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Flashcards

TOXICOLOGIA

Adolfho César Ferreira Portuguese 77 cards

Cards in this deck (77)

  1. 1Qual o agente causador da ancilostomose?Ancylostoma duodenale ou Necator americanus
  2. 2Quais os sintomas de ancilostomose?Exantema no local de entrada da larva, dor abdominal e outros sintomas GI durante a infecção inicial. Depois haverá deficiência de ferro pelo sangramento crônico e consequente anemia
  3. 3Tratamento da ancilostomoseAlbendazol ou mebendazol. Ivermectina não é recomendada
  4. 4Prevenção da ancilostomoseImpedir a defecação anti-higiênica e evitar andar descalço. Tratar cães e gatos contra ancilostomídeos
  5. 5Agente causador da estrongiloidíaseStrongyloides stercoralis
  6. 6Quadro clínico de estrongiloidíaseDor abdominal, diarreia, exantema, sintomas pulmonares (tosse e sibilos) e eosinofilia
  7. 7Diagnóstico da estrongiloidíaseLarvas nas fezes, escarro ou detecção de anticorpos
  8. 8Tratamento da estrongiloidíaseIvermectina ou albendazol
  9. 9Prevenção para estrongiloidíaseImpedir defecação anti-higiênica e evitar andar descalço
  10. 10Agente causador da oxiuríaseEnterobius vermiculares (Oxiuros vermiculares)
  11. 11Quadro clínico da oxiuríasePrurido anal intenso, infecções bacterianas em torno do ânus, causando inflamação com pontos hemorrágicos. Vômitos, dores abdominais, puxo e fezes sanguinolentas
  12. 12Diagnóstico de oxiuríaseClínico, feito através do exame da região perianal em busca de vermes, ovos ou ambos
  13. 13Tratamento da oxiuríaseMebendazol e Albendazol
  14. 14Agente da teníaseForma adulta da Taenia solium (porco) e saginata (vaca)
  15. 15Sintomas de teníaseAlteração de apetite, dor abdominal, diarreia, perda de peso, náuseas e vômitos
  16. 16Diagnóstico da teníaseOvos nas fezes
  17. 17Tratamento de teníasePreziquantel e albendazol
  18. 18Prevenção da teníaseCozimento completo de cortes de carnes e peixes, avaliação cuidadoda da carne
  19. 19Nome popular do gênero bothropsJararaca
  20. 20Ação do veneno da jararacaHemorrágica, proteolítica e coagulativa
  21. 21Quadro clínico da jararacaDor e edema no local, hemorragia, isquemia, choque. Complicações: síndrome compartimental
  22. 22Exames que podemos pedir no caso de picada de jararacaHemograma, tempo de coagulação, proteinúria e hematúria
  23. 23Tratamento e conduta da picada de jararacaAntibotrópico, antibotrópico-crotálico e antibotrópico-laquético
  24. 24Nome popular ddo gênero crotalusCascavel
  25. 25Ações do veneno da cascavelCoagulativa, neurotóxica e miotóxica
  26. 26Quadro clínico da picada da cascavelBloqueio neuromuscular, face miastênica, rabdomiólise, urina escura e mialgia
  27. 27Exames que podemos pedir no caso de picada de cascavelHemograma, CK, LDH, AST e ALT e urina
  28. 28Tratamento e conduta da picada da cascavelSoro anticrotálico
  29. 29Nome popular do gênero micrurusCoral
  30. 30Ação do veneno da coralneurotóxica
  31. 31Quadro clínico da picada de coraldor local, vômitos, fraqueza muscular, ptose palpebral, paralisia do músculo respiratório e do véu palatino
  32. 32Exame que podemos pedir no caso de picada de coralHemograma
  33. 33Tratamento da picada da coralSoro antielapídico
  34. 34Nome popular ddo gênero lacesissurucucu
  35. 35Ações do veneno da surucucuProteolítica, coagulante e neurotóxica
  36. 36Quadro clínico da picada da surucucuDor e edema no local, isquemia, choque, síndrome compartimental e síndrome vagal
  37. 37Exames que podemos pedir em caso de picada de surucucuTempo de coagulação
  38. 38Tratamento da picada da surucucuSoro antilaquético
  39. 39Ação do veneno do escorpiãoEfeitos complexos nos canais de sódio e liberação de catecolaminas e acetilcolina
  40. 40Quadro clínicoda picada de escorpiãoDor intensa e parestesia no local da picada, sudorese, agitação e confusão mental, taquipneia, arritmia, hipertensão, náuseas e vômito
  41. 41Exames que podemos pedir no caso de picada de escorpiãoEletrocardiograma, RX de tórax, glicemia (elevada nas primeiras horas), leucocitose e amilase elevada
  42. 42Tratamento dap icada de escorpiãoLidocaína sem vasoconstrictor e soro SAEEs (soro antiescorpiânico)
  43. 43Ação do veneno da aranhaNeurotóxica, hemolítica e proteolítica
  44. 44Quadro clínico da picada de aranhaDor local, edema, eritema, parestesia e necrose (aranha marrom)
  45. 45Exames que podemos pedir no caso de picada de aranhaHemograma, coagulograma, função renal, ECG e CPK
  46. 46Tratamento da picada de aranhaSoro antiaracnídeo
  47. 47Ação do veneno de CnidáriosAção tóxica e enzimática na pele, inflamação na pele e necrose e ação neurotóxica
