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Fichas

Trauma

Nadjila sidani Medicina Preparatoria Abierta Portugués 28 fichas

Fichas del conjunto (28)

  1. 1Armadilhas do "A" Não posso ou não consigo IOT O que fazer?1. Cricotireoidostomia CIRÚRGICA
  2. 2Indicações VA artificial- Apnéia
    - proteção da VA
    - TCE GRAVE --> GLASGOW <=8
    - incapacidade de manter oxigenação com máscara
  3. 3Tipos VA artificialDEFINITIVAS
    - iot (+ usada)
    - int
    - crico cirúrgica
    - traqueo
    TEMPORÁRIAS
    - máscara laríngea
    - crico por punção
  4. 4Armadilhas do "A" Não posso (<12 anos) ou não sei fazer crico cirúrgica?1. Crico por punção (é temporária); O2 15l/min
    relação I:E de 1:4 por no máximo 30-45 min
    Traqueo: 2º/3º anel traqueal = É ELETIVO
    (não pensar em traqueo!!)
  5. 5Armadilhas do "A" Quais são as principais?1. Criança <12a traqueo!! ou na pior das hipóteses, crico por punção. NÃO CRICO CIRÚRGICA! (Isso caso não dê pra IOT)
    2. Laceração/fratura de laringe: primeiro tentar IOT, não rolou, TRAQUEOSTOMIA
  6. 6Armadilhas do "A" E se não vou intubar nem fazer crico?uso a máscara laríngea (manter no máximo por algumas horas, o ideal é trocar o mais rápido possível por IOT)
  7. 7Primeira conduta no trauma?ABCDE
    Sendo a primeira A: Colar cervical + prancha
    - colar, Avaliação da via aérea e ventilação com máscara de O2 suplementar
    *Após checar segurança do ambiente!!!!
  8. 8Armadilhas do "B" NÃO ESQUECER QUE TEM QUE FAZER EXAME FÍSICOOOOO!!!Pneumotórax: hipertensivo / aberto
    Hemotórax
  9. 9Pneumotórax Hipertensivo 1. Fisiopatologia 2. Clínica 3. Diagnóstico 4. Conduta 5. Cdt definitiva1. Lesão em "saco de papel" ar entra-espaço pleural - não consegue sair: colabamento
    2. Desvio de traquéia, mediastino
    turgência de jugular
    percussão: timpanismo
    ausculta: mmvv abolido
    hipotensão --> CHOQUE OBSTRUTIVO (inst. hemodinâmica)
    3. Clínico - não se solicita RX
    4. Imediata: Toracocentese de alívio
    5. Toracostomia c dreno selo d'água
  10. 10Toracocentese de alívio 1. Local na criança 2. Local no adulto 3. Dreno selo d'água1. 2º EIC, linha hemiclavicular
    2. 4º/5º EIC anterior a LAM
    3. 4º/5º EIC anterior a LAM
  11. 11Pneumotórax Aberto 1. Fisiopatologia 2. Clínica 3. Conduta 4. Conduta definitiva1. Trauma penetrante: orifício >2/3 diâmetro da traquéia
    2. Timpanismo à percussão
    MMVV abolidos ou diminuídos
    3. Curativo em 3 pontas
    4. Drenagem selo d'água (toracostomia)
  12. 12Todo pneumotórax deve ser drenado?Se for simples (não é hipertensivo) e pequeno (20 a 30% do hemitórax), a princípio não precisa drenar.
    MAS...
    Se ele tem potencial/vive situaçao pra virar hipertensivo ou aumentar, drena. Ex: Transporte aéreo ou Ventilação mecânica!!!!
  13. 13Drenei o pneumotórax e não melhorou, e agora? 1. HD 2. Cdt imediata 3. Diagnóstico 3. Cdt definitiva1. 1º Rever técnica (dreno aberto...).
    Se tudo ok, HD de lesão de grande via aérea --> então:
    2. passar outro dreno ou IOT seletiva
    3. Broncoscopia
    4. Toracotomia
  14. 14Hemotórax 1. Fisiopatologia 2. Clínica 3. Conduta1. Trauma penetrante, acomete vasos hilares ou sistêmicos, com sgto autolimitado
    2. Jugular Colabada (pcausa da hipovolemia)
    Percussão: macicez
    Ausculta: MV abolido
    Hipotensão
    3. Toracostomia com dreno selo d'água
  15. 15Hemotórax Quando indico ToraCOTOMIA? 1. Situação 1 2. Situação 2Só quando está sangrando muito sem parar. Normalmente para sozinha, lembrar que é autolimitado!!
    1. Qdo drenagem imediata de 1500ml
    2. Qdo drena 200ml/h durante 2 a 4h
  16. 16Choque hipovolêmico 1. Focos principais de sangramento 2. Conduta 3. Classificação da perda volêmica 4. Avaliação da resposta 4a. Sem respota, e aí?1. tórax . abdome. pelve . ossos longos
