Flashcards
Cintura escapular
Cards in this deck (105)
- 1—
- 2função primária do complexo do ombroposicionar a mão no espaço, permitindo ao indivíduo interagir com seu meio e realizar as funções motoras finas.
- 3Músculos do Manguito RotadorTubérculo maior:
- supraespinhal
- infraespinhal
- redondo menor
Tubérculo menor:
- subescapular - 4Ossos do ombroúmero
clavícula
escápula - 5Articulações do ombroglenoumeral (Principal)
esternoclavicular
acromioclavicular - 6Pseudo-articulação do ombroEscapulotorácica - articulação entre a escápula e o tórax
- 7Área fisiológica do ombroespaço subacromial (é nele que o manguito rotador passa).
- 8Estabilizadores primários da articulaçãoligamentos*,
cápsula articular,
cartilagem (aumenta a área de contato, preenchendo o espaço da articulação),
fibrocartilagem (labrum e menisco); - 9Estabilizadores dinâmicosmúsculos (conseguem suprir a ausência de ligamentos e cartilagem).
- 10A articulação glenoumeral é formadapela parte umeral superior e pela cavidade glenoidal da escápula.
- 11A cavidade glenoidal é plana e cobresomente de um terço a um quarto da área da cabeça do úmero. Esse arranjo permite grande mobilidade, mas pouca estabilidade.
- 12O Labrum éuma fibrocartilagem que aumenta a área de contato e melhora a coaptação. É um estabilizador da articulação glenoumeral
- 13• A escápula funciona comobase estável na qual ocorre a mobilidade glenoumeral
- 14No aspecto inferior da capsula articular, forma um recesso axilar, frouxa e excessivo. Isso permitea elevação normal do braço
- 15Sulco intertubercularSepara os tubérculos,
por onde passa o tendão da cabeça longa do bíceps
tendinite do manguito rotador e bicipital, têm sido associados a anomalias desse sulco - 16Quando o tendão longo do bíceps passa sobre a cabeça umeral proveniente de sua origem, fazuma curva em ângulo reto para ficar no aspecto anterior do úmero. Essa curva abrupta pode causa desgaste anormal do tendão nesse ponto.
- 17A cápsula articular do ombro é mais frouxa na parte inferior parapermitir o deslizamento inferior da cabeça umeral. Para permitir, então, uma maior amplitude.
- 18Estabilizadores transversaisManguito rotador
- 19Estabilizadores longitudinaisDeltóide
Bíceps
Coracobraquial
Peitoral maior
Tríceps - 20articulação glenoumeral - Ligamentos Ligamento gleno-umeral superior (estabiliza principalmente os braços quando estão em 0 graus)
Ligamento gleno-umeral médio (tem mais tensão em 45°)
Ligamento gleno-umeral inferior (entra em mais tensão a 90°)
Formam um Z - 21A escápula está situada em uma angulação de30 graus em relação ao tórax
Segunda e sétima costelas - T1 - T8
3º para cima - 22Translação é um movimentode deslizamento.
- 23O bíceps braquial é flexor e supinador de cotovelo, mas suas ações influenciam nas ações do ombro. Ele auxilianos movimentos e elevação do ombro na rotação externa. A porção longa auxilia na flexão e a porção curta (não passa pela articulação do ombro) se insere no processo coracóide junto com o coracobraquial e peitoral menor.
- 24ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULARpermite a movimentação entre a clavícula e o tronco, através do osso esterno. É uma articulação pequena, com pouca estabilidade óssea e que depende muito dos ligamentos para permanecer estável. Disco fibrocastilaginoso. Articulação de deslizamento
- 25ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR • Ligamentoscosto-clavicular;
esterno-clavicular e
interclavicular. - 26ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR Músculo:subclávio.
- 27ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR Movimentos:1. Elevação e depressão - 30 a 40°
2. Rotação - 40 a 50°
3. Protração e retrusão – 30° - 28ARTICULAÇÃO ACRÔMIO-CLAVICULAR • Movimentos:pequena protusão e retrusão; rotação (60º); elevação e depressão (30º).
