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Europa
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Europa
População
- As regiões mais povoadas do continente se encontram na Europa centro-ocidental, áreas que abrigam a maioria dos parques industriais e demais atividades produtivas, com destaque para Itália, Países Baixos, França, Reino Unido e Alemanha. Os vazios demográficos citados ocorrem no norte da Europa, fator provocado pelo clima, pois nessa região há o predomínio de temperaturas muito baixas com invernos extremamente rigorosos e prolongados.
- O envelhecimento da população da Europa explica-se pelo processo chamado de transição demográfica. Basicamente, esse conceito corresponde a mudanças históricas nas taxas de natalidade e mortalidade que provocam gradativas alterações nos perfis populacionais e etários. Com a melhoria das condições de vida da população, bem como pelo incremento da urbanização, a tendência é a diminuição das taxas de mortalidade, o que não é acompanhado imediatadamente pela redução das taxas de natalidade. Com isso, a população tende a elevar-se rapidamente.
- Com o passar das décadas, as taxas de natalidade também vão caindo, e foi isso o que ocorreu na Europa, onde os índices de fecundidade (número de filhos por mulher) são os menores do mundo. Como a expectativa de vida é elevada nos países desenvolvidos europeus, observa-se então a tendência dos últimos tempos: poucas pessoas nascem, poucas pessoas morrem e o número de idosos, proporcionalmente ao quantitativo populacional, dispara. Em alguns países, essa problemática tornou-se crônica. Na Alemanha, por exemplo, o número de idosos com mais de 65 anos para cada 100 pessoas com menos de 15 anos foi de 158,5 em 2013. Em 1960, esse número era de 50,8. Na Bulgária, também em 2013, a proporção era de 141,3, contra 104,1 da Dinamarca e 95,8 da França. Por causa desses números, vários países vêm adotando políticas natalistas, que se resumem a estímulos sociais e financeiros para casais que desejam ter um terceiro filho, tais como o pagamento de bolsas assistenciais, pagamentos dos estudos e of
- O envelhecimento da população da Europa explica-se pelo processo chamado de transição demográfica. Basicamente, esse conceito corresponde a mudanças históricas nas taxas de natalidade e mortalidade que provocam gradativas alterações nos perfis populacionais e etários. Com a melhoria das condições de vida da população, bem como pelo incremento da urbanização, a tendência é a diminuição das taxas de mortalidade, o que não é acompanhado imediatadamente pela redução das taxas de natalidade. Com isso, a população tende a elevar-se rapidamente.
- O país mais populoso desse continente é a Rússia, com cerca de 144 milhões de habitantes, seguido por Alemanha, com 82 milhões; França, com 59 milhões; Reino Unido, 59 milhões; Itália, 57 milhões; Ucrânia, 49 milhões; e Espanha, 39 milhões de habitantes. Apesar de a Rússia ser o país mais populoso, apresenta uma população relativa baixa, resultado do enorme território.
- As regiões mais povoadas do continente se encontram na Europa centro-ocidental, áreas que abrigam a maioria dos parques industriais e demais atividades produtivas, com destaque para Itália, Países Baixos, França, Reino Unido e Alemanha. Os vazios demográficos citados ocorrem no norte da Europa, fator provocado pelo clima, pois nessa região há o predomínio de temperaturas muito baixas com invernos extremamente rigorosos e prolongados.
Urbanização
- A urbanização europeia apresenta uma taxa bastante elevada. O forte processo de urbanização esteve ligado à Revolução Industrial no século XVIII. A Europa é o continente que apresenta a mais elevada taxa de urbanização, essa condição aconteceu em decorrência de uma série de fatores, principalmente, a Revolução Industrial, que proporcionou profundas mudanças de caráter social e econômico. Com a instalação de indústrias nos centros urbanos, muitos trabalhadores foram atraídos, o que desencadeou o fenômeno migratório denominado de êxodo rural (deslocamento de trabalhadores rurais para as cidades).
- Os países da Europa que ingressaram primeiro no processo de urbanização foram justamente aqueles que implantaram a Revolução Industrial (final do século XVIII), como por exemplo, Reino Unido e Suécia. Os outros países europeus aderiram à Revolução Industrial no decorrer do século XIX, período que em houve o fenômeno da urbanização. De acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas), em todo o mundo existem 23 megacidades, ou seja, cidades que possuem uma população absoluta superior a 10 milhões de habitantes. Nesse quesito, a Europa possui somente uma cidade, Moscou (Rússia), com aproximadamente 12 milhões de habitantes. O que mostra que esse continente não possui grandes aglomerações urbanas, se comparado com a Ásia, detentora de 14 megacidades; e a América, com 6 centros urbanos com tais aspectos. Em geral, grande parte dos europeus vive em pequenas e médias cidades, muitas delas com menos de 5 mil habitantes.
