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Flashcards

Dor

Daniela Nunes Portuguese 5.0Average rating 5.0 out of 5 (1 rating) 32 cards

Cards in this deck (32)

  1. 1Fibras A-betaMaior diâmetro
    Respondem ao toque suave e/ou movimento
    Nervos que inervam a pele
    Habitualmente não produzem Dor
  2. 2Fibras A-delta e Fibras CA-delta: Pequenas e mielinizadas
    C: pequenas e não mielinizadas
    Nervos cutâneos
    Habitualmente respondem com intensidade máxima a estímulos dolorosos
    Nociceptores primários aferentes
  3. 3Sensibilização da DorEstímulos intensos, repetidos ou prolongados na presença de inflamação ou lesão tecidual; Baixam limiar de excitação e Aumentam a resposta de nociceptores; Bradicinina, Prostaglandinas e Leucotrienos
  4. 4Nociceptores silenciososEstruturas habitualmente indolores (p.e. articulações, vísceras) que com a Sensibilização tornam-se excessivamente sensíveis às forças mecânicas
  5. 5Activação directaPressão localizada conduz à lesão celulas com libertação de K+ celulas, síntese de PGs, bradicinina e outros mediadores da Dor. Podem ser responsáveis pela persistência da Dor após supressão do estímulo
  6. 6Activação secundáriaImpulsos gerados produzem, a nível local, libertação de péptidos (p.e. Substância P). Causam vasodilatação e edema neurogénico, libertação de histamina e serotonina
  7. 7Vias ascendentesNeurónio periférico; Raiz medular posterior; Massa cinzenta do corno posterior da medula; Corno anterior contralateral; Feixe espinotalâmico + espiroreticulotalâmico; Tálamo; Córtex cerebral somato-sensorial e emocional
  8. 8Substância envolvidas na Modulação Endógena da DorEncefalinas e beta-endorfina
    Actuam em receptores opióides (Receptor µ: principal local de acção dos morfinomiméticos; Receptores δ e k)
  9. 9Vias descendentesCortéx frontal; Hipotálamo;
    Mesencéfalo (Substância periaquedutal); Medula espinal
  10. 10Dor NeuropáticaOcorre quando há lesões do SN periférico; Dor pouco usual (sensação de queimadura, choque eléctrico); Associa-se a défice sensorial correspondente; Terminações nervosas lesadas tornam-se muito sensíveis
  11. 11AINEsDor de origem musculo-esquelética e cefaleias moderadas; Actuam por inibição da síntese de PGs; Muito disponíveis sem prescrição; Principal problema - Efeitos gástricos
  12. 12Efeitos Terapêuticos dos AINEsDor baixa ou de moderada intensidade; Ausência de efeitos depressores do SNC; Ausência de dependência física; Não alteram outras percepções para além da Dor; Dor pós-operatória inflamatória pode ser bem controlada; Dor visceral mal aliviada
  13. 13Efeitos Laterais dos AINEsUlceração e intolerância GI; Bloqueio da agregação plaquetária; Inibição da motilidade uterina; Inibição da função renal mediada por PGs; Reacções de Hipersensibilidade
  14. 14AINEs Ulceração gástrica e intestinalAdministração crónica aumenta risco; Inibição da síntese de PGs citoprotectoras (inibem secreção ácida, aumentam fluxo sanguíneo local, promovem secreção do muco); Todos excepto derivados do para-aminofenol; PGE1 (misoprostol) com AINEs minimiza efeito
  15. 15AINEs Bloqueio da agregação plaquetáriaPor prevenção da formação de Tromboxano A2, que é um potente agregante plaquetário
    Aspirina particularmente efectiva por inibição irreversível da COX
  16. 16AINEs Inibição da motilidade uterinaPGs da série E e F são uterotrópicas (aumentam horas antes do parte, papel major no início e progressão do trabalho de parto);
    AINEs anteriormente utilizados como tocolíticos na ameação de parto pré-termo
  17. 17AINEs Inibição da função renal dependente das PGsCausam diminuição de filtração glomerular quando esta é mais dependente das PGs (casos de Insuficiência cardíaca congestiva, Cirrose hepática com ascite; IRC; Hipovolémia)