- 29ARTICULAÇÃO ACRÔMIO--CLAVICULAR Ligamentos• Pequena estabilidade
• Ligamento acromioclavicular: impede a subida da clavícula nos traumas diretos;
• Ligamento coraco-claviculares: conóide e trapezoide (rotação). - 30ARTICULAÇÃO ESCÁPULO-TORÁCICO• Articulação falsa que possui um plano próprio;
Escápula:
Segunda e sétima costelas
30º à frente do plano frontal
3º para cima - 31• Escápula – se estende dasegunda até a sétima costela. Está 30° à frente do plano frontal;
- 32• A estabilidade da ARTICULAÇÃO ESCÁPULO-TORÁCICOé dada pelos músculos da cintura escapular (trapézio, serrátil anterior, romboides, elevador da escápula e peitoral menor).
• O latíssimo do dorso posicional a escápula no lugar correto. - 331. Aduçãoé basicamente um movimento de deslizamento no qual a escápula move-se no sentido da coluna vertebral;
- 342. Abduçãoé basicamente um movimento de deslizamento no qual a escápula move-se afastando-se da coluna vertebral e, seguindo o contorno do tórax, assume uma posição póstero-lateral na abdução completa;
- 353. Rotação Lateral ou para cima: é o movimento em torno de um eixo sagital no qual o ângulo inferior move-se lateralmente e a cavidade glenóide move-se cranialmente;
- 364. Rotação Medial ou para baixo:: é o movimento em torno de um eixo sagital no qual o ângulo inferior move-se medialmente e a cavidade glenóide move-se caudalmente.
- 375. Inclinação Anterior:é o movimento em torno de um eixo coronal no qual o processo coracóide move-se em sentido anterior e caudal, enquanto que o ângulo inferior move-se em sentido posterior e cranial;
- 386. Elevação:é basicamente um movimento de deslizamento no qual a escápula move-se cranialmente como ao “encolher” os ombros;
- 397. Depressão:é basicamente um movimento de deslizamento no qual a escápula move-se caudalmente e constitui o inverso da elevação e inclinação anterior.
- 40Arco doloroso (amplitude)entre 60° a 120°. Nessa amplitude, a escápula e o úmero estão funcionando juntos e, além disso, tem-se um papel importante do manguito. Entre 60° e 120° tem o mecanismo de rotação externa. É nessa angulação que os pacientes com sindrome do impacto se referem dor (por um desarranjo do movimento). Algum movimento do úmero e da escápula pode estar errado, podendo gerar a síndrome.
- 41Avaliaçãoanatomia
biomecânica
testes e medidas
avaliação subjetiva
Avaliação objetiva:
exame físico - 42Diagnóstico- desequilíbrio muscular e desempenho funcional
- movimentação ativa e passiva, TUC, PFM, palpação, testes especiais
- Compreender as principais causas de disfunção - 43TratamentoEstratégias de intervenção, técnicas de tratamento
avaliação da evolução do paciente
Programa domiciliar - 44Disfunções que causam dor no OMBRO:- Sindrome do Impacto
- Neuropatia do Supraescapular
- Luxação gleno-umeral
- SLAP - 45ARTICULAÇÃO SUBACROMIAL• Formada pelo arco Córaco-acromial e úmero.
• O arco coraco-acromial protege o topo da cabeça do úmero, tendões e a bursa de um traume direto vindo de cima e previne a cabeça do úmero deslocar-se para cima.
• É o local onde o manguito rotador passa.
• É ativada nos movimentos de elevação do ombro - 46SÍNDROME DO IMPACTO Resulta de microtraumas de repetição aos tecidos que se encontram no arco
subacromial
- movimentos alterados da escápula podem gerar a síndrome do impacto.
• É um processo inflamatório. - 47Em indivíduos com sindrome do impacto: 1 - como é a inclinação da escápula com relação a posição do úmero 2 - como a carga influencia na síndrome do impacto. 3 - aumentaram a rotação 4 - a ativação do serrátil1 - Em indivíduos com alteração a escápula tende a ir para anterior.
2 - Sujeitos com alteração tiveram mais ativação do trapézio. Obs.: o que quer dizer que esse indivíduo está elevando o ombro.
