Mapa mental
Tumores Cerebrais
Contenido del mapa
Tumores Cerebrais
Achados Clínicos
- Gerais - Não especificos
- Dor de cabeça com ou sem vômito e/ou náusea
- Surgem de edema causado pela massa em expansão e seu edema
- Aumento da pressão intracraniana
- Compressão / impedimento da absorção do liquor
- Hidrocefalia
- Geralmente holocraniana
- ou ipsilateral (lado do tumor)
- Surgem de edema causado pela massa em expansão e seu edema
- Dificuldades cognitivas
- Transtornos de personalidade
- Evitar situação sociais
- Mimetiza depressão
- Apatia
- Evitar situação sociais
- Alterações de marcha
- Dor de cabeça com ou sem vômito e/ou náusea
- Focais (subagudos ou progressivos)
- Defeitos de campo visual
- Percebido tardiamente (curso progressivo)
- Acidente automobilístico (ponto cego)
- Percebido tardiamente (curso progressivo)
- Linguagem
- ``confusão mental´´
- Convulsões
- Mais comuns em:
- Metástase
- Gliomas malignos
- Mais comuns em:
- Defeitos de campo visual
- Neuroimagem
- RNM - escolha
- realça o tumor
- podem apresentar áreas centrais com necrose
- rodeadas por edema
- contrastado - gandolinium
- gliomas low-grade
- realça melhor com FLAIR
- Meningiomas
- Engrossamento da dura-mater ``Dura Tail´´
- Não invade o parênquima cerebral
- Engrossamento da dura-mater ``Dura Tail´´
- Linfomas e Metastases na dura-mater
- Muitos focos tumorais
- podem apresentar áreas centrais com necrose
- realça o tumor
- TC – quando impossibilidade de RNM
- ex Marca Passo
- RNM - escolha
- Gerais - Não especificos
Tumores Primários
- não há nenhuma causa subjacente para a maioria dos tumores cerebrais primários
- Fatores de Risco
- exposição à radiação ionizante (meningiomas, gliomas e schwannomas)
- imunossupressão (linfoma primário do SNC)
- Fatores de Risco
- não há nenhuma causa subjacente para a maioria dos tumores cerebrais primários
SÍNDROMES NEUROCUTANEAS (FACOMATOSES)
- Distúrbio genéticos caracterizados por lesões cutâneas + risco aumentado para tumores cerebrais
- Geralmente herança autossômica dominante, penetrância variável
- Neurofibromatose tipo 1 (NF1) (doença de Von Recklinghausen)
- Gene NF1 no cromossomo 17q11.2 codifica a proteína neurofibromina (ativa GTPase) que modula a sinalização através da via ras
- Mutação no gene NF1 resulta em tumores do sistema nervoso (neurofibromas, neurofibromas plexiformes, gliomas do nervo óptico, astrocitomas e meningiomas)
- Cursa com
- Manifestação cutânea na forma de neurofibromas (múltiplos tumores cutâneos moles e de consistência elástica)
- Manifestação cutânea na forma de manchas café-com-leite
- Manifestação cutânea na forma de sardas axilares
- Associado a hamartomas da íris (nódulos de Lisch)
- Associado a feocromocitomas
- Associado a pseudoartrose da tibia
- Associado a escoliose
- Associado a epilepsia
- Associado a deficiência mental
- Gene NF1 no cromossomo 17q11.2 codifica a proteína neurofibromina (ativa GTPase) que modula a sinalização através da via ras
- Esclerose tuberosa (doença de Bourneville)
- Gene TSC1 no cromossomo 9q34 codifica a proteína hamartina, ou gene TSC2 no cromossomo 16p13.3 codifica a proteína tuberina
- Hamartina + Tuberina = complexo inibidor da sinalização celular, atuando como regulador negativo do ciclo celular
- Cursa com
- Deficiência mental
- Adenoma sebáceo (angiofibromas faciais)
- Máculas hipomelanóticas
- Fibromas periungueais
- Angiomiolipomas renais
- Rabdomiomas cardíacos
- Crises convulsivas
- Incidência aumentada de
- Nódulos subependimários
- Tuberosidades corticais
- Astrocitomas de Células Gigantes Subependimários (ACGS).
- Tratamento
- Frequentemente necessário anticonvulsivantes para as convulsões
- Os ACGS frequentemente não necessitam de tratamento, se necessário, uso de ressecção cirúrgica
- Inibidores mTOR podem ter atividade nos ACGS
- Gene TSC1 no cromossomo 9q34 codifica a proteína hamartina, ou gene TSC2 no cromossomo 16p13.3 codifica a proteína tuberina
- Neurofibromatose tipo 2 (NF2)
- Gene NF2 no cromossomo 22q codifica a proteína citoesquelética (“merlina”), supressor tumoral.