    2. 2AVPs - não conseguiu: intraósseo, AVC, safena
    Infusão de cristalóide aquecido (37-40ºC) no volume de 1l no adulto e 20ml/Kg na crinça
    3. tabela
    4. SSVV, débito urinário - colocar SVD
    Parâmetros: Adulto 0,5ml/kg/h
    Crianças 1ml/kg/h
    4a. Protocolo de transfusão maciça (1:1:1 - concentrado de hemácias, plaquetas, fatores de coagulação - via plasma) + Ac. Tranexâmico
  17. 17O que é o Protocolo de Transfusão maciça?Transfusão maciça é quando se infunde mais de 10 unidades em 24h ou 4 unidades em 1h. Adm-se Ac. Tranexâmico 1g IV ATÉ 3H APÓS O TRAUMA e depois mais 1g após 8h
  18. 181. No trauma, quais são as contraindicações para passagem de cateterismo p controle de diurese? 2. Qual a conduta, então?1. sangue no meato, hematoma perineal ou escrotal, retenção urinária, fratura de pelve
    2. fazer URETROGRAFIA RETRÓGRADA antes do cateterismo. Se lesão de uretra: Cistostomia
  19. 19Armadilhas do "C" (controle de hemorragia)1. Tamponamento cardíaco
    2. Toracotomia - lembrar de onde é feita
    3. Fratura pélvica (a em livro aberto é a que mais cai em prova)
    Fratura de pelve causa sgto retroperitoneal, não intra. Logo, se sg intraperitoneal, sg do abd!!!
  20. 20Fratura de pelve 1. Conduta1. "amarração" da pelve.
    FAST ---> se sg intraperitoneal, origem é abdominal ---> laparotomia
    ---> se sg retroperitoneal, origem pélvica
    --> tamponamento pré peritoneal (compressão de sgto venoso).
    Não melhorou ---> Angiografia pra fazer angioembolização (pq sgto arterial)
  21. 21Tamponamento cardíaco 1. Fisiopatologia 2. Clínica 3. Diagnóstico 4. Conduta 5. Conduta definitiva1. Trauma penetrante. 100 a 200ml de sg no saco pericárdico
    2. a) Tríade de Beck:
    Turgência jugular; hipotensão, hipofonese de bulhas
    b) Pulso paradoxal - redução >=10mmHg na inspiração
    c) Sinal de Kussmaul - aumento da TJ na inspiração
    3. Clínica + FAST
    4. Pericardiocentese de 10 a 20ml de sg
    5. Toracotomia
  22. 22Tríade de BeckTamponamento cardíaco
    1. turgência jugular
    2. hipotensão
    3. hipofonese de bulhas
  23. 23Quais incidências de RX são mais importantes em trauma fechado?Perfil de coluna cervical, tórax e pelve!
    LINDA, NÃO TEM ABDOMEN!!! NÃO, ENTENDEU??
    Pensar em abd em sgto, não em RX
  24. 24Trauma de tórax1. Tórax instável
    2. Constusão miocárdica
    3. Lesao de aorta
  25. 25Tórax instável 1. Fisiopatologia 2. Clínica 3. Conduta 4. Principais causadores de insuf. resp.1. Dois ou mais arcos costais fraturados de forma consecutiva em pelo menos 2 locais em cada arco.
    2. Dor + respiração paradoxal
    3. Analgesia + O2 + Fisio Resp.
    4. Dor e Contusão pulmonar
    *Na contusão, cdt igual, MAS se PaO2<65 ou Sat <90% considerar IOT + VM
  26. 26Contusão Miocárdica 1. Fisiopatologia 2. Clínica 3. Diagnóstico 4. Conduta1. Trauma contuso que pega mais o VD
    2. ICVD (insuf card vd)
    arritmias, bloqueio de ramo D
    3. Clínica + ECO
    4. Monitorização por 24h
  27. 27Lesão de Aorta 1. Fisiopatologia 2. Clínica 3. Diagnóstico 4. Conduta 5. Conduta definitiva1. Lesão ao nível do ligto arterioso
    2. Pulsos normais em MMSS e diminuídos em MMII
    3. Clínica + imagem (Rx tórax mais cai em prova, mas não é o padrão ouro): mediastino >8cm; perda do contorno aórtico; desvio do TOT ou SNG para D
    exame mais usado: angioTC
    padrão ouro: Aortografia
    4. Tratar TUDO q tem de problema antes, deixa pra tratar aorta por último - tempo limite: 24h
    Iniciar Betabloq se possível
    5. Toracotomia E
    Terapia endovascular
  28. 28—

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Nadjila sidani
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