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Flashcards

P01

Seth ,. Computação Portuguese 49 cards

Cards in this deck (49)

  1. 1O que é um sistema distribuído?Um sistema distribuído é uma coleção de computadores independentes que aparentam aos usuários como um computador simples. Isso destaca a característica de unificação e abstração da complexidade subjacente.
  2. 2Qual a principal motivação para a utilização de sistemas distribuídos?É o compartilhamento de recursos, que pode incluir hardware, software e dados. Esse compartilhamento varia em abrangência e no quanto os usuários colaboram.
  3. 3O que é um sistema distribuído de acordo com Andrew Tanenbaum?De acordo com Andrew Tanenbaum, um sistema distribuído é uma coleção de computadores independentes que aparentam aos usuários como um computador simples. Isso destaca a característica de unificação e abstração da complexidade subjacente.
  4. 4Qual a principal motivação para a utilização de sistemas distribuídos?A principal motivação para a utilização de sistemas distribuídos é o compartilhamento de recursos, que pode incluir hardware, software e dados. Esse compartilhamento varia em abrangência e no quanto os usuários colaboram.
  5. 5Qual a diferença fundamental entre um cliente e um servidor no contexto de sistemas distribuídos?A diferença fundamental é o papel que desempenham em uma interação. O cliente é um processo ativo que inicia a comunicação fazendo um pedido, enquanto o servidor é um processo passivo que aguarda e atende a esses pedidos.
  6. 6Explique brevemente a estratégia geral cliente-servidor.A estratégia geral cliente-servidor envolve um processo (cliente) solicitando um serviço de outro processo (servidor). O servidor gerencia os recursos compartilhados e responde às requisições do cliente.
  7. 7Por que a heterogeneidade é um desafio em sistemas distribuídos e como o middleware ajuda a abordá-la?A heterogeneidade, a variedade de redes, hardware, SOs e linguagens de programação, é um desafio pois dificulta a comunicação e a interoperabilidade. O middleware atua como uma camada de software que abstrai essa diferença, oferecendo uma interface de programação unificada.
  8. 8O que significa que um sistema distribuído é aberto e quais são as suas vantagens?Ser aberto significa que o sistema pode ser estendido e reimplementado de várias maneiras, pois possui interfaces publicadas e mecanismos de comunicação uniforme. Isso promove a independência de fornecedores e a capacidade de construir o sistema a partir de componentes heterogêneos.
  9. 9Quais são as três preocupações principais de segurança em sistemas distribuídos?As três preocupações principais de segurança em sistemas distribuídos são: confidencialidade (proteção contra acesso não autorizado), integridade (proteção contra alterações ou danos) e disponibilidade (proteção contra interferência no acesso aos recursos).
  10. 10O que é escalabilidade em sistemas distribuídos e quais aspectos devem ser controlados?Escalabilidade é a capacidade do sistema de atender a um número crescente de acessos simultâneos e/ou dados sem que o desempenho seja significativamente impactado. É importante controlar o custo dos recursos físicos e a perda de desempenho.
  11. 11Descreva o conceito de transparência em sistemas distribuídos.Transparência é a capacidade de um sistema distribuído de esconder os detalhes de sua implementação e funcionamento interno dos usuários e programadores, fazendo com que o sistema seja percebido como uma entidade única e coerente. Existem vários tipos de transparência que ocultam diferentes aspectos.
  12. 12Quais são os três modelos fundamentais utilizados para discutir propriedades e problemas de projeto de sistemas distribuídos?Os três modelos fundamentais para discutir propriedades e problemas de projeto de sistemas distribuídos são: Modelos de Interação (estrutura e ordenação da comunicação), Modelos de Falhas (maneiras pelas quais o sistema pode falhar) e Modelos de Segurança (como o sistema é protegido contra interferências maliciosas).
  13. 13Sistema Distribuído (SD)Coleção de computadores independentes interligados em rede que comunicam e coordenam suas ações por troca de mensagens, aparentando aos usuários como um computador simples.
  14. 14ClienteProcesso ativo que envia um pedido (requisita uma operação) para um servidor e dura apenas enquanto o aplicativo do qual faz parte estiver ativo.
  15. 15ServidorPrograma em execução (processo) em computador interligado em rede que aceita pedidos de outros processos para efetuar um serviço e responder apropriadamente; representa um recurso encapsulado e organiza o acesso a ele via mensagem de forma confiável e consistente; é passivo e funciona continuamente.
  16. 16Requisição RemotaUma interação completa entre um cliente e um servidor envolvendo um pedido e uma resposta.
  17. 17HeterogeneidadeVariedade e diferença de redes, hardware, sistemas operacionais, linguagens de programação, etc., em um sistema distribuído.
  18. 18MiddlewareCamada de software que oferece uma abstração de programação para sistemas distribuídos, facilitando a interoperabilidade e a portabilidade ao abstrair a heterogeneidade da infraestrutura subjacente.
  19. 19Sistemas AbertosSistemas que podem ser estendidos e reimplementados de várias maneiras devido à publicação de suas interfaces e mecanismos de comunicação uniforme, permitindo independência de fornecedores.
  20. 20SegurançaPropriedade de um sistema distribuído de permanecer operante diante de ataques, protegendo a confidencialidade, integridade e disponibilidade dos recursos.