    Podem precipitar IR Aguda
  18. 18AINEs Outros efeitos renaisRetenção de sódio e água (Edema e Redução da eficácia de anti-hipertensores)
    Hipercaliémia por aumento de reabsorção de potássio
    Nefrite intersticial (Raro)
  19. 19AINEs Reacções de HipersensibilidadeRinite vasomotora, pólipos nasais; Edema angioneurótico; Urticária; Broncoconstrição; Edema laríngeo; Choque
    Raro na criança e mais frequente nos adultos de meia idade
  20. 20Selecção de AINEsEmpírica; Em doenças inflamatórias crónicas devem ser prescritas doses baixas inicialmente; Evitar administração combinada de AINEs; Não recomendados na gravidez (paracetamol mais seguro); Em crianças utilizar fármacos amplamente testados neste grupo
  21. 21Interacções dos AINEsVarfarina - Potenciam por ligação à albumina e por acção directa nas plaquetas
    Ligação à albumina - Salicilatos e fenilbutazona
  22. 22ParacetamolDerivado do para-aminofenol; Alternativa à aspirina como antipirético e analgésico; Muito menos efeitos adversos; Toxicidade hepática pode ser fatal; Baixa capacidade anti-inflamatória; Em caso de sobredosagem - N-acetilcisteína
  23. 23OpióidesAgentes mais potentes no alívio da Dor (Morfina, heroína, codeína, levorfanol, meperidina, fentanil)
    Depressores respiratórios (reversível com Naloxona)
    Dependência física
    Prurido, obstipação, náuseas e vómitos
  24. 24Opióides + Inibidores da COXPodem ter efeitos aditivos mas têm mecanismos de acção distintos
    Permitem baixar dose de cada grupo, sem efeitos secundários aditivos
  25. 25Avaliação da Dor Crónica- Causa conhecida e intratável (artrite, neoplasia, neuropatia diabética)
    - Dor persistente após tratamento da causa (Lesão de nervo sensorial, distúrbio simpático)
    - Perturbações psicológicas
  26. 26Tratamento da Dor Crónica Antidepressivos tricícliclosProduzem analgesia por mecanismo desconhecido; Doses mais baixas que as usadas como antidepressivas; Alívio verificado em doentes não deprimidos; Evidência de potenciação de opióides; Utilidade em Neoplasias, Dor Neuropática e Artrite Reumatóide
  27. 27Tratamento da Dor Crónica Anticonvulsivos, antiarrítmicos e outrosUtilizados na Dor Neuropática
    - Fenitoína, carbamazepina, lidocaína e mexiletina
    - Gabapentina (Mecanismo de acção desconhecido)
  28. 28Tratamento da Dor Crónica Medicação Opióide CrónicaAceite para patologia maligna e controverso em qualquer outra; Única opção possível para muitos doentes; Ocorre dependência a longo prazo; Preparações de longa duração (Levorfanol, metadona, morfina de libertação lenta)
  29. 29Indicações passíveis de Automedicação (1)Odontalgias; Estomatites (excl. graves) e gengivites; Odinofagia, faringite (excl. amigdalite); Hemorróidas; Anestesia tópica em mucosas e pele nomeadamente mucosa oral e rectal; Sintomatologia associada a estados gripais e constipações; Cefaleias ligeiras a moderadas; Enxaqueca
  30. 30Indicações passíveis de Automedicação (2)Dores musculares ligeiras a moderadas; Contusões; Dores pós-traumáticas; Dores reumatismais lig a mod; Dores articulares lig e mod; Tratamento tópico de sinovites, artrites, bursites, tendinites; Inflamação mod de origem musculo-esquelética; Dismenorreia primária
  31. 31MNSRMBufexamac, Diclofenac, Etofenamato, Flurbiprofeno, Ibuprofeno, Indometacina, Cetoprofeno, Ácido Niflúmico, Piroxicam, AAS, Benzidamida, Codeína, Dihidrocodeína, Glucosamina, Naproxeno, Paracetamol
  32. 32Anestésicos Locais (Tópicos)Benzocaína, Cinchocaíne, Lidocaína, Oxetacaína, Oxibuprocaína, Prilocaína

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Flashcards on Dor, created by Daniela Nunes on 23/12/2014.
Created by
Daniela Nunes
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