- Caracteriza-se por
- Schwannomas vestibulares bilaterais em + de 90% dos casos
- Meningiomas múltiplos
- Ependimomas e Astrocitomas espinais
- Podem apresentar
- Opacidades lenticulares subcapsulares posteriores
- Hamartomas retinianos
- Tratamento
- Schwannomas vestibulares bilaterais possuem tratamento difícil, uma vez que deve-se preservar a audição pelo maior tempo possível
- Schwannomas vestibulares bilaterais possuem tratamento difícil, uma vez que deve-se preservar a audição pelo maior tempo possível
- Gene NF2 no cromossomo 22q codifica a proteína citoesquelética (“merlina”), supressor tumoral.
- Distúrbio genéticos caracterizados por lesões cutâneas + risco aumentado para tumores cerebrais
Linfoma primário do sistema nervoso central (LPSNC)
- Tratamento
- Glicocorticóides e Ressecção cirúrgica
- Quadro clínico
- PIC elevada; Convulsões; Sinais focais
- Rara
- Tratamento
Astrocitomas
- Baixo grau
- GRAU I (Astrocitomas pilocíticos)
- Tumor mais comum na infância;
- Ocorre principalmente no cerebelo;
- Frequentemente não exige intervenção;
- Podem ser tratadas cirurgicamente ou com inibidores do alvo de mamífero de ropamicina (mTOR);
- Imagem: Lesões císticas com nódulo mural contrastado;
- GRAU II (Astrocitoma difuso)
- Tumores infiltrativos;
- Imagem: não contrastadas;
- Clínica: Crises convulsivas em jovens adultos;
- Tratamento: ressecção cirúgica máxima e depois radioterapia com administração de temozelamida
- GRAU I (Astrocitomas pilocíticos)
- Alto grau
- GRAU III (Astrocitomas anaplásico)
- Tumores de contraste variável;
- Tratamento: ressecção cirúgica máxima e depois radioterapia com administração de temozelamida;
- 15 a 20% dos astrocitomas de alto grau;
- Surgem geralmente na 4° ou 5° década de vida;
- GRAU IV (Gioblastoma)
- Surgem geralmente na 6° ou 7° década de vida;
- Clínica: cefaléias, crises convulsivas e deficits neurológicos focais;
- Maioria dos Astrocitomas de alto grau;
- Imagem: Massas contrastadas em anel, com necrose central e edema circundante;
- Tratamento: ressecção cirúgico máxima e depois radioterapia com administração de temozelamida;
- Sempre sofrem recidiva, pacientes com enzima MGMT tem pior prognóstico;
- GRAU III (Astrocitomas anaplásico)
- Baixo grau
Meduloblastoma
- Mais comum na infância; maligno
- Quadro clínico
- Cefaleia, ataxia, sinais de comprometimento do tronco encefáico
- Tratamento
- Ressecção cirúrgica máxima, Irradiação craniospinal, QT
Tumores da região pineal
- Tipos
- Pineocitomas e Teratomas malignos
- Tratamento
- Ressecção cirurgica
- Tratamento
- Germinomas
- Tratamento
- Irradiação
- Tratamento
- Tumor de células germinativas maligno
- Tratamento
- Radiação craniospinal e QT
- Tratamento
- Pineoblastoma
- Tratamento
- Radiação craniospinal e QT
- Tratamento
- Pineocitomas e Teratomas malignos
- Tipos
Menigiomas
- Mais comum
- Classifiação
- Grau I (Benigno)
- Grau II (atípico)
- Grau III (malignos)
- Quadro clínico
- Cefaleia, convulsões, deficits neurológicos focais
TUMORES METASTÁTICOS PARA O CÉREBRO
- Origem por disseminação hematogênica
- Com frequência a partir de tumor pulmonar primário ou metástases pulmonares
- Maioria na junção da substância cinzenta com a substância branca na distribuição das artérias do cérebro
- Distribuição das metástases aproxima-se da proporção do fluxo sanguíneo (85% supratentorial, 15% fossa posterior)
- Maior propensão de metastizar
- Melanoma (achado em 80% das biópsias)
- Menor propensão de metastizar (raramente metastatizam para cérebro)
- Carcinoma ovariano
- Carcinoma esofágico
- Outros
- Cânceres de próstata e de mama tem propensão para dura-máter, simulando meningioma
- Metástases leptomeníngeas são comuns e surgem de neoplasias hematológicas, de cânceres de mama e pulmão
- Compressão de medula espinal ocorre principalmente decorrente de cancer de próstata e mama (forte propensão para metastizar para o esqueleto axial)
- Diagnóstico das metástases
- Mais bem visualizadas na RM, onde aparecem habitualmente como lesões bem circunscritas
- Biópsia é raramente necessária
- Maioria dos pacientes com metástases cerebrais, visto que esses pacientes apresentam câncer sistêmico conhecido.
