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Fichas

Genética

Dirciéllen Weber Portugués 62 fichas

Fichas del conjunto (62)

  1. 1doença complexapoligenica
    multifatorial(efeito do ambiente)
  2. 2Efeito dos genessomatório, não necessariamente igual (pode ter genes principais)
  3. 3a presença de muitos genes explica uma herança complexa?não!
    papel importante do ambiente
  4. 4importância doenças complexasdoenças "comuns" são responsáveis pela maioria da mortalidade nos paises em desenvolvimento
  5. 5variação contínua ou quantitativapoligenica, cada um com pequeno efeito somatório, nenhum é dominante sobre o outro, fatores ambientes interagem com os genes
    ex:altura, cor pele, pressão sanguínea
    distribuição de gauss
  6. 6variação descontínua ou qualitativamodelo de propensão/limiar:todos os fatores que influenciam podem ser considerados PROPENSÃO/SUSCETIBILIDADE
    ex:hipertensão, fenda palatina
  7. 7conseqüências limiarmaior incidência entre os parentes mais gravemente afetados
    risco maior entre parentes mais próximos, e quando há mais de um afetado
    prole de sexo oposto ao sexo menos afetado tem mais risco
  8. 8genes de suscetibilidadecada um efeito diferente, interagem uns com os outros não só aditivamente, sofre influencia de genes modificadores, sofre influencia do ambiente
  9. 9genetica das doenças complexasgenótipo igual resultando fenotipo diferente
    genótipo diferente resultando fenotipo igual
  10. 10estudos clássicostenta inferir o papel da genética e do ambiente
  11. 11estudos molecularesidentificar os componentes
  12. 12herdabilidadecontribuição genética de uma característica complexa
    ex: 70% não significa só genética pois não conhecemos todos os fatores
    taxa de concordância em gemeos mono e dizigoticos
    grau de semelhança entre os parentes para traço quantitativo
  13. 13estudo clássico populaçõesdiferente incidência de uma doença em grupos pop diferentes
  14. 14estudo clássico famíliasquantos mais relacionados, mais alelos em comum
    comparação de parentes mais e menos afetados
    concordância aumenta conforme o grau
  15. 15familiasfrequência da doença mais alta na família do que nao população geral
    controle: cônjuges
  16. 16estudo clássico gêmeosconcordância: porcentagem que concordam com uma característica
    alta concordância para mz não significa influência genetica ( mesmo ambiente)
    quanquer discordância: ambiente
  17. 17doença totalmente genetica totalmente ambientalmz igualmente afetados, dz diferem
    mz e dz terão concordância semelhante
    obs: quanto maior a diferença entre mz e dz, maior contribuição genética
  18. 18adotadospais adotivos
    não tem gene em comum, compartilham mesmo ambiente
    pais biológicos: contrário
  19. 19Estudos moleculares associaçãohipótese biológica a priori:genes candidatos
  20. 20associação caso-controle (populacional) x familias/triosencolha do gene
    escolha da variante
    (funcionalidade, frequência, litetatura)
  21. 21estudos de ligaçãonão precisa de hipótese a priori, procura regioes que podem estar associadas
    estudo de marcadores, marcador mais frequente nos afetados temos ligação
  22. 22ligação gwasvarredura genômica
    milhares snps (chips)
    sem hipotese a priori
    estatística de associação
    correlação para múltiplos testes (mistura associação e ligação)
  23. 23dificuldadesgrande número genes, efeitos pequenos, interações gene-gene gene-ambiente,
    heterogenidade genetica e fenotipica, diferenças entre as populações (frequência e fator ambiental)
  24. 24farmacogenéticaestudo do papel da genetica na variabilidade inter-individual na resposta aos fármacos
    eficiência x toxicidade
  25. 25one size fits allNão leva em consideração a variabilidade genética
  26. 26medicina personalizadafármaco mais específico para o paciente
    atingir o sitio alvo, na concentração e intervalo de tempo adequado
  27. 27janela terapêuticaeficácia x toxicidade
    quanto menor a janela, maior a chance de erro
  28. 28percurso do fármacoabsorção, distribuição, ação, biotransformação, excreção
  29. 29farmacocinéticaabsorção, distribuição e eliminação (metabolização e excreção)
  30. 30farmacodinâmicainteração fármaco-receptor
    efeito
  31. 31metabolizaçãofase I : ativação
    fase II: detoxificação
    proteínas envolvidas nesses processos influenciam as respostas
  32. 32onde procurar a variaçãogenes candidatos
    farmacocinética: absorção-enzimas transportadoras, eliminação-fase I e II
    dinâmica: receptores, transdução,
  33. 33farmacocinética enzimas de fase I CYPSDMEs: distribuição, metabolização, excreção
