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Diapositivas

ANEMIA FALCIFORME

Henrique Lima Enfermagem Portugués 18 diapositivas

Diapositivas del conjunto (18)

  1. ANEMIA FALCIFORME

    • ANEMIA FALCIFORME
    • INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS
    • CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM
    • DISCIPLINA: ESTUDOS APLICADOS A SAÚDE DA CRIANÇA E ADOLESCENTE
  2. Diapositiva 2

  3. Paciente

    • Paciente
    • Mariana, 4 anos de idade
  4. Contextualizando/Antecedentes

    • Srª Josefina (29 anos, doméstica, negra e moradora de bairro de periferia, secundípara), teve um relacionamento momentâneo com Srº Serafim (30 anos, vendedor de produtos porta a porta, negro e não tem uma residência fixa). Deste relacionamento momentâneo ela terminou engravidando de Mariana. Josefina, é mãe de duas crianças, a primeira é Carlos que tem 6 anos e a segunda é Mariana com 4 anos de idade, ela vem de uma família de origem humilde onde buscar atendimento médico nunca foi prioridade, inclusive não procurou a UBS para realizar o pré-natal de sua gestação, ela não sabe nenhuma informação a respeito do pai da criança. Quando Mariana nasceu, a mãe, senhora Josefina recebeu o encaminhamento na maternidade para a realização dos testes de triagem neonatal, pois, lá não estavam realizando e já que D.Josefina não tinha sido acompanhada durante o pré natal era de extrema importância que ela e a criança fossem avaliadas e acompanhadas. Mas, D.Josefina não procurou se informar e nem foi realizar o teste do pezinho e os demais testes de triagem neonatal. A mesma informou que precisava trabalhar para sustentar a filha, por isso retornou ao trabalho logo após o parto e ignorou as orientações que foram passadas na maternidade. Os anos se passaram e Mariana parecia uma criança saudável como outra qualquer, apesar de ter o desenvolvimento um pouco retardado se comparado a outras crianças de sua idade.
  5. HDA

    • Os primeiros sinais apareceram após Mariana completar seu primeiro ano de vida, ela se apresentava como uma criança com uma série de infecções recorrentes, apresentando quadro de baixo peso e cansaço. A mãe acreditava que isso era decorrente da alimentação pobre em nutrientes que Mariana consumia. Por volta dos 3 anos de idade, Mariana começou a apresentar a pele ictérica e como já falava referiu sentir dor intensa na região do quadrante superior esquerdo, além de quadro febril e vômito. A mãe preocupada levou Mariana até uma UPA e lá foi informada que a filha precisaria ser encaminhada a um hospital para que pudessem investigar melhor o quadro clínico, uma vez que as hemácias se encontravam em estado alterado.
  6. Exame Físico

    • Ao buscar atendimento, foi realizado a anamnese a fim de identificar a história pregressa. Mariana apresentava temperatura 38,5ºC, batimentos cardíacos de 145 bpm, dor de intensidade 8 ( Escala analógica de dor) na região de quadrante superior esquerdo (com presença de choro e irritabilidade no momento da palpação), desidratada e palidez cutânea, além de icterícia em região de globo ocular e sem edema em região palmar e plantar.
    • Exame Físico
  7. Prescrição médica

    • Prescrição para melhora da dor:
    • Dor graduada de 1 a 3
    • • Iniciar dipirona, de 4/4 h; e
    • • Suspender, após 24 h sem dor.
    • dor graduada de 3 a 6
    • • Iniciar dipirona, de 4/4 h + diclofenaco VO, de 8/8 h;
    • • Após 24 horas sem dor, retirar o diclofenaco, e manter a dipirona, de 4/4 horas; e
    • • Em caso de retorno da dor, retornar ao diclofenaco, e buscar emergência de referência.
    • dor graduada de 6 a 10
    • • Iniciar dipirona, de 4/4 h + codeína de 4/4 horas (intercalados) + diclofenaco VO, de 8/8 h;
    • • Após 24 horas, sem dor, retirar a dipirona; e manter a codeí- na; de 4/4 horas com diclofenaco;
    • • Após mais de 24 horas sem dor, retirar completamente a co- deína, mantendo o diclofenaco, por mais 24 horas; e
    • • Em caso de retorno da dor, retornar ao diclofenaco, e buscar a emergência de referência.
  8. Diapositiva 8

    • Dor graduada de 3 a 6
    • • Iniciar dipirona, de 4/4 h + diclofenaco VO, de 8/8 h;
    • • Após 24 horas sem dor, retirar o diclofenaco, e manter a dipirona,
    • de 4/4 horas; e
    • • Em caso de retorno da dor, retornar ao diclofenaco, e buscar emergência de referência.
    • Dor graduada de 6 a 10
    • • Iniciar dipirona, de 4/4 h + codeína de 4/4 horas (intercalados)
    • + diclofenaco VO, de 8/8 h;
    • • Após 24 horas, sem dor, retirar a dipirona; e manter a codeína;
    • de 4/4 horas com diclofenaco;
    • • Após mais de 24 horas sem dor, retirar completamente a codeína,
    • mantendo o diclofenaco, por mais 24 horas; e
    • • Em caso de retorno da dor, retornar ao diclofenaco, e buscar a emergência de referência.
  9. Exames complementares

    • Ultrassom do abdômen total, Hemograma, Eletroforese de hemoglobina com pH alcalino da mãe e da criança.
  10. O que é a Anemia Falciforme?