3 - medial da escápula com carga, principalmente.
4 - não há diferença - 48SÍNDROME DO IMPACTO Estruturas acometidas: Tendão do supra-espinhoso
Demais músculos do manguito
Cabeça longa do bíceps
Bursa subacromial - 49Fatores relacionados com a síndrome do Impacto Predisposição por características anatômicas
Alterações posturais e cinemáticas relacionadas a cintura escapular (Discinesia escapular)
Sobrecarga funcional
Morfologia acromial
Equilíbrio neuromuscular dos músculos do manguito rotador (Neuropatia do Supra escapular) - 50Tendão do supra-espinal Zona críticaÁrea hipovascular em região central
propensa a maior degeneração e a susbstituição tecidual, metaplasia - 51Discinesia escapular Alteração da postura e/ou no coordenação do movimento escapular, causada por desequilibrios posturais, na ação muscular ou outras alterações da cintura escapular.
- 52Classificação de Kiblerpropuseram um sistema de
avaliação da discinesia escapular que
diferencia quatro padrões não relacionado
com ordem de gravidade - 53Classificação de Kibler Tipo I -- o ângulo inferior da escapula encontra-se proeminente e, durante o movimento, o acromio inclina-se anteriormente e o angulo inferior inclina-se dorsalmente. (fraqueza no serrátil, alteração toracica)
- 54Classificação de Kibler Tipo IIproeminência da borda medial da escapula no repouso e a inclinação dorsal da borda medial durante o movimento. (fraqueza no serrátil + rombóide e trapézio médio)
- 55Classificação de Kibler Tipo IIIa borda superior da escápula permanece elevada no repouso e a escápula pode estar deslocada anteriormente; durante
o movimento não é observada a inclinação dorsal da borda medial da escápula (báscula posterior). - fraqueza do trapézio inferior, rombóide e serrátil anterior + encurtamento de peitoral menor - 56Classificação de Kibler Tipo IVposição de simetria.
- 57Morfologia acromial Tipos de acrômioTipo 1 - Reto
Tipo 2 - Curvo
Tipo 3 - Ganchoso - diminuição do espaço subacromial, podendo desenvolver a síndrome do impacto. - 58Disfunção superior do úmero AchadosAchados de estreitamento do espaço acrômioumeral, erosão na face inferior do
acrômio e atrofia da tuberosidade maior do úmero . - 59Deslizamento inferiormaiores movimentos de deslizamento inferior foram vistos de 30° a 60°. Aos 90° de abdução existiu diminuição do deslizamento devido a tensão do ligamento glenoumeral inferior.
- Deltóide fibras médias foi o que mais contribuiu para a diminuição do deslizamento inferior.
- Deslizamento: deltóide medial > deltóide posterior > deltóide anterior > coracobraquial e bíceps (cabeça curta). - 60Traumas diretos- Queda sobre o ombro;
- Por causa do trauma direto a pessoal passa a desenvolver uma compressão subacromial. - 61Paralisia ou neuropatia do nervo supraescapular- Sai do Tronco superior do plexo braquial, inervado por C5 (50% recebe fibras de C4).
- O nervo supraescapular inerva o supra-espinhoso e infra-espinhoso (diminuição do trofismo e do tônus);
- Porção sensorial: escápula, articulação acrômio-clavicular e glenoumeral (lesão, compressão, dor). - 62Dermátomos, miotomos e esclerótomos- Compressão da raiz nervosa da cervical;
- Diferenciar dor no ombro da cervical (dor irradiada, dor no movimento
cervical). - 63Paralisia ou neuropatia do nervo supraescapular pode ocorrer por:- compressão (ligamento transverso escapular anômalo, tumor maligno),
- tração (movimento extremo de abdução e rotação externa) ou
- trauma repetitivo.
Obs.: Terá uma fraqueza do supra-espinhoso e infra-espinhoso. - 64Sinais da Paralisia ou neuropatia do nervo supraescapular:- atrofia do supra e infra-espinhoso e
- dor póstero-lateral, além de
- fraqueza na abdução (supra) e rotação externa (infra).