- Megas cidades que se destacam na Europa: Moscou (Rússia), Istambul (Turquia) e Paris (França), além de Londres (Reino Unido). Megalópoles Londres (Reino Unido), Frankfurt (Alemanha), Milão (Itália) e Madri (Espanha)
Questões Sociais
- Em que pasem os bons indicadores socioeconômicos, na Europa há grandes diferenças regionais. Há países que se destacam no continente e, internacionalmente, em assuntos políticos, econõmicos, sociais e ambientais, como a Alemanha, maior economia europeia na atualidade, o Reino Unido e a França.
- A crise mundial iniciada em 2008 teve reflexos negativos em todo o mundo, até mesmo nas economias europeias com o aumento dos níveis de pobreza e de desigualdade, que foram agravados pela crise econômica e pelas medidas de austeridade adotadas por parte dos governos. Nesse período, o número de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza aumentou na Bulgária, na Romênia e na Albânia.
Migrações
- Crise migratória na Europa, também conhecida como crise migratória no Mediterrâneo e crise de refugiados na Europa, é como denomina-se a crítica situação humanitária vivida pelas centenas de milhares de refugiados, oriundos majoritariamente da África e Oriente Médio, e da Ásia (em menor proporção), que buscam chegar na Europa Ocidental.
- Esse fluxo migratório atingiu níveis críticos ao longo de 2015, com um aumento exponencial (de centenas de milhares de pessoas) tentando entrar na Europa e solicitando asilo, fugindo de seus países, devido a guerras, conflitos, fome, intolerância religiosa, terríveis mudanças climáticas, violações de direitos humanos, desesperança e outros, e somando-se a tudo isso, uma ação massiva de intimidação, violência e opressão executadas por grupos que controlam o tráfico ilegal e exploram esses migrantes totalmente vulneráveis.
- A crise surgiu em consequência do crescente número de migrantes irregulares que buscam chegar aos estados membros da União Europeia, através de perigosas travessias no Mar Mediterrâneo e pelos Bálcãs, procedentes da África, Oriente Médio e Ásia do Sul.
- Crise migratória na Europa, também conhecida como crise migratória no Mediterrâneo e crise de refugiados na Europa, é como denomina-se a crítica situação humanitária vivida pelas centenas de milhares de refugiados, oriundos majoritariamente da África e Oriente Médio, e da Ásia (em menor proporção), que buscam chegar na Europa Ocidental.
Xenofobia
- O problema da xenofobia na Europa vem intensificando-se ao longo do tempo. O continente, assim como os Estados Unidos, é um dos locais do mundo que mais recebem imigrantes, além de contar com uma elevada migração interna, graças à livre circulação de pessoas que atinge a maior parte dos países-membros da União Europeia. Com isso, a xenofobia, que é a aversão, o preconceito ou a intolerância para com grupos estrangeiros, aumenta a cada dia. O aumento dessas migrações internacionais estão geralmente ligadas a fatores de repulsão e de atração. Os primeiros são aqueles que contribuem para a saída rápida do migrante, seja por razões econômicas, por falta de recursos naturais, por crises humanitárias ou ocorrências de guerras ou guerrilhas. Já os fatores de atração são aqueles que se relacionam às condições oferecidas pelos lugares de destino, como uma economia estável ou uma grande oferta de emprego, melhor qualidade de vida, entre outros elementos.
- Outro exemplo de ação de xenofobia praticada pelos políticos espanhóis refere-se às várias perseguições e tentativas de expulsão de povos ciganos, oriundos principalmente da Romênia, por parte dos governos da França e da Itália, totalizando milhares de extraditados de maneira voluntária (através do oferecimento de dinheiro para que deixem o país) ou involuntária (à força). Apesar de a União Europeia ter criado, já em 1997, o Observatório Europeu do Racismo e da Xenofobia, ainda há muito o que se avançar no velho continente no que diz respeito à intolerância social e política para com estrangeiros. O mesmo desafio é enfrentado por outros territórios, como os Estados Unidos e, recentemente, países emergentes, que vêm se tornando novos vetores para a chegada de migrantes à procura de melhores condições vida.