  21. 21EscalabilidadeCapacidade de um sistema distribuído de atender a um número crescente de acessos simultâneos e/ou dados sem impacto significativo no desempenho, idealmente sem a necessidade de mudar o software.
  22. 22Tratamento de FalhasMecanismos em sistemas distribuídos para lidar com falhas parciais (alguns componentes falham, enquanto outros continuam funcionando), incluindo detecção, recuperação, mascaramento e tolerância a falhas.
  23. 23ConcorrênciaSituação em sistemas distribuídos onde múltiplos clientes podem tentar acessar um recurso compartilhado ao mesmo tempo, exigindo sincronização para manter a coerência.
  24. 24TransparênciaCapacidade de um sistema distribuído de esconder seu funcionamento interno dos usuários, fazendo com que ele seja percebido como um todo, em vez de uma coleção de componentes independentes.
  25. 25Modelos FísicosModelos descritivos que representam a composição de hardware de um sistema distribuído (computadores + redes).
  26. 26Modelos de ArquiteturaModelos descritivos que representam as tarefas computacionais e de comunicação realizadas por entidades arquitetônicas e seus relacionamentos.
  27. 27Modelos FundamentaisModelos descritivos que oferecem uma perspectiva abstrata para examinar aspectos individuais de sistemas distribuídos, como interação, falhas e segurança.
  28. 28Modelo Cliente-Servidor (C/S)Modelo arquitetural básico onde um servidor gerencia recursos compartilhados e clientes invocam serviços dos servidores.
  29. 29Modelo Par a Par (P2P)Modelo arquitetural onde todos os processos interagem com regras semelhantes, trabalhando cooperativamente e mantendo controle de seus próprios recursos e modo de interação.
  30. 30Arquiteturas de Camadas LógicasPadrão arquitetônico onde um sistema complexo é particionado em várias camadas, cada uma usando serviços da camada inferior, escondendo detalhes de implementação.
  31. 31PlataformaCamadas de baixo nível de hardware e software que oferecem serviços a camadas superiores em um sistema distribuído, geralmente relacionadas ao tipo de arquitetura de processador e sistema operacional.
  32. 32Modelo de InteraçãoModelo fundamental que descreve como a interação entre processos é realizada em um sistema distribuído, considerando o desempenho da comunicação e a impossibilidade de manter uma noção global de tempo sincronizado.
  33. 33LatênciaAtraso na transmissão de dados em um canal de comunicação.
  34. 34Largura de Banda (Taxa de Transmissão de Dados)A quantidade de dados que pode ser transmitida por um canal de comunicação em um determinado período de tempo.
  35. 35JitterVariação na latência de transmissão de dados em um canal de comunicação.
  36. 36Clock Drift RateDiferença apresentada por qualquer relógio real em relação a um relógio de referência perfeito ao longo do tempo.
  37. 37Modelo de SD SíncronoModelo de sistema distribuído onde o tempo máximo e mínimo de execução de cada passo, o tempo de chegada das mensagens e o clock drift rate são conhecidos e limitados.
  38. 38Modelo de SD AssíncronoModelo de sistema distribuído onde não há limites definidos para as velocidades dos processos, atrasos arbitrários podem ocorrer na transmissão de dados e o drift rate dos processos não é considerado.
  39. 39Modelo de FalhasModelo fundamental que define e classifica os tipos de falhas que podem ocorrer em um sistema distribuído.
  40. 40Falhas por OmissãoFalhas que ocorrem quando processos ou canais de comunicação falham na execução das ações que deveriam desempenhar, incluindo falhas por omissão do processo (crash) e falhas por omissão de comunicação (perda de mensagem, falha de envio/recebimento).
  41. 41Falhas ArbitráriasAs piores falhas possíveis, onde qualquer tipo de erro pode ocorrer, como processos executando passos não solicitados ou canais transmitindo mensagens corrompidas.
  42. 42Falhas de TemporizaçãoFalhas aplicáveis a sistemas síncronos, caracterizadas por infrações aos limites de tempo estabelecidos para a execução de processos, entrega de mensagens e clock drift rate.
  43. 43Modelo de SegurançaModelo fundamental que trata das preocupações de segurança em sistemas distribuídos, incluindo proteção a processos, canais de comunicação e objetos encapsulados.
  44. 44SoquetesPontos de destino na comunicação entre processos, utilizados por protocolos como TCP e UDP, vinculados a uma porta local e ao endereço IP do computador.
  45. 45Comunicação por Datagrama UDPForma de comunicação entre processos onde datagramas independentes são transmitidos sem confirmações ou novas tentativas de envio; oferece pouca ou nenhuma confiabilidade, mas agilidade.
  46. 46Comunicação por Fluxo TCPForma de comunicação entre processos que fornece a abstração de um fluxo bidirecional de bytes, onde o protocolo oculta características da rede como tamanho das mensagens, perdas, controle de fluxo, duplicação e ordenamento.
  47. 47SerializaçãoProcedimento de simplificar um objeto (ou conjunto de objetos conectados) em uma forma sequencial conveniente para transmissão em uma mensagem.
  48. 48DesserializaçãoProcedimento inverso da serialização, onde a forma sequencial é utilizada para reconstruir o objeto original.
  49. 49XML (eXtensible Markup Language)Linguagem de marcação textual utilizada para representar dados estruturados, permitindo interoperabilidade e definindo interfaces para serviços Web.

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Computação Flashcards on P01, created by Seth ,. on 01/05/2025.
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Seth ,.
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