Obs.: É comum em atletas que fazem arremesso (voleibol, handebol, tênis, basebol). - 65Paralisia ou neuropatia do nervo supraescapular - deslizamento- Artigo LUO et al. (2001): viu um aumento do deslocamento inferior (teste sulco); aumento no deslocamento posterior do úmero durante abdução; aumento no deslocamento anterior do úmero durante a flexão e rotação interna; diminuição da área de contato.
Obs.: Quanto maior for a área de contato, menor a pressão. Se há uma diminuição da área de contato, tem uma maior pressão, predispondo processos degenerativos. - 66Disfunção superior da cabeça do úmeroCabeça do úmero elevada = diminuição do espaçamento. Enfraquecimento/falta da eficiência dos músculos estabilizadores transversais: manguito rotador, a qual estabilizam a cabeça umeral na cavidade glenóide, neste caso estabilizadores longitudinais prevalecem.
- grande associação a tendinopatias do tendão da cabeça longa do bíceps, pois a cabeça umeral pode se subluxar anteriormente devido a incapacidade do manguito e com isso traciona-se o tendão da cabeça longa do bíceps - 67Padrão do pacienteOmbro para frente, rotação interna, mal posicionamento da escápula, manguito rotador fragilizado, aumento de contato da parte inferior do acrômio com o tubérculo maior
- 68Lesões associadas a luxação anterior do ombro• A luxações geram lesões associadas: Lesão de bankart, lesão de Hill-Sachs ou fratura de Hill-Sachs.
- 69Lesão de bankartlesão do labrum anterior da glenóide devido a repetidas (anterior) luxação do ombro.
- 70• Lesão de Hiil-Sachsé uma depressão cortical na cabeça do úmero porterolateral. É o resultado de impactacao forte da cabeca umeral luxada contra a glenoide anterior quando o ombro é luxado anteriormente.
Obs.: Repouso para cicatrizacao fortalecimento dos musculos da regiao
procedimento cirurgico nos casos de luxacoes repetitivas não curada. - 71SLAP (Superior labrum-biceps tendon complex lesions)caracterizada por uma avulsão parcial
do lábio glenoidal no seu aspecto superior começando posteriormente e
estendendo-se anteriormente, podendo acometer a inserção do cabo longo do bíceps
As lesões são caracterizadas por dor e
instabilidade que prejudicam o desempenho dos atletas - 72SLAP (Lesão do labio superior) Etiologiaforças de compressão aplicadas à articulação glenoumeral após queda com o ombro em posição de abdução e flexão;
forças de tensão aplicadas ao braço, causadas por mecanismo de tração do membro superior ou como resultado do movimento de arremesso.
Associação: síndrome do impacto com ou sem lesão do manguito rotador, instabilidade anterior, impacto posterointerno com ou sem lesão da face articular do tendão do músculo supraespinhal, condromalácia da cabeça do úmero ou artrose acromioclavicular - 73Luxação acromioclavicular Frequentemente observado no esporte.
Por distúrbio agudo ou crônico.
Nas traumáticas a maioria ocorre por queda sobre o ombro, com o braço aduzido. - 74Classificação da luxação ACTipo I
Tipo II
Tipo III
Tipo IV
Tipo V
Tipo VI - 75Classificação da luxação AC Tipo Ilesão incompleta, distensão isolada
dos ligamentos AC; dor leve; arco doloroso
entre 160º e 180º e a adução é dolorosa. - 76Classificação da luxação AC Tipo IIlesão incompleta;
ligamentos AC rompidos;
distenção dos lig. Coracoclaviculares;
dor de moderada a grave;
a clavícula está ligeiramente mais alta que o acrômio;
todos os movimentos passivos são dolorosos no final de arco do movimento; maior deslocamento clavicular na mobilização póstero-anterior. - 77Classificação da luxação AC Tipo III– lesão ligamentar completa;
articulação AC luxada;
hiato entre clavícula e acrômio;
todos movimentos dolorosos;
fenômeno da tecla-de-piano. - 78Classificação da luxação AC Tipo IVligamentos rompidos;
articulação AC luxada posteriormente dentro ou através o m. trapézio; - 79Classificação da luxação AC Tipo Vcompletamente rompidos;
grande deslocamento da clavícula 300 a 500% maior que o normal,
distensão de deltóide e trapézio. - 80Classificação da luxação AC Tipo VI– ligamentos totalmente rompidos;
clavícula luxada em sentido inferior a ela ou ao processo coracóide;
músculos deltóide e trapézio desinseridos; pode estar associado a fraturas de clavícula e lesão do plexo. - 81Tratamento da luxação ACGrau 1 e 2 - Tratamento não cirurgico
Grau 3 - Tratamento controverso
Grau 5 - Tratamento cirurgico - 82Procedimentos de Avaliação do Ombro Análise da capacidade funcional através movimentação ativa e testes mobilidade da cintura escapular.