    • É uma doença que passa dos pais para os filhos e altera os glóbulos vermelhos que diante de certas condições, tornam parecidos com uma foice, daí o nome falciforme. Essas células têm sua membrana alterada e rompem-se mais facilmente causando anemia hemolítica - a pessoa apresenta-se pálida e com icterícia (a esclerótica ou “branco do olho ”, fica amarelo). Estas células alteradas são também mais aderentes aos vasos sanguíneos, e por isso podem causar obstrução, dificultar a circulação no local causando dor de intensidade variável (são as crises dolorosas) e com o tempo, causando lesões nos órgãos irrigados por estes vasos
    • O que é a Anemia Falciforme?
  11. Problemas e justificativas

    • Carlos, o primogênito de D.Josefina (29 anos, mulher negra, doméstica e moradora de uma periferia) é fruto de um relacionamento longo com seu primeiro primeiro namorado Sr.Cléber (32 anos, homem branco, comerciante e morador da mesma comunidade que D.Josefina), já Mariana sua segunda filha é fruto de um relacionamento momentâneo com o Sr.Serafim (30 anos, homem negro, vendedor de produtos porta a porta, sem residência fixa) um homem que D.Josefina afirma não ter muitas informações sobre o mesmo e que não sabe pode o encontrar.
  12. Vamos interagir?

    • https://www.menti.com/zdjh56cx3r
    • OU
    • MENTI.COM
    • CÓDIGO: 1730 5372
  13. Diapositiva 13

    • Em primeiro lugar devemos saber que a HEMOGLOBINA normal é chamada de A e os indivíduos normais são considerados AA, sendo uma parte A recebida do pai e outra parte A da mãe. Já na Anemia Falciforme a HEMOGLOBINA é produzida de forma anormal, chamada de S.
    • ANEMIA FALCIFORME
  14. Diapositiva 14

    • ANEMIA FALCIFORME
    • ANEMIA FALCIFORME
  15. Problemas: O que fazer?

    • Crise de dor: (Crise Álgica): É o sintoma mais frequente, causado pela obstrução dos vasos sanguíneos pelos glóbulos vermelhos em formatos de foice que causam hipóxia e isquemia. A dor é mais frequente nos ossos e articulações, podendo atingir qualquer parte do corpo.
    • O que fazer? Analgesia com dipirona ou paracetamol; Calor no local; Orientar a ingestão de bastante líquido.
    • Icterícia: É o sinal mais frequente, quando o glóbulo vermelho se rompe aparece um pigmento amarelo chamado bilirrubina que faz o branco dos olhos ficar amarelo. Não é contagioso e não deve ser confundido com hepatite.
    • O que fazer? Orientar ingestão de bastante líquido; Deve-se investigar com ultra-sonografia e sorologias.
    • Infecções : Os indivíduos estão mais propensos a desenvolver pneumonias e meningites.
    • Febre: Temperatura <38,5°c
    • O que fazer? Administração de antitérmico; Verificar as vacinas do calendário; Observar se apresenta diarréia, vômito e se está desidratada.
    • Sequestro do sangue do baço: O paciente apresenta palidez e aumento de volume do baço repentinamente. É considerada EMERGÊNCIA, ocorre mais em crianças menores de 5 anos.
    • O que fazer? Ensinar à família a palpar o baço e monitorizar o seu tamanho; Realizar eletroforese de hemoglobina; Realizar transfusão sanguínea; Orientar a ingestão de bastante líquido.
  16. Cuidados de enfermagem

    • Fornecer o cuidado ao paciente e aos familiares;
    • •Educar o paciente sobre a doença, para que eles consigam lidar melhor com sua condição;
    • •Educar os membros da família, para que haja apoio mais intenso no tratamento.
    • •Saber trabalhar em equipe;
    • •Conhecer os protocolos de diretrizes de tratamento e os efeitos adversos;
    • Fornecer o cuidado ao paciente e aos familiares;
    • •Educar o paciente sobre a doença, para que eles consigam lidar melhor com sua condição;
    • •Educar os membros da família, para que haja apoio mais intenso no tratamento.
    • •Saber trabalhar em equipe;
    • •Conhecer os protocolos de diretrizes de tratamento e os efeitos adversos;
  17. Referências

    • Anemia falciforme e comorbidades associadas na infância e na adolescência / Ana Marice Ladeia, Cristina Salles, Cristiane Dias (organizadoras). - 1. ed. – Curitiba: Appris, 2020.
    • Manual do Agende de Saúde- Anemia Falciforme; Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Especializada. Doença falciforme: condutas básicas para tratamento / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Especializada. Brasília : Ministério da Saúde, 2012.
    • ALVES NETO, D. K. R. ; FEITOSA, A. N. A. ; BRAGA, K. L. ; SARMENTO, T. A. B. . RELATO DE CASO: ANEMIA FALCIFORME EM ADOLESCENTES NO ALTO SERTÃO PARAIBANO.
    • Revista Interdisciplinar em Saúde, v. 5, p. 69, 2017. Tratado de Hematologia, capítulo 27, Anemia Falciforme Fernando Ferreira Costa, Nicola Conran, Kleber Yotsumoto Fertrin.
    • Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Especializada.
    • Tratado de Hematologia, capítulo 27, Anemia Falciforme. Fernando Ferreira Costa, Nicola Conran, Kleber Yotsumoto Fertrin.
    • http://ba.corens.portalcofen.gov.br/papel-da-enfermagem-no-tratamento-da-doenca-falciforme-e-debatido-em-simposio_6675.html
  18. Hora da diversão

Información

Descripción
Enfermagem Diapositivas sobre ANEMIA FALCIFORME, creado por Henrique Lima el 09/09/2021.
Creado por
Henrique Lima · sep 2021
Actualizado
10 sep 2021
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22
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