- Biópsia em 10% dos pacientes, nos casos sem diagnóstico prévio
- Se não houver um local sistêmico de fácil acesso para biópsia, deve-se remover uma lesão cerebral para fins diagnósticos
- Tratamento
- Radioterapia cerebral total (RTCT)
- Tratamento padrão
- Cerca de 80% dos pacientes melhoram com glicocorticoides e radioterapia
- Não curativa
- Sobrevida mediana é de apenas 4 a 6 meses
- Realizado em 10 frações
- RTCT à SRS melhora o controle da doença no sistema nervoso, mas não prolonga a sobrevida
- Radiocirurgia estereotáxica (SRS)
- Pode fornecer doses altamente focadas de RT, habitualmente em uma única fração
- Pode esterilizar efetivamente as lesões visíveis e proporcionar um controle da doença local em 80 a 90% dos pacientes.
- Alguns pacientes que foram claramente curados das metástases cerebrais
- Pode ser usada apenas para lesões de 3 cm ou menos de diâmetro devendo ser reservada para pacientes com apenas 1 a 3 metástases
- Cirurgia
- Extirpação cirúrgica de uma única metástase cerebral, seguida de RTCT, é superior à RTCT apenas
- Particularmente útil para pacientes que apresentam lesões altamente radiorresistentes, como o carcinoma renal.
- Pode produzir rápida melhora sintomática e sobrevida prolongada.
- A RT administrada após ressecção completa de uma metástase cerebral melhora o controle da doença, mas não prolonga a sobrevida.
- Quimioterapia
- Raramente é útil
- As metástases de tumores que são altamente quimiossensíveis, como tumores de células germinati- vas ou câncer de pulmão de pequenas células, podem responder a esquemas quimioterápicos escolhidos de acordo com a neoplasia maligna subjacente.
- Os agentes antiangiogênicos, como o bevacizumabe, também se mostram eficazes no tratamento das metástases do SNC.
- Radioterapia cerebral total (RTCT)
- As metástases cerebrais são solitárias em aproximadamente metade dos pacientes e múltiplas na outra metade.
- Origem por disseminação hematogênica
Schwannomas
- Originam-se das raízes nervosas cranianas e espinais
- Tipo mais comum
- Schwannomas vestibulares
- Quadro clínico
- Perda auditiva unilateral progressivo, tontura, zumbido
- Tratamento
- Cirurgia ou Radiocirurgia estereotáxica
METASTASES LEPTOMENÍNGEAS
- Leucemia aguda (é a etiologia mais comum)
- Clínica: Hidrocefalia (com aumento da pressão intracraniana)
- Não existe terapia curativa
- Terapia paliativa RT Total
- Leucemia aguda (é a etiologia mais comum)
Tumores hipofisários
- Tumores funcionantes (MIcroadenomas secretores de hormônios)
- Tumores secretores de GH
- Acromegalia
- Tumores secretores de ACTH
- Sìndrome de Cushing
- Tumores secretores de Prolactina
- Galactorréia
- Amenorréia
- Infertilidade
- Tumores secretores de GH
- Tumores não funcionantes (macroadenomas com efeito exapansivo)
- Cefaléia
- Comprometimento visual
- Hipoptuitarismo
- Tumores funcionantes (MIcroadenomas secretores de hormônios)
Craniofaringiomas
- Tumor parcialmente calcificado situado em região suprasselar habitualmente
- Sintomas
- Cefaléia
- Danos à visão
- Atraso no crescimento (crianças)
- HIpoptuitarismo (adultos)
- Tratamento
- Cirurgia
- Radioterapia
Outros tumores benignos
- Cistos colóides
- Localização
- Porção anterior do 3º ventrículo
- Sintomas
- Hidrocefalia
- Cefaléia
- Tratamento
- Ressecção cirúrgica
- Ventriculostomia do 3º ventrículo
- Localização
- Cistos epidermóides
- Epitélio escamoso que circunda cisto repleto de queratina
- Tratamento
- Ressecção cirúrgica
- Sintomas
- Cefaléia
- Crises convulsivas
- Hidrocefalia
- Localizaçao
- Regiões supra e infratentoriais
- Tumores neuroepiteliais disembrioplásicos
- Sintomas
- Crises convulsivas
- Tratamento
- Ressecção cirúrgica
- Localização
- Região supratentorial
- Lobo temporal
- Região supratentorial
- Sintomas
- Cistos dermóides
- Tratamento
- Cirurgia
- Localização
- Verme
- 4º ventrículo
- Cisterna suprasselar
- Conteúdo
- Folículos pilosos
- Glândulas sudoríparas
- Glândulas sebáceas
- Tratamento
- Cistos colóides
Metastase Epidural
- Etiologia: 3-5% de qualquer neoplasia maligna
- Diagnóstico: RM de COLUNA
- TTO: Ressecção Cirurgica seguida de RT
- Clínica de dor intensa em decúbito
- Etiologia: 3-5% de qualquer neoplasia maligna
Información
- Descripción
- Medicina Mapa Mental sobre Tumores Cerebrais, creado por mapa mental el 22/03/2018.
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- mapa mental
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