Movimentação passiva, determinar a sensação terminal.
Palpação.
Testes de mobilidade articular, testes de força muscular e testes especiais. - 83Movimento AtivoObservar amplitude, manifestações dolorosas e coordenação do movimento escapular.
Movimentos mais importantes na fisiopatologia.
Padronização nos procedimentos de
mensuração ou para observação
comparativa.
Teste dinâmicos de coordenação do
moviemento, lateral scapular slide test (LSST) - 84Posição para teste de deslizamento lateral da escápulaMãos na cintura ou
braços abduzidos com mãos na parede - 85Prova MuscularesIdentificar fraqueza específica de um músculo ou grupo muscular.
Identificar dor a ação ou carga de um
músculo ou grupo muscular. - 86Testes especiais para síndrome do impacto Teste de Neer
Teste de Jobe - avalia o supraespinhoso
Teste de Hawkins - 87Testes para Instabilidade glenoumeral Teste do Sulco
Teste de gaveta anterior
Teste de Fukuda
Teste de apreensão - 88Reabilitação da cintura escapular Fase aguda• Infiltrações – gera alívio da dor, porém não trata p desarranjo e ao longo prazo estimula a degeneração.
• Cápsuloplastia – movimentos passivos no plano escapular.
• Crioterapia no caso de edema e dor na fase aguda;
• Ultrassom com efeito anti- inflamatório, laser, PRT (trapézio, supra-espinhoso, grande dorsal), mobilização articular (efeito de analgesia: grau 1 e 2), alongamento, trabalhar movimentos da escápula, FORTALECIMENTO (diversas resistências), treinamento sensório motor e exercícios pliométricos principalmente em atletas.
Obs.: fortalecimento de adutores de ombro aumentam o espaço subacromial. - 89PESO LIVRE• O peso livre depende de uma força maior por causa do controle do movimento (tridimensional), ou seja, recruta mais fibras para manter o equilíbrio.
Controle tridimensional instabilidade > atividade muscular geral. - 90PESO MECÂNICOMaio sobrecarga nos músculos primários.
Controle unidirecional mais seguro > sobrecarga nos músculos primários - 91FLEXORES DE OMBRO• Cabeça longa do bíceps (passa pelo sulco intertubercular);
• Deltóide fibras anteriores;
• Peitoral maior; - 92EXTENSORES DE OMBRO• Cabeça longa do tríceps;
• Grande Dorsal;
• Fibras posteriores do Deltóide. - 93ROTADORES INTERNOS DO OMBRO• Subescapular (Inserção: Tubérculo menor do úmero);
• Redondo maior;
• Deltóide Anterior (Origem: Borda anterior, superfície superior, terço lateral da clavícula. - 94ROTADORES EXTERNOS DO OMBRO• Redondo menor;
• Deltóide Posterior (Origem: Lábio inferior da borda posterior da espinha da escápula);
• Infra-Espinhoso (Inserção:Faceta intermediária do tubérculo maior do úmero). - 95ABDUTORES DO OMBRO• Supra-espinhoso (Inserção: Faceta superior do tubérculo maior do úmero)
• Deltóide (Origem: Margem lateral e superfície superior do acrômio.); - 96ADUTORES DO OMBRO• Peitoral Maior (Origem:Superfície anterior da metade esternal da clavícula);
• Grande Dorsal (Inserção: Sulco intertubercular do úmero) - 97• Teste de ApleyAvalia a tendinite do manguito rotador através do estiramento do manguito e da bolsa subacromial, obtida pela rotação externa e abdução do ombro.