  48. 48Quadro clínico do ataque de cnidáriosArdência e dor intensa no local, placas e pápulas, cefaleia, náuseas e vômitos, arritmia e febre
  49. 49Tratamento do ataque de cnidáriosRepouso, retirar os tentáculos, lavar com água do mar ou vinagre. NÃO PODE USAR ÁGUA DOCE
  50. 50Ação da toxina de picada de abelhasAção da fosfolipase A2, dopamina, cardio peptídeo e peptídeo MCD
  51. 51Quadro clínico da picada de abelhaDor aguda no local, edema, vermelhidão, edema de laringe, edema de lábios. A síndrome do envenenamento acontece quando são mais de 500 picadas
  52. 52Tratamento da picada de abelhasRemoção do ferrão com raspagem, anti-histamínico para reações alérgicas e suporte clínico
  53. 53Descreva o ABCDEA: Airway - Manter as vias aéreas pérvias e estabilizar a coluna cervical;
    B: Breathing - Manter a respiração e ventilação;
    C: Circulation - Verificar o pulso, perfusão cutânea, nível de consciência (circulação e controle hemorrágico);
    D: Disability - Disfunção neurológico (Escala de Glasglow);
    E: Exposure - Exposição e controle de temperatura (Hipotermia e tal)
  54. 54Qual a escala mais adequada para avaliar o estado de consciência do paciente em casos de intoxicação e como é classificado?Escala de Reed.
    Grau 0 - Acordado, responde perguntas;
    1 - Comatoso, reflexos intactos, retira o membro ao estímulo doloroso;
    2 - Comatoso, reflexos intactos, não retira o membro ao estímulo doloroso, sem depressão resíratória e circulatória;
    3 - Comatoso, reflexos ausentes, sem depressão respiratória ou circulatória;
    4 - Reflexos ausentes, com depressão respiratória ou circulatória
  55. 55Como é feita a avaliação inicial?História de exposição, exame físico (pupilas, sinais vitais, nível de consciência)
  56. 56Sintomatologia da síndrome colinérgicaDiminuição ou aumento da FC, miose, fraqueza e fasciculações musculares, aumento das secreções salivar, GI, pulmonar, sudorese
  57. 57Agentes causadores da síndrome colinérgicaInsrticidas fosforados e carbamatos, cogumelos
  58. 58Sintomas da intoxicação por ferroVômito, diarreia, dor abdominal, aumento da FC, perda de consciência e convulsões
  59. 59Diagnóstico da intoxicação por ferroNíveis de ferro e outras análises do sangue
  60. 60Tratamento da intoxicação por ferroDeferoxamina e terapia por quelação em casos mais graves
  61. 61Quadro clínico por intoxicação por paracetamolNáuseas, vômitos, alterações da função hepática, icterícia, IRA e distúrbios da coagulação
  62. 62Diagnóstico da intoxicação por paracetamolAnamnese, exame físico, hemograma e TGO e TGP
  63. 63Tratamento da intoxicação por paracetamolMonitorização dos sinais vitais, descontaminação, lavagem gástrica e uso de N-acetilcisteína
  64. 64Quadro clínico de intoxicação por antidepressivosAtaxia, letargia, bradicardia, depressão do SNC e coma. Há risco de síndrome serotoninérgica
  65. 65Diagnóstico da intoxicação por antidepressivosExame clínico, lavagem gástrica + carvão ativado
  66. 66Quadro clínico da intoxicação por benzodiazepínicosSonolência, fala arrastada, coma com depressão respiratória, síndrome de abstinência
  67. 67Diagnóstico da intoxicação por benzodiazepínicosExame físico, hemograma
  68. 68Tratamento da intoxicação por benzodiazepínicosFlumazenil, lavagem gástrica e carvão ativado, suporte
  69. 69Quadro clínico da intoxicação por opióidesSedação, perda de resposta a estímulos, náuseas, vômitos, miose, sonolência. Em casos graves, depressão respiratório levando a apneia e bradicardia
  70. 70Diagnóstico da intoxicação por opióidesAnamnese + exame físico + laboratorial
  71. 71Tratamento da intoxicação por opióidesNaloxona
  72. 72Quadro clínico da intoxicação por organofosforadosSudorese, salivação, broncoconstricção, miose, aumento da motilidade do TGI, espasmos musculares, confusão mental e fraqueza muscular
  73. 73Diagnóstico da intoxicação por organofosforadosAnamnese junto com o exame físico pelas manigestações clínicas. Pode apresentar odor de alho e escala de Glasglow maior que 13
  74. 74Tratamento da intoxicação por organofosforadosManter as vias aéreas abertas, prevenir o contato direto com a pele e roupas, lavar a pessoa, administrar atropina e pralidoxima
  75. 75Quadro clínico de intoxicação por chumboLinha de burton (linha azul na gengiva), pneumonia, défcit neurológico irritabilidade e cefaléia
  76. 76Tratamento pra intoxicação por chumbo e mercúrioQuelante
  77. 77Quadro clínico de intoxicação por mercúrioQuadro pulmonar, GI e neurológicos

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Flashcards on TOXICOLOGIA, created by Adolfho César Ferreira on 06/06/2022.
Created by
Adolfho César Ferreira · Jun 2022
Updated
Jun 7, 2022
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