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Mapa mental

Europa

Giovanna Rodrigues Portugués

Contenido del mapa

Europa

  1. População europeia

    • A Europa é um grande centro de convergência de pessoas de todo mundo, especialmente nas maiores cidades. A origem de vários povos que hoje habitam a Europa remonta a Antiguidade, e o continente é considerado o berço da civilização ocidental.
    • As influencias europeias difundiram- se pelo restante do Ocidente, devido a expansão marítima e comercial dos séculos XV e XVI. Os europeus levaram sua cultura a América por meio do processo de colonização. Durante o período Neocolonialista, territórios da Àfrica e da Àsia também passaram a ser intensamente ocupados e explorados.
    • Parte expressiva da população europeia segues a religião católica apostólica romana, assim como ocorre no Brasil e nos demais países latino- americanos de colonização portuguesa e espanhola. Há milhões de seguidores da orientações cristã ortodoxa e protestante do judaísmo, do islamismo, entre outros crenças.
    • O continente europeu, com cerca de 742 milhões de habitantes, apresenta população absoluta elevada, sendo considerado populoso.
    • As áreas de maior concentração população coincidem com os territórios de maior dinamismo econômico do continente, tais como os vales do rios Reno e Pó, bem como Londres e Paris. Estão distribuídos as áreas mais povoadas da Europa.
      • Mais de 70% da população, em média, vive em áreas urbanas. As grandes metrópoles, como Londres, Madrid, Moscou, Paris, Berlim, Roma e São Petersburgo, reúnem cerca de de 25% da população europeia
  2. Qualidade de vida

    • O Ìndice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 2019, dos 20 primeiros colocados, 13 países são europeus, o que indica acesso a serviços como saúde e educação e boa renda da população
      • A adoção de uma política de Estado de bem- estar social, resultou na elevação da qualidade de vida da população europeia como um todo. Esse modelo de Estado foi responsável pela realização de investimentos massivos em políticas sociais, educação, saúde, trabalho, previdência social, etc
        • Ao baixo grau de investimento soviético na indústria de bens de consumo, além de gastos com a indústria bélica. Abarcam apenas países do Oeste Europeu, indicando que há uma diferença no nível de desenvolvimento socioeconômico. Os dados sociais dos países do Leste Europeu aproximam- se bastante dos dados brasileiros.
  3. O continente que mais envelhece

    • O continente europeu vivencia o fenômeno no contrario, ja que possui áreas em processo de redução populacional. Esse fato denota um estágio de desenvolvimento que resultou nas quedas das taxas de fecundidade, natalidade e mortalidade infantil no continente
    • Os grandes avanços tecnológicos resultaram em melhores condições de vida. A partir da Revolução Industrial, cada país europeu, a seu modo, criou estratégias de desenvolvimento econômico e social, que culminaram com as reduções nas taxas de natalidade e aumento da expectativa de vida, resultado no índice demográfico visto atualmente
      • Podemos citar as melhores condições da habilitação, alimentação e trabalho, associadas aos avanços da medicina e da indústria química (farmacêutica), entre outros fatores positivos, que trouxeram aumento na expectativa de vida e da redução no número de mortes precoces.
        • Como nascem progressivamente menos pessoas, reduz- se a proporção de jovens na composição geral da população. E, com as pessoas vivendo por mais tempo, ocorre uma concentração de indivíduos com idades mais avançadas. A esse fenômeno, dá- se o nome de envelhecimento populacional
          • É preocupante para os governos, pois afeta diretamente a economia dos países onde ocorre. Se a população jovens e adulta diminui, igualmente diminui a População Economicamente Ativa (PEA). Interfere na disponibilidade de mão de obra e também no sistema previdenciário, pois são justamente os trabalhadores ativos que contribuem para o pagamento da aposentadoria dos inativos
  4. Imigrantes na Europa

    • Esses imigrantes, muitos vindos de países pobres que enfrentam sérios problemas socioeconômico, nem sempre são bem- vindos. A discriminação contra estrangeiros cresceu em diversos países europeus. Essa aversão a pessoas de fora é conhecida como Xenofobia.
      • Muitos estrangeiros residentes da Europa são responsabilizados pelos efeitos devastadores da crise econômica de 2011, especialmente o desemprego, que atinge, sobretudo, a população mais jovem de alguns países europeus. Esses estrangeiros muitas vezes são acusados pela população de acarretar maiores gastos públicos.
        • Parte desses imigrantes são ilegais tendo entrado na Europa por meio dos principais aeroporto usando documentos válidos e vistos temporários, permanecendo por tempo indeterminado no continente.
          • De acordo com o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), em 2017, aproximadamente 172.300 refugiados e imigrantes chegaram á Europa pelo mar Mediterrâneo, via Itália, Grécia e Espanha. A maioria desses imigrantes vem em regiões que estão em conflitos há anos, principalmente na África e no Oriente Médio, caso, por exemplo, dos sírios e afegãos, grupos que chegaram em maior número na Europa em 2017, além de algumas pessoas de regiões de Leste Europeu
            • Muitos imigrantes que vivem atualmente na Europa, especialmente na Alemanha e na França, são de origem muçulmana. Nos últimos anos, essa parcela da população tem sido frequentemente associada ao terrorismo e, por isso, costuma ser alvo de preconceito ainda maior, o que se chama de Islamofobia
  5. Fragmentação da URSS

    • A união Soviética começou a perder influencia econômica e a apresentar sinais de desgaste entre as décadas de 1970 e 1980. Em 1985, em meio á crise soviética, chegou ao poder Mikhail Gorbachev, cujo o governo promoveu uma serie de mudanças, destacando- se os planos governamentais com base na perestroika e na glasnost.
      • Os movimentos separatistas e nacionais irromperam no leste Europeu, destacando- se: as divisões da Tchecoslováquia e da Lugoslávia; e a extinção da URSS em 1991, finalizando a Guerra Fria.
        • A expansão russa gerou um processo conhecido por russificação, quem impôs a sua cultura aos povos dominados e, em muitos casos, anulou- se etnicamente. Alguns povos tentaram conter esse processo e foram reprimidos militarmente. A russificação transformou- se em um dos principais motivos dos conflitos separatistas, já que muitos povos nativos lutaram- ainda lutam- para manter sua cultura. Um dos acontecimentos que se destacam a atualidade é o retorno de povos tártaros á região após um longo período de emigração forçada. Eles haviam sido expulsos por Stalin durante a Segunda Guerra Mundial. Com a fragmentação da URSS, diferentes povos iniciaram um processo de nacionalismo e reafirmação da identidade étnica e cultural histórica

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Mapa Mental sobre Europa, creado por Giovanna Rodrigues el 01/10/2020.
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