de 95%, sem tiragem ou uso de musculatura acessória. Qual a conduta inicial?
- AAdministração de oxigênio e corticoide venoso
- BBeta-agonista inalatório com espaçador e reavaliação clínica
- CInternação imediata para observação
- DAntibioticoterapia empírica
15 Segundo o PCDT da Asma (Ministério da Saúde), qual é a frequência ideal de reavaliação de uma criança com asma após iniciar ou ajustar tratamento de manutenção?
- ASomente se houver piora clínica
- BA cada 6 meses
- CEntre 1 a 3 meses após início/ajuste
- DAnualmente
16Um escolar com 9 anos de idade comparece à consulta médica de rotina em Unidade Básica de
Saúde. O paciente apresenta crises de broncoespasmo recorrentes desde os 4 anos de idade, com sintomas diurnos 3
vezes por semana e despertar noturno sempre com necessidade de uso de β2-agonista de curta duração por demanda.
Ele não consegue realizar atividades comuns da infância, como correr com seus amigos. Refere controle ambiental
adequado. Há 4 meses, faz uso contínuo de corticoide inalatório em dose baixa. Ao exame físico, apresenta-se em bom
estado geral, corado, hidratado e eupneico. Possui auscultas cardíaca e respiratória normais. Qual é a classificação da
asma e a terapêutica recomendada, além do uso do β2-agonista de curta duração por demanda?- AAsma parcialmente controlada; uso contínuo de corticoide inalatório em dose média.
- BAsma parcialmente controlada; uso contínuo de corticoide oral em doses baixas.
- CAsma não controlada; uso contínuo de corticoide inalatório em dose média.
- DAsma não controlada; uso contínuo de corticoide oral em doses baixas.
17Uma criança com 5 anos de idade, com diagnóstico de asma brônquica há um ano, foi internada
por um dia, há dois meses. Recebeu alta com prescrição de salbutamol inalatório de 4/4 horas e prednisolona 1 mg/
kg/dia, durante 5 dias. Após esse período, foi prescrito corticoide inalatório em baixa dose. Retornou à Unidade Básica
de Saúde para seguimento, quando se verificou que ela mantinha sintomas diurnos 4 vezes por semana, apresentando
despertares noturnos, limitação de atividades e requerendo medicação de alívio, apesar do uso correto do dispositivo
inalatório. De acordo com o quadro clínico descrito, assinale a alternativa em que são apresentadas, respectivamente,
a classificação do nível de controle da asma e a conduta adequada ao caso.- AAsma não controlada; aumento do corticoide inalatório para dose alta e observar resposta.
- BAsma parcialmente controlada; aumento do corticoide inalatório para dose média associada e antileucotrieno.
- CAsma não controlada; aumento do corticoide inalatório para dose média e tratamento de exacerbações com beta-
2 agonista de ação rápida e curta. - DAsma parcialmente controlada; aumento do corticoide inalatório para dose alta, associado a um beta-2 agonista
de ação prolongada e um antileucotrieno.
18Uma criança com 8 anos chega com sua mãe à unidade de saúde da família com queixa de
dispneia e sibilância há cerca de 2 horas. A criança tem histórico de asma, em acompanhamento na unidade, fazendo
uso de beclometasona 200 mg por dia. Quando questionada sobre o controle das crises da criança, a mãe refere que
vinha usando salbutamol 100 mcg, 3 a 4 vezes por semana, devido a quadros de tosse seca e discreto desconforto
respiratório. Relata que, hoje, porém, mesmo após 2 puffs de salbutamol, os sintomas apresentados pela criança
estavam mais intensos e persistentes. A criança demonstra desconforto e agitação, com fala entrecortada, frequência
respiratória de 32 incursões respiratórias por minuto, frequência cardíaca de 110 batimentos por minuto, saturação
de 89% em ar ambiente, sibilos difusos e tiragem intercostal. Nesse caso, as condutas médicas para o controle da crise
e para o tratamento de manutenção contra asma devem ser respectivamente:- AIndicar máscara de oxigênio para manter saturação entre 93 e 95%, beta-2 agonista de curta duração inalatório 6
puffs, que poderá ser repetido a cada 20 minutos e, se necessário, brometo de ipratrópio e prednisolona 2-4 mg/
kg, enquanto aguarda a remoção da criança para internação; e aumentar beclometasona para 200 mcg 12/12h,
mantendo o corticoide oral por 5 a 7 dias. - BIndicar máscara de oxigênio para manter saturação entre 94 e 98%, beta-2 agonista de curta duração inalatório 2
puffs, que poderá ser repetido a cada 20 minutos, brometo de ipratrópio e, se necessário, prednisolona 1-2 mg/
kg, enquanto aguarda a remoção da criança para internação; aumentar beclometasona para 200 mcg 12/12h,
mantendo o corticoide oral por 3 a 5 dias. - CIndicar máscara de oxigênio para manter saturação entre 94 e 98%, beta-2 agonista de curta duração inalatório
6 puffs, que poderá ser repetido a cada 20 minutos, brometo de ipratrópio e prednisolona 1-2 mg/kg, enquanto
aguarda a remoção da criança para internação; e aumentar beclometasona para 200 mcg 12/12h, associar agonista
beta-2 de longa duração, mantendo o corticoide oral por 3 a 5 dias. - DIndicar máscara de oxigênio para manter saturação entre 93 e 95%, beta-2 agonista de curta duração inalatório 2
puffs, que poderá ser repetido a cada 20 minutos, brometo de ipratrópio e, se necessário, prednisolona 1-2 mg/
kg, enquanto mantém a criança em observação na unidade de saúde; e manter beclometasona 200 mg por dia,
associar agonista beta-2 de longa duração, mantendo o corticoide oral por 5 a 7 dias.
- AIndicar máscara de oxigênio para manter saturação entre 93 e 95%, beta-2 agonista de curta duração inalatório 6
19Um estudante, com 11 anos de idade, chega à Emergência informando ser
portador de asma desde a infância. Relata que manteve controle da asma nos últimos meses e que apresenta piora há
dois dias, quando passou a apresentar dispneia associada à tosse, expectoração mucosa e chiado no peito. Ao exame
físico, observa-se tórax tipo pectus carinatum, com discreta tiragem intercostal; frequência respiratória = 32 irpm;
frequência cardíaca = 100 bpm; ausculta pulmonar com sibilos difusos. Na sala de Emergência, diante do paciente com
crise asmática, além do quadro clínico, consideram-se como procedimentos objetivos importantes para avaliação da
gravidade, a realização, quando possível, de:- Aradiografia de tórax e medida do pico de fluxo expiratório (PFE).
- Bradiografia de tórax e saturação de oxigênio no sangue arterial por gasometria ou oximetria de pulso (SatO2).
- Chemograma e saturação de oxigênio no sangue arterial por gasometria ou oximetria de pulso (SatO2).
- Dmedida do pico de fluxo expiratório (PFE) e saturação de oxigênio no sangue arterial por gasometria ou oximetria
de pulso (SatO2). - Eeletrocardiograma e medida do pico de fluxo expiratório (PFE).
20Sobre a definição de asma é correto afirmar que:
- AÉ uma doença de base exclusivamente genética, caracterizada por espessamento brônquico.
- BA inflamação das vias aéreas está presente apenas no momento da exacerbação, quando há produção de muco espesso, como
consequência. - CÉ definido pela história de sintomas respiratórios, tais como produção crônica de muco, tosse isolada, dispneia associada à tontura e dor
torácica. - DA limitação variável do fluxo aéreo está ausente nos quadros de asma intermitente.
- EOs sintomas variam entre tempo e intensidade, podendo o paciente permanecer assintomáticos por longos períodos de tempo.
212022) O tabagismo passivo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), é responsável
por 1,2 milhões de mortes no mundo por ano e tem como uma das principais vítimas as crianças. Especialmente no período de pandemia,
em que o isolamento social é uma das medidas preventivas mais eficazes contra a Covid-19, uma relevante consequência na saúde infantil foi
a maior exposição ao tabagismo passivo pela convivência com familiares fumantes. Considerando o tabagismo passivo em crianças, que foi
potencializado durante a pandemia, e os diversos danos à saúde desse grupo de pessoas, uma consequência do tabagismo passivo infantil é:- AAs crianças fumantes passivas têm maior probabilidade de contrair doenças respiratórias agudas do que indivíduos da mesma idade sem
essa exposição, além de que aparentemente são mais imunodeprimidas, pois têm maior propensão a terem associadas duas ou mais
patologias. - BAs consequências a longo prazo do convívio de crianças com tabagistas são a irritação da mucosa oral e nasal, olhos e pulmão da criança,
náuseas, cefaleia, tosse, coriza, entre outros. Além disso, crianças portadoras de asma podem apresentar crises asmáticas no mesmo
momento. - COs efeitos instantâneos do tabagismo passivo são a maior incidência de rinite, otite, laringite, tonsilite, bronquite, pneumonia e aumento
na frequência de crises asmáticas. Dessa forma, além dessas doenças, ainda podem ocorrer manifestações tardias na vida desse indivíduo,
havendo uma maior predisposição a diversos tipos de câncer, em especial no pulmão, cardiopatias e redução da função respiratória. - DÉ uma consequência relevante da exposição de crianças à fumaça do tabaco no ambiente a menor necessidade de atendimento médico
para esse grupo. De acordo com o Departamento Científico de Pneumologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, em comparação com
crianças não expostas, as que sofrem com o tabagismo passivo são a menor parte dentre o número total de pacientes pediátricos com
quatro idas ou mais ao pronto-socorro por ano e com necessidade de antibioticoterapia duas vezes ou mais ao ano.
- AAs crianças fumantes passivas têm maior probabilidade de contrair doenças respiratórias agudas do que indivíduos da mesma idade sem
22São sintomas característicos da asma todos os abaixo, exceto:
- ATosse.
- BAperto no peito.
- CRouquidão.
- DFalta de ar.
23Menino de 7 anos apresenta, há mais de 6 meses, tosse seca recorrente e acorda à
noite, 1 a 2 vezes por semana, por tosse e dispneia. Às vezes, esses sintomas se associam a quadro gripal. Nega febre,
obstrução nasal ou coriza constantes. Refere que não apresentou chiado no peito e nem procurou pronto-socorro por
dispneia neste período. Gosta de desenhar e não quer mais jogar bola, porque fica cansado com facilidade e precisa
parar, por crise de tosse. Antecedentes pessoais: nasceu de 35 semanas, com 2.400 g; foi internado por bronquiolite
aos 2 meses e apresentou dermatite até os 3 anos de idade. Nega sibilância. Irmão de 9 meses tem alergia à proteína
do leite de vaca e sibilos recorrentes. A mãe é fumante. Ao exame físico: paciente apresenta bom estado geral e bom
estado nutricional e nenhuma alteração. Entre os exames abaixo, o melhor para a confirmação da principal hipótese
diagnóstica desse menino é:- AA Phmetria esofágica.
- BB Dosagem sérica de IgE específica (RAST) para leite de vaca.
- CC Radiografia de tórax e PPD.
- DD Espirometria.
- EE Pesquisa de sódio e cloro no suor.
24Um menino de oito anos, com suspeita de asma, irá realizar espirometria para confirmação diagnóstica. Com base
nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta o parâmetro que confirma o diagnóstico.redução da relação volume expiratório
forçado de 1 s/capacidade vital forçada (VEF1/CVF)- Aaumento da relação VEF1/CVF
- Baumento da CVF
- Caumento do VEF1
- Despirometria normal
25Em relação à asma na criança, assinale a alternativa correta.
- AA asma é uma doença crônica que geralmente tem início na idade escolar.
- BO tratamento do refluxo gastroesofágico geralmente melhora o controle da asma.
- CA presença de sibilos persistentes com deformidade do tórax é sugestiva de asma.
- DTeste cutâneo alérgico positivo e eosinofilia indicam resposta inadequada ao uso de corticoide inalatório.
- EA resposta ao tratamento com corticoide é sugestiva de asma.
26Criança de 4 anos apresenta crises de sibilância desde os 4 meses. Atualmente as crises se tornaram mais frequentes,
desencadeadas por infecções respiratórias, por contato com poeira ou por atividade física e melhoram com inalação com broncodilatador.
No exame físico, a ausculta pulmonar está normal, apresentando apenas eczema em fossas poplíteas e cubital bilateralmente. A principal
hipótese diagnóstica é:- ASibilância pós-viral
- BAsma de início precoce
- CFibrose cística
- DAspiração de corpo estranho
- EAlergia ao leite de vaca
27Assinale a alternativa que apresenta o quadro clínico de uma criança com asma parcialmente controlada, de acordo com a
Global Iniciative for Asthma (GINA).- ATosse seca durante 4 dias na semana, utilizando medicação de resgate 3 vezes na semana, consegue brincar normalmente e dorme a
noite toda. - BCansaço para correr em todas as brincadeiras, utiliza medicação de resgate para tosse todas as vezes que brinca e tosse noturna.
- CUso de medicação de controle (beclometasona), brinca normalmente, dorme a noite toda e apresentou uso de medicação de resgate há
4 meses. - DUso de medicação de controle, tosse todos os dias, apresenta tosse noturna e faz uso de medicação de resgate a maioria dos dias da
semana.
- ATosse seca durante 4 dias na semana, utilizando medicação de resgate 3 vezes na semana, consegue brincar normalmente e dorme a
28Beta agonistas seletivos, como salbutamol e terbutalina são medicamentos amplamente utilizados para o tratamento do
broncoespasmo. Um importante efeito colateral dessas medicações é a- AA elevação da creatinina sérica.
- BB redução do nível sérico de potássio.
- CC redução do nível sérico de glicose.
- DD elevação do nível sérico de potássio.
29Qual medicamento é um antagonista muscarínico de ação prolongada, indicado para uso em crianças maiores de 6 anos
com asma moderada ou grave não controladas?- AOmalizumabe.
- BBrometo de tiotrópio.
- CSalmeterol.
- DMepolizumabe.
30Qual é o tratamento de primeira linha e o mais efetivo para crianças com asma persistente?
- ACorticosteroides inalados.
- BAntagonistas dos receptores.
- CMacrolídeos.
- DBeta 2-agonistas de longa ação.
31No Gina 2023, no que diz respeito ao tratamento de manutenção da asma em crianças maiores de 6 anos
com asma moderada e grave (estágio 3 e 4), qual é o tratamento sugerido:- ACosticosteroide inalado alta dose
- BMontelucaste + agente beta agonista de longa duração
- CMontelucaste.
- DCorticosteroide sistêmico via oralE Corticosteroide inalado + agente beta agonista de longa duração no mesmo dispositivo.
32Menino de 4 anos com asma é atendido em ambulatório. A mãe informa que o filho está em uso de beclometasona via inalatória
na dose de 100mcg/dia há quatro meses, porém, nesse período, apresentou dois quadros de broncoespasmo com necessidade de corticoide
oral. Há quatro semanas, ele tem utilizado beta 2-agonista de curta ação, duas vezes por semana, para controle dos sintomas. Ao exame, a
ausculta pulmonar é normal. Nesse caso, a melhor opção terapêutica é:- AA adicionar antilecotrieno oral
- BB dobrar a dose debeclometasona
- CC associar uso diário de beta 2-agonista de curta duração
- DD associar corticoide com beta 2-agonista de longa duração
33Paciente do sexo feminino, 3 anos, é admiti) da no pronto-socorro com quadro de tosse e dificuldade para respirar há um dia,
sem febre ou coriza associados. Apresenta histórico de ter apresentado três crises semelhantes nos últimos 06 meses, com necessidade de
internação. Na triagem, apresentava-se taquidispneica, sendo levada à sala de emergência. Na avaliação sistematizada em sala de emergência,
a paciente apresentava os seguintes dados de exame físico e monitorização:
A: Via aérea pérvia.
B: Murmúrio vesicular com sibilos difusos, tempo expiratório prolongado, FR: 45 ipm, tiragens subdiafragmática, intercostal e de fúrcula, SpO2
93% em máscara não reinalante.
C: 2BRNF sem sopros, FC: 140 bpm, tempo de enchimento capilar de 2 segundos, pulsos cheios.
D: Alerta e orientada.
E: Lesões eritemato-crostosas em superfícies flexoras de pernas e braços.
Quanto ao uso profilático de corticoide inalatório no momento da alta hospitalar, é correto afirmar:- ANão está indicado para essa paciente.
- BDeve estar associado ao beta agonista de longa duração.
- CDeve ser prescrito em dose baixa.
- DDeve ser associado ao antileucotrieno.
34Criança de 7 anos com antecedente pessoal de asma, iniciou quadro de dispnéia e sibilância
há 3 horas, sem resposta às medidas terapêuticas iniciadas em sua casa (administração de 8 puffs de salbutamol em uma única vez). Deu
entrada no serviço de emergência agitado, com fala entrecortada, FR = 40 ipm, FC = 120 bpm, saturação de O2 89% em ar ambiente, sibilos
difusos e retrações inter e subcostais. Com base neste caso hipotético assinale a alternativa que apresenta a melhor proposta terapêutica inicial de acordo
com a Global Initiative for Asthma, 2022:- Amáscara de oxigênio para alcançar a saturação entre 98-100%, salbutamol, corticóide inalatório e aminofilina.
- Bmáscara de oxigênio para alcançar a saturação entre 94-98%, terbutalina endovenosa, ipratrópio e corticóide oral.
- Cmáscara de oxigênio para alcançar a saturação entre 98-100%, salbutamol, corticóide endovenoso e sulfato de magnésio.
- Dmáscara de oxigênio para alcançar a saturação entre 94-98%, salbutamol, aminofilina, corticóide oral ou endovenoso.
- Emáscara de oxigênio para alcançar a saturação entre 94-98%, salbutamol, ipratrópio e corticóide endovenoso.
35Uma criança de sete anos de idade, com antecedente pessoal de asma, iniciou quadro de dispneia e sibilância há três horas, sem
resposta às medidas terapêuticas iniciadas em sua casa (administração de oito puffs de salbutamol, uma única vez). Deu entrada no serviço
de emergência agitado, com fala entrecortada, FR de 34 ipm, FC de 120 bpm, saturação de 89% em ar ambiente, sibilos difusos e tiragem
intercostal e subcostal.
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a melhor proposta terapêutica de acordo com a Global Initiative For
Asthma.- Amáscara de oxigênio para alcançar saturação entre 94 e 98%, salbutamol, ipratrópio e corticoide endovenoso
- Bmáscara de oxigênio para alcançar saturação entre 98 e 100%, salbutamol, corticoide inalatório e aminofilina
- Cmáscara de oxigênio para alcançar saturação entre 94 e 98%, terbutalina, ipratrópio e corticoide oral
- Dmáscara de oxigênio para alcançar saturação entre 98 e 100%, salbutamol, corticoide endovenoso e sulfato de magnésio
- Emáscara de oxigênio para alcançar saturação entre 94 e 98%, salbutamol, aminofilina e corticoide oral ou endovenoso
36Paciente do sexo feminino, 3 anos, é admitida no pronto-socorro com quadro de tosse e dificuldade para respirar há um dia,
sem febre ou coriza associados. Apresenta histórico de ter apresentado três crises semelhantes nos últimos 06 meses, com necessidade de
internação. Na triagem, apresentava-se taquidispneica, sendo levada à sala de emergência. Na avaliação sistematizada em sala de emergência,
a paciente apresentava os seguintes dados de exame físico e monitorização:
A: Via aérea pérvia.
B: Murmúrio vesicular com sibilos difusos, tempo expiratório prolongado, FR: 45 ipm, tiragens subdiafragmática, intercostal e de fúrcula, SpO2
93% em máscara não reinalante.
C: 2BRNF sem sopros, FC: 140 bpm, tempo de enchimento capilar de 2 segundos, pulsos cheios.
D: Alerta e orientada.
E: Lesões eritemato-crostosas em superfícies flexoras de pernas e braços.
Além de corticoide sistêmico, assinale o que a paciente deverá receber como medida inicial em sala de emergência.- ACateter nasal de alto fluxo e beta-2 agonista endovenoso.
- BBeta-2 agonista e brometo de ipatrópio inalatórios.
- CBeta-2 agonista endovenoso, seguido de intubação orotraqueal.
- DVentilação em BIPAP (Bilevel Positive Airway Pressure), seguida de beta-2 agonista inalatório.
37Uma menina de 5 anos chega à emergência com uma crise asmática grave e não responde ao
tratamento inicial com broncodilatadores. Qual é a próxima melhor abordagem?- AAdministrar antibióticos intravenosos.
- BBIniciar corticosteroides orais.
- CPrescrever fisioterapia respiratória.
- DAdministrar epinefrina subcutânea.
38Dentre os dispositivos inalatórios que produzem aerossol do tipo nebulizador, qual é o contraindicado para o uso de soluções
contendo antibióticos ou corticoides? Assinale a alternativa CORRETA:- ANebulizadores a jato.
- BNebulizadores ultrassônicos.
- CNebulizadores de membrana ativa.
- DQualquer nebulizador que possua bateria para fonte de alimentação.
39A mãe de uma criança de 12 meses de idade vem ao ambulatório porque sua filha já teve quatro crises de sibilância no último
semestre. Ela pergunta ao médico qual a gravidade do problema. Quais sinais de alarme devem ser investigados para identificar a presença
ou não de doenças subjacentes de maior gravidade?- ACrise que iniciaram após episódio de bronquiolite que necessitou do uso prolongado de oxigênio.
- BCrises de início tardio, no segundo semestre de vida, após exposição à fumaça de cigarro.
- CCrises de tosse seca noturna que podem estar relacionadas com asma atópica.
- DCrises de sibilância recorrente responsiva a broncodilatadores.
Información
- Descripción
- Revalida Pediatria Test sobre ASMA, creado por Amanda Mendes el 03/07/2025.
- Autor
- Amanda Mendes
- Idioma
- Português
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