- Não obstante, a população europeia também se considera ameaçada pelos estrangeiros, com o receio de que eles diminuam a oferta de emprego e atrapalhem os rumos da economia, enviando dinheiro ao exterior (geralmente, seus lugares de origem) e diminuindo a circulação econômica interna. Tais medos intensificaram-se durante a recente crise econômica financeira.
- O problema da xenofobia na Europa vem intensificando-se ao longo do tempo. O continente, assim como os Estados Unidos, é um dos locais do mundo que mais recebem imigrantes, além de contar com uma elevada migração interna, graças à livre circulação de pessoas que atinge a maior parte dos países-membros da União Europeia. Com isso, a xenofobia, que é a aversão, o preconceito ou a intolerância para com grupos estrangeiros, aumenta a cada dia. O aumento dessas migrações internacionais estão geralmente ligadas a fatores de repulsão e de atração. Os primeiros são aqueles que contribuem para a saída rápida do migrante, seja por razões econômicas, por falta de recursos naturais, por crises humanitárias ou ocorrências de guerras ou guerrilhas. Já os fatores de atração são aqueles que se relacionam às condições oferecidas pelos lugares de destino, como uma economia estável ou uma grande oferta de emprego, melhor qualidade de vida, entre outros elementos.
Indústria
- O continente europeu tem grande participação na exportação de produtos a nível global. As atividades da indústria concentram-se na Europa Ocidental. Em geral, são indústrias com grande emprego de tecnologia de ponta e mão de obra bastante qualificada. Destaca-se as indústrias nos seus setores de siderurgia, automobilística, aeronáutica, naval, química, microeletrônica, biotecnologia e têxtil.
- O processo de industrialização ganhou grande impulso nos séculos XVIII e XIX na Europa, de onde se espalhou para o resto do mundo. ... Por isso algumas regiões mais industrializadas de países como Alemanha, Inglaterra, França e Bélgica localizam- se ao redor das grandes bacias carboníferas do continente europeu.
Agricultura
- A Europa apresenta uma importante e diversificada produção agrícola, com grande aproveitamento dos seus solos, geralmente férteis. O uso do solo está sujeito à técnicas adequadas e modernas, com elevada produtividade. ... A batata é outro produto importante da agricultura da Europa.
- A agricultura na União Europeia caracteriza-se pelo pequeno tamanho médio das propriedades, menor do que na maior parte dos outros continentes. ... Tal fator, somado aos constantes subsídios fornecidos pelos governos aos agricultores, contribui para a menor concorrência entre os produtores.
Matriz Energética
- MATRIZ ENERGÉTICA EUROPEIA: As principais fontes de energia que constituem a matriz energética da Europa são: gás e petróleo: a exploração e a produção desses recursos energéticos em território europeu ocorrem no Mar do Norte, na costa da Dinamarca, da Escócia, da Inglaterra e da Noruega, a principal produtora.
- A Europa enfrenta uma "séria" ameaça para seu abastecimento energético, com queda na demanda de gás e redução de quase 30% da sua capacidade de produção nos próximos dois anos, de acordo com informações do grupo Cedigaz divulgadas nesta segunda-feira.
- A maior parte da eletricidade produzida na Europa em 2017 veio da energia renovável. A energia produzida pelo vento, sol e biomassa ultrapassou pela primeira vez a quantidade gerada a partir do carvão, indicam dados da Europa no ano passado. Alemanha e Reino Unido foram responsáveis.
- MATRIZ ENERGÉTICA EUROPEIA: As principais fontes de energia que constituem a matriz energética da Europa são: gás e petróleo: a exploração e a produção desses recursos energéticos em território europeu ocorrem no Mar do Norte, na costa da Dinamarca, da Escócia, da Inglaterra e da Noruega, a principal produtora.
Transportes
- Por muito tempo, quando se pensava em ir à Europa a primeira opção de transporte era o trem. Ele interliga diversos países, é regular quanto aos horários, confortável, rápido (alguns são de alta velocidade) e ainda você confere paisagens fantásticas.
- O transporte hidroviário é bastante utilizado pois os europeus criaram canais artificiais para o transporte de cargas.
Información
- Descripción
- Mapa Mental sobre Europa, creado por soup fazer el 22/04/2021.
- Creado por
- soup fazer
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