Pede-se para o paciente alcançar, por trás da cabeça, o ângulo médio superior da escápula contralateral. - 98• Teste de JobeAvalia especificamente o músculo supraespinhoso. É realizado com o paciente em ortostatismo membros superiores em abdução no plano frontal e anteflexão de 30º, e assim alinhando o eixo longitudinal do braço com o eixo de movimento da articulação glenoumenral. O examinador faz força de abaixamento nos membros, simultânea e comparativa, enquanto o paciente tenta resistir. O teste será considerado alterado no membro que oferecer menor força. Um resultado falso positivo ou duvidoso pode surgir devido a interferência da dor.
- 99• Teste de NeerSua finalidade é avaliar a síndrome do impacto. O examinador estabilizará a escápula do paciente com a mão esquerda e elevará rapidamente o membro superior em rotação interna com a mão direita. O choque da grande tuberosidade e do acrômio provocará dor. Este teste também é positivo em capsulite adesiva, instabilidade multidirecional, lesões da articulações acromioclavicular etc., portanto não é específico.
- 100• Teste de Speedbraço em flexão, com antebraço estendido e supinado; colocar o dedo de uma das mãos sobre o sulco bicipital, e a mão oposta sobre o punho do paciente; que deve elevar o braço contra resistência. Testa o tendão do bíceps no sulco bicipital. Dor espontânea ou a palpação é indicadora de tendinite bicipital.
- 101• Teste de YergasonÉ utilizado para diagnosticar tendinite e tenossinovite do tendão da cabeça longa do músculo bíceps do braço. A maneira mais simples de realizar o teste consiste em segurar, pronados, os punhos do paciente, sentado à sua frente, e solicitar que realize movimento de pronação forçada, contra as mãos do examinador. A presença de dor, sentida na região do sulco intertubercular do úmero sugere a presença de processo inflamatório no tendão do bíceps.
- 102• Teste do Subescapular de Gerber:O paciente coloca o dorso da mão ao nível de L5 e procura ativamente afastá-la das costas rodando internamente o braço, a incapacidade de faze-lo ou de manter o afastamento, se feito passivamente pelo examinador, pode indicar patologia do músculo subescapular.
- 103• Sinal de ludingtonPosição de teste: O paciente fica sentado ou de pé e o examinador coloca-se de pé por trás do paciente. O paciente entrelaça os dedos das mãos e os apóia na região póstero-superior da cabeça. Ação: O examinador palpa a cabeça longa do bíceps braquial bilateralmente enquanto o paciente contrai os músculos de ambos os lados simultaneamente. Achados positivos: Aumento de dor é um indicativo de tendinite da cabeça longa do bíceps braquial. Diminuição da tensão no tendão à palpação pode indicar incapacidade ou dificuldade de contração forte do bíceps braquial. Considerações/Comentários especiais: O paciente deve estabilizar a cabeça umeral durante a contração e empurrar as mãos contra a cabeça para estabilização. A ausência de tensão pode ser resultado de ruptura da cabeça longa do bíceps.
- 104• Teste de impacto de hawkins-kennedyPosição de teste: Paciente sentado ou de pé com os membros superiores relaxados. Examinador de pé com uma das mãos
segurando o cotovelo, e a outra, o punho do paciente, ambas no membro afetado. Ação:
O examinador flexiona o ombro a 90º e então roda medialmente. Achados positivos: Dor no ombro e apreensão são indicativas de impacto no ombro, particularmente de tendão do supra-espinhoso. Considerações/Comentários especiais: Este teste tende a ser mais sensível para a avaliação de impacto subacromial. - 105TratamentoFortalecimento
Treinamento sensório motor
Exercícios pliométricos
Information
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- 6º semestre (ortopedia) Flashcards on Cintura escapular, created by Kamila Kyohara on 08/06/2019.
- Created by
- Kamila Kyohara
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