  34. 34fenotipos metabolizadoresultra-rápidos
    normais
    intermediários
    lentos
  35. 35ajuste droga ativaultra-rápidos: excreção rápida, aumentar a dose
    lentos: acúmulo do fármaco, diminuir a dose
  36. 36pró drogaultra-rápidos: aucúmulo fármaco ativo, diminuir a dose
    lentos: falta do ativo, aumentar a dose
  37. 37CYP2D6 x CodeínaPró fármaco da morfina
    ultra-rápidos: overdose
    lentos: menor efeito
  38. 38CYP2C9alelos de maior importância:
    1- redução de 30% metabolismo
    2- redução 70%
  39. 39CYP2C9 x Varfarinabaixa janela terapêutica
    excesso: hemorragias
    ausência: coágulos
    ajuste considerando os genótipos: diminuir a dose de acordo com a presença dos alelos de redução
  40. 40farmacocinética enzimas de fase II NAT X IsoniazidaNAT: acetilação, excreção renal
    Genotipo R/R R/L - acetilam rápido: inativadores rápidos, baixa concentração no plasma, falência terapêutica
    Genotipo L/L - acetilam lentos: inativadores lentos, alta concentração no plasma, mais reação tóxica
  41. 41farmacodinâmica: câncer proteínas transmenbranasdomínios extra-celular, transmembrana e tirosina-quinase (efetor)
    se ligam ao fator de crescimento epidérmico EGF
    , expressão necessária para crescimento normal
  42. 42Ca x Receptores EGF terapia alvo-dirigidaatingir alvo específico, anticorpos monoclonais produzidos em laboratório
    poupa as células normais, diminuindo efeito colateral
  43. 43Ca x trastuzumabHER 2 super expresso em alguns ca de mama
    trastuzumab: anticorpo específico HER2
  44. 44AIDS abacavirpresença do alelo HLA: 100% hipersensibilidade
    ausência: 3%
  45. 45o que causa uma neoplasiadesequilíbrio entre a proliferação (mitose)- necessária para o crescimento e o desenvolvimento
    e a morte celular (apoptose)- remoção de celulas desnecessárias e danificadas
  46. 46ca é fundamentamente genéticoqualquer ca está relacionado com a genetica- falha de genes
    não quer dizer hereditario
  47. 47neoplasias hereditárias neo esporádicashereditária: mutação germinativa, vários indivíduos na família,
    esporadico: maioria dos casos, mutação somática aleatória
  48. 48oncogenesesomatório de eventos com vantagem na multiplicação
  49. 49genes x caos oncogenes e genes tumorais não são mais mutáveis que os outros, forte seleção positiva para a proliferação celular
  50. 50proto-oncogenesgenes celulares normais
    regulam fatores de crescimento, codificam receptores, moleculas trandutoras e fatores de transcrição
    telomerase
  51. 51oncogenesgene mutante
    dominate a nivel celular(basta uma alteração)
    mutações com ganho de função ativa proto-oncogenes
    funcionamento desregulado
    ca esporádicos
    telomerase
  52. 52telomerasesenescencia celular: incapacidade das celulas normais se dividirem indefinidamente- perda de função da telomerase
    cels tumorais: expressão acentuada
  53. 53genes supressores tumoraisrecessivos ao nível celular
    mutação com perda de função - inicia a tumorigenese
  54. 54teoria dos golpeshereditária: 1 golpe, retinoblastoma bilateral
    esporádica: 2 golpes, unilateral
  55. 55perda de heterozigose LOHtecidos normais pacientes retinoblastoma: heterozigotos
    segundo evento mutacional: mecanismo pelo qual o alelo restante normal é perdido
    LOH é a característica fe vários tumores, herdáveis e esporádicos
  56. 56TP53reparo e indução de apoptose
    alteração: 50% casos esporádicos
    ptn não consegue se ligar ao DNA
    síndrome li-fraumeni: autossomica dominante mutação germinativa p53, 70% pacientes com mutação
  57. 57BRCA1 e BRCA2ca mama familiar
    quebra bifilamentar do DNA
    LOH com perda do alelo normal
  58. 58oncogenes x GTSsmutação em proto-oncogenes: dominantes, basta 1 alelo
    mutação em GSTs: recessivas, perda de função de ambos os alelos
  59. 59início do tumormutação que ativa proto-oncogenes, duplicação deles, translocações cromossomicas, perda de função de ambos alelos de um GST, ou mutação negativa dominante em um deles
  60. 60progressãoacúmulo de danos genéticos adicionais, mutações ou silenciamento epigenético dos genes de reparo, alteração de genes da vascularização (metástase)
  61. 61Evolução por seleção naturala seleção não é aleatória, mas a mutação sim
    age sobre os fenotipos, mas modifica a frequência dos alelos
    não é progressiva
  62. 62forças evolutivasmutação
    recombinação
    seleção natural
    deriva genética
    fluxo genico

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Descripción
FlashCards em Genética, criado por Dirciéllen Weber em 21-